Imagens

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Sexy Girls

Há pouquíssimo tempo atrás em uma galáxia não muito distante. Eu havia encontrado algumas pin-ups de nossas musas dos desenhos animados de biquíni tentado se refrescar.

Então fiz umas postagens aproveitando o calor que estava fazendo reveja: animes, desenhos e super-heroínas. E como sempre fico perambulando pela web encontrei outros excelentes artistas fazendo mais trabalhos que valem a pena serem vistos e divulgados.

Confira na galeria abaixo: Daphne e Velma, Senhorita Belo, Helena Pera, Kim Possible, Marge Simpson, Betty & Verônica, Leela, Amy Wong entre várias outras.

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O Que Aconteceria Se… Conan, o Bárbaro Viesse para Nossos Dias?

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Bom, pra quem não sabe What if? que pra nós ficou conhecida como O Que Aconteceria Se… É uma série interessantíssima de histórias da Casa de Ideias que mostra como momentos importantes na vida dos heróis tivessem acontecido de uma maneira bem diferente.

Na DC Comics temos também algo similar que é a série Túnel do Tempo (ou Elseworlds, no original) que já rendeu diversas aventuras fantásticas.

Voltando, geralmente quem apresenta essas versões pra nós é carecão do Uatu, nosso querido Vigia.

Ao longo das décadas tivemos aventuras do Demolidor, Capitão América, Homem-Aranha, Quarteto Fantástico, Homem de Ferro, Doutor Estranho, X-Men, Conan vs Wolverine, Garota-Aranha, Capitão Marvel, Vingadores, Jessica Jones entre outros.

E até uma história muito, muito, muito ridícula com a Tia May.

Nossa aventura foi publicada por aqui na antiga edição Heróis da TV # 43. Nela tivemos a excelente arte de John Buscema, roteiro de Roy Thomas e arte-final de Ernie Chan.

O Vigia já faz uma pequena introdução ao Conan falando sobre As Crônicas da Nemédia, um conjunto de relatos que mostra a trajetória de nosso herói.

A Era Hiboriana foi o período criado por Robert E. Howard, criador do Cimério para contar suas aventuras de espada e feitiçaria.

Logo, o Vigia pergunta como seria se Conan tivesse sido tranportado da época dele pros “dias atuais”? (um fato inacreditável, mas que realmente aconteceu).

Nossa aventura começa na cidade de Akibatana, local que o Bárbaro chega pra descansar. Após procurar uma taverna pra beber vinho, Conan é seduzido por Alhambre, uma bela mulher.

Sem perceber havia sido drogado e levado pro Grande Samash, um feiticeiro que lhe conta sobre o futuro. Em sua mente, nosso herói tenta entender o que lhe é revelado pelo mago: navios que voam (aviões), carruagens sem cavalos (carros) e cidades de vidro (prédios).

O Mago disse pertencer a Babilônia e leva ambos pro Poço do Tempo mesmo Conan tentando soltar-se. Foi impedido por uma pancada na cabeça somente acordando quando estava descendo pra dentro do poço.

Ali ele vislumbra acontecimentos tanto do passado como a queda de Atlântida, a época dos dinossauros, quanto do futuro como o Antigo Egito. Então devido a viagem temporal as cordas envelhecem e o Cimério consegue se soltar, porém quando estavam voltando pra salvar-se a corda se arrebenta e somente Conan cai vindo parar no “mundo atual”.

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Pra ele a cena é pavorosa, mas nosso herói se encontra em Nova York, no ano de 1977. Chegando no mesmo momento que uma enorme tempestade cobria a cidade (e surgindo abruptamente na Greenwich Village).

Assustado com aquilo tudo, principalmente por um linguajar o qual não conhece nada (tratou de fugir). Então desnorteado vaga pelo bairro até afugentar um grupo de punks que estavam lhe enchendo a paciência, depois quando estava querendo roubar o que comer.

Uma senhora bem chata que mais parecia uma bruxa lhe deu uma bordoadas com sua bolsa (ela achou o fato dele estar sem camisa um ato libidinoso).

Conan perdeu as estribeira jogando-a numa lata de lixo (foi bem feito). Logo dois policias surgem pra auxiliar a velhinha que não merecia ajuda e partem pra cima do herói.

Um deles atira e Conan pensa tratar-se de mágica. No meio da multidão Peter Parker e Mary Jane surgem rapidamente (serviu pra conectar a presença do Bárbaro com o herói mais famoso da editora).

Ao fugir, o Cimério escala um prédio e fica saltando entre eles até se deparar na rua com um monstro (que na verdade é um táxi).

Dirigido pela belíssima Danette, houve um certo desentendimento entre eles, mas assim que a polícia se aproximou. Danette supôs que Conan era estrangeiro, pois não entendeu nadinha do que ele falava.

Ela escondeu o herói no seu táxi, porque estava com sua habilitação vencida e não queria arranjar mais problemas. Danette havia ficado encantada com o Conan já que estava ali seminu levando-o pro seu apartamento.

Durante o caminho, Danette fala pelos cotovelos, porém Conan mantem-se quieto e em seus pensamentos está preocupação de ser novamente enganado. Após tanto falar e não conseguir se comunicar, ela chora e o herói compreende o motivo dela sentir-se sozinha e ambos se beijam.

Só que de repente há um outro apagão deixando-o atônito e Danette se recorda do outro que houve em 1965 (quando seu pai estava vivo).

A tristeza na voz dela faz Conan perceber a situação e logo ambos se beijam. Ela tenta ensinar seu nome pro herói, mas  Conan não consegue pronunciar o nome dela corretamente dizendo apenas: “Dan”.

A cena termina  com eles se conhecendo melhor na cama. Subitamente as horas passam, Conan acorda e sai pra sacada era a loja embaixo do apartamento que estava sendo saqueada.

Ele age instintivamente querendo acabar com a raça dos ladrões, mas Danette o impede que mate alguém.

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Então, nosso herói bate em alguns ladrões e afugenta o resto. Numa outra loja que também estava sendo roubada, ele consegue levantar um fusca frustando o plano de quem a estava roubando.

Só que em outra parte do bairro tanto os policiais, quanto os bombeiros não conseguiam dar conta dos problemas causados pela população em fúria.

Depois que Conan dispersa a multidão com sua fúria implacável, Danette lhe mostra um livro com várias imagens. Nosso herói reconhece o museu Guggenheim sendo levado por ela até lá.

Infelizmente cinco ladrões pretendem assaltar o museu na mesma noite em que Conan ruma pro local. Ao chegar lá já se deparam com um guarda morto e logo são recebidos a tiros pelos ladrões.

Um deles atira no Conan e Danette tenta fugir sendo baleada. Tal atitude deixa Conan enfurecido avançando sobre a quadrilha matando a todos de forma implacável (são cenas fantásticas).

Quando o Bárbaro reencontra Danette descobre que ela está viva. Ela compreende que Conan está perdido em outro mundo e deixa seu chapéu como recordação pra ele. Então em troca, Cona lhe dá sua pulseira.

Mesmo não entendendo a maioria dos acontecimentos daquele lugar estranho, Conan sente um tipo de chamado naquela tempestade. De repente a polícia chega encontra os bandidos mortos e concluindo a culpa do herói.

Eles atiram, mas Conan cosegue subir no telhado, no entanto quando todos estavam olhando pro alto do prédio. Vemos nosso herói empunhando sua espada como que querendo tocar o céu.

Um raio surge rasgando a noite abruptamente trasportando-o pro passado. Ele surge no alto do templo do mago, pega seu cavalo e guarda recordação de Dan, a moça que lhe ajudou num tempo muito distante.

O Que Aconteceria Se… Conan, o Bárbaro Viesse para Nossos Dias? É uma aventura que demonstra nosso herói agindo da mesma maneira que nos tempos da Era Hiboriana, pois não mudaram em nada seu caráter e modo de agir.

É claro que não poderia faltar o contrate gritante entre o pasaado que ele conhece e aquele futuro totalmente diferente.

Só que a parte  mais interessante é notar que mesmo que Danette e ele não se compreendessem por toda história havia um sentimento meio que familiar em suas atitudes que facilitava o convívio entre ambos.

Se gostou deixe um comentário, mas se não gostou deixe um comentário também.

 

 

 

 

 

 

Artista

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Patrick Owsley

Quando estou perambulando pela web acabo sempre encontrando algo que me interessa.

E foi assim que descobri que Patrick Owsley é um artista sensacional que começou como ilustrador freelancer em meados dos anos 80.

Durante a década de 90 esteve na Malibu Comics no título de Star Trek, porém o que eu mais gostei foi descobrir sua arte promocional pra alguns dos personagens que curtimos desde criança.

Em seu trabalho você verá alguns da Hanna-Barbera: Scooby-Doo, Flintstones, Jetsons, Manda-Chuva entre vários outros. Ainda temos dos Looney Tunes: Pernalonga, Patolino, Gaguinho e cia.

Outros de desenhos antigos como: Mr. Magoo, Vira-Lata, Popeye e até personagens de seriados como: A Feiticeira, Os Três Patetas,O Gordo e o Magro e Monkeys.

Confira na galeria abaixo a arte excelente de Patrick Owsley

Batman vs O Incrível Hulk

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Vamos retirar a poeira de uma edição que chamou muito minha atenção há alguns anos atrás.

Originalmente foi publicada em DC Especial Series # 27, em 1981.

Mais pra nós foi mostrada em Grandes Encontros Marvel & DC, da Editora Abril Jovem, em 1982.

Este é sem sombra de dúvidas um daqueles inusitados crossovers das editoras que colocavam seus personagens mais famosos pra se digladiarem.

Foi justamente por causa do estrondoso sucesso do encontro entre Super-Homem e Homem-Aranha que tivemos essa aventura.

Na introdução o roteirista Len Wein conta como se sentiu igualzinho a uma criança felicissimo ao ser contratado pra trabalhar com seus heróis preferidos de cada editora.

Não devemos esquecer que Batman vs O Incrível Hulk acontece num período mais inocente das editoras. Principalmente, porque vemos o Azulão Pré-Crise e também um Hulk pouco inteligente.

Como da vez anterior não há nada de mirabolante no roteiro para explicar o fato de ambos os heróis co-existirem no mesmo universo (e pra não queimar a cuca vamos deixar esse detalhe de lado).

Outro fato importante é que o artista desta edição é o renomado José Luiz Garcia-Lopéz, um dos melhores desenhistas de todos os tempos.

Na trama algumas pessoas vivem estranhos acontecimentos. Um homem sonhava estar no Ártico fugindo do frio e isso realmente acontece.

Depois num cinema drive in um casal que estava namorando se assusta com os monstros da telona rodeando-os.

A cena muda abruptamente pro Sr. C e seus capangas num armazém agindo rapidamente por causa de uma figura misteriosa.

Um capanga do Coringa interpela-o sobre parecer que estava com medo do homem estranho que havia contratado eles, mas o Palhaço do Crime mata friamente seu assistente (afirmando não sentir medo de ninguém).

Logo a cena muda novamente e vemos Bruce Banner trabalhando no Laboratório Wayne fazendo serviço pesado. Algo que me lembrou o antigo seriado televisivo do Hulk, pois Bruce estava procurando a Arma Gama que serviria como cura pra se livrar do monstro que estava dentro dele.

Só que de repente todos na sala começam a rir era o efeito do gás do riso do Coringa e Bruce consegue se salvar usando um traje anti-radiação. Bruce corre pra ligar o  alarme de emergência e consegue, mas os capangas do vilão acabam capturando ele. E isso acaba deixando-o nervoso fato que provoca sua transformação (mais um momento que nos conecta ao seriado da telinha).

O Hulk surge querendo esmagar os homenzinhos e quando os bandidos estavam tentando escapar o Batman também surgem em cena. Então algo inesperado acontece o Coringa consegue convencer ao Hulk que é seu amigo apenas pelo fato dele ter cabelo verde (é ruim de engolir essa parte, porém aconteceu).

Então o Verdão volta sua fúria contra o Homem-Morcego, no entanto Batman até tenta lutar e vou confessar que foi em vão.

Pensando numa forma de não morrer esmagado o Morcegão usa gás do sono pra se safar e a muito custo consegue.

Senhoras e senhores é uma cena incrivelmente apelativa e muito estranha, por que todos estamos carecas de saber que o Morcegóide nunca iria conseguir vencer o Hulk (bom, deixa pra lá).

Durante a confusão o Coringa consegue fugir em posse da Arma Gama.E depois que tudo estava quase voltando ao normal Bruce Wayne conhece Bruce Banner e uma aliança se inicia pra criar um novo armamento.

Voltando pro armazém o pudinzinho energiza com a arma o Figurador, um alienígena metade máquina que consegue tornar sonhos realidade (eu pediria pra realizar meu humilde sonho de ganhar na mega sena).

Na verdade esse é um vilão de segundo escalão, pois ele não figura entre os principais do Hulk. O Figurador explica que precisa dos sonhos dos outros pra sobreviver e devido a explosão de uma supernova precisou descer em nosso planeta pra recarregar suas energias.

Estava procurando uma mente pra auxilia-lo e encontrou no Coringa alguém que pudesse compreende-lo (loucura purinha mesmo!).

Enquanto isso, Banner estava num navio laboratório trabalhando exaustivamente na nova arma e quase chega a perder o controle. Graças ao auxílio de Alfred consegue relaxar um pouco, mas em outra parte da cidade Batman tenta arranjar informações para encontrar a localização do Coringa.

Então uma falsa operação militar é feita no navio laboratório pra prender Bruce Banner. Eles até estavam indo bem, mas ao agirem com truculência contra Alfred a transformação do herói se inicia.

Um dos falsos muilitares consegue pensar num monstro mais forte que  Hulk, o Homem-Bolha que consegue deter o Grandão.

Ao ser capturado o Hulk é levado pro Figurador que estava ficando louco devido aos seus poderes estarem descontrolados, mas a simples presença do Hulk deixava-o tranquilo.

Enquanto isso no navio Gordon liga pro General Ross perguntando se havia alguma intervenção militar pra prender o Hulk, mas acaba descobrindo que tudo não passava de um engodo.

No armazém, o Grandão foge novamente e o Coringa propõe ao Batman par a se asliarem pra encontrar o Hulk. O Morgão desconfia desta pretensa bondade de seu arqui-inimigo mais aceita a oferta.

Depois ambos os heróis lutam novamente e o Hulk enfurecido destrói totalmente um galpão de estacionamento de carros (é uma cena fantástica). O Hulk cansado de tudo e todos se distancia encontrando um senhor cego que lhe aconselha a ajudar aos outros para encontrar um amigo.

O Coringa retora e o senhor diz para o Verdão ajuda-lo e  logo descobrimos que tratava-se do Batman disfarçado. Eles vão pro armazém somente pra descobrir que o Figurador estava mais descontrolado ainda fazendo surgirem alguns inimigos de ambos os heróis: Abominável, Rino e Líder contra o Hulk. E do Morcego havia Mariposa Assassina, Duas-Caras e o Espantalho.

Ao se unirem vencem esse enpecilho só pra descobrir que o Figurador queria a energia do Hulk pra se curar. Então o Coringa surge querendo sua parte no trato ser dono de um poder capaz de alterar o mundo.

Podendo mudar a realidade o Coringa parte pra Gotham tornado-se o rei do mundo e vemos cenas delirantes diante de sua loucura. No entanto, Batman engana o vilão quanto a sua vaidade fazendo esse poder se exaurir.

No final tudo volta ao normal, o Coringa é preso delirando com sua vida de rei. Gordon queria prender Banner e nesse momento, Batman diz pro Gordon: “Sabe, amigo, nós temos sorte de poder sonhar… Mas, para Bruce Banner a vida é um pesadelo constante!”

E nós vemos Banner caminhando sozinho novamente pesaroso (sendo outro momento da série clássica).

Só essa mínima parte vale a história inteira, pois o aspecto solitário e melancólico de Bruce é ressaltado.

Devemos levar em consideração que a história foi feita pra favorecer o Morcegão, pois é óbvio que numa batalha o Hulk ganharia dele facilmente (nem vou me dar ao trabalho de enumerar os motivos).

Só que também temos que pensar na clássica edição Batman: O Cavaleiro das Trevas, aventura em que Bruce derrota Kent, isso é algo que depende muito do que o roteirista deseja mostrar pra nós.

Já que estamos cansados de saber que Superman e Hulk são os heróis mais fortes de suas editoras.

Se gostou deixe algum comentário, mas se não gostou deixe um comentário também.

 

 

 

Pin-up

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Fastner & Larson

A dupla Rick Larson e Steve Fastner é responsável por alguns trabalhos de tirar o fôlego de qualquer um que tenha a sorte de apreciar sua arte.

Geralmente vemos  mulheres belíssimas em algumas situações de terror como fugindo ou até lutando pra sobreviver contra monstros assustadores.

E também algumas mulheres fantásticas com feiticeiras, guerreiras e outros personagens místicos, mas também podemos notar em seu trabalho com alguns de nossos personagens conhecidos dos gibis.

A melhor parte nisso tudo é apreciar a sensualidade que há nas pin-ups de cada trabalho mostrado que torna nossa viagem muito mais prazerosa.

A dupla é responsável por diversos trabalhos lançados ao longo dos anos entre eles arte promocional pra Lady Rawhide, Vampirella, Wolverine, Liga da Justiça, Homem-Aranha, Hulk, X-Men entre vários outros.

Há também um impressionante trabalho deles nos livros: Fastner & larson’s beauties & beasts, Fastner and Larson’s Little Black Book, Fastner & Larson’s House of Lingerie entre outros.

Confira na galeria abaixo a arte extremamente sexy de Fastner & Larson

Porque eu gosto de Quadrinhos?

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Sinceramente eu não posso afirmar em qual momento de minha vida eu disse: “adoro gibis e trilharei por este caminho até ficar velhinho”.

Pra mim é algo que já faz parte de minha essência e não consigo mais deixar de lado de forma alguma.

“Há muito tempo atrás,  numa galáxia muito muito distante”… Seu Luiz Carlos (meu pai) foi o grande incentivador na minha incursão no mundo dos quadrinhos, porque quando eu tinha uns 8 anos. Ele trazia Pato Donald pra mim ler e Turma da Mônica (pra minha irmã).

Eu lia as minhas edições e também as da minha irmã, pois Maurício de Souza foi muito influente pra geração de crianças que começaram a ler gibis na década de 80.

Quando passei a receber uma mesada do Seu Luiz Carlos. Eu ia a pé até São João de Meriti pra comprar e também trocar revistinhas (moro  em Anchieta, no antigo Caminho do Padre). Comecei com Gastão, Peninha, Super Pateta, mas depois mudei pro gênero dos heróis.

Lembro que algum tempo depois meu pai havia me dado uma edição do Super-Homem nesta aventura Kal havia sido dividido em dois por um casal de feiticeiros. Se não me falha a memória era arte de Gil Kane.

Meu pai também lia bastante livro de bolso sobre faroeste, a espiã ZZ7 (eu imaginava uma mulher sensual e lindíssima que atiçava demais a minha imaginação). E por algum tempo curti muito essas edições, colecionando vários números e conheci Perry Rhodan com outras histórias fantásticas de ficção científica.

Não lembro quando foi que parei de ler os livros de bolso ou por qual motivo deixei de compra-los, no entanto foi nesse período em que eu recebia mesada.

E partia pro jornaleiro correndo pra comprar gibis que conheci o Super-Homem, de John Byrne, em 1986.

Quando estava servindo no quartel já comprava revistas com meu salário de soldado e colecionei as edições do Azulão até o n° 100 daquele período (quando vestiu o traje kriptoniano). E também pra dizer a verdade não lembro qual foi o motivo que parei de comprar suas revistas, no entanto me desfiz daquela coleção.

Então, comecei a ler Batman e junto Batman Vigilantes de Gotham. Tive todas as publicações de ambos os títulos e acompanhei fielmente as Sagas Contágio e Terremoto, mas novamente depois acabei me desfazendo de tudo.

Colecionei Batman e Liga da Justiça naquela fase histórica em que o Morcegão derruba Guy Gardner com apenas um soco (também infelizmente me desfiz desta coleção por total falta de espaço pra guardar).

Depois , em 1997 surgiu, Os Melhores do Mundo (desta vez eu guardei com maior carinho todos os gibis).

Durante esses anos como fã de quadrinhos já li quase todas as Crises da DC: Infinitas Terras, Zero Hora, Crise de Identidade, Crise Infinita (faltou apenas essa tal de Convergência).

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Apesar de me aventurar pelo mundo dos caras de capa e cueca por cima da calça adoro Asterix & Obelix, Martin Mystere, Zagor, Tex e a belíssima Druuna.

Quando surgiu as revistas especializadas sobre super-heróis passei a colecionar a Revista Herói que era lançada em formatinho (tive todas as cento e poucas edições e me desfiz delas com tristeza).

Passando mais algum tempinho colecionei a Wizard: O Guia dos Quadrinhos, da Editora Globo e a Wizard Brasil da Panini Comics (todas guardadas para consultar sobre heróis, séries e desenhos).

E por último ia seguindo com minha coleção da Mundo dos Super-Heróis aprendendo cada vez mais sobre este universo maravilhoso que já faz parte essencialmente da minha alma, mas infelizmente por total falta de grana também já parei de comprar.

Lendo HQs posso ser eu mesmo, pois me transporto para o mundo da arte sequencial e interajo com meus personagens favoritos que já fazem parte da minha vida.

Seu mundo é de fantasia, mas aonde existe um realismo deliciosamente fantástico.

São homens que são á prova de balas, lançam teias e grudam nas paredes, têm fator de cura acelerado e garras de adamantium, conjuram o raio e a tempestade, crianças que pronunciam palavras mágicas ou simplesmente podem voar.

O que mais me impressiona é o poder de voar e assim desafiar a gravidade podendo ir pra onde quiser. É tudo fascinante já comentei inúmeras vezes que a DC  perdeu caminho por seus heróis viverem num mundo fictício enquanto a Marvel têm seu “mundo real”, pois Os Vingadores, Quarteto Fantástico, Homem-Aranha entre outros vivem em Nova York.

A Distinta Concorrente tem como principal característica ser uma das editoras mais antigas do mercado dos comics, mas que infelizmente  perdeu um terreno considerável para a Casa de Ideias com seus heróis com aspectos humanos isso tornou-os mais próximos de nós.

O que torna difícil para alguns leitores é aceitar cidades que existem apenas num mundo fictício: Metrópolis, Gotham City, Star City entre outras. Estas características mostram claramente que as empresas iniciaram em épocas diferentes.

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Mesmo que sua morte tenha sido algo impactante, o Superman teve uma enorme queda de vendas durante os anos 1990, mas a situação mudou e foi revertida com os Novos 52!

O Azulão voltou renovado, mas com as características da Era de Ouro algo que achei maravilhoso, pois é um período desconhecido pela maioria dos leitores novatos.

Nós fãs de gibis atualmente estamos vivendo o melhor período de nossas vidas, pois estamos vendo diversas adaptações de heróis.

Sendo mostradas no cinema: Superman : O Homem de Aço, Os Vingadores, X-Men, Homem-Aranha, Guardiões da Galáxia, Kick Ass, Kingsman: Serviço Secreto entre tantos outros.

Estaremos aguardando Batman vs Superman :  A Origem da Justiça, Thor: Ragnarok, X-Men: Apocalypse e Capitão América: Guerra Civil.

A Marvel prometeu filmes do Pantera Negra e também do Doutor Estranho

E na telinha temos o sensacional The Flash, Arrow, Agent Carter, Gotham, Agents of Shield, Demolidor e pra nossa alegria ainda sairá uma safra de novos seriados como: Supergirl, Legends of Tomorrow, Luke Cage, Jessica Jones e possivelmente sobre Os Defensores.

Ataulmente não compro mais edições prefiro até baixar algumas pra ler no computador, mas nas bancas pego somente edições antigas com sagas fechadas.

Não consigo mais ficar acompanhando arcos de histórias intermináveis, pois isso deixo pros novos leitores. Hoje em dia a fase está tão boa pra nós que podemos escolher o que vamos acompanhar.

Obs: esse texto estava pronto há algum tempo bem antes da estreia de Jessica Jones, porém mantive tudo no original.

Espero que tenham gostado e se também não gostou deixe algum comentário.

 

Shi

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Shi

A ninja japonesa foi criada por William Tucci pra Cruzade Comics. Shi surgiu pela primeira vez na edição Razor Annual # 1, em 1993.

Seu nome verdadeiro é Ana Ishikawa e o nome Shi traduzido do japonês significa morte.

Ana é filha da americana Catherine, uma missionária católica com quem aprendeu sobre essa religião e também de Shiro, um guerreiro japonês. Tanto seu pai quanto seu avô pertencem a uma antiga ordem sohei, um tipo de guerreiros bem treinados que remonta até 778 (no templo Enryaku).

Ao conhecer a missionária católica Catherine ao cursar a faculdade, Shiro desistiu do caminho do guerreiro. Só que a Yakuza não aceitou sua desistência tão facilmente enviando Masahiro Arashi para executá-lo. Infelizmente, Ana acabou distraindo seu pai na hora errada.

E Toro, seu irmão na tentativa de protegê-la e ajudar Shiro também acabou sendo assassinado.

Então, devido ao trauma, Ana jurou vingança contra a Yakuza e viajou para se tornar uma temível assassina.

Ela foi treinada nos caminhos do sohei por Yoshitora, seu avô. Durante o dia, Ana estudava na Escola de Arte e Design, em Kyoto, no entanto a noite aperfeiçova suas habilidades de combate.

Ao finalizar seu treinamento teve a ideia de disfarçar seu rosto pintando-o de branco personificando uma antiga e lendária guerreira medieval.

Shi é uma habilidosa combatente que sabe usar katanas, arco e flecha, luta corpo corpo e sua arma preferida é uma Naginata.

A musa teve alguns crossovers com ospersonagens: Avengelyne, Gen 13, Wolverine, Demolidor, Vampirella, Cyblade, Jetta, Tenth Muse, Grifter entre outros.

Há alguns anos atrás houve um boato que Tucci estaria desenvolvendo um roteiro pro filme da nossa musa (que seria interpretada pela belíssima Tia Carrere).

A atriz ficou conhecida por causa de sua personagem Sydney Cox, um tipo de Indiana Jones misturada com Lara Croft no ótimo seriado Caçadora de Relíquias (1999).

Bom, quanto ao filme da Shi o projeto infelizmente não foi pra frente.

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Avengelyne

Nossa musa é um anjo que combate monstros, demônios entre outras criaturas sombrias. Avengelyne foi criada por Rob Liefeld e Cathy Christian surgindo em 1995.

A heroínas já foi publicada por diversas empresas entre as quais posso citar: Maximum Press, Arcana Studio, Avatar Press e Image Comics.

Dizem as lendas que suas feições foram baseadas na modelo Cathy Christian.

Avengelyne é uma das guerreiras mais temidas do Céu, pois sozinha causou uma tremenda destruição no Pandemonium (a fortaleza do Inferno).

Nossa heroína foi criada a partir da luz, conhecida como fogo branco, a fonte de um anjo com poder divino.

Avengelyne é uma serafim e pertence a classe dos anjos guerreiros do Céu, um ordem que contém centenas de milhares em sua formação.

A musa é um anjo caído que foi banida pelo próprio Deus após ter sido enganada por Micah ao questionar sua afeição pelos seres humanos.

Infelizmente, Avengelyne perdeu suas habilidades especiais tornado-se uma mortal. Ficando somente com sua super-força inicialmente teve que suportar todas as experiências e também vulnerabilidades da raça humana (sendo acolhida nua e assustada numa igreja católica).

Mesmo presa aqui na Terra, Avengelyne ainda mantinha sua fé no Senhor e começou a lutar contra todo tipos de monstros.

Dizem as lendas que quando a batalha do Armagedon acontecer ela irá comandar os exércitos do Céu na posição de segunda em comando.

Só pra fechar em 2013, havia surgido um boato na web que a belíssima atriz Gina Carano iria interpretar nossa heroína num filme, mas só ficou nisso.

Quando estava em sua forma angelical, Avengelyne era praticamente indestrutível, pois tinha uma rápida capacidade de cura e não sentia dor nenhuma.

Aqui na Terra mesmo sendo uma mortal ainda mantém uma força, agilidade fora do comum, mantendo suas exímias habilidades de combate corpo a corpo e sua destreza no manejo da espada (também pode sentir a presença de demônios).

Confira na galeria abaixo alguma imagens tanto da Shi, quanto da Avengelyne entre outras musas que garimpei na web

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