Aviso Importante

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Amigos leitores, infelizmente vou ter que dar um tempo nas postagens do ATZ!

Não estou conseguindo conciliar trabalho, casa e textos pro blog. Me corta o coração ter que fazer isso, porém tenho que ser sincero.

Está sendo muito difícil pra mim arranjar tempo pra me dedicar como eu vinha fazendo antes.

Ainda tenho muita coisa pra escrever, mas quando eu puder realmente voltar vocês saberão imediatamente.

Até breve!

Anderson Souza

Coleção DC 70 Anos – Última Parte

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Liga da Justiça – “Semente Estelar”

A quinta edição é dedicada a Liga e fiquei muito tentado a falar sobre “Um Novo Começo” que conta sobre a formação da equipe na fase cômica.

É uma história de início mesmo já mostrando os atritos entre Batman contra Guy Gardner (e principalmente todo aquele clima divertido que virou clássico).

Por mais que seja uma aventura importante decidi deixar de lado pra comentar “Semente Estelar” que tem roteiro de Grant Morrison & Mark Millar e ainda arte de Howard Porter.

Nela também temos o surgimento de uma outra formação numa fase bastante aclamada. O principal inimigo é aquela estrela do mar espacial ridícula que eu detesto, mas foi adaptada de uma maneira melhor.

Na trama, Starro está invadindo nosso planeta e o Flash foi o primeiro a sucumbir.

Enquanto isso no QG da Liga: Superman, Lanterna Verde (Kyle Rayner), Mulher-Maravilha, Aquaman, Caçador de Marte e Batman discutem em como abordar a situação.

De repente, o Espectro (Jim Corrigan) se intromete proibindo a equipe de tentar impedir a invasão.

Apesar do sério problema os heróis decidem ir pra Blue Valley. Então Corrigan mostra um futuro apocalíptico com a Liga da Justiça dominada pelo vilão e conquistando todos os lugares do universo.

Mesmo sabendo do alto risco a equipe age, mas sem poderes (como sempre Batman é seu maior triunfo).

Bom, é chover no molhado comentar que o Morcegão usando sua astúcia consegue ludibriar o inimigo.

Pelo que citei acima ficou óbvio que “Semente Estelar” chamou minha atenção, porque ao saberem do problema que desencadearia ao perder a equipe decidiu ir de encontro do perigo.

E pra piorar combatendo sem poder algum um inimigo praticamente imbatível. Essa fase dos roteiros de Grant Morrison é muito bem comentada na web.

A melhor parte é a arte de Howard Porter que de maneira sutil nos apresenta uma história prazerosa e eficiente.

O que me deixou de bobeira com essa aventura foi que resolveram ajudar de qualquer jeito sem se importar com a vida deles. O Espectro é sinistro, pois age apenas conforme seus interesses tomando decisões importantes e assustadoras.

Só pra constar, na edição Os Melhores do Mundo # 26 temos uma continuação direta desta aventura.

“A Coisa” com arte de Porter e roteiro de Morrison mostrando a Liga se unindo com Sandman pra derrotar Starro (tendo que dormir pra agir no mundo dos sonhos).

Tudo estaria perdido se não fosse por Michael Haney, pois sua ajuda foi fundamental pros heróis vencerem.

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Batman – “O Preferido”

A sexta e última edição é dedicada ao Homem-Morcego foi a pior e mais difícil pra escolher apenas uma história (e não é só porque o Morcegão é um dos meus heróis preferidos).

Numa lista que apresenta: “O Batman que Ninguém Conhece”, “A Morte chega a Meia-Noite e Três”, “Procurado Papai Noel… Vivo ou Morto!”, “A Noite do Caçador”, “24 Horas” entre outras pérolas.

Fiquei com “O Preferido” com roteiro de Mark Millar e desenhos e Steve Yeowell.

O Cruzado Embuçado está numa caçada feroz tentando pegar uma gangue especializada em arrombar mansões dos ricos.

Depois ficamos sabendo que algo muito importante havia sido levado da Mansão Wayne.

O comportamento implacável do herói na busca por informações sobre o paradeiro dos ladrões é muito violento (beirando a insanidade).

Durante sua empreitada Bruce deixou até de dormir pra conseguir seu intento.

A gangue se autointitulava “Peças de Xadrez” e uma denúncia anônima havia entregue seu esconderijo secreto.

A situação se complicou, porque o Chefe Yeats, da equipe da Swat pensando apenas em ganhar fama (deixou os bandidos fazerem reféns).

Obviamente o Cruzado de Capa foi pro local agindo de forma eficaz contra a bandidagem.

É só no final que compreendemos o motivo pelo qual Bruce fazia questão de encontrar a gangue. O objeto que havia sido roubado de sua casa foi um trenzinho de brinquedo.

O último presente que seus pais haviam lhe dado antes de serem assassinados.

Sendo exatamente aí que o roteiro de Mark Millar me surpreendeu. Vemos Bruce correndo pela cidade numa fúria desenfreada pra encontrar uma parte importante de seu passado (ouso até afirmar de sua inocência perdida e feliz).

Na penúltima parte temos Wayne ajoelhado por entre o brinquedo. A cena é de uma tristeza tão grande e ao mesmo tempo tão poética que ficou guardada em minha memória por um longo tempo.

Confesso que a arte de Steve Yeowell não ficou muito legal, mas devido a densidade do roteiro podemos deixar esse aspecto de lado.

Só pra constar, essa história de brinquedo do Morcegóide me lembrou de outra que li no gibi Liga da Justiça Sem Limites # 5.

Temos, “Liga da Justiça: Feliz Natal Fatal” com roteiro de Mike McAvennie e arte de Sanford Greene.

Na trama como diz o título estamos na época natalina e a Liga enfrenta o Cara de Barro que estava disfarçado de Papai Noel. Só que o Flash pensando em agir rápido acaba atrapalhando a missão.

Após aquela burrada, Batman lhe dá uma sermão e lhe incumbe o trabalho de procurar um dos integrantes do bando que fugiu.

É claro que Wally ficou chateado (por causa da seriadade do Morcegão), mas o Vingador Fantasma surge mostrando-lhe alguns fatos de natais passados do Morcegão.

Algo do tipo Um Conto de Natal do Ebenezer Scrooge ambos recuaram no passado do pequeno Bruce Wayne descobrindo qual era o seu brinquedo favorito.

Quando era menino tanto Bruce quanto Clark gostavam do Fantasma Cinzento. A cena da confraternização dos pais de Kent com Batman foi constrangedora.

Bom, resumindo Wally prendeu o bandido que restava e como era época de natal (resolveu presentear Wayne com seu brinquedo favorito).

Pra ser sincero, “Liga da Justiça: Feliz Natal Fatal” não é lá grandes coisas, porém esses acontecimentos no passado de BW ajudam e muito pra ficarmos sabendo quem era e no que se tornou.

Fechando, na Coleção DC 70 Anos tive que deixar várias aventuras de lado, no entanto escolhi aquelas que tiveram um significado maior na minha leitura.

Espero que tenham gostado e relembre aqui do texto anterior.

 

 

Coleção DC 70 Anos – Segunda Parte

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A terceira edição é dedicada a Guerreira Amazona. Bom, temos aquela história de origem com arte de H. G. Peter e roteiro de William M. Marston (criador da personagem).

Há outras aventuras da Era de Prata que não gostei muito e por isso nem vou  comentar.

Só pra constar, a introdução de Lynda Carter contando como foi interpretar a heroína é sensacional.

Mais confesso que a história “Quem Matou Mindy Mayer?” tem uma narrativa ótima.

Gostei demais quando li na primeira vez, porém a minha escolhida foi essa abaixo.

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Mulher-Maravilha – “Seja a Mulher-Maravilha… e Morra!”

Apresentando roteiro de Robert Kanigher e arte de Jose Delbo temos uma homenagem pra Jenette Khan e Len Wein que na época eram os editores da revista da personagem.

Aqui, conhecemos Amy Kelley uma atriz que desejava atuar no papel principal num filme sobre a Mulher-Maravilha.

Infelizmente, Amy havia descoberto que estava  com uma doença terminal restando-lhe apenas seis meses de vida.

Mesmo não tendo muita sorte em sua audiência ela continua usando a imagem da heroína pra tentar salvar o pessoal do estúdio que estava pegando fogo.

Enquanto isso, Diana havia visto o noticiário na telinha ficando perplexa ao saber de sua cópia fajuta. A heroína decide ir pro local salvando a todos. E ao descobrir a história da farsante decide deixar Amy levar a diante sua vontade.

Após ser descoberta e aclamada por sua coragem Kelley consegueo papel que tanto queria. Durante as filmagens a atriz fez praticamente quase todas as suas cenas, mas Amy passa mal e Diana assume em seu lugar.

Conseguindo frustar os planos do terrorista Konrad Kardion que havia guardado seus planos secretos no estúdio. Depois, Diana leva Amy pra ser tratada na Ilha Paraíso mais já era tarde demais (a atriz morre sendo enterrada lá).

Seu esforço não foi em vão, pois recebeu o Oscar de Melhor Atriz. A história me ganhou pelo aspecto humano, porque assim como Amy Kelley os heróis nos inspiram a sermos melhores como pessoas.

Seja ajudando ao próximo com trabalho voluntário, quando necessário ou servindo de exemplo de bondade, solidariedade e companheirismo.

Amy era uma mulher simples sabia que iria morrer, no entanto escolheu deixar sua marca no mundo servindo como exemplo pra outros.

Após notar esse detalhe mínimo detalhe importantíssimo afirmo que o roteiro de Robert Kanigher ficou sensacional.

Eu nunca havia visto o trabalho de Jose Delbo e apesar de não ter um nível excelente (achei melhor do que muito desenhista atual).

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Flash – “Deslocado no Tempo”

A quarta edição é dedicada ao Homem Mais Rápido do Mundo.

É impossível comentar sobre o velocista e deixar de constatar que o herói marcou a história dos quadrinhos pra sempre.

Primeiro com o surgimento de Jay Garrick, depois com o acréscimo de Barry Allen e finalmente concretizando com o Multiverso.

Podemos afirmar que o Multiverso surgiu e morreu com o Flash 2 (durante a crise oitentista), mas a Distinta Concorrente resolveu trazer a bagunça de volta.

O seriado com Grant Grustin trouxe vários elementos dos gibis como: universos paralelos, homenagem pro Flash 1, vilões clássicos (Flash Reverso, Grood, Capitão Frio entre outros), e até heróis secundários (Cigana, Vibro, Doutora Luz e etc, etc…). É muito detalhe pra prestarmos atenção.

Apesar de gostar muito do seriado, sua popularidade atinge até quem não é fã de gibis.

Pra mim parece que nessa terceira temporada os roteiros cairam muito. A trama está se arrastando. E podemos notar a enorme diferença mostrada no estilo Marvel/Netflix de temporadas curtas que deram uma guinada na forma de manter nosso interesse.

Continuando, fiquei pensando em qual aventura abordar principalmente, porque “Flash: Fato ou Ficção” homenageando Julius Schwartz me deixou muito intrigado.

Barry vem pro mundo real encontrando o mítico editor de suas histórias foi sensacional. Quem não gostaria de encontrar seu herói favorito pessoalmente?

Na minha época de moleque era doido pra conhecer Christopher Reeve, mas infelizmente o sonho acabou.

Voltando, a melhor situação foi Barry ter descoberto outra Terra no caso a nossa , passando a saber que em algum lugar sua vida não passa de ficção (isso foi o máximo).

Bom, chega de enrolação “Deslocado no Tempo” tem roteiro de Mark Waid e arte de  Mike Wieringo.

Nessa aventrura, o Flash 3 (Wally West) impede um roubo de carga numa ponte. Apesar de sua velocidade usou a fórmula de super poderes de Johnny Quick (velocista pai da Jesse Quick).

Afinal estava pensando que sua velocidade não era suficiente pro salvamento que iria fazer (desejando velocidade extra usou a tal fórmula).

Algo que o tornou tão veloz que tudo ao seu redor parecia que estava parado.

Isso me lembrou um desenho da Liga no qual a equipe enfrentou o Doutor Destino. O Flash tinha um pesadelo no qual só ele podia se mover enquanto todo mundo estava do mesmo jeito dessa história.

O episódio é sensacional, porque Batman tira onda com John Dee cantarolando uma musiquinha mentalmente (pra não cair no sono).

Continuando, perdido em reflexões, Wally recebe ajuda  de Max Mercúrio tendo uma conversa importantíssima sobre decisões e escolhas.

“Deslocado no Tempo” não é minha história preferida do Wally, mas justamente por ser veloz aprendeu a difícil lição que não pode estar em todos os lugares com pensava.

Outra coisa importante é que o roteiro de Mark Waid conta sobre a força de aceleração, fonte dos poderes de um velocista.

E arte de Mike Wieringo é estilizada e bem simples fazendo nossa atenção fluir pela história facilmente.

Fim da segunda parte e relembre aqui o texto anterior.

 

 

Artista

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Pin-ups

Há algum tempo atrás, numa galáxia não muito distante. Fiz uma postagem de pin-ups com artistas clássicos.

Pesquisando pela web encontrei outros desenhistas com trabalhos mais recentes.

Na galeria abaixo você pode contemplar a arte de: Atomic kirby, Gelipe, Jfsouzatoons, Kondaspeter1, Jhonny-manic e Promethean-arts.

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Coleção DC 70 Anos

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Quando a empresa atingiu a marca de sete décadas de publicações lançou gibis com seu melhores ícones.

Então foram 6 edições abordando As Maiores Histórias do Superman, Lanterna Verde, Mulher-Maravilha, Flash, Liga da Justiça e Batman.

Obviamente são aventuras dos personagens que abordam a Era de Ouro, Prata, Bronze e Moderna.

É importante notarmos que as histórias lançadas são as mais influentes de cada período citado servindo pra termos uma ideia da evolução dos heróis a cada década.

Bom, ao invés de comentar cada uma das revistas (algo que sempre faço). Desta vez vou apenas falar de uma aventura que me impressionou bastante.

As capas de todas as edições tem arte de Alex Ross dando mais destaque pra cada uma delas.

Chega de enrolação e vamos ao que interessa

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Superman – “O Exílio á Beira da Eternidade”

A primeira edição é dedicada ao Azulão mostrando momentos importantes como sua origem, funcionamento dos poderes, a versão de John Byrne, Os Últimos Dias do Superman e Olho por Olho que já fiz comentários há um tempo atrás.

Aqui temos roteiro e arte de Jim Steranko, um dos mais renomados desenhistas dos gibis de todos os tempos.

Na trama estamos no futuro, pois havia vinte mil anos que o Superman havia morrido. Seu legado foi honrado por seus descendentes e até uma constelação foi batizada com seu nome heroico.

Com o auxílio deles a humanidade desbravou o espaço colonizando milhares de planetas. Através dos séculos e milênios os descendentes de Kal evoluíram e se modificaram.

Paralelamente a tecnologia desenvolvida pelo homem atingiu seu ápice, mas nem tudo era perfeito nessa sociedade utópica (havia política, guerras, cobiça e mortes).

Pra piorar numa estação mineradora com robôs autômatos classificou de maneira errada uma chuva de meteoros como ameaça. Em retaliação detonaram armas tão poderosas que rasgaram o tecido da realidade causando um colapso que estava destruindo tudo no universo.

A explosão voraz fazia planetas e sistemas solares sumirem e a notícia se espalhou rapidamente. A Irmandade Superman foi convocada pra resolver o problema e pra solucioná-lo foi proposto algo extraordinário.

Toda a humanidade seria convertida em seres de luz, porém alguém deveria ficar pra lançar essa enrgia no vórtice devorador.

O único que se apresentou foi A’dam’ Mkent, um Superman deficiente visual. Ao realizar essa façanha monumental de salvar o universo, A’dam ficou sozinho e vagando por muito tempo, muito tempo (chegando até a enlouquecer por causa disso).

Bom, nem preciso contar que a arte psicodélica de Jim Steranko me deixou alucinado (confesso que virei fã só por causa dela).

O Exílio á Beira da Eternidade é uma aventura que vale a pena viajar em sua leitura. Principalmente, porque me surpreendeu pelos aspectos futuristas apresentados e lembrando o arrebatamento bíblico (entre outras coisas). Não vou comentar o final pra não estragar a surpresa de quem quiser ler.

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Lanterna Verde – “Vôo”

A segunda edição é dedicada ao Homem de Verde mais famoso da Tropa.

Vou deixar de fora “S.O.S Lanterna Verde” que é a história de origem , “O Mal Sucumbirá Ante Minha Presença” (introdução de John Stewart) e Velocidade da Luz, pois também já comentei.             

Antes de mais nada eu fiquei muito tentado em falar sobre “O Herói do Amanhã” que homenageia tanto Alan Scott quanto Hal Jordan.

Há vários elementos clássicos da mitologia de ambos mostrando Tom Kalmaku, Jade, Os Guardiões de Oa e até o chato do Krona.

Mais “Vôo” com arte de Darwyn Cooke e roteiro de Geoff Johns me pegou de surpresa.

Em relação a história anterior que citei posso afirmar que é bem simples, porém o fato importante é que mostra o fascínio de voar.

Algo que sinceramente é muito estranho, pois os heróis voam pra qualquer lugar com seu anel energético. O que nos conecta nessa aventura é a realidade que nós podemos voar de avião e apreciar o mundo lá de cima (algo que nunca fiz, mas sonho realizar futuramente).

Na trama, Harold Jordan é um aficcionado por aviões desde pequeno, principlamente, porque seu pai Martin é piloto de avião. Houve um período que todos os dias antes de ir pra escola Hal sumia pra ver seu pai voando.

Isso se tornou uma grave peocupação pra sua mãe e motivo de orgulho do pai é lógico. Só que transformou-se um problema quando o menino revelou pra eles que esse era o seu maior desejo.

Então, numa noite, Martin o leva pra voar escondido sendo um acontecimento inesquecível pro jovem Jordan. Marcando-o pra vida toda e a melhor parte nessa história é vermos o tempo passando e Hal levando no mesmo lugar Carol Ferris e Kyle Rayner.

Nesses anos todos que passaram a únca coisa constante é a presença de Johnny, na entrada do hangar transformando a aventura em algo pessoal (já que conhecia Jordan desde garotinho).

Essa passagem de tempo e o sentimento de vida particular tornam “Vôo” uma história singular conectando aquilo que nos faz ser nós mesmos. E nem preciso comentar sobre Darwyn Cooke e Geoff Johns, pois a carreira de ambos já fala por si só.

Espero que tenham gostado.

 

 

Um Conto de Batman – Shaman

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Esse gibi pertence ao título Legends of Dark Knight que foram edições do Morcegão lançadas de 1989 até 1997.

Nessa imensa lista que consta de Um Conto de Batman temos: Gotham City – 1889, Gothic, Acossado, Veneno, Duelo, AsasFaces, Devoção, Lâminas, Gangues, Estufa, Tao, De Volta à Sanidade, Criminosos, Lobisomem e Coma.

Um Conto de Batman – Shaman foi uma minissérie dividida em cinco partes lançada em 1991. A edição tem argumento de Dennis O’Neil, um dos mais importantes roteiristas do herói, desenhos de Edward Hannigan, arte-final de John Beatty e cores de Richmond Lewis.

O aspecto mais empolgante desta trama é estarmos novamente acompanhando o início das aventuras de Bruce Wayne como vigilante de Gotham.

Nossa história começa com Bruce que está no Norte do Alasca e pagou Willy Dodget, um exímio caçador de recompensas pra lhe ensinar seu modo de rastrear fugitivos.

Dodget procurava Thomas Woddley que estava mais acima na montanha e acertou um tiro na testa do caçador. Bruce consegue apenas se esconder e devido a um truque “sobrevive”, mas perdeu sua mochila e casaco ao lutar por sua vida contra Woodley.

Caminhando no frio sem proteção alguma ele desmaia. No entanto algum tempo depois ouve sobre “a lenda do morcego”, um antigo ritual indígena. Nela há o relato da cura do corvo através do rato que se torna morcego pra salvar seu amigo.

Essa lenda é um ritual de cura secreto mais Bruce fica intrigado com a história.

Shaman está conectada a Ano Um, pois há elementos na narrativa que explicam fatos importantes que foram deixados de lado na edição de Miller.

É na entrada do morcego pela janela unida a lenda indígena que ajuda Bruce na escolha do símbolo pra seu uniforme de combate ao crime.

Vemos também o relacionamento entre Alfred e Bruce sendo melhor demonstrado, pois foi Pennyworth quem confeccionou o uniforme do patrão. Seus comentários sarcásticos e cheios de ironia são o ponto alto da história.

Outra coisa que pude notar é que durante as patrulhas iniciais do Morcegão não havia Batmóvel e Alfred auxiliava com sua locomoção.

Minha impressão é que Alfred age como um Doutor Watson ajudando o herói a pensar na solução dos problemas.

Nessa edição, vemos a escolha da caverna como QG, porque a Mansão estava ficando pequena pra guardar seu equipamento.

A situação piora quando uma série de assassinatos começa a acontecer em Gotham. Um pouco antes, Bruce enviou o Dr. Spurlock, um pesquisador pra Other Ridge.

E descobre que os crimes estão relacionados com a tribo do Alasca devido aos rituais envolvidos neles.

Pra solucionar os crimes, Bruce decide usa-los como seu batismo de fogo pra saber se realmente deverá agir como Batman ou deixar essa ideia permanentemente esquecida.

Um Conto de Batman – Shaman é uma edição excelente, pois o roteiro de O’Neil destaca o lado detetivesco do herói. Sempre usando inteligência e astúcia pra descobrir o que precisa no caso.

Além da arte excelente de Ed Hannigan que demonstra vários detalhes de paisagens, expressões faciais e planos de enquadramento.

Complementando tudo estão as cores de Richmond Lewis geralmente em tons frios e escuros ajudando na ambientação da trama que ficou sombria e tétrica.

Shaman é uma daquelas raras edições do Morcegão que valem a pena ler cada página de sua aventura.

Espero que tenham gostado.

 

 

 

Artista

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Craig Drake

É um ilustrador que mora em San Francisco. Seu estilo é marcante, no entanto vemos que tem influência fortíssima de Patrick Nagel, artista muito importante nos anos 80.

Temos várias referências aos personagens consagrados dos desenhos animados, filmes e artistas da cultura pop: Princesa Leia, Darth Vader, Bruce Lee, Sr. Spock, Akira, Tron, Duro de Matar, Senhor dos Anéis, De Volta para o Futuro entre outros.

Confira na galeria abaixo a arte exuberante de Craig Drake