Lex Luthor

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Qual é o maior vilão do Universo DC?

Eu responderia de imediato Darkseid, pois é claro que o senhor de Apokolips, um ditador cruel e repulsivo assusta pra valer. Os Raios Ômega  matam instantaneamente qualquer um e ele pode conquistar o universo, isto é, se ninguém se impor.

Ainda temos, Ultraman líder do Sindicato do Crime que é um grupo composto por versões distorcidas da Liga da Justiça oriundos, da Terra-3. Uma Terra Paralela que durante as extensas Crises da editora é destruída e depois retorna novamente pra continuidade.

No Sindicato temos Ultraman (versão do Kal), Coruja (versão do Bruce), Superwoman (versão da Diana), Anel Energético (versão do LV) e Johnny Quick (versão do Flash).

Ao longo das décadas temos vistos várias versões dessa equipe sendo mostrada (a melhor delas está em “Liga da Justiça: Crise em Duas Terras“).

Não posso esquercer do terrível Sinestro que devido a sua insistente mania de querer colocar “ordem” no universo. Criou a infame Tropa dos Lanternas Amarelos, um bando de vilões que seguem seu código doentio.

Ainda temos o Coringa um psicopata, lunático de humor doentio tornando suas ações imprevisíveis.  O Palhaço do Crime  tem a desculpa de odiar o Batman e perverter tudo que o Morcegão representa.

Eu até diria que o Coringa dos Novos 52 está diretamente ligado ao do finado ator Heath Ledger que teve uma extraordinária, genial e anárquica forma de nos apresentar ao Palhaço. Porém por mais doentio que o Sr. C seja não tenho mais fascínio por ele e sim por Luthor.

Lex  Luthor é um empresário criminoso, frio, calculista e manipulador. Além de ter um grande conhecimento de engenharia, química e liderança (tornou-se um milionário usando sua fortuna para criar a LEXCORP). Age constantemente através de terceiros e analisa criteriosamente todos os fatos para que cheguem ao seu intento e não poupa ninguém em seu caminho.

Lex afirma que têm inteligência acima do nível 12 não sei dizer em que ponto pode estar seu Q.I., mas sim pelo fato impressionante de que ludibriou DarkseidPor causa disto afirmo Lex me assusta mais do que o Coringa.

Qual é a desculpa de Luthor para ter ojeriza pelo Superman?

Pra mim era que a inveja vinha do herói ter todos aqueles dons e usá-los para o bem comum. Mais depois pensando insistentemente no assunto notei que a questão não era tão simples assim.

Lex não aceita  que sua inteligência seja posta pra escanteio apenas por causa de alguém  que possa fazer feitos incríveis. É a velha máxima do cérebro x músculo.

Lembro que o Homem de Aço da Era de Prata também tinha um nível de inteligência bem elevado mais que foi drasticamente alterado no período posterior (Pós-Crise dos anos 80).

Alego que “talvez” sem a presença de Kal psicologicamente Luthor não seria um vilão e usasse todo seu poder para algo que não seja subjugar seu arqui-inimigo. E podendo assim ajudar a humanidade a evoluir.

Do meu ponto de vista Lex não aceita que toda  sua fortuna, prestígio, poder e inteligência sejam comparadas ao nada diante de um alienígena. A inveja está no fato de querer estar no nível perfeito de Kal-El e desfrutar de todo o status que possui.

“A maior mente criminosa de nosso tempo” deseja ser adorado e adulado pelas pessoas, pois têm um ego enorme. No entanto precisa viver a sombra da popularidade do Super, coitadinho!

Lex Luthor foi criado pelos lendários Jerry Shiegel e Joe Shuster surgindo pela primeira vez na edição Action Comics # 23, em 1940. No início, Lex era simplesmente um cientista louco que desejava destruir o mundo (algo típico daquela época mais inocente).

Um fato interessante é que Luthor nem sempre foi careca e por mais incrível que possa parecer tinha cabelos ruivos. Foi na distante década de 60 e nesta época, Lex e Superboy eram amigos sendo que Luthor aspirava ser um grande cientista no futuro.

Mais infelizmente um incêndio destruiu seu laboratório e o Superboy veio acudir soprando, porém o produto avançou sobre Lex fazendo seus cabelos cairem. Então Luthor colocou a culpa no Garoto de Aço surgindo o ódio e a intenção de matá-lo (neste desenho temos uma adaptação desta origem clássica).

Dizem as lendas que também houve um erro quando um desenhista fez LL careca. Só que Shuster gostou do visual e depois com o advento do Multiverso explicaram que o Lex com cabelo pertencia a realidade da Terra-2.

Outra curiosidade vemos na clássica aventura “O Confronto entre Luthor e Superman, com arte de Curt Swan e roteiro de Edmond Hamilton, de 1963.

É quando vemos o planeta Lexor no qual adoravam LL como seu herói, pois havia ajudado os habitantes a recontruirem seu mundo (rebatizando-o em sua homenagem).

O planeta orbita um sol vermelho e o Superman perde seus poderes quando está nele. Luthor até havia se casado com Ardora, uma nativa de Luxor. Ele sempre se refugiava lá para planejar outros ataques contra o Azulão.

Infelizmente num desses seus planos Lexor foi destruído, mas Luthor não sentiu remorsos pela perda do planeta e também de sua esposa (novamente culpando o Super pelo que aconteceu).

Durante os anos 70 até meados da década seguinte as crianças do mundo inteiro curtiram o inesquecível desenho dos Superamigos, no qual tínhamos a infame Legião do Mal.

Equipe rival da Liga da Justiça composta pelos maiores inimigos retirados dos gibis com os vilões: Brainiac, Solomon Grundy, Bizarro, Cheetah, Capitão Frio entre outros.

Nos gibis Pré-Crise havia um Alexander Luthor, da Terra-3 agindo como único herói desta realidade combatendo o Sindicato do Crime da América (vilões citados lá encima).

Durante a Crise nas Infinitas Terras, Luthor estava casado com Miriam Lane, uma versão da Lois e tiveram um filho. Alexander Luthor Jr. que foi enviado pra nossa Terra que ajudou a salvar o universo.

Crise Infinita surgiu pra homenagear esta clássica saga e demonstrou que Alexander Júnior manipulou a todos pra recriar o Multiverso. A melhor parte nesta aventura foi ver a ascenção do Superboy Primordial como um dos maiores vilões da editora.

Na década de 90, Lex havia “morrido” e sua mente estava num clone cabeludo e bem mais jovem. Ele havia mentido  alegando ser, Lex Luthor Jr II filho do empresário sendo que tentava recompensar o passado maldoso de seu pai (lembrando que nesta época a Supergirl/Matriz era sua namorada).

Nos desenhos Lex teve inúmeras versões eu gosto daquela que estava nos Superamigos, pois usava seu uniforme roxo e verde dos quadrinhos. Depois gostei do que assisti no desenho da Ruby-Spears, pois estava realmente lembrando sua versão feita por John Byrne.

Na série animada do Azulão dos anos 90 não fizaram nada de significativo repetindo a dose da versão anterior.

Na excelente série animada Batman: Os Bravos e Destemidos que mostra personagens em suas versões mais clássicas. Temos um careca que homenageia a versão original criada por Siegel e Shuster, em 1943 (como também a  que foi feita por John Byrne).

E por último a melhor de todas no desenho da Liga da Justiça quando ficou namorando a sensual Tala, estava louco pra se unir a Brainiac e até matou o Gorila Grodd (sua inteligência foi o motivo pra mim escrever esta matéria).

Entre os atores o careca já foi interpretado por alguns ao longo das décadas. O primeiro foi Lyle Talbot no seriado clássico com Kirk Alyn, na década de 50.

Depois tivemos o insuperável e surreal Gene Hackman numa versão bastante engraçada, porque apesar de inteligente era muito canastrão.

No péssimo seriado As Aventuras do Superboy exibido no final do anos 80, foi a vez de Scott Wells que depois foi substituído por Sherman Howard.

Na vez de John Sea, Lex tinha cabelo e sua versão era mais compatível com aquela que também havia sido mostrada por John Byrne (um empresário, inescrupuloso que se disfarça como filantropo pra sociedade).

A melhor encarnação de Lex pra mim foi feita pelo ator Michael Rosenbaum, em Smallville, pois ficou exatamente igual ao vilão dos gibis.

Infelizmente no fraquíssimo, Superman: Returns foi quando vimos Kevin Spacey que estava apenas reeditando a versão de Hackman nos filmes antigos (pra mim era óbvio que o ator merecia algo melhor).

Agora no aguardado e comentadíssimo Batman vs Superman: A Origem da Justiça com direção de Zack Snyder que só veremos em março de 2016. Será a vez do ator Jesse Eisenberg nos mostrar sua versão do careca.

O trailer está empolgante, mas quero me extasiar somente depois que assitir ao filme.

Lex já foi casado também com a Contessa Erica Alexandra, uma quase imortal e juntos tiveram Lena Luthor. Mais atualmente tanto a filha quanto a mãe estão jogadas no limbo da editora.

E só pra fechar nos gibis durante os anos 2000 o vilão careca esteve ocupando a Casa Branca (como vimos na excelente animação Superman/Batman: Inimigos Públicos.

Assim como fiz na postagem com Thanos confira na galeria abaixo alguns vilões do Universo DC que garimpei na web

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DePatie-Freleng Enterprises – Segunda Parte

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Durante meados dos anos 60, a DFE entrou em parceria com a Warner Bros. e produziram algumas séries animadas (Ligeirinho e Patolino). Num outro trabalho com a Format Films lançaram o sensacional desenho do Papa-Léguas.

A DFE também produziu especiais feitos diretamente pra TV adaptando livros infantis do Dr. Seuss: Como o Grinch Roubou o Natal (1966) que depois foi adaptado pra live action estrelado por Jim Carrey.

Horton e o Mundo dos Quem! (1970) sendo que tivemos uma interessante animação, em 2008.

O Gato da Cartola (1971) que também virou um live action, mas mudaram simplesmente pra O Gato estrelado pelo engraçadíssimo Mike Myers, em 2003.

O Lorax (1972) que ganhou uma divertida versão live action, em 2012.

A abertura animada da clássica série televisiva Jeannie é um Gênio foi feita pela DePatie-Freleng. Infelizmente em 1981, Freleng se aposentou. Então Depatie vendeu a companhia pra Marvel Comics que depois também vendeu pra Saban Entertainment. E pra fechar desde os anos 90 a Disney é detentora dos direitos do s personagens

Vamos conhecer ou relembrar mais alguns desenhos da DFE?

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De Volta ao Planeta dos Macacos – (Return to the Planet of the Apes) – 1975

O clássico filme estrelado por Charlton Heston gerou uma série televisiva e também este desenho animado. Na trama um grupo de astronautas viajam pro futuro encontrando uma civilização aonde predomina macacos super inteligentes e seres humanos estranhamente primitivos.

Nesta versão a sociedade dos macacos demonstra ter uma tecnologia mais avançada com televisão, filmes e até carros.

Diante desta mudança totalmente maluca os astronautas tentavam encontrar algum sentido naquilo quer viam. Foram produzidos somente 13 episódios de 30 minutos de duração cada.

A parte interessante é que o criador Doug Wildey também criou Jonny Quest, da Hanna-Barbera. Só pra constar o grupo musical Jota Quest lançou uma música homônima há algum tempo atrás.

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Xerife Hoot-Kloot – (Hoot Kloot) – 1973

No antigo Velho Oeste o atrapalhado Xerife enfrentava os malfeitores e mesmo sendo bastante destemido. O detalhe engraçado é que os bandidos roubavam na maior cara de pau bem na sua frente.

Em suas aventuras Hoot-Kloot tinha a companhia de Molenga, seu fiel cavalo que reclamava demais. Foram produzidos somente 17 episódios.

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Missão Quase Impossível – (The Houndcats) – 1972

Inspirada na excelente série televisiva com agentes secretos Missão Impossível (1966). Neste desenho temos um grupo de espiões formados por cães e gatos que enfrentam as mais diferentes e arriscadas missões.

O grupo era formado por: Estúpido, líder, Mixuruca, o mais forte de todos, Dingdog, Rebarba, um tipo de cientista e Garrinha.

Durante os episódios a equipe recebia uma mensagem que se destruiriam em cinco segundos (“quase”igual na série de TV), mas a parte interessante era ver Vela Suja, o automóvel do grupo que tinha mente própria.

Missão Quase Impossível teve apenas uma temporada com 13 episódios de 20 minutos cada.

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Os Cometas – (Bailey’s Comets) – 1973

Obviamente é uma cópia deslavada da Corrida Maluca, mas aqui os competidores usam patins.

Os Cometas vestidos de branco eram a equipe principal formada por: Wheelie (o inventor), Barnaby (líder), Candy (namorada de Barnaby), Sarge (a esquentadinha) Pudge (gordo e engraçado) e Bunny (atrapalhada demais).

As outras equipes eram: Ursos Roladores, os Piratas, As Irmãs Broomers (bruxas), Chapéus-Pretos (cowboys), Pedras Roladoras (homens das cavernas), Rockin Rollers (roqueiros), Jekill-Hides (médicos e monstros), Marcianos Patinadores (alienígenas), Rubling Rivets (robôs), Os Roller Coasters (artistas de circo) entre outros.

Nos episódios além de viajar pelo mundo ainda tinham que se livrar das tramoias dos outros competidores para conseguirem seu prêmio em dinheiro. No final do desenho eles encontrava uma pista de onde seria o local da próxima competição.

Os Cometas tiveram apenas 12 episódios exibidos.

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Grump, o feiticeiro trapalhão – (Here comes the Grump) – 1969

Em outra dimensão o bruxo Rabugento (Grump) havia lançado uma maldição de amargura sobre o reino da Princesa Aurora para conquista-lo. A princesa usa como recurso convocar o jovem Terry Dexter (da nossa dimensão) para ajuda-la a desfazer o feitiço.

As aventuras consistem em viajar até a Terra das Mil Cavernas sendo onde encontrariam a Gruta das Orquídeas Assobiadeiras, para pegar a Chave-de-Cristal e assim resolver o problema.

A parte interessante é que Aurora e Terry se locomoviam numa espécie de dirigível que tinha uma sombrinha estranha ao invés de balão.

Outro aspecto sensacional era que durante os episódios a dupla se aventurava por terras com visual bem psicodélico e povoada por seres estranhos. Quando tinha alguma maldade pra cometer, Grump agia ao lado de Ringo, seu dragão de estimação (que atrapalhava tudo ao espirar com sua alergia).

Tivemos 34 episódios sendo que sua última exibição foi na inesquecível TV Colosso, nos anos 90.

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Crane, a cegonha perna fina – (Crazylegs Crane) – 1978

Era um personagem secundário que surgiu durante os episódios de Toro e Pancho, porém devido ao seu sucesso ganhou sua própria série animada.

Crane é completamente desengonçado e sempre tem problemas pra poder aterrisar (sofrendo e se quebrando muito por conta disso). A cegonha vive numa lagoa junto com Crane Jr., seu filho e perseguindo a Dragonave, uma incrível mistura de dragão com mosquito que cuspia fogo e era bastante inteligente se me lembro bem.

Naquele eterno clima de perseguição, Crane sempre se dava mal ao ir atrás do pequenino que invariavelmente conseguia escapar (deixando seu filho muito envergonhado por suas trapalhadas).

Foram exibidos 17 episódios de 7 minutos de duração cada.

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Meu amigo, o tubarão (Misterjaw) – 1976

Era uma cópia deslavada do Tutubarão, da Hanna-Barbera. Aqui temos as aventuras de Bocão, o tubarão e seu fiel amigo Peixe-Gato (que o chama de “Chefe”).

Bocão adora assustar qualquer um que encontre gritando: “Peguei!” pra assistir gargalhando suas vítimas fugirem desesperadas.

Nosso amigo ainda reservava tempo para perseguir o peixinho Harry Bicudo com a óbvia intenção de devora-lo.

Seu arqui-inimigo era Fred-Sem-Medo, um caçador que odeia tubarões querendo coloca-lo em sua coleção.

Anos depois o desenho foi redublado passando a ser conhecido por “Misterjaw, o Sr. Tubarão”. Infelizmente Retiraram o nome de Bocão, o Peixe-Gato virou Bagre e Harry Bicudo transformou-se em Léo Linguado.

Foram exibidos somente 33 episódios desta série animada.

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Os Caretas (The Barkleys) – 1972

O desenho teve inspiração no seriado televisivo Tudo em Família, de 1971.

Nesta versão temos uma família de cães e seu conturbado dia-a-dia, mostrado nos anos 70. Arnie Barkley é o problemático chefe da família que trabalhava como motorista de ônibus. Sua irritação era causada pelos costumes da época que não conseguia aceitar de  maneira nenhuma.

Agnes Barkely, esposa e ma~e mediadora dos problemas enfrentados perla sua família. E seus filhos Roger, o mais velho de todos, Terry e Chester, o caçula. Como no seriado que foi inspirado havia uma leve discussão sobre os costumes da época, ppois Terry defendia o liberalismo feminino, enquanto Chester entregava as coisas erradas que aconteciam e Anie não aceitar a “modernidade” dos filhos.

Os Caretas tiveram apenas 13 episódios produzidos.

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Super 6 – 1966

Era uma equipe de super-heróis que trabalhava pro Super Serviço, uma agência de combate ao crime.

O estranho Despachante era quem delegava as missões deles sempre grudado num telefone vermelho. Os Super 6 eram formados por: Homem-Magneto, um fortão que tinha imã nas mãos, Homem-Granito feito de rocha sólida, Super Bwoing que podia voar sobre numa guitarra, Homem-Elevador que podia mudar de tamanho, Super Scuba o defensor dos mares e o Capitão Zammo.

O desenho ficou dividido em três segmentos de 6 minutos cada, mas a parte interessante é que os heróis ficavam esperando sentados numa sala até serem convocados (menos o Homem-Granito).

Durante as aventuras tinha Os Irmãos Matusquelas (“Os Irmãos Matzoriley”), um desenho apresentado dentro dos Super 6. Era um personagem de três cabeças com personalidades distintas: uma corajosa, outra medrosa e outra filosófica que não se entendiam nunca e causavam muita confusão.

Os Super 6 renderam a incrível quantidade de 60 episódios naquela época.

Super Presidente

Super Presidente (Super President) – 1967

James Norcross (ou Jim) dividia seu tempo entre a presidência dos Estados Unidos e sua vida de herói no combate contra o mal.

Durante recebeu seus poderes durante uma tempestade cósmica e ganhou diversos poderes como mudar sua estrutura molecar pra vários tipos como: aço, eletricidade, ácido, granito, água entre outras coisas.

Ele podia voar com seus jatos propulsores localizados em seu cinto e tinha o auxílio de Gerry Sales, amigo e assistente que conhecia sua identidade secreta.

Quando precisava agir, o Jim acionava um painel secreto em sua mansão presidencial e partia para uma base secreta. Aonde vestia seu uiniforme de Super Presidente e partia pra mais uma aventura.

Super Presidente não fez muito sucesso durando apenas uma temporada contando com 30 episódios de 15 minutos e um segmento do Sombra (que comento logo a seguir).

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O Sombra (The Spy Shadow) – 1967

Era parte do segmento do Super Presidente e contava a história de Richard Vance, um agente secreto. Sua incrível especialidade de concentração lhe deu o poder de controlar sua sombra.

Sendo que ela podia agir sozinha dando-lhe a grande oportunidade de estar em dois lugares ao mesmo tempo.

Invariavelmente sempre no lugar que havia muita luz não tinha jeito da sombra lhe ajudar, mas em sua ausência ficava praticamente invencível. O Sombra teve apenas 17 epsódios produzidos.

Fim do texto e relembre aqui a primeira parte.

DePatie-Freleng Enterprises

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A empresa de animação foi uma das mais importantes do mercado americano e ficava baseada em Hollywood. A DFE no passado foi uma concorrente direta da Filmation e também da Hanna-Barbera, porém funcionou somente de 1963 até 1981.

Surgida após o fechamento da Termite Terrace da Warner Bros, um famoso departamento de animação. Sem emprego, dois profissionais do ramo de animação, Friz Freleng e David H. DePatie se uniram fundando a DePatie-Freleng.

Depois alguns animadores que haviam trabalhado na Warner Bros também se juntaram a equipe. Então durante os anos 60/70 a DFE criaram diversos desenhos animados pra telinha e sua grande maioria já foi e continua sendo exibida no Brasil. Vamos voltar no tempo para lembrar deles?

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A Pantera Cor-de-Rosa – (The Pink Panther Show) – 1964

É a criação mais famosa da empresa e surgiu como uma introdução na forma de desenho do primeiro filme do inspetor Jacques Closeau (Peter Sellers).

No filme o atrapalhado inspetor tenta descobrir quem é O Fantasma, um famosíssimo ladrão que planeja roubar o diamante pantera cor-de-rosa, da princesa Dala. O sucesso da introdução animada fez que também fosse exibida durante todos os filmes do Inspetor Closeau que vierem depois.

A Pantera Cor-de-Rosa chamou tanto atenção do público que decidiram criar sua série animada, em 1964.

A trilha sonora composta por Henri Mancini através dos anos tornou-se um clássico reconhecido mundialmente. A Pantera é muito enrolada sempre querendo ajudar e atrapalhando com qualquer atitude que tome. Demonstra um andar relaxado e elegante, mas apesar de poder na maioria das aventuras não fala nada.

Os cenários são muito simples, mas as situações engraçadíssimas beiram o absurdo de tão impressionantes.

A série animada teve no total mais de 100 episódios transformando-se num dos personagens mais queridos da telinha e também dos gibis.

Os produtores receberam um Oscar em 1965, pelo episódio “The Pink Phink”. E depois em 1967, receberam uma indicação por “The Pink Blueprint“.

A Pantera-Cor-de-Rosa é um dos melhores desenhos de todos os tempos e ficará guardada eternamente na lembrança das crianças que assistiram.

Só pra constar a versão da Pantera feita com Steve Martin interpretando o Inspetor Closeau é impagável de tão engraçado. Ainda mais pela beleza estonteante Xânia interpretada pela musa Beyonce Knowles.

O restante do elenco está afinadíssimo desde Jean Reno como Gilbert Ponton, passando por Kevin Kline (Inspetor-Chefe Dreyfus), Emily Mortimer (Secretária Nicole) e até Jason Statham (Yves Gluant).

Eu adoro a cena em que Closeau tenta aprender a falar hambúrguer deixando a professora de inglês maluquinha e depois em Nova York quando prova o lanche pela primeira vez (ele viaja pro céu de prazer). O filme é ótimo somente pra quem gosta realmente da versão com Sellers, pois foi uma homenagem muito boa.

Eu quase ia me esquecendo que a Hanna-Barbera lançou em 1984 o desenho Os Filhos da Pantera Cor-de-Rosa.

Nele tínhamos as aventuras de Pinky, um pré-adolescente e Panky, seu irmão caçula que juntos com sua turma de amigos  se divertiam bastante. sempre acontecia alguma confusão quando encontrava a turma de leões dos Howl Angel’s.

O desenho era bem simples mostrando como aprender a crescer e a conviver uns com os outros.

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O Inspetor – (The Inspector) – 1965

A evidência da fama dos filmes da Pantera Cor-de-Rosa renderam essa versão animada do Inspetor Closeau.

O personagem não era uma caricatura de Peter Sellers, pois não lembrava em nada o seu rosto. É chover no molhado que a música-tema também composta por Henry Mancini foi um sucesso absoluto.

Nas aventuras o idiota e destrambelhado Inspetor trabalhava na Sureté, a Polícia Francesa. Recebendo ordens do Comissário, chefe estressadinho que só aparecia gritando e mandava-o pra algumas missões.

 O Inspetor seguia as ordens sempre na companhia de seus fiel escudeiro Dudu. A parte interessante é que Dudu sempre puxa-saco do Inspetor, mas na maioria das vezes (era ele quem resolvia os casos).

De vez em quando acontecia do Inpetor conseguir prender o culpado, mas era por puro acidente.

A série animada teve apenas 34 episódios exibidos tendo somente 7 minutos de duração.

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A Formiga e o Tamanduá – (The Ant and the Aardvark) – 1969

A série animada apresentava uma temática bem simples naquele eterno clima de perseguição.

O muitíssimo atrapalhado, Tamanduá azul somente se ferrava em sua inúmeras tentativas de capturar, Charlie uma inteligente formiga vermelha. Os episódios consistiam na formiga escapando das armadilhas do tamanduá.

Foram produzidos 17 episódios com 6 minutos de duração cada.

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Toro e Pancho – (Tijuana Toads) – 1969

Obviamente inspirado na dupla de comediantes O Gordo e o Magro (Oliver Hardy e Stan Laurel). Toro é um sapo gordo e muito mandão que andava na companhia do Pancho, um abobalhado.

A dupla sempre se metia em confusão ao tentarem pegar insetos pra comer, fugindo da Cegonha Perna-Fina, Crane e principalmente, o Besouro Japonês que cantava um bordão que ficou conhecidíssimo na época.

Depois o Besouro participaza das aventuras da Cobrinha Azul que também surgiu nos episódios da dupla. Foram produzidos apenas 17 episódios.

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A Cobrinha Azul – (The Blue Racer) – 1972

Os personagens foram introduzidos anteriormente na série animada Toro e Pancho.

Como curiosidade o desenho A Cobrinha Azul, foi baseada num réptil americano de verdade que demonstra uma grande velocidade ao atacar suas presas. Assim como havia acontecido em diversas outras séries da DFE mostrava sempre aquela perseguição pra se alimentar.

Mesmo a cobra correndo demais, tinha uma dificuldade pra pegar o Besouro Japonês.

Além de comer flores o simpático e esperto Besouro era faixa preta de Karatê e cantava um bordão que ficou muito conhecido na época: “tolí-tolí-tolááá, a cobla ficou lá”. 

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Bom-Bom & Mau-Mau – (Roland and Rattfink) – 1968

Era mais um desenho simples claramente inspirado nos primeiros filmes de cinema que mostrava as desavenças entre o mocinho e o vilão.

Aqui temos, Bom-Bom, um rapaz muitíssimo educado tipo um galã que age educadamente sempre tendo que se livrar dos problemas causados por seu arqui-inimigo.

Mau-Mau tinha um aspecto sujo, era extremamente malvado e mostrava um sorriso malicioso.

Durante os episódios Bom-Bom sempre estava quieto em seu canto, mas Mau-Mau por pura inveja arranjava alguma maneira pra destrui-lo. Só que os planos maquiavélicos de Mau-Mau terminavam com ele se ferrando ao invés do mocinho.

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O Poderoso Cachorrão – (The Dogfather) – 1974

Inspirado no filme O Poderoso Chefão, um clássico dirigido por Francis Ford Coppola, em 1972.

O Poderoso Cachorrão é uma caricatura de Don Vito Corleone, interpretado pelo saudoso Marlon Brando.

Aqui vemos um cachorro mafioso que decidiu ter uma vida de gângster, porém suas empreitadas não acabavam nada bem. Nos episódios o chefão tinha ajuda de dois “cãopangas”, Louie e Puggs que geralmente deixavam seu chefe metido numa enorme confusão.

Foram produzidos 17 episódios.

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As Aventuras do Dr. Dolittle (The Further Adventures of Dr. Doolittle) – 1970

Acho que a maioria deve se lembrar da versão estrelada por Eddie Murphy que teve várias continuações chatérrimas. Só que o simpático doutor surgiu nos livros infantis e foi criado por Hugh Lofting, em 1920.

O sucesso rendeu um programa de rádio na década de 30 e que também teve um filme lançado quase no final dos anos 60 (que também devido ao seu sucesso surgiu esta versão).

No desenho o Doutor Dolittle segue viagem pelo mundo a bordo de um navio para ajudar os animais. Ele sempre está na companhia de Guri, seu assistente que também podia falar com os animais.

A parte interessante é que há um segmento musical que vemos um grupo de rock de gafanhotos. O principal arqui-inimigo do Doutor era João Margarina que tinha a intenção de descobrir seu segredo de falar com os animais para enriquecer com isso.

O vilão usava um submarino disfarçado de ilha pra seguir nosso herói. Entre os seus capangas temos alguns piratas: Yoko, Nico e Ciclope.

Um detalhe nostálgico é que a voz do Doutor foi dublada pelo carismático Orlando Drummond que já emprestou sua voz pra vários personagens queridos nosso como: Scooby-Doo, Popeye, Alf, Vingador, da Caverna do Dragão, Gargamel, dos Smurfs, Hong Kong Fu entre vários e vários outros.

Foram exibidos 17 episódios com apenas 30 minutos de duração.

Fim da primeira parte.

 

Terra-2

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A história foi lançada na edição Liga da Justiça n° 81, em 2009. Infelizmente foi dividida em três partes (no mix das edições). E na primeira temos, “A Era de Ouro”, com roteiro do ilustre Geoff Johns e arte do consagrado Jerry Ordway.

A Poderosa (Karen Starr) havia sido enviada pra sua querida Terra-2, o universo paralelo ao qual achava que pertencia.

Lembrando que a Terra-2 no universo Pré-Crise dos anos 80 era a Terra Paralela que continha todas as versões dos heróis criados na década de 40 (ou Era de Ouro).

Voltando, chegando nesta realidade encontrou a Caçadora (Helena Wayne), sua amiga e confidente. Helena está vivendo um tremendo drama com seu noivo hospitalizado por causa do Coringa.

O Palhaço do Crime está velho, decrépito e pior do que nunca. Sabe que sua morte está chegando e quer atazanar a vida da heroína. Ao mesmo tempo, Helena está apaixonada pelo Robin, da Terra-2. Este Dick assumiu o lugar do Batman desta realidade que havia morrido no período Pré-Crise, dos anos 80.

Karen chega meio desorientada nesta Terra, mas reconhece vários amigos tanto da SJA quanto da Corporação Infinito. As duas equipes se fundiram formando a Sociedade da Justiça Infinita (ou SJI).

A Poderosa explica pra eles como era sua vida na Terra-1, principalmente, os acontecimentos da Crise Infinita. Quando o Kal-L orginal morreu, mas Karen não sabia que o universo foi refeito e que esta Terra-2, não é a mesma pertencente ao universo no qual ela nasceu.

Quando, Helena estava caçando o velho Sr. C, o Palhaço morreu através de seu próprio invento. Helena revela pra Karen sobre seu problema amoroso envolvendo o Robin. Um sentimento que ela não poderá vivenciar por sentir-se culpada pelo que aconteceu ao seu noivo. É quando a Poderosa daquela realidade retorna e as encontra se abraçando.

Nossa Karen é acusada de ser um plágio sendo caçada pela SJI. A Poderosa da Terra-2 deseja saber a qualquer custo aonde está Kal-L, seu primo e supõe que Karen saiba da verdade mais não quer revelar.

A segunda parte foi mostrada na edição Liga da Jutiça # 83, temos “Um Mundo sob Gog parte 4: Deslocado”, com roteiro co-escrito entre Alex Ross & Geoff Johns e arte de Dale Eaglesham.

Ferida e sendo caçada neste mundo  paralelo que achava pertencer, Karen encontra o professor Michael Holt (que nós conhecemos como Sr. Incrível II). O professor não desenvolveu seus equipamentos, pois estavam incompletos num canto. Ele acredita na história que a nossa Karen lhe conta.

Enquanto isso aqui, Starman confessa pro Sr. Incrível que Gog ao lhe curar da loucura tornou dificíl sua missão. Esse Starman pertence a Legião dos Super-Heróis no distante séc. XXXI e veio numa missão secreta, pois seus uniforme é a chave pra um grande mistério.

Só pra constar, Gog é um deus que caminha sobre a Terra realizando marivalhas indescritiveis. Por algum motivo inesplicável o Superman, do Reino do Amanhã veio parar em nossa realidade e David Reid foi transformado no Magog. Isto preocupa o velho Homem de Aço, pois teme que a mesma tragédia  que vivenciou possa ocorrer novamente.

Por causa de Gog, a SJA se dividiu em duas facções, enquanto uma se encontra a favor do deus (a outra ficou contra). Tal situação detonou uma enorme batalha entre as equipes.

No final, Magog devolve os heróis pra sede da Sociedade e vemos a Poderosa retornando através de um portal dimensional sendo seguida pela SJI.

A terceira parte foi mostrada na edição, Liga da Justiça # 84, “Terra contra Terra” teve novamente roteiro feito por Geoff Johns & Alex Ross, porém a arte também ficou dividida entre Dale Eaglesham e Jerry Orway.

A SJI encontra nossa SJA e vemos alguns  heróis que em nossa realidade estão mortos como: Jade, Sideral I (Sylvester Pemberton), Dra. Meia-Noite (Beth Chapell), Fúria (Lyta Trevor-Hall) entre outros.

A Poderosa, da Terra-2 age de forma descontrolada levando nossa Karen com eles. Nessa complicada aventura interdimensional integrantes da Sociedade: Alan Scott, Jay Garrick, Sideral (Courtney), Sr. Incrível e Starman viajam pra outra realidade.

A situação se torna mais louca quando o Sr. Incrível conhece seu duplo, o Professor Holt e sua esposa Paula (que em nosso mundo está morta).

Enquanto isso na Batcaverna, Karen é torturada pela Poderosa chegando quase a morrer por causa da exposição a kriptonita verde. Karen é confrontada pela Poderosa insultando-a de ter desistido de lutar sendo que ambas são a mesma mulher.

Só a Caçadora demonstra uma lucidez ao constatar que Karen nunca quis ataca-la. De repente a SJA entra na Batcaverna e Starman explica que a Terra-2 faz parte do novo universo recriado no Pós-Crise Infinita.

A situação deixa a nossa Karen desamparada novamente, mas há uma promessa que no futuro irá encontrar seu próprio caminho. No final ao retornar, Karen está muito triste sendo abraçada por Alan e Joel Ciclone.

Pra mim, a história  valeu a pena, porque traz de volta o conceito daquela realidade paralela que havia no período Pré-Crise dos anos 80. Outro fato que a edição deixa em aberto é que Kal-L ainda esteja vivo, pois “talvez” futuramente poderá surgir em alguma aventura.

Essas edições são um prato cheio pros fãs das antigas que como eu cresceram lendo sobre a Terra-2.

Confira na galeria abaixo alguma imagens da Poderosa que encontrei na web

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darwyn cookarthur adams

dave hoover 1 dave hoover 2 elias-chatzoudis  jeff-chapman jim lee marcio abreu marcio takara mark-brooks michael turner paulo siqueira

exgemini

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Transformers – Geração I. Vol I. – Mais do que os Olhos Podem Ver

TRANSFORMERS-GENERATIONS-1

É uma excelente minissérie dividida em seis partes que foi publicada, em 2003.

O subtítulo Mais do que os Olhos Podem Ver nos conecta direto com a clássica série animada oitentista (se não me falha a memória é o nome do primeiro episódio).

Pra mim foi feito de propósito, pois o roteiro consistente de Chris Saracini conta com a presença de alguns robôs daquela versão.

O roteiro também é denso e intimista, porque Spike após perder seu pai passou a entender as consequências da disputa entre as máquinas.

A arte de Pat Lee foi feita num estilo que nos lembra um anime. Eu até estranhei demais quando comecei a ler, mas depois fiquei de bobeira com sua forma ágil de mostrar as cenas.

Mesmo sendo uma história envolvente, cada edição ficou muito curta, contendo um pouco mais de vinte páginas.

Na trama a guerra entre Autobots e Decepticons está mais implacável do que nunca esteve antes. Os Autobots sofreram perdas inestimáveis, principalmente, Grimlock que mudou de lado.

Alguns anos atrás o último esforço em conjunto entre todos os governantes do mundo com os Autobots uniram-se para dar um fim no conflito. Os Decepticons foram derrotados e com o auxílio das nações uma nova espaçonave.

A Arca II foi construída com a intenção de levar pequisadores a Cybertron para trazer tecnologias que auxiliassem no desenvolvimento do nosso planeta.

Infelizmente uma tragédia marcou o dia que seria glorioso pra humanidade. Aparentemente um explosão destruiu todos a bordo acabando com o nosso sonho de avanço tecnológico.

E espalhados ao redor do mundo havia destroços dos Autbots e Decepticons (pelo menos era o que todos pensavam).

Logo ficamos sabendo do Projeto Lázaro que consiste em usar os Transformers reprogramando seus centros de memória pra agirem de acordo com as ordens do Sr. Lázarus. Um mercenário que visa lucrar com as desavenças entre os líderes de qualquer lugar no mundo.

Do alto de sua arrogância achou que podia controlar Megatron usando-o para destruir um acampamento rebelde, mas acabou descobrindo que estava redondamente enganado.

Nesse processo de controle mental alguns Autobots foram usados para assassinarem seres humanos. Situação que causou ódio, pânico e histeria mundial quando foi descoberta.

Então a aventura consiste numa ofensiva desesperada dos Autobots pra salvar a raça humana. Sendo que Megatron disseminou um vírus tecnoorgânico pra destruir a Terra remodelando-a num novo Cybertron.

Mesmo com sua credibilidade jogada no chão é importante notar porque Optimus Prime é o líder dos Autobots (e como é tão difícil tomar decisões nesta posição).

Destaco a cena em que Prime ataca o Devastador, um enorme robô resultante da união dos Constructicons.

Além de Megatron outro antagonista que se destaca é o General Hallo que comanda a organização militar DDTB (Divisão de Desenvolvimento de Tecnologia Bélica). O general deseja usar Spike que agora tem um filho chamado Daniel para liderar uma busca pelos robôs perdidos.

O único motivo de Hallo querer o envolvimento de Spike é sua insana busca pelo poder sendo que fará qualquer coisa pra conquistar o que almeja. Só pra piorar tudo, Hallo envia uma bomba nuclear que acaba alimentando e disseminando com mais energia o vírus tecnoorgânico.

Transformers: Geração I além de ser uma aventura obrigatória pra qualquer fã dos robozões. É uma edição que deixou de lado  aquele clima inocente que havia na série animada.

Se destacando pelas perdas dos Autobots que se sacrificam de maneira heroica para salvar os seres humanos. Mesmo que naquele momento fatídico de conflito a humanidade realmente não mereça.