Artista

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Arte Digital

É inegável o fato que alguns artistas capricham quando fazem seus trabalhos.

Muitas vezes encontro algo que não consigo gostar, mas essas pin-ups valem a pena serem contempladas.

Sempre gosto da qualidade dos detalhes que destacam luz, sombra, roupa, posicionamento do corpo e expressividade facial dos personagens.

Só pra constar chamou mesmo a minha atenção o fato destas personagens parecerem praticamente reais.

Contemple na galeria abaixo a arte impressionante que encontrei de: CKImagery, Fredackerman, Hitmanwa, Laticis, RGUS e ThePaperTiger

É só clicar no nome que você poderá conferir a página do artista

CKImagery

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FredAckerman

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Hitmanwa

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Laticis

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RGUS

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ThePaperTiger

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Grandes Astros: Batman & Robin

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Essa minissérie teve roteiro de Frank Miller e arte de Jim Lee sendo lançada em 2007.

Só pra constar Grandes Astros: Superman foi muito comentada e aclamadíssima pela crítica. Sendo até transformada em animação pra DVD.

Voltando, All Star Batman & Robin, The Boy Wonder é interessante por causa da presença de Miller no roteiro, pois a minissérie está conectada a Batman: Ano Um. E também ao futuro sombrio visto no Cavaleiro das Trevas.

Há momentos na trama que nos levam direto pras edições citadas. Pra mim o destaque maior fica no aspecto psicológico de Batman, pois age de maneira assustadora.

Ou seja muito psicótico e bastante agressivo praticamente agindo como terrorista. Quando o Morcegão ataca os criminosos começa a rir deixando-os ainda mais assustados e eu adoro essa parte.

Tenho que destacar novamente o roteiro de Miller que consegue impingir um clima sombrio e corrupto em Gotham City. Uma cidade cosmopolita repleta de vadios, bandidos, bêbados, perdidos entre vários cidadões de bem que se escondem quando anoitece.

Me diverti muito com a forma como Bruce esculacha os heróis com poderes divinos, principalmente Hal Jordan e Kal-El (Bruce sabe a identidade secreta de “todos” eles).

A Liga da Justiça discorda bastante quanto a forma do herói combater o crime e a Mulher-Maravilha de um jeito radical quer até mata-lo.

Gostei demais da parte em que a Dupla Dinâmica enfrenta o Lanterna Verde num quarto todo pintado de amarelo, mas a conclusão ficou sinistra.

Há outros momentos impactantes quando vemos, Gordon tendo graves problemas familiares. E também a presença da Canário Negro que adora uma boa luta. Rolando até um romance entre a heroína e o Morcegão (toma Arqueiro Verde!!!).

Bom, podemos notar que as edições se destacam em mostrar uma nova perspectiva não só pra trajetória do Homem-Morcego, mas principalmente de seu primeiro pupilo, Dick Grayson.

Presenciamos o aspecto fundamental pra origem do Menino-Prodígio. A perda trágica de seus pais algo que o conecta ao mesmo sentimento que teve o pequeno Bruce Wayne.

Mais pra ser sincero vemos boa parte da história pela perspectiva de Dick.  Gostei de ver como a mente de moleque funciona e também a mudança radical ao iniciar sua vida ao lado do Cruzado de Capa (são esses meros detalhes que tornam a história magnífica).

Outra personagem que foi retirada do limbo foi Vicki Vale, uma das várias ex-namoradas de Bruce Wayne. Lembrando que Kim Bassinger a interpretou no filme de 1989.

Grandes Astros: Batman & Robin serve como um recomeço ou pra ser sincero somente pra mostrar como tudo começou.

Vemos que Batman ainda está “quase” em início de carreira, mas o grande destaque da trama é o Menino-Prodígio.

Há quem goste e também deteste essa minissérie, mas é o Morcegão agindo de uma maneira impiedosa e que adora ser assim (afirmo que vale a pena dar um conferida).

Até o próximo texto.

 

 

 

 

Batman no Túnel do Tempo -Segunda Parte

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Confesso que sou fã de realidades alternativas, pois nela podemos notar que algumas alterações por mínimas que sejam podem mudar todo um contexto.

Ou no caso do Homem-Morcego por mais que sejam diferentes ainda conseguem manter algo que sempre desperta nosso interesse.

E que na grande maioria das vezes valem a pena dar uma conferida.

Sem mais enrolação veja o texto abaixo

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O Tirano

Na terceira revista o argumento é de Alan Grant e a arte ficou com a dupla Tom Raney e Joe Staton.

Nossa aventura começa com Batman reflexivo, pois havia feito algo imperdoável. Ele está pesaroso, porque através de seus atos talvez nunca mais haja um protetor pra Gotham City.

Logo a história volta no tempo e vemos a Mulher-Gato roubando documentos importantíssimos. Batman a caça, pois a ladra já havia o enrolado e fugido antes.

Seus pensamentos divagam, porque a moça lhe interessa. Mais consegue prender a criminosa e descobre sua identidade secreta, Vicki Vale, uma repórter que trabalha em sua empresa.

Após descobrir quem é a Mulher-Gato, Batman desconfia que ela tinha um informante e descobre ser Jim Gordon (que foi preso).

Só pra constar, nessa realidade BW é dono da Waynemídia, uma empresa de comunicação e também do Departamento de Polícia sendo comandado pelo Morcegão.

Enquanto isso o Dia dos Pais estava chegando.

Depois, Batman dá um depoimento na TV para que denunciem o Anarquia (Lonnie Machin), em nossa realidade é um moleque supervilão inteligente e hacker que surgiu nos anos 90 nas revistas do Homem-Morcego. Então de posse dos documentos roubados, Lonnie retorna pro seu apartamento.

Devido a suas atitudes como defensor da cidade a criminalidade havia diminuído bastante em 2 anos. Fato que estava deixando Bruce muito nervoso.

Vemos, Jonathan Crane torturando, Vale que quase consegue fugir (sendo logo recapturada). No entanto pra piorar, Crane usa seu gás nela e também em outros criminosos.

Loonie descobre o que estava criptografado naqueles arquivos deixando-o alarmado com as atitudes do maior herói da cidade.

Ao interrogar Gordon usando um gás para induzi-lo a confessar, Batmna descobre que há algo errado em Gotham e a culpa é totalmente dele.

Sua obsessão doentia por ordem causou um a insatisfação em algumas pessoas. Só que Crane é o seu mentor ludibrinado-o novamente e afirmando que estão agindo da melhor maneira possível.

Anarquia convoca uma reunião com todos os vilões de Gotham: Pinguim, Duas-Caras, Crocodilo, Cara de Barro, Charada, Mariposa Assassina entre outros. Convocando-os pra deter o suposto herói que está drogando a água da cidade com gás tranquilizante.

Foi somente por esse motivo que a criminalidade em Gotham  começou a diminuir. O fato principal nessa realidade quando houve a perda dos pais de Bruce, o garoto havia sido salvo por Jonathan Crane conhecido por nós como o Espantalho.

O assassinato havia acontecido no dia dos pais (por isso a data era tão importante).

Crane aproveitou seus conhecimentos em psicologia e moldou a mente de Bruce para sempre obedecê-lo.  No dia dos pais, Anarquia comandou o ataque.

Ao crescer sem a influência de Alfred ou Leslie Thompkins, BW tornou-se um maníaco obssessivo em acabar com a violência em Gotham.

Durante a investida dos vilões, Alfred é morto, mas infelizmente Anarquia é capturado.

Corajoso, o jovem conta toda verdade pro Batman que descobre ter sido manipulado por todos esses anos. Ao final o herói se entrega pro julgamento do povo de Gotham que revoltado por suas atitudes põe fogo em sua mansão (algo que até lembra aqueles filmes de terror antigos).

Eu não gosto desta edição, porque de todas as linhas temporais criadas pro herói essa é a mais inusitada de todas. Eu também nunca gostei da capa, pois sempre achei-a bastante estranha.

A arte compartilhada de Joe Staton e Tom Raney não ficou ruim, pois deu todo aquele clima de medo e revolta descrito no argumento de Alan Grant (que ficou bem explorado.

Não sei explicar o motivo, talvez seja porque já vi o Superman agindo como um ditador fascista (Lordes da JustiçaInjustiça: Deuses Entre Nós e Admirável Metrópolis Nova). E essa situação não fosse algo inteiramente novo pra mim.

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O Corsário

A quarta e última edição  tem argumento de Chuck Dixon que nesta época estava trabalhando nas edições mensais do herói. E a arte estava com Alcatena.

Obviamente é uma história de piratas e quando eu era moleque havia assistido alguns filmes na Sessão da Tarde. Quem pensa que Piratas do Caribe fez sucesso á toa esta redondamente enganado, pois havia uma época em que filmes sobre piratas eram exibidos a exaustão em Hollywood.

O ator , Errol Flynn que interpretou pra mim a melhor versão de Robin Hood foi seu maior expoente.

Na trama, o navio Raposa Voadora singrava os mares sob o comando do intrépido Capitão Asas de Couro. E seu braço direito era o fiel, Alfredo.

Asas de Couro era um nobre inglês de vasta fortuna, mas agia como pirata contribuindo com partes de sua pilhagem pro Rei James. Entrou nessa vida para resgatar seu título de nobreza perdido e a fortuna de sua família que havia sido roubada.

Ele havia abordado um navio espanhol saqueando seu conteúdo e resgatando a princesa Quest’ Chala, uma prisioneira que iria ser vendida como escrava.

De repente acompanhamos o jovem Robin as ruas de Londres. Unido a outras crianças rouba todos aqueles marinheiros que estão bêbados para que possam garantir sua sobrevivência. O garoto idolatra o famoso comandante e se veste como pirata.

Mesmo entregando seu tributo a sua majestade e protegendo-o das invasões de Espanha. Asas de Couro é convidado a visitar a corte, mas é algo que se recusa a fazer.

Sua desistência é para proteger o nome de sua família que poderia sofrer represálias de seus inimigos que não são poucos.

Naquela época também navegava pelo oceano, O Pescador, um navio comando pelo inescrupuloso Homem que Ri.

Só pra constar esse é o nome de um filme antigo lançado em 1928, foi estrelado pelo ator Conrad Veidt e serviu de inspiração pra criação do Coringa.

Voltando, um capitão subjugado rogava por sua vida, mas o Coringa além de matar toda sua tripulação. Iria acabar com ele com requintes de crueldade. A fim de barganhar por sua vida, o pobre homem disse saber da localização da Gruta Vespertílio, o esconderijo secreto do Asas de Couro somente isso foi capaz de salvá-lo (por algum tempo).

Então, o jovem Robin entra furtivamente no navio que zarpa pras Ilhas Caimã pra devolver a princesa a seu pai.  Apenas ao dar-lhe um vestido e receber uma pulseira em troca. Asas de Couro estava prestes a se casar com a princesa (um costume que o deixou intrigado).

Enquanto isso, a Capitã Felina, comandante do navio Pata-do-Gato lutava contra sua tripulação. Não estavam a fim de partilhar o saque que tinham pelos simples fato dela ser mulher deixando-a bravíssima.

A chegada do Coringa que propôs roubtr a Gruta Vespertílio usando seus atributos para seduzir Asas de Couro despertou seu interesse (detalhe o Coringa mandou matar todos os insurgentes da tripulação dela).

Sempre agindo de maneira sorrateira, Robin escuta um motim contra o Capitão e depois de quase ser morto ajuda entregando os descontentes e passando a ser protegido do Batman.

Disfarçada de Contessa, a Felina foi salva de afogar-se pelo Asas de Couro e se enamorou de sua coragem por lutar contra tubarões pra defende-la.

Mais ao chegar na Gruta descobriu a “esposa” del remonedo-se de ciúmes e voltando ao seu palno original. Infelizmente, Robin havia sido capturado ao segui-la. Felina entrega a localização do esconderijo pro Homem que Ri, porém no último momento.

O garoto conta que Asas de Couro a ama e quer se casar com ela. Reconhecendo seu erro, a Mulher-Gato dispara uma bola de canhão. E a situação muda completamente com Felina e Robin tentando sobreviver até a chegada do Capitão.

Logo Asas de Couro surge, o navio do Coringa recebe vários disparos e vemos uma luta de espadas espetacular entre ambos.

Essa também é uma das minhas edições pelos motivos que expliquei no ínicio do texto. O roteiro de Chuck Dixon de maneira eficaz nos faz realmente viajar pro período mostrado.

E a arte de Alcatena pra mim ficou perfeita demonstrando os detalhes dos cenários e também dos personagens lembrando demais o século XVII.

Veja a primeira parte aqui.

Deixe algum comentário.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Surfista Prateado:Réquiem

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Todos nós estamos cansados de saber que morte nos quadrinhos acontece, mas que não é algo definitivo.

E, principalmente que nunca dura muito tempo (é claro que o Surfista voltou mais em qual edição, eu não sei). Já tivemos diversos heróis que foram desta pra melhor como: Superman, Batman, Homem-Aranha, Capitão Marvel, Gavião Arqueiro, Flash, Supergirl entre outros que não me recordo agora.

No entanto neste post comento um gibi que chamou minha atenção há algum tempo atrás.

Surfista Prateado: Réquiem foi uma pequena minissérie somente com duas edições lançada, em 2008.

Mostrando roteiro de J. Michael Straczynski e arte de Esad Ribic ambos artistas consagrados no meio dos comics.

A trama começa no espaço sideral com o Surfista Prateado presenciando a explosão de uma estrela em supernova (um acontecimento incrível até mesmo pra ser explicado).

Mais notamos que há algo errado com o herói. Há uma pequena mancha que aos poucos está se espalhando por todo seu corpo.

Então mudamos pro Edifício Baxter aonde vemos o Coisa  ajudando Reed com um instrumento pesado e dizendo algumas gracinhas. De repente, Johnny nota que o Surfista veio fazer uma visita pro Reed.

Devido a seriedade do assunto, Norrin deseja somente a presença do Senhor Fantástico e também da Mulher Invisível.

A revelação causa em Sue um choque tremendo fazendo-a chorar demais (fato que Johnny conta pro Ben).

Mesmo pequisando arduamente diversas vezes, Reed constata que o Surfista está morrendo. O revestimento cósmico dado por Galactus está em decomposição e causará a morte do herói.

Diante do inegável que mesmo apesar de sua inteligência, Reed sente-se impotente pra ajudar seu amigo.

E Norrin lembra-se do passado o motivo pelo qual tornou-se arauto do gigante. E sua vida depois sempre singrando o cosmo infinito pra saciar a fome de seu mestre. Então foi devido a resistência do Quarteto Fantástico que acabou despertando uma centelha de sua alma que há muito estava perdida.

Dali em diante o herói espacial viajou por milhares de mundos e obteve um conhecimento de diversas civilizações, mas no final de tudo sua morte vinha se anunciando como um câncer silencioso e destruidor.

Restando-lhe “talvez” um mês de vida e como último ato ele pretende viajar até Zenn-La.

A parte engraçada ficou com o Homem-Aranha, pois Peter queria apenas comprar uma jóia pra dar de presente pra Mary Jane. Só que não tinha grana suficiente pra comprar e teve que sair correndo pra combater um maluco num traje tecnológico avançado (ia se ferrar feio se não fosse a intervenção do Surfista).

Mesmo através de suas brincadeira, Parker notou que algo não estava bem com Radd.  Somente com sua insistência, Norrin confidenciou-lhe seu pesar e também conversaram sobre como a humanidade é fugaz vivendo simplesmente pra se autodestruir.

O Cabeça de Teia fala até de algumas soluções pra ajudar a raça humana, mas que infelizmente não teriam um efeito duradouro. Então, Peter busca MJ e o Surfista lhe empresta um pouco de seu Poder Cósmico.  Imbuída dessa energia ela consegue presencia maravilhas inimagináveis.

Pra mim um momento marcante acontece quando, Radd libera energia suficiente pra que todas as pessoas no mundo enchergassem tudo da mesma forma que ele.

Espalhando uma semente pra humanidade, porém o esforço foi grande deixando-o fatigado. Eu viajei nessa parte pensando na possibilidade de realmente vermos o nosso potencial pro verdadeiro bem maior deve ter sido algo impressionante.

Foi muito melancólico saber que mesmo após de vários anos convivendo com o Surfista, Peter não sabia praticamente nada sobre ele.

Num esforço excepcional todas as mentes prodigiosas do Universo Marvel tentaram ajudar, Norrin Radd. Desde o Doutor Estranho, Charles Xavier, Magneto, Bruce Banner entre vários outros.

Apesar de ter sido em vão, Stephen entrega a chama de todo conhecimento humano pro Surfista e ele parte pro espaço (um momento tocante).

Quando o Surfista consegue retorna pro seu planeta rever Shalla-Bal a emoção foi era grande demais.

De repente, Galactus chega a Zenn-la indo até seu ex-arauto debilitado. Mesmo com a possibilidade de “talvez” ser salvo, Radd não pensa em si próprio. Fazendo com que o gigante afirme que irá proteger seu planeta.

Após a morte do herói, Shalla-Bal implorou pro Destruidor de Mundos que transformasse seu amdo numa estrela. Com a explosão de uma supernova nossa aventura começou e com o nascimento de outra estrela estava terminando.

Essa estrela brilharia no céu intilando esperança pra todos que a contemplassem. A morte do Surfista é narrada pelo Vigia que também confessa que irá sentir falta do amigo.

Ao terminar a leitura a pergunta que não quis calar era o que fazer quando o fim é inevitável. Apesar de saber que irá morrer, o Surfista Prateado deixa um inegável legado de vida (ou também viver ao máximo).

E isso me deixou com a pulga atrás da orelha como eu irei me comportar quando souber que minha vida está no fim?  Ou será que estou realmente vivendo da melhor maneira possível?

Confesso sinceramente que apenas cogitando pensar nisso já fico assutado. Eu te pergunto pense nessa mesma situação acontecendo contigo como você agiria?

Somos fruto de nossas escolhas, mas no derradeiro momento não podemos fugir (aceitando e esperando a cortina descer).

A belíssima arte pintada de Esad Ribic consegue traduzir de maneira ímpar todo sentimento de pesar, tristeza e luto que o roteiro de J. Michael Straczynski nos mostra.

É uma daquelas raras ocasiões que valem a pena ler, reler e guardar na estante.

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Batman no Túnel do Tempo

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O Homem-Morcego é um dos pouquíssimos heróis em que suas aventuras quando transportadas pra outro período histórico ainda consegue manter uma dinâmica interessante.

Durante a década de 90 tivemos várias edições do Morcegão sob o título Túnel do Tempo (ou Elseworlds, no original). Foram: Terror Sagrado, A Guerra de Secessão e Morcego de Aço.

Ainda nesse mesmo estilo também tivemos: Gotham City 1889, Mestre do Futuro, Reinado do Terror, Houdini: A Oficina do Diabo e O Livro dos Mortos.

Só pra constar a clássica Batman: O Filho do Demônio também pertence ao estilo Túnel do Tempo.

Bom, essa minissérie em quatro edições foi lançada em 1995. E se você não conhece terá a oportunidade de saber um pouco sobre elas agora.

Cidadão Wayne

A primeira edição havia sido inspirada no filme Cidadão Kane, um clássico do cinema estrelado e dirigido por Orson Welles, em 1941.

Só pra constar durante a reformulação do Super-Homem feita por John Byrne, a versão Lex Luthor também foi inspirada neste filme.

Voltando, essa aventura tem argumento de Brian Augustyn & Mark Waid e arte de Joe Staton.

Como no filme estamos na década de 40 e logo no início ficamos sabendo que duas pessoas importantes na cidade haviam morrido.

Bruce Wayne, um magnata dono de um jornal muito influente e Harvey Dent, ex-promotor público que defendia a justiça acima de tudo. Ambos despensacaram de um prédio de forma fatídica.

Um detetive conduz a investigação perguntando sobre a vida das vítimas. É quando vemos o depoimento de várias pessoas.

Na Mansão Wayne, Martha conta que desde que seu marido morreu como herói querendo protege-los. Tentou manter a vida do filho longe do legado de seu pai, mas tudo que fez foi em vão.

Numa academia, Ted Grant conta que Bruce e Harvey eram amigos treinavam boxe juntos, porém havia um misto de rivalidade muito grande entre eles.

Depois foi a vez do Capitão aposentado James Gordon explicar como duas pessoas tão díspares agiam praticamente da mesma forma.

Quando estava na ativa, Gordon supervisionou o caso de Joe Chill, assassino de Thomas Wayne. Também esteve no caso da promotoria contra Sal Maroni , um dos mais tumultuados daquela época.

Como na versão original Harvey Dent sofreu um atentado com ácido sendo jogado em seu rosto (deixando-o desfigurado pra sempre). A grande diferença é que Gordon também estava com ele e quase morreu.

Após a tentativa de assassinato que sofreu deixando-o aleijado, Gordon preferiu esquecer tudo que havia presenciado (mais ele sabia da identidade secreta do Batman).

Ao ir embora o detetive ouviu o relato sobre o Batman contado pelo policial que o estava escoltando.

Essa versão do Homem-Morcego agia de forma impiedosa chegando a assassinar os criminosos que estavam no seu caminho.

No relato de Vicky Vale soubemos que Bruce era tão obssessivo quanto Batman e ela acusa seu chefe de ser o herói fantasiado. Fato que nega veemente aproximando ambos que estavam iniciando um romance. A morte de BW deixou Vale bastante arrasada.

No final Harvey Dent e Bruce Wayne se enfrentam no alto de um prédio durante uma tempestade. A luta é tão ferrenha que ambos despencam pra morte.

Quem estava investigando o caso era o detetive novato Dick Grayson e podemos notar que há uma inspiração pra que Batman surja novamente.

Essa é uma das minhas edições preferidas, porque Joe Staton conseguiu imprimir com sua arte todo um clima de filme noir que havia na trama.

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O Ninja

Essa segunda edição tem argumento de Chuck Dixon e arte de Enrique Villagrán.

A história se passa no Japão Feudal e começa com uma versão do Batman trajado de samurai enfrentando vários adversários.

Diversos soldados forma enviados pra matá-lo, mas só conseguiram a muito custo usando rifles. Robin estava distante, porém só chegou a tempo de ouvir o último pedido de seu sensei.

Fazendo-o jurar não matar pra vinga-lo e devotar sua lealdade ao Shogun. Após a morte do seu Mestre, o jovem divaga sobre o passado e ficamos sabendo que o Samurai Morcego servia ao clã Hideyoshi como assassino protegendo-o de seus inimigos.

Devido a morte dele sua lealdade passou a ser de Hideyori, seu filho que enfrentou diversas batalhas e numa delas sucumbiu as forças do Tokugawa Ieyasu.

Ao assumir o poder, Tokugawa fez coisas terríveis com todos os camponeses, samurais e daimyos. Somente Hiedeyori mantinha uma resistência graças aos esforços do Samurai Morcego.

O jovem havia sido criado pelo Samurai para futuramente tomar seu lugar. Pensando até que ele fosse seu pai, mas não era. E antes de morrer pediu que entregasse a Espada Massamune pro Shogun junto com uma mensagem.

Depois de queimar tudo que havia dentro da caverna, o rapaz partiu em sua missão. No caminho foi confrontado por um grupo de guerreiras ninjas que se vestiam no estilo da Mulher-Gato. Formando uma aliança contra um inimigo em comum a Rosa Venenosa.

Ao se dirigir novamente pro Castelo de Osaka sofreu outra emboscada, porém consegue sobreviver devido a sua desteza unido ao árduo treinamento que teve.

O castelo estava cercado com diversos regimentos de soldados de Tokugawa. Tanto a muralha, quanto seus soldados estavam fraquejando e seria apenas questão de horas pra que tomasse conta de tudo.

mesmo em menor número, mas agindo sorrateiramente, Robin consegue entrar no castelo e luta fervorosamente a fim de encontar respostas cruciais pra sua vida.

Ao procurar seu amo, acaba descobrindo ser irmão dele e que tinha direito ao trono mais as ordens era que deveria ter sido morto pelo Samurai Morcego. Só que ao invés de retirar sua vida, criou-o como um filho, protegendo-o e ensinado tudo aquilo que sabia.

Robin teve que lutar contra Hideyori por sua vida tendo que mata-lo (pra se defender). No final ao saber que já não tinha cumprido a promessa do seu Sensei, o Tengu comete harakiri.

O Ninja é uma história bastante sinistra, pois em busca pelo conhecimento de seu passado. Robin encontra algo que nunca deveria saber.

A arte de Enrique Villagrán não é uma das melhores, porém seus detalhes são bem precisos. E também devido as cores escuras de Phil Allen conseguem realmente nos fazer viajar durante a aventura

Fim da primeira parte.

 

A Luta do Século

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É uma história que foi publicada em Universo Marvel # 14, em 2011.

Nela temos roteiro de Anthony Johnston e desenho de Sean Chen. Infelizmente não sabemos em qual momento da vida dos heróis aconteceu esta aventura.

O fato que vale a pena observar é que trata-se do Demolidor e Luke Cage, pois ambos são heróis do 2° escalão da editora. Mais que possuem milhares de fãs e apreciadores de suas histórias ao redor do mundo (finalmente estão recebendo a merecida atenção agora).

Lembrei deste embate, porque o Demolidor está com uma ótima série que está chegando a sua 2° temporada com participação da Elektra (nem preciso comentar que Jessica Jones está excelente).

E logo teremos a chance de apreciar o seriado do Luke Cage, Justiceiro e também do Punho de Ferro.

Achei sensacional a Marvel se unir a Netflix produzindo seriados destes heróis que considero com temática urbana direcionados pro público adulto. E que na verdade possuem milhares de fãs só que geralmente ficam jogados pra escanteio nos gibis.

Bom, na trama a dupla estava patrulhando a Cozinha do Inferno. Até que o Demolidor capta um problema com sua audição ampliada.

Saltando por entre os prédios, Matt chega primeiro desarmando os assaltantes. Restando apenas um que estava armado e tentou atirar nele.

No último instante, Cage segura o cano da arma destroçando-a. Depois ambos discutem quem é o melhor, Murdock que foi treinado por ninjas ou Luke com seus superpoderes.

Devido as divergências eles combinam uma luta na Academia Fogwell valendo mil dólares (sendo que o dinheiro iria pra uma instituição que escolhessem).

Então, Matt conta a história da luta pro Foggy Nelson que tenta dissuadi-lo da loucura que é enfrentar um adversário tão forte. Obviamente Murdock não pensa em desistir.

Vemos o mesmo acontecendo no meio de uma pancadaria, pois Cage relata pro Punho de Ferro (Danny Rand) a situação.

O que a dupla não sabia é que um integrante da gangue que estavam combatendo ficou de fora e estava querendo se aproveitar daquela situação.

A luta é tensa com diversos golpes potentes sendo dados, mas logo Murdock notou que seu adversario estava estranho (e caiu desacordado). Cage havia sido drogado por Tucão, um reles bandido que colocou algo na água do herói.

Tucão se aproveitou do embate e espalhou pra geral. Então um apostador investiu uma grana alta na vitória do Demolidor e o bandido estava ali pra garantir que isso relamente acontecesse.

Por garantia, ele havia gravado toda luta forjada em seu celular. Ao saber do ocorrido, Matt ia deixar o bandido se safar, porém Foggy arrebentou Tucão de porrada apagando o vídeo e liberando-o em seguida.

Quando, Nelson retorna pro ginásio se depara com os heróis voltando a lutar.

Apesar que este tipo de história não chega a ser nenhuma novidade, pois está se valendo de uma situação que já foi mostrada inúmeras vezes. Talvez você já até tenha visto um momento assim num filme, desenho ou séries.

Pra mim o roteiro não é grandioso, no entanto o que despertou meu interesse no embate é que são amigos que se respeitam e justamente torna-se uma questão de honra manter esse sentimento. Tornando sua amizade mais sólida dali em diante.

Se gostou deixe algum comentário, mas se não gostou deixe um comentário também.

Ravena

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É uma das principais e mais poderosas integrantes da famosa formação dos Novos Titãs.

Foi graças a intervenção da Ravena no Templo de Azarath que a equipe se uniu, pois antes havia a clássica formação da Turma Titã.

Raven foi criada pelos mestres Marv Wolfman e George Pérez surgindo na edição DC Comics Presents # 26, em 1980.

Seu nome significa “corvo”, Ravena é uma empata que pode controlar sua alma e também se teletranportar.

Além da magia seus poderes incluem cura, levitação, campo de força, telepatia entre outras diversas coisas.

Inicialmente, Ravena tinha uma personalidade bastante sombria e na maioria das vezes era sarcástica sempre demonstrando uma ironia em suas palavras.

Ela também tem a capacidade de controlar a emoção da pessoas (seja absorvendo ou influenciando). Um fato importante sobre isso é que fez tanto Dick, quanto Wally se apaixonarem por ela em situações distintas.

A heroína é uma mestiça filha de Arella, uma humana com Trigon, um demônio interdimensional. Ravena cresceu na dimensão alternativa de Azarath, com seres pacíficos, cuja líder espiritual era a Mística Azur.

Uma curiosidade interessante é que o nome verdadeiro da heroína é Rachel Roth, uma homenagem ao sobrenome de sua mãe.

Seu crescimento nessa dimensão alternativa foi somente para reprimir os poderes demoníacos herdados por seu pai. Então ela era impedida de sentir qualquer emoção mais forte.

Mesmo crescendo sem intimidade com sua mãe, após seus 16 anos, Arella começou a conviver com afilha ensinado-lhe a ter sentimentos. Foi quando a menina descobriu que seu pai planeja invadir nossa dimensão.

Decidida a impedi-lo, Ravena primeiro contatou a Liga, mas devido ao conselho da Zatanna eles se recusaram a ajuda-la (ela havia visto o mal que existia dentro de Ravena).

Tomada pelo desespero resolveu contatar a Turma Titã: Robin, Moça Maravilha e Kid Flash, mas também teve alguns novos membros: Estelar, Cyborg e Mutano.

Essa formação ficou muito importante na memória afetiva dos fãs devido as tramas envolvendo o clima familiar entre os integrantes. Por isso nas versões animadas da equipe temos Robin, Estelar e cia. agindo em divertidas situações.

Voltando, algumas vezes vemos Ravena sucumbindo as suas emoções causando problemas terríveis pra equipe (é por isso que sempre se controla demais e se afasta das pessoas).

Nossa heroína tem participação em diversas ediçoes importantes da equipe que obviamente vou passar direto por elas (senão o texto ficaria grande demais).

Então vamos pras versões animadas de Ravena. Sua primeira aparição foi no inesquecível Os Jovens Titãs (ou Teen Titans, no original), uma produção comandada por Sam Register e Glenn Murakami que homenageou a formação da equipe lá dos anos 80.

Ravena é demonstrada com uma expressão serena e seu rosto está sempre encoberto pelo capuz ajudando a complementar sua figura sombria e enigmática (ela é muito reservada e sua marca principal é seu mal humor).

Ravena precisa constantemente estar controlando suas emoções para manter a si própria em segurança e também de todos ao seu redor.

Então ela se mantém distante da maioria de seus amigos para esconder suas emoções mantendo-se sempre meditando.

Como nos quadrinhos temos as principais características seus poderes citados lá encima, mas a melhor parte é vê-la citando: “Azarath Metrion Zinthos”, para que sejam utilizados em alguma situação necessária.

A frase é um tipo de invocação que significa o centro de suas emoções Azarath é seu lugar de origem, Metrion nossa dimensão terrena e Zinthos, a dimensão de seu pai.

O que eu mais gostei da Ravena foi ver sua múltipla personalidade dividida em diversas cores como: cinza, laranja, vermelha, amarela, verde, rosa e branca.

Na cor cinza se destaca a tristeza, na laranja a preguiça, com a vermelha seu lado maligno, na amarela destaca-se sua inteligência, verde é muito forte, rosa demosntra sua alegria e branca é a mais poderosa, pois são todas reunidas.

Assim como nos quadrinhos demora pra acontecer mais temos o relacionamento amoroso com o Mutano. Garth se destaca por ser muito brincalhão contando piadas para que Ravena possa se divertir.

Rola até um imenso ciúme quando ele cai de amores pela Terra, uma menina que se infiltrou na equipe e traiu a confiança de todos.

Em, Jovens Titãs: Missão Tóquio (Teen Titans: Trouble in Tokyo) que tornou-se o último episódio da série animada. Ficamos sabendo que Ravena é poliglota, uma pessoa que conhece diversos idiomas.

Essa versão da equipe vai deixar saudade pra todos nós que aprendemos a gostar dela.

Depois tivemos a tresloucada série animada Os Jovens Titãs em Ação (ou Teen Titans Go!, no original).

A personalidade de Ravena foi acentuada tornado-se mais sombria e sarcática. Pra piorar demonstra tédio sobre tudo e vemos que na maioria da vezes prefere ficar sozinha.

Ainda continua sendo filha de Trigon, precisa controlar seus poderes, gosta de meditar e de ler também.

A parte mais engraçada é que gosta da Rosinha e Esmeralda, personagens de um famoso desenho animado que lembra muito My Little Pony.

O relacionamento com Mutano é mostrado novamente, pois ele é super apaixonado pela Ravena. A heroína não admite abertamente, mas o sentimento da parte dela é recíproco.

Quando, Garth fica caidinho pela Terra vemos de novo, Ravena morrendo de ciúmes dele.

Um outro episódio interessante foi quando, nossa musa retirou sua capa e ficou de pernas de fora. Os meninos ficaram babando, sua personalidade ficou mais leve, sexy e até mudou seu codinome pra Pernocas Poderosas.

Há algumas coisas que posso até destacar como no episódio da televisão que Cyborg faz referência as séries dos anos 80 (Esquadrão Classe A, A Super Máquina, O Super-Herói Americano entre outras).

Mais no geral detesto essa versão animada por ser muito, muito, muito infatil até demais.

Atualmente a heroína recebeu um visual mais dark destoando um pouco daquele que nos acostumamos a ve-la (só não sei se será definitivo).

Confira na galeria abaixo algumas imagens da Ravena e também de outras musas da DC Comics que garimpei na web