Imagine Batman

batman

Just Imagine Stan Lee foi o primeiro trabalho do Excelsior feito pra Distinta Concorrente.

Depois de algum tempo esses personagens foram parar no Multiverso da editora vivendo na Terra-6.

Nesta versão tivemos arte do extraordinário Joe Kubert que conseguiu demonstrar na medida certa um tom sombrio e ao mesmo tempo tristonho na história.

O rapaz humilde, Wayne Williams perdeu seu querido pai, um  policial que estava cumprindo o seu dever. O bairro onde morava era comandado pelo “Mão” Horgum, um bandido local que de tão ambicioso tornou-se o maior chefão do crime organizado da cidade.

Tendo que sobreviver, Wayne tentava levar uma vida normal trabalhando numa mercearia. Infelizmente o “Mão” sofreu uma embosca na frente do local de trabalho do rapaz.

Enquanto o pilantra pensou apenas em si mesmo se abaixando, Nita, sua namorada ficou congelada de medo (e Wayne num instinto impulsivo salvou a vida da moça).

O Mão não gostou desferindo uma surra federal no pobre rapaz. E pra piorar depois foi roubar a mercearia aonde Wayne trabalhava. Como conclusão disse que Williams havia entregado o roubo e ainda incriminou deixando a arma do crime nas mãos dele (por causa disso foi sentenciado a prisão).

Além de ter sido preso por um crime que não cometeu, Williams ficou fervendo de ódio ao saber que sua mãe havia morrido. Seu coração estava repleto de mágoa por não conseguir provar a ela sua inocência.

Então decidiu deixar de ser vítima das circunstâncias e resolveu fortalecer a mente e o corpo (lendo livros e fazendo exercícios).

Seus momentos de solidão  eram esquecidos de uma maneira inusitada, pois um morcego que entrava pela janela da prisão (tornou-se seu melhor amigo).

Algum tempo depois, após conter uma rebelião na prisão que na verdade havia sido planejada pelo Reverendo Darrk, Wayne recebeu anistia salvando a vida do diretor. Nesse meio tempo, o Mão já sabia de sua soltura, porém Williams foi mais esperto.

Através da luta livre da TV, usava um uniforme de morcego e assumiu o nome de Batman.

Quando ficou rico e famosos, Wayne não havia esquecido do principal motivo que o levou até aquela situação (sua vingança contra Horgum). E pediu ajuda pra única pessoa em quem confiava plenamente o Dr. Frederick Grant.

O inventor conferiu ao uniforme do Homem-Morcego características do verdadeiro roedor alado, no qual se inspirava como: lentes de visão noturna, sensor eletrônico pra ampliar o som, capa tipo asas e revestimento de Kevlar no uniforme pra que seja a prova de balas.

Logo, Batman desce na coberura do Mão enfrentando-o numa luta repleta de vários socos poderosos.  Até que num certo momento perto da sacada, Horgum acho que iria vencer, mas   o Morcegão se abaixa e vilão cai do prédio direto pra morte.

Nita entra em pânico, mas o herói a protege prometendo em seu íntimo conquistá-la futuramente. Ao final, o perverso Reverendo Darrk demonstra seu poder afirmando que planeja algo grandioso.

A aventura é boa, mas não é uma das minha preferidas. A parte interessante  é o sentimento de vingança que faz Williams encontrar motivação para seguir em frente com sua vida. Vemos alguns elementos da mitologia do Batman que pra mim não foram tão bem explorados assim.

Pra fechar, “Nas Ruas”, com roteiro de Michael Uslan e arte de Alex Sinclair.

Aqui vemos um jornal com uma reportagem do Batman em destaque. Não há diálogos nas cenas, apenas o jornal vai voando pela cidade passando de mão em mão.

Apenas posso supor que o Homem-Morcego se tornou bastante popular, pois no final um menino brinca  de cabeça pra baixo como se fosse um morcego.

Sinceramente conseguiu passar sua mensagem, no entanto ficou simples demais.

Espero que tenham gostado e relembre aqui o texto anterior.

 

 

 

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Space Ghost – O Espectro Sinistro

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Pra quem cresceu lá na década de 80 como eu sabe que Space Ghost é uma das melhores de tantas e várias outras lembranças inesquecíveis daquela época.

Há algum tempo atrás foi lançada uma excelente minissérie do Space Ghost com arte de Ariel Olivetti, roteiro de Joe Keli (e capas de Alex Ross).

Bom, essa edição foi escrita pela dupla Mark Evanier e Steve Rude que também contribuiu com sua arte inigualável.

Na trama, Zorak um dos maiores inimigos do herói no desenho antigo. Havia sido condenado há cinco dias no Mundo Cárcere. Mais um dia em nossa contagem era o equivalente pra 20 anos (então foram 100 anos de condenação).

Zorak reclama de sua estadia na prisão sendo motivo de zombaria dos outros detentos que também estão ali graças ao herói. Junto com Zorak: Brak, Rei das Criaturas, Metallus e Larápio formam a União do Mal.

Quando o louva-deus estava falando em se unir com Larápio foi atingido por um raio que o fez desmaiar.

E logo foi transportado mentalmente até um estranho misterioso lhe incumbe da missão de reunir os piores inimigos do Fantasma do Espaço. A intenção é somente uma destruir de uma vez por todas Space Ghost.

Dando a até uma cópia dos Braceletes do Poder pra que pudesse fugir. O vilão acorda pensando que tudo não passou de uma alucinação, mas ao pressionar o lugar aonde estaria o bracelete um raio é disparada contra seu carcereiro robô.

Graças a isso consegue uma rebelaião pra destruir seu oidiado arqui-inimigo. Uma anve surge levando todos os prisioneiros pra longe da prisão.

Enquanto isso Jan e Jace estavam se divertindo numa praia, porém logo são convocados pelo herói. No Planeta Fantasma uma chamada de emergência faz Space Ghost ficar preocupado com o surgimento da União do Mal, um grande problema que poderia se espalhar pela galáxia.

Devido estar absorto em pensamento SG não notou que uma nave surgiu repentinamente capturando-o, mas devido aos seu esforços conseguiu escapar.

Logo o herói é atacado por morcegos espaciais gigantes, porém há uma discussão na nave pelo direito de dar cabo da vida de SG. Somente Larápio diz acreditar que Zorak deveria liderar o bando, mas diante do nervosismo o louva-deus hesita em argumentar um plano.

É quando o estranho misterioso sussura pra libertar Metallus pra que destrua o Planeta Fantasma. Zorak faz tal afirmação dizendo que havia libertado-o da risão Omega.

Quando estava voltando pro seu QG, o vilão misterioso diz seu plano citado acima. Fazendo nosso herói voltar desesperado pra que haja tempo de salvar Jen, Jace e Blip.

Só que algo já estava ocorendo, pois os irmãos descobriram a fuga do Mundo Cárcere e estavam sendo atacados. Mesmo tentando fugir acabam sendo capturados pelo gigante restando apenas Blip.

Ao chegar, SG encontra tudo destruído e parte no Cruzador Fantasma pouco tempo depois.

Ao invadir o esconderijo dos vilões, o herói estava sendo espionado por Zorak. E ao entrar Larápio joga seu gás do sono atordoando-o, Brak utiliza um campo de força achatador, mas Zorak chega pra reclamar e os três brigam pelo momento de matar o herói.

Blip esperto como sempre aumenta a confusão entre eles, conseguindo libertar seu amigo que voa dali pra recuperar-se. Ao chegar do lado de fora SG se depara com monstros gigantescos enviados pelo Rei das Criaturas.

Nosso herói consegue se safar usando seu campo de força e também o raio de calor. Só que Metallus ainda queria uma revanche e o estranho misterioso lhe proporciona tal feito.

Metallus propõe um mano a mano pra saber que é superior e o herói aceita. A luta é acirrada mais o vilão engana Space Ghost pegando suas armas pra levar vantagem.

Larápio pegou os braceletes fugindo elfórico com eles, no entanto Jan e Jace são libertos por Blip.

Os irmãos descobrem a identidade secreta do inimigo misterioso ficando abobalhados. Ao derrotar Metallus que acerta um tanque de gás criogênico e se congela.

Depois, Space Ghost conhece seu algoz misteriosos que havia arquitetado todo aquele plano sinistro. Depando-se com um homem idêntico a ele.

O falso SG era um andróide criado pela União do Mal no momento em nosso herói havia sido capturado por uma nave no início desta aventura.

O verdadeiro Space Ghost foge, pois está sem seus braceletes do poder enqunato sua cópia se vangloria perseguindo-o.

Como sempre o macaquinho salva a pátria recuperando os braceletes levando-os até os irmãos.

No exato instante que o andróide ia destruir SG, surgem Jace e Jan servindo de distração para que Blip entregasse seus braceletes. O vilão foi acertado indo parar longe e Zorak em sua sede de vingança atinge o andróide ao invés do herói.

Os vilões são presos e tudo volta ao normal com a equipe retornado pra casa.

Sinceramente, não vá esperar nada de especial ou extremamente maravilhoso nesse gibi, porque Space Ghost – O Espectro Sinistro é uma edição bastante simples mesmo. Conseguindo apenas evocar aquele clima inocente da série animada do herói nos anos 60.

Com certeza vale a pena pra aqueles fãs nostálgicos que assim como eu adoram remexer no passado. O roteiro não é nada mirabolante mostrando aquela eterna luta do bem contra o mal.

Só devo acrescentar que a arte de Steve Rude ficou sensacional devido as cores de Willie Blyberg que realçou bem o estilo do desenhista.

Até o próximo post.

 

 

 

 

 

 

Heróis DC por Stan Lee

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O maior criador de super-heróis do Universo Marvel esteve reimaginando algumas origens dos personagens da Distinta Concorrente, lançados em 2000. Se eu não me engano, recentemente a saga Convergência destruiu esta terra paralela criada nas edições.

Em todos os gibis temos também a colaboração de Michael Uslan no argumento.

Então pra quem já conhece vale a pena relembrar e pra quem não leu mate sua curiosidade.

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Imagine Superman

O maior ícone dos qudrinhos ficou totalmente diferente sob a arte de John Buscema.

Nesta versão numa galáxia muito distante daqui, Salden é um tira espacial que vive com sua querida esposa Lyela. Ele precisa se exercitar bastante pra poder atuar junto com seu esquadrão geneticamente alterado (o esquadrão ficou parecido com os Parademônios, de Darkseid).

A descoberta científica do Vergador espaço/temporal nada mais é que um motor de dobra (algo normal na mitologia de Star Trek). Salden salva o dia ao evitar que refens sejam mortos por terroristas num cruzador intergalático.

Seu antagonista é o grandalhão, Gundor Gorrok que foge da prisão usando uma ombreira voadora. Apenas pra se vingar do Mantenedor da Lei, no entanto como não o encontra em casa mata friamente sua esposa.

Salden ao saber dessa tragédia é tomado por uma fúria irracional partindo pra matar, Gorrok que foge roubando uma nave experimental.

O herói consegue entrar de forma sorrateira na aeronave e temos uma luta ferroz entre eles, mas de repente Salden notou que a nave iria cair. E Gorrok se aproveitou daquela situação golpeando-o e fugindo logo a seguir.

A nave cai na água, porém Salden pensou que não escaparia com vida. Só que pra seu total espanto consegue escapar. É claro que devido a atmosfera da Terra, ele está ganhando superpoderes.

Sendo uma versão do Super-Homem original, Salden adquire superforça, velocidade fora do comum e consegue saltar grandes distâncias. Ele aprendeu facilmente a falar o idioma nativo, porque era composto somente por 23 letras.

Enquanto isso, Gorrok torna-se líder de uma tribo dominado-os pela força (e postereiomente se aliando ao Reverendo Darrk). Para poder sobreviver, Salden trabalha como artista de circo fazendo feitos incríveis.

A origem do Super-Homem está conectada ao circo, pois Siegel e Shuster usaram como inspiração o uniforme de trapezistas. Vemos esta referência na cena citada acima (Stan Lee como sempre é muito perspicaz).

A parte interessante é no momento em que Salden escolheu seu nome, pois num furgão estava escrito Clark & Peter Ice Cream e num placa de Rua Parker com Rua Kent. Uma óbvia homenagem as identidades secretas do Homem de Aço e do Cabeça de Teia.

Depois, ele aprende num gibi a manter em segredo sua identidade e também a origem de seus poderes. Infelizmente como a tecnologia da Terra é muito atrasada em relação ao seu planeta natal, Salden decidi ajudar para conseguir retornar pra casa.

A notícia dos seus feitos fantásticos no circo logo se espalha e a bela agente Lois Lane lhe propõe fama e dinheiro no apartamento de “Clark Kent”. Só que o governo também demonstra um interesse muito grande nele.

Salden seria preso, mas no exato instante que isto iria acontecer surge um advogado contratado por Lois.

A edição menciona a Enterprise e o entrevistador Larry King. Lois fica ávida em conseguir licenciatura pra explorar a imagem de seu cliente desenhos, revistas, camisas entre outras coisas (algo que já acontece no mundo real).

O noticiário da telinha mostra que o presidente chinês havia sido capturado por terroristas. Fato que desencadearia uma guerra atrasando ainda mais a conquista espacial do planeta deixando, Salden preso por mais tempo aqui.

Ele decide intervir servindo de isca pra salvar o presidente, mas acaba descobrindo que Lois havian sido feita de refém por Gorrok. Ao ser acorrentado foi provocado pelo vilão e demonstra sua ira quebrando-as. Outra refência a clássica a cena do Superman quebrando correntes, o herói salva Lois e derrota facilmente a gangue quq queria destrui-lo.

Aparentemente, Gorrok morre soterrado, após salvar o presidente de morrer numa explosão no alto de um relógio, ele ganha o nome de Superman da mídia. Salden começa a pensar que todos os acontecimentos haviam sido feitos por alguém muito perigoso.

E nós sabemos que é a tal conspiração do Reverendo Darrk, no entanto não há nenhuma pista concreta de sua verdadeira intenção.

A trama se conduz no fato de Salden arranjar uma forma de voltar pra casa e a excelente arte de John Buscema pra mim demonstra ter um estilo anos 70. Não sei se foi feita de propósito ou se é assim mesmo.

Na parte final, temos “Nas Ruas”, com arte de Kyle Baker em estilo de desenho animado e roteiro de Michael Uslan.

Presenciamos uma acalorada reunião numa empresa de quadrinhos. O editor Joe deseja faturar de qualquer jeito com o Superman. Entre as pessoas que estão na mesa vemos uma homenagem a Stan Lee. Nome de empresas de gibis são citados e também de Liebowitz e Donenfeld.

Ele que usar Atlantis como planeta de origem do herói, mas a Disney já havia usado numa animação. O editor conseguiu vender várias edições do herói e pensou em criar outros personagens como: Supergirl, Superboy, Supercão, Supercavalo entre outros personagens que nós sabemos são pertencentes  a mitologia do Azulão.

Até que Lois entra intempestivamente em sua sala ameaçando usar o Superman pra pegar o Joe se ele não parar de publicar as edições. Ele cheio de medo resolve acatar sua decisão e no final, Lois entra em contato com a DC oferecendo o herói pra substituir o mago Zatara, pai da Zatanna nas edições de Action Comics.

A história é curtíssima, porém bem interessante e se não me engano a citação pode ter sido um fato verídico, pois algo realmente assim aconteceu lá no final da década de 30 quando o Superman surgiu nos gibis para conquistar o mundo.

Espero que tenham gostado.

 

 

Artista

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Dandonfuga

Há diversos desenhistas no Deviantart que merecem realmente ter destaque por causa de sua arte.

O estilo de Dandonfuga impressiona por suas pin-ups serem bastante sexy, mas principalmente mantendo uma feminilidade que parece ser natural.

Na galeria abaixo você irá encontrar algumas musas conhecidas nossas como: Cammy, Supergirl, Velma, Hera Venenosa, Harley Quinn, Rey, Korra, Chun-Li, Lara Croft entre várias outras.

Druuna – Última Parte

Druuna

As aventuras de nossa heroína duraram de 1985 até 2003, mas Serpieri lançou Druuna em diversas ilustrações como: Obsession, Druuna X, Druuna X 2, Croquis, Serpieri Sketchbook, Serpieri Sketchbook 2 e The Sweet Smell of Woman.

A saga da heroína não é algo assim tão fácil de digerir, pois podemos notar que obviamente em várias cenas Druuna serve apenas como objeto sexual dentro da trama.

Mais não devo negar que os conceitos mostrados por Serpieri são bastante complexos. Suponho que talvez quem goste de filosofia seja um prato cheio ficar divagando sobre o que lemos em sua obra.

Pra finalizar vou comentar sobre mais duas edições de nossa  musa que li

Forbidden-planet

Druuna – O Planeta Esquecido

Nesta aventura nossa musa estava na nave em animação suspensa e acorda sentindo todo seu corpo dolorido (descobre ser a única que conseguiu sair ilesa). Na verdade parece que passou muito, muito tempo mesmo desde sua última história.

Druuna caminha por uma cidade estranha que “parece” estar vazia se deparando com uma aberração. Foi salva por criaturas hominideas encapuzadas e pelo que podemos constatar nunca viram um corpo feminino (ainda mais tão belo).

Sendo presa e levada por vielas sujas, ela se recorda de Shastar, porém não se lembra do nome dele. Logo o grupo é atacado e nossa musa precisa se proteger pra não ser atingida.

Máquinas e seres estranhos estão travando uma guerra e Druuna está sendo levada refém pela cidade (o calor demasiado a faz desmaiar).

Depois que acorda descobre que está numa sala tipo big brother com câmeras por todos os lados. E vê num vídeo quando foi possuída até se dar conta que estava tendo relações com um monstro.

Isso foi algo que a deixou bastante horrizada e pensando numa maneira de fugir daquele lugar. Então surgiu de repente um conselho daqueles hominídeos indagando o porque da existência de Druuna.

Ela ficou descobriu que a humanidade havia sumido há bastante tempo, porém não sabia por qual motivo havia ido para lá. Druuna é levada pra fora por um deles e descobre que é Will ou pelo menos era.

Um ser estranho estava controlando Will a fim que houvesse um renascimento da raça humana. Mais com que propósito não sei explicar.

Aquele que foi Will agoniza dando chace de nossa heroíana fugir. Druuna sai em disparada pelos corredores mais vai para na sala da Grande Mãe (uma monstruosidade que controla a todos os hominídeos).

Quando caiu em seu controle mental, Druuna acorda numa sala se assustando com todo ocorrido. E pensou será que aquilo foi somente um pesadelo ou aquela alucinação era de verdade?

Naquela sala, nossa heroína encontra Will novamente e ambos se entregam a volúpia do sexo. Então a cena muda e Druuna está presa vendo os momentos com seu amante enquanto está presa para que coloquem uma criatura estranha preso em suas costas.

Pra sua sorte um robozinho a liberta, levando-a até ao velho que sempre lhe ajuda, mas agora trata-se de uma versão robô.

Eles caminham por lugares que lembram um esgoto por algumas horas e decidem parar pra descansar. Druuna sonha com Shastar fazendo com que sua mente fique ainda amais confusa.

Só que de repente surgem hominídeos e máquinas deflagrando um combate. Nossa musa e seu robô guardião conseguem fugir indo até uma estrutura complexa.

O velho robô explica diversas coisa pra nossa heroína que até eu fiquei confuso ao ler. Shastar se comunica telepaticamente com Druuna, porém as cenas mudam novamente e por instantes vemos Druuna presa as vários tubos.

E quando ela “acorda” toda aquela imensa cidade havia desaparecido, Shastar explica que tratava-se de uma ilusão. E que suas lembranças podem ser encontradas somente no planeta esquecido.

A história termina com nossa musa sendo transformada em máquina e totalmente perdida em sensações e pensamentos.

Druuna – O Planeta Esquecido é a edição mais complexa de todas, pois há momentos que eu não consegui entender nada da narrativa (pra mim ficou bastante confusa). E sinceramente, eu não gostei da mudança tão radical que fizeram com Druuna.

Druuna - 08 - Clone

Druuna – Clone

Essa história começa aonde a anterior terminou, mas a Druuna robótica está velha (notamos que bastante tempo se passou). Seus circuitos estão falhando e ela deseja retornar pra sua forma humana.

Shastar conta que havia resolvido o problema dela produzindo um novo corpo pra nossa heroína (como conseguiu essa grande proeza não foi explicado).

A Druuna robótica mergulha num tipo de piscina e retorna pra sua bela forma humana. Mesmo estando eufórica por ser humana novamente, Druuna corre perigo fugindo daquela cidade só de máquinas.

Ela acaba esbarrando em Thingamajig, uma versão robótica daquele velhinho que sempre ajuda nossa musa nos momentos de maior necessidade. Enquanto estavam conversando, Druuna que andava num tipo de rio foi arrastada por um turbilhão de água e foi parar bem longe dali.

Quando estava quase se afogando viu que seu protetor ainda a seguia e praguejou bastante por ele não ter lhe ajudado. Depois, Druuna pensa em sua situação e como irá prosseguir sem Shastar estar ao seu lado.

A parte estranha é que Thingamajig carregava em sua bolsa a mesma roupa que Druuna usava lá em Morbus Gravis I. Pela conversa deles deu pra notar que o velhinho sempre curtiu uma paixão por nossa musa.

O velhinho construiu uma jangada e ambos partem dali conversando coisas que não fazem sentido algum. Até serem atacados por monstros marinhos criados pelos robôs.

Então a correnteza fica mais forte e o robô se molha tendo que ficar imóvel pra seu auto reparo. Sem saber pra onde relamente está indo, Druuna começa a divagar sobre tudo que viu naquela cidade desolada.

E também se lembrou de como era sua vida antes de toda essa loucura acontecer. A principal pergunta que estava em sua mente é o que havia acontecido com os seres humanos? Pricipalmente por que somente ela havia restado?

Imersa nessa confusão acaba adormecendo pra descansar e quando acorda encontra-se naquela mesma praia paradisíaca que vimos em Morbus Gravis II. Thingamajig diz que ali é um lugar horroroso e já viu melhores (duvido muito).

Eufórica por estar ali, Druuna mergulha pra aproveitar e se recorda de Lewis, mas quando retorna nota que o velhinho sumiu deixando-a sozinha. Caminhando por uma floresta enorme ela nota que prevalece um silêncio total e que não nenhum sinal de vida.

Quando estava se sentindo perdida surgem de repente vários andróides estranhos que mesmo sem falar nada inteligível suplicam ajuda a nossa heroína. Eles estavam sendo caçados, no entanto Druuna consegue se esconder. Mais infelizmente acaba indo parar no covil destes caçadores (sendo levada junto com os outros).

Desesperada, nossa musa passa um certo entendimento de destino e dor para as máquinas que estão presas pra morrer. Ela adormece devido ao cansaço e quando acorda Thingamajig está ao seu lado, mas todos os andróides sumiram.

Ao fugir dali, Druuna vê quadros grotescos que parecem estar vivos, porém gosta somente da pintura da Monalisa. Caminhando encontra um laboratório no qual uma experiência grotesca é feita com um andróide.

Ambos saem dali com nossa heroína praguejando o velho robô até entrarem numa vasta biblioteca. Aonde um ser andrógino conversa com Druuna sobre as experiências humanas como dor e prazer. Mesmo querendo manter a conversa, Druuna adormece e acaba sonhando com este ser que para lhe dar prazer se transforma tanto em mulher, quanto num homem.

De repente, nossa musa está presa e o mesmo ser quer desvendar os mistérios de seu cérebro causando lhe dor. Druuna se desespera e conta que não é uma máquina que pode ser delsligada (e que o sentimento é algo que não se pode medir).

Druuna acorda deste sonho procurando por aquele que a estava acompanhando, mas encontra somente aquela lata velha. Saindo daquela biblioteca encontra o andróide que lhe explicou que só passou a entender o sentido de ser humano quando esteve com ela. A compreensão dos sentmentos humanos é exatamente o que as máquinas não querem que volte a existir.

Pelo que entendi as máquinas querem um homem que entenda sobre a humanidade, mas que tenha sentimento algum. Druuna vê quando andróide é exterminado justamente por compreender o sentido de morte.

No final, Druuna descobre que ela é apenas um clone que sua jornada ficou ainda mais confusa. Por causa de seus sentimentos que declaradamente são humanos e verdadeiros. Ela e Thingamajig retornam pra onde vieram terminando assim essa aventura.

Sinceramente, Druuna – Clone é a pior edição de todas da saga de nossa musa (é a que eu mais detestei). Obviamente sua trama percorre o sentido do que realmente nos torna humanos exemplificando, dor, prazer como citei acima e realmente não explica porcaria nenhuma da longa história que víamos acompanhando.

Sem sombra de dúvidas arte de Serpiere continua magnífica, mas o roteiro é incompreensível demais dizendo nada e chegando a lugar nenhum.

Relembre da edição anterior aqui e não se esqueça de deixar um comentário.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

DC: Um Milhão

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Essa aventura teve roteiro de Grant Morrison, arte de Val Semeiks e foi mostrada numa minissérie principal contendo 4 edições sob o título ‘”Um Milhão”.

No entanto também estava conectada com os gibis mensais de alguns heróis da editora, em 2000.

As edições que mostraram essa aventura foram Super-Homem # 39, Batman Vigilantes de Gotham # 39, Melhores do Mundo # 27, Super-Homem: O Homemde Aço # 11 e Batman # 39.

Lembro que na época junto com o gibi DC Um Milhão # 1 veio uma caixa preta pra guardarmos todas as revistas da saga.

Eu fiquei bastante impressionado, porque conheci a Legião da Justiça A, uma equipe do século 853. Eles pertencem a um futuro muito mais longínquo e distante daquele que lemos na Legião dos Super-Heróis.

A Legião da Justiça A era formada por versões futuristas do Super-Homem (Kal Kent), Mulher-Maravilha (Deusa da Verdade), Batman, Flash (John Fox), Aquaman, Homem-Hora (Matthew Tyler, um andróide) e Starman (Farris Knigth).

Outro aspecto interessante sobre esses heróis é que cada um deles defende um planeta inteiro. E não apenas uma cidade como vemos normalmente nos gibis.

É que nesse futuro a humanidade havia se espalhado por todo sistema solar.

Então temos: Super-Homem defendendo a Terra, Mulher-Maravilha no planeta Vênus, Batman numa colônia penal em Plutão, Flash defendendo Mercúrio, Aquaman em Netuno e Homem-Hora suponho que seja Saturno, pois defende o tempo e o espaço.

Apenas, Starman fica numa estação espacial monitorando Solaris, aonde ficava o planeta Urano.

Na trama, o kriptoniano que foi chamado de Super-Homem I estava retornando após séculos em seu exílio no sol. Onde sua Fortaleza da Solidão fica e também concede superpoderes pra seus descendentes (desde que continuem a proteger a Terra).

E a equipe do futuro querendo promover uma grande festividade veio convocar a Liga da Justiça propondo-lhes desafios num tipo de Roma antiga igual aos gladiadores.

Os heróis da LJA que viajaram pro futuro foram: Kal, Diana, Arthur, Kyle, Wally e Bruce (que havia sido raptado pelo Batman futurista).

Infelizmente como nem tudo é fácil na vida de quem está na Liga. O vilão Vandal Savage detona uma bomba atômica em Montevidéu, no Uruguai causando uma catástrofe sem precedentes.

Pra piorar seu plano de dominação ainda incluia lançar outras ogivas nucleares, porém os Titãs tentaram impedi-lo mais foram capturados. E tivemos mísseis lançados com esses heróis dentro deles: Super-Moça (Kara Zor-El), Tempest (Garth) e Arsenal (Roy Harper).

Só pra constar na série animada da Liga, Savage também lança um míssil nuclear durante o episódio “No Além”.

Voltando, nesta aventura temos a inclusão do herói Ressureição (Mitchel Shelley), um imortal e também inimigo de Savage.

A trama fica mais complexa a partir do momento que a LJA viaja pro futuro, pois um vírus da loucura foi disseminado se alastrando pelo mundo inteiro (e causando um caos inimaginável).

A única solução que a Legião da Justiça A encontrou foi criar Solaris, o Computador Estelar, uma ameaça intergaláctica que tornou-se inimigo do Azulão através dos séculos.

Enquanto isso no futuro além de ter que enfrentar os desafios que lhe foram impostos a Liga também sofre com a desconfiança de todos. Na neuronet foi divulgada uma informação que todos eram impostores.

Só pra constar a neuronet é uma internet conectada diretamente ao cérebro das pessoas (algo que torna o cohecimento como sua moeda mais importante).

Bom, essa confusão toda não passava de um plano em conjunto arquitetado por Savage que ainda estava vivo naquela época distante, mas com o auxílio do Sol vivo.

DC: Um Milhão (DC One Million, no original) é uma aventura que põe nossa imaginação pra funcionar ao vermos um futuro tão longínquo (repleto de tecnologias tipo aquelas que vemos nos animes japoneses).

E pra mim é muito empolgante, pois a melhor parte nesta extensa aventura é podermos ver os descentes ou sucessores de nosso heróis preferidos.

Vou citar apenas a Legião da Justiça B, uma equipe que mais parece uma versão futurista dos Titãs. Nela temos Tróia, Asa Noturna, Aqualad e Arsenal (que obviamente lembram Donna, Dick, Garth e Roy).

Deixe algum comentário.

 

 

 

 

 

 

 

Druuna – Terceira Parte

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Podemos notar nas aventuras de nossa heroína a presença de seu próprio autor como o personagem Doutor.

Como as histórias de Druuna são realmente gratificantes vou comentar mais algumas edições pra poder fechar o ciclo.

Sem mais delongas vamos a elas.

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Druuna – Mandrágora

A história já começa com nossa heroína procurando Shasthar numa enorme escadaria. Ela tem um pressentimento ruim e sua preocupação se confirma diante de seres estranhos que a perseguem.

Quando estava pra ser pega consegue entrar numa sala com um computador estranhíssimo e ao liga-lo convoca seu amado pra que saia de dentro dele.

Por mais incrível que possa parecer, Shastar consegue sair da máquina e possui o corpo de Druuna.

Mais tudo não passava de um sonho, porque Druuna foi acordada por Terry que estava doida pra transar com ela (só que nossa musa recusou).

Druuna foi convocada pelo comandante até a sala do Doutor e logo lhe foi explicado que CP1, o computador deles estava ganhando inteligência extra. As suspeitas caiam sobre a mente de Lewis que possivelmente acabou se instalando naquele terminal.

Apesar desta revelação eles a levam pro centro médico e descobrimos que a peste que deformava os seres humanos também se instalou na nave. Mesmo afirmando que a praga esta sob controle, Druuna fica assustada dizendo que todos irão morrer.

Will comenta que na cidade aonde Druuna vivia foi desenvolvido um antídoto e ela se recorda que Lewis deva saber qual a composição química para produzi-lo.

Devido aos problemas encontrados no CP1 eles pedem que Druuna tente entrar em contato com Lewis através de telepatia, pois essa é a única chance de salvação pra todos (e ela concorda).

Druuna adormece, mas a mente de CP1 pretende rejeita-la por ser uma mente orgância desconhecida. Will e o Doutor estão apreensivos e enquanto isso nossa heroína foge de monstros grotescos.

Depois de muito caminhar, Druuna descobre que retornou pra Cidade aonde vivia e acaba encontrando Shastar que lhe explica eles fazem parte do sonho de Lewis e tudo que estão ao seu redor também.

Confesso que é algo tão incrível pra ler e muito complexo pra entender, pois aonde começa a realidade e onde termina o sonho?

Druuna continua caminhando até se deparar com monstros mutantes que pegam pessoas pra saciar seus desejos sexuais sombrios. Ela foge até ser encurralda, porém aquele velho baixinho surge novamente pra ajuda-la

É um personagem recorrente que surge nos momentos em que Druuna mais precisa de ajuda. Ele elogia o corpo da heroína e ainda dá um beijo em seu bumbum.

Infelizmente ambos são capturados por um grupo infectado pela peste e mestre deles conta que já foi médico e sabe como conseguir o antídoto. Druuna ouve toda história dele e precisa segui-lo senão o baixinho será morto.

Algum tempo depois, Druuna está numa sala e sente um perfume que lhe deixa com um enorme tesão. Hulla lhe traz uma bebida e lhe mostra roupa que revela toda beleza de seu corpo.

Druuna é levada pra um salão aonde terá que transar com dois homens na frente de uma multidão. O detalhe estranho é que um destes homens não quer desfrutar de seu corpo e ficamos sabendo que ao chegar no êxtase algo terível acontece (não vou comentar a cena).

De repente o Esquadrão de Intervenção Sanitária chega atirando e matando a todos. E Druuna é levada pro Instituto sendo examinada pelo Doutor Ottonegger que antigamente lhe dava o soro e ela lhe satisfazia seus desejos sexuais.

Nossa heroína se recordou que estava procurando a composição do antídoto, mas antes teve que deitar-se com o Doutor novamente. Enquanto eles estavam transando a enfermeira assitia a tudo numa outra sala, pois queriausar a gravação pra ter o Doutor sob seus controle.

Após sonhar que estava fugindo de um monstro, Druuna “acorda” com a enfermeira lhe mostrando seu estilo dominatrix com uma escrava sua. Nossa musa é levada por Paula até outra sala pra se entregar a um rapaz.

Eles transam num misto de dor, sadomasoquismo e prazer. No entanto ela descobre o nome da flor Mandrágora (que nomeia esta edição). Ao descobrir o nome da flor, Druuna viaja sendo levada pra outro lugar.

Enquanto isso no computador, Will e o Doutor descobrem como a Mandrágora era utilizada no passado. Infelizmente, Druuna está em coma e não consegue acordar.

A história termina com uma frase interessante do Doutor que me deixou incucado: “Será o fardo da razão assim tão pesado? Quando a razão se torna intolerável, é preferível se perder até mesmo em pesadelo?”.

Druuna – Mandrágora é uma aventura complexa, porque a realidade e o sonho estão cada vez mais unidos parecendo ser duas faces da mesma moeda. E isso torna nossa leitura muito instigante.

aphrodisia

Druuna – Afrodisíaca

Nesta aventura vemos Will caminhando num extenso deserto e divagando sobre o tempo. Ele foi atrás de Druuna, mas deve ter caido em outro lugar. De repente brotam estruturas monstruosas do chão.

Só que ao mesmo tempo que surgiram também desaparecem como se já estivessem ali há séculos. O comandante continua caminhando insistentemente e se perde em devaneios.

Ao parar pra descansar desmaia pensando em Druuna, porém ao avistar uma luz encontra-a transando com monstros. Will fica estarrecido com aquela visão e descobre que estava sonhando, pois ainda estava sozinho no deserto.

Depois nota um andróide que aponta pra uma torre, Will precisa fugir pra não ser devorado por criaturas assustadoras. Ao caminhar pela estrutura encontra estátuas que simulam o corpo humano em atos de dor, paixão e sexo.

Então, Shastar surge e lhe revela que está no sonho de Druuna. Will precisa resgata-la e tomar bastante cuidado com a razão e a emoção. De uma maneira pertubardora as estátuas ganham vida e Will acorda assustado.

O Doutor costata que Lewis tentou controlar a mente de Will se aproveitando de todos os seus sentimentos. Chega um relatório que o quadro clínico de Druuna não está bom e há uma palavra misteriosa na tela do computador.

Logo voltamos a praia paradisíaca vista em Morbus Gravis II, Druuna surge totalmente nua reconhecendo o lugar (se entregando a um homem). Enquanto, Lewis apenas assiste e escreve Afrodite na areia.

De repente toda a paisagem ao redor dela se desfaz e pra sobreviver nossa musa precisa escalarum muro enorme. Quando consegue chegar ao topo depara-se com ela  mesma.

A confusão é total entre as duas, mas devido a sua confusão mental Druuna acredita ser Afrodite. Ela segue sua cópia até descobrir que estava sendo seguida por um clone deformado do Will, um resquício da mente dele quando esteve no sonho.

A cópia de Druuna lhe diexa numa sala antiga e desaparece depois de lhe contar a verdade. É quando Paula aparece lhe contando sua dor por ser apenas parte de uma lembrança antiga.

No entanto, Paula e Druuna são obrigadas a participar de uma orgia. Só que no auge do prazer e cheia de tesão, Druuna acorda..

Devido a confusão mental parece que sua cópia foi quem retornou. Ela descobre que está no espaço junto com Will, Doutor e Terry que descansam em animação suspensa.

Ao mexer no computador fica sabendo que a nave-mãe foi tomada pela doença e que a tentativa de conseguir um antídoto havia sido em vão (acontecimentos visto em Mandrágora).

A nave-mãe está para explodir e a cópia de nossa heroína descobre que a verdadeira Druuna também está dormindo. No sonho, Shastar salva Druuna de morrer na explosão mais ao acordar ela se desespera por não saber se está livre realmente ou não está sonhando de novo.

Shastar a visita confirmando que agora deixou de existir e Druuna volta pra camara de crogênica.

Nem preciso comentar que a arte de Serpieri continua fantástica, no entanto apesar de continuar mantendo o nível das edições anteriores.

Druuna – Afrodisíaca demonstra apenas ser mais do mesmo, pois as mudanças foram mínimas e não conseguiu acrescentar nada de diferente ao que já havia lido antes.

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