Suicide Girls

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Além de ser uma excelente minissérie dividida em quatro partes, também é o nome de um site que apresenta foto de mulheres tatuadas nuas.

O site ainda tem em seu conteúdo várias entrevistas e assuntos sobre cultura pop.

As edições tem roteiro de Brea Grant, capas de Cameron Stewart e arte de David Hahn. Foram publicadas em 2006 pela IDW Publishing em parceria com Missy Suicide (uma das fundadoras do site).

Só pra constar a IDW Publishing também trabalha com edições licenciadas de Star Trek, Doctor Who,G.I. Joe, Transformers, Dick Tracy, CSI, 30 Dias de Noite, 24 Horas entre outros.

Na trama temos a Modo de Viver, uma organização perigosa que controla tecnologia e ao mesmo tempo a religião. Quem age contra a maneira de dominação desta empresa some do mapa.

Então encontramos, Frank uma garota que estava pesquisando com sua amiga Xenia pra expor os podres desta organização. Ela foi resgatada da prisão na qual estava pelas Garotas Suicidas, um grupo formado só por mulheres em missões nas quais podem morrer.

A parte interessante é que as Suicide Girls existem há vários e vários anos, então de tempos em tempos teremos uma formação da equipe lutando pelas sombras.

Nesta formação temos: Sana, líder do grupo, Wheeler, mecânica e motorista de fuga, Kim, adora explodir as coisas, Porter, expert em informática, Cassius, uma excelente atiradora e Calla (que está presa). Também temos a Frank que é habil com as espadas (inicialmente se junta a equipe meio a contra vontade).

A Modo de Viver arranjou uma forma de sequestrar as integrantes das Garotas Suicidas ao redor do mundo. Várias integrantes estavam desaparecendo e morrendo.

A organização através do Dr. Harold King arranja uma maneira de escanear as memórias retirando-as da mente das meninas (com muita dor é claro).

Quando a equipe tenta invadir uma igreja pra desbaratar de vez a Modo de Viver são encurraladas e divididas (perdendo duas de suas integrantes Sana e Wheeler).

O restante da equipe decide resgatar suas amigas e descobrem o plano de dominação comandado pelo Sr. Vanderslice. Invadir o QG não é uma tarefa fácil, principalmente pelo fato de estar protegida por vários ciborgues deformados e bem armados.

Suicide Girls é uma excelente edição seja pelo clima de conspiração difundido pela web ou ainda pelo grupo de agentes.

Aliás essa parte foi a que mais chamou minha atenção, pois o fato de cada uma apresentar  personalidade própria (e suas capacidades serem importantes na dinâmica da equipe).

É praticamente impossível não notar que as edições exploram a sensualidade de todas as mulheres (sejam vestidas de lingerie ou até totalmente nuas). Não sei dizer se essa demonstração contribuiu ou até atrapalha dentro da história.

Isso poderia ser um tiro no pé por causa da crescente afirmação do empodeiramento feminino e de estarem reclamando da mulher como puro objeto sexual.

Vejo isso por dois ponto de vistas, porque demonstram mulheres que são conscientes de seu poder de sedução ou servindo apenas de apelação mesmo pra atrair o público masculino em si.

Afirmo que são personagens femininas fortes e destemidas que lutam com determinação por aquilo que acreditam. Pra completar a arte de David Hahn é um deleite nesta história, pois apresenta detalhes importantíssimos ficando ainda melhores nas cenas de ação.

Quero acrescentar que as cores de Antonio Fabela estão maravilhosas contribuindo bastante pra nossa viagem dentro da narrativa.

E pra fechar no final de cada edição é mostrada uma parte do passado com aventuras de Suicide Girls de época diferentes.

Espero que tenham gostado.

 

 

 

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Imagens

 

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Variadas

Confira na galeria abaixo algumas imagens legais que encontrei perambulando pela web.

Aqui você encontra: Superman, Darth Vader, Dick Tracy, Exterminador, Homem-Aranha, Star Wars, Predador entre outros

 

 

Highlander – Última Parte

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Em 2012 havia um boato na web que Ryan Reinolds seria o protagonista de uma refilmagem de Highlander.

Eu não gostei da atuação de Reinolds em Lanterna Verde, mas confesso que o ator se superou em Deadpool.

O filme seria produzido pela Summit Entertainment e até agora não houve mais notícias pra que saibamos como está seu andamento.

Só nos resta esperar pra sabermos como será o fim desta novela mexicana.

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Highlander: A Série Animada – Highlander: The Animated Series – 1994

Na trama o mundo está em ruínas, pois a civilização humana foi destruída após a queda de um meteorito.

Depois de um grande cataclisma os imortais decidiram renunciar ao jogo para preservar o conhecimento e ajudar a humanidade. Então deixaram suas espadas e foram conhecidos como Jettators.

Só que Kortan, um imortal se recusou a fazer esse juramento e saindo em busca do prêmio pra dominar o mundo. Macleod desafia Kortan e acaba morrendo, mas diante disso há uma profecia que surgirá um novo imortal que vai matar Kortan.

Através dos séculos, Kortan se fortalece erguendo um enorme império. Então, 700 anos mais tarde, o jovem Quentin presencia o assassinato de quase toda sua aldeia.

O General Arak luta contra Quentin que morre, mas ao ressuscitar. Sua mãe quase morrendo conta-lhe que na verdade ele é o último dos MacLeods e seu destino é cumprir a antiga profecia.

Diante de tal fato Quentin MacLeod parte pra fortaleza de Kortan encontrando Don Vicente Marino Ramirez, um Jettator que tem 3.000 anos de idade e que será seu mentor.

Quentin recebe uma espada especial a Dragon Head, marca registrada dos MacLeods. Em sua jornada em busca de conhecimento, Quentin tem a companhia de Clyde, sua irmã adotiva.

Também de Sarah MacLeod, prima dele e descendente de Duncan e Gália um tipo de animal de estimação.

É um desenho tipicamente dos anos 90, pois o nível de qualidade não é excelente. Só que também não era tão ruim. As lutas eram bem feitas, os efeitos visuais até que foram razoáveis e os personagens tinham uma personalidade bem construída.

Higlander: A Série Animada teve somente duas temporadas distribuídas em 40 episódios.

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Highlander: Em Busca da Vingança – Highlander: The Search of Vengeance – 2007

O anime foi feito pela Image Animation Studio em parceria com a Madhouse Studio.

A Madhouse é uma antiga conhecida entre os fãs de anime por causa de Ninja Scroll, Vampire Hunter D: Bloodlust, Trigun, Marvel Anime entre vários outros.

Na trama, Colin MacLeod era um guerreiro que estava liderando uma rebelião contra Markus Octavius, comandante do império romano (no ano 125 dC). Como retaliação, Octavius destrói todos os habitantes da vila de MacLeod e mata sua esposa.

Após ser cruelmente torturado Colin acaba morrendo, porém ressuscita ficando desnorteado quanto a esse acontecimento. Colin estava em Stonehenge, um solo sagrado e apenas por isso não foi decapitado por Markus.

Então Amergan, um espírito de druida surge lhe revelando sobre sua imortalidade e que sempre o aconselha quando precisa.

Quando, Colin descobre que é imortal através dos séculos parte em vingança contra Markus.

Vemos algumas batalhas entre eles sempre em lados opostos em diversas guerras da humanidade. Até o confronto final quando o mundo está no ano de 2187.  O aquecimento global está acabando com a vida na Terra e a guerra nuclear também já destruiu uma boa parcela dela.

O restante dos seres humanos vivem entre ruínas no que sobrou de Nova York (num cenário pós-apocalíptico).

Há uma rebelião contra o poder de Octavius, pois as pessoas estão morrendo de uma doença muito contagiosa.

Apenas, Markus e seus médicos possuem a vacina que é adiminstrada somente pra quem pode pagar mais.

Octavius conseguiu erguer um enorme império sendo comandado por ele de forma tirânica. Sua intenção é criar uma “sociedade” utópica como era antigamente em Roma, mas pra isso usa demasiadamente a força e o medo para subjugar as pessoas.

Sua crueldade não tem limites, pois deseja criar um novo vírus pra que possa dominar o mundo.

Nas lutas durante os séculos Markus na maioria das vezes obteve vantagem sobre Colin, mas agora há outros motivos pra que essa história finalmente mude.

A qualidade do anime é inegável, porém em alguns momentos torna-se muito lento e cansativo. Talvez seja pela principal intenção de nos ambientar com a motivação dos personagens e porque agem da maneira como são apresentados.

Não há reviravoltas impressionantes na trama e o resultado final não decepciona. Infelizmente as cenas de ação são poucas mais valem a pena. Considero o anime melhor do que a série animada por ter sido mais fiel ao cânone original.

Pra finalizar como eu já comentei antes estão cogitando um remake do Hihglander. Sinceramente eu gostaria que fosse apenas considerado o primeiro filme que se tornou cult, pois o restante que veio depois foram fraquíssimos em sua grande maioria.

Espero que tenham gostado e relembre aqui da segunda parte.

 

 

Highlander–Segunda Parte

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Mesmo com o segundo filme não sendo uma boa coisa e recebendo críticas ruins resolveram continuar com a franquia.

Continue a conhecer a mitologia do herói imortal

Highlander III – O Feiticeiro – Highlander III: The Sorcerer – 1994

Essa aventura retorna pro passado, Connor no séc. XVI vai até o feiticeiro Nakano (Mako Iwamatsu) sendo alertado do perigoso Kane (Mario Van Peebles). A batalha entre ambos termina com o vilão preso.

Então, depois de 400 anos é feita uma escavação arqueológica no Japão que acaba libertando Kane.

Ao retornar é tomado pelo desejo de vingança contra seu arqui-inimigo Connor MacLeod.

Após o primeiro filme, Connor havia se tornado o único imortal sobrevivente. Depois no segundo transformaram sua origem sendo um alienígena do planeta Zeist.

Nesse terceiro a história se complica, porque acontece antes da trama original (enrolando nossa cabeça de uma maneira doida pra caçamba).

Eu não sei explicar direito, mas aqui temos a presença de um filho adotivo que não estava no segundo filme (olááá, Superman: O Retorno!).

Highlander: O Feiticeiro consegue ser uma aventura um pouco melhor que sua versão anterior, porém contradiz tudo que vimos no primeiro (e pior ainda no segundo filme também).

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Highlander: A Batalha Final – Highlander: Endgame – 2000

Começando novamente no passado, Connor retorna pro seu antigo lar na Escócia pra ajudar sua mãe. Na vila o padre Jacob Kell (Bruce Payne) queria executá-la por bruxaria e Connor acaba matando seu ex-amigo.

Kell renasce descobrindo-se imortal e como vingança durante vários anos mata a todos que MacLeod gosta. Séculos depois, Kell reúne um exército de imortais pra ganhar o jogo de qualquer forma.

A força dos imortais é medida pelo número de combates que ganhou, Kell demonstra ser praticamente imbatível, pois derrotou 600 oponentes.

Duncan MacLeod (Adrian Paul) é um imortal que procura por Connor que foi seu tutor. Enquanto o vilão se preparava, Connor estava preso no Santuário decidido a sair de cena.

Mais devido a força impressionante que Kell estava utilizando Duncan une-se ao Connor para deter essa ameaça. A parte interessante é que Connor teve que reaprender a tornar-se um guerreiro pra combater seu rival.

O último filme da franquia cinematográfica é a melhor sequência feita com o herói. Justamente por ter varrido pra debaixo do tapete suas duas versões anteriores.

Na verdade, Lambert já estava envelhecendo e podemos notar isso nitidamente em suas feições. Então pra continuar se aproveitando das verdinhas que estavam entrando decidiram passar o bastão pra Adrian Paul (que logo depois estreou sua minissérie).

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Highlander: A Série – 1992 a 1998

Aproveitando o sucesso das franquia cinematográfica iniciada por Christopher Lambert. Temos essa minissérie protagonizada por Duncan MacLeod que é parente do herói original.

Na verdade o seriado era pra Lambert ser o principal, mas ele por algum motivo não quis. Participando só do primeiro episódio, The Gathering (apenas pra passar o bastão).

Continuando, Duncan após também ter sido morto e ressuscitado. Foi acusado de feitiçaria sendo expulso de sua aldeia na Escócia (e treinado por Connor).

Duncan tem 400 anos de idade e nos “dias atuais” namora com Tessa Noel (Alexandra Vandernoot). Obviamente o seriado recorre a diversos flashbacks pra mostrar as passagens históricas de Duncan.

Na série além de sua namorada há outros personagens legais como Methos (Peter Wingfield), amigo de Duncan e também o imortal mais velho do mundo. Joe Dawson (Jim Byrnes), um watches ser humano comum que vive como historiador observando os imortais.

Richie Ryan (Stan Kirstch), um jovem aprendiz de Duncan que depois descobre ser um imortal.

E a imortal Amanda (Elizabeth Gracen) foi uma grata introdução na série que devido ao seu sucesso gerou um spin-off Highlander: The Raven (em que ela era a protagonista).

Nesta série Amanda fica na companhia do policial Nick Wolf. O seriado teve uma curta duração com 22 episódios distribuídos numa única temporada.

Highlander: A Série teve um total de 119 episódios, durou de 1992 até 1998  distribuídos em 6 temporadas.

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Highlander: A Origem – Highlander: The Source – 2007

É o quinto filme da franquia que foi lançado pelo Sci-Fi Channel. A ideia era ter uma nova trilogia, mas isso nunca aconteceu.

Duncan está arrasado após sua mulher deixá-lo e perambula por uma cidade completamente devastada. Como está muito cansado de tudo entra numa jornada de conhecimento junto com Methos, Joe Dawson e outros imortais.

Eles estão buscando a origem do primeiro imortal e a fonte de sua imortalidade.

A trama mantém o Duncan como protagonista e mostra alguns aspectos contidos na série. Infelizmente as cenas de batalha ficaram muito ruins e a crítica caiu de pancada naufragando qualquer chance de continuação.

Espero que tenham gostado e relembre aqui do texto anterior.

 

Artista

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Massimo Carnevale

É um ilustrador italiano que trabalha desde 1987. Seu maior colaborador é o roteirista Lorenzo Bartoli. O artista foi contratado pela DC Comics para fazer capas pintadas, em 2003.

Desde então podemos ver sua arte em edições de Y: O Último Homem, da Vertigo, Terminator 2029, da Dark Horse entre outras editoras.

Sem sombra de dúvidas sua arte impressiona por demonstrar cada detalhe de maneira minuciosa. E principalmente a presença ou até mesmo ausência de cores contrastando ajuda nossa viagem por seu  trabalho.

Além de mostrar obviamente heróis dos gibis, Carnevale também fez pintura digital homenageando filmes como: De Volta para o Futuro, A Espera de um Milagre, O Grande Ditador, Os Irmãos Cara de Pau, Os Goonies, Beleza Americana entre diversos outros.

Confira na galeria abaixo a arte excelente de Massimo Carnevale

 

 

Highlander

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Atualmente Hollywood tem se aproveitado bastante do filão dos super-heróis e alguns céticos já disseram que logo o sucesso destes tipos de filmes irão cessar.

Por enquanto as bilheterias tem dito o contrário destas previsões sombrias (melhor pra nós fãs de gibis).

Só que também vejo que está acontecendo muito remake ou reboot. Recentemente além das Caça-Fantasmas, temos Independence Day: O Ressurgimento, Garotos Perdidos, Robocop, Karatê Kid, King Kong: A Ilha da Caveira, A Lenda de Tarzan entre vários outros. A lista é enorme não vou ficar nela, pois meu assunto não se trata disso.

O último nesse quesito trata-se de Kickboxer: Vengeance que será uma refilmagem de O Grande Dragão Branco filme que projetou Van Damme pro estrelato.

Eu já ia pro cinema nesta época e acompanhei alguns sucessos dele que vieram depois. O fato é que pra mim esse negócio de remake não vale a pena ser feito.

Os produtores se apoiam no carinho que os fãs tiveram com a versão original e tentam dar uma melhorada no que já é bom (algumas vezes até conseguem mais não é sempre).

Bom, comecei o texto comentando sobre remake, porque “talvez” algum dia teremos uma nova versão de Highlander. Faz um bom tempo que não vejo o ator Christopher Lambert na telona e essa franquia fez um estrondoso sucesso alguns anos atrás.

Pensando nisso vou retirá-lo do fundo do báu e mostrar pra vocês que Highlander: “só pode haver um!”.

Só pra constar, Lambert trabalhou em Greystoke: A Lenda de Tarzan que considero uma das melhores versões do herói. E foi Lord Raiden, o deus do trovão em Mortal Kombat: O Filme (1995).

Chega de enrolação e vamos ao que interessa

Highlander, O Guerreiro Imortal – 1986

Na trama, Connor MacLeod (Christopher Lambert) é um guerreiro escocês no séc. XVI. E após uma batalha aonde morreu MacLeod estranhamente ressuscita sendo expulso de sua vila, pois foi considerado um feiticeiro.

Depois de algum tempo descobre que é um imortal, porque recebe ajuda de Juan Sanchez Villa-Lobos Ramirez (Sean Connery), um outro imortal com dois mil anos de idade.

Ramirez torna-se mestre e amigo de Connor ensinando-o a viver, lutar e também a tornar-se um exímio combatente no manejo de espadas. Só que o único jeito de matar um imortal é cortando sua cabeça.

E para manter a vida eterna todos os imortais devem lutar até a morte sendo que pro último que restar será dado um prêmio.

O vilão do filme é Kurgan (Clancy Brown), um imortal cruel que mata Connor pela primeira vez. A batalha mortal entre Kugar contra Ramirez foi o estopim para MacLeod planejar sua vingança.

Séculos depois em Nova York, usando o nome de Victor Kruger, o vilão sequestra Brenda Wyatt (Roxanne Hart), namorada de Connor (e a luta deles no final é o ápice do filme).

Só pra constar, Brown interpretou o General Wade Eiling, na primeira temporada de The Flash. E Ray Schoonover durante a segunda temporada do Demolidor.

Highlander é muito importante pra mim, porque imagina você sendo um imortal que precisa manter-se sempre alerta para que sua cabeça não seja decapitada?

Mais na época após a cabeça cortada toda a energia e conhecimento de um imortal ia pro seu oponente (e ver isso sempre foi um conceito incrível pra mim).

Esse é um dos elementos mais importantes do filme. Quando vi pela primeira vez fiquei muito abismado. Outra coisa interessante é que um imortal sentia a presença do outro quando estavam próximos. E também eles não podia duelar em lugares sagrados (tipo uma igreja por exemplo).

Além disso vemos flashbacks da vida de MacLeod através dos séculos comprovando que ter uma vida eterna não é algo tão aprazível assim (perdendo pessoas muito importantes nessa jornada solitária).

Nem preciso comentar que a trilha sonora foi feita pelo Queen, pois sem sombra de dúvidas Who wants Live Forever é uma música imcomparavel que gruda em sua mente após ouvi-la.

Eu escutava direto A Kind of Magic que foi o álbum que lançou a trilha sonora do Higlander.

Lembrando que a banda também havia contribuído com suas músicas pro filme Flash Gordon.

Voltando, Highlander tem ótimas cenas de batalha e efeitos especiais que obviamente devem estar prejudicados pelo avanço da tecnologia atual.

Não poderia esquecer que o roteiro também deve ter algum erro, pois foi feito na década de 80 mais que não prejudica a história totalmente.

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Higlander II – A Ressureição – Highlander II: The Quickening – 1991

O sucesso do filme anterior deu aos produtores o motivo de fazer uma continuação e nós tivemos.

Na trama a camada de ozônio que protege nosso planeta da radiação está se desintegrando (e está matando milhares de pessoas ao redor do mundo).

MacLeod está envelhecendo e tornou-se um cientista que cria um escudo pra filtrar os raios solares garantindo a segurança da vida na terra.

Connor já havia esquecido sua vida como imortal, encarrando sua velhice e esperando seu momento derradeiro. Só que Ramirez lembra-o de seu passado no planeta Zeist, pois sua missão é liderar uma rebelião pra deter o General Katana (Michael Ironside).

A rebelião é sufocada e seus remanescentes são enviados pra Terra como punição e aqui precisam degladiarem entre si em busca do prêmio.

O fato principal é que Connor já estava tendo uma vida normal se preparando pra morrer. Porém devido as investidas de Katana seu retorno como guerreiro traz a vontade de continuar lutando.

É uma sequência horrível que fica querendo explicar tudo que havia de místico na existência dos imortais. Higlander 2 infelizmente conseguiu jogar por terra todo conceito inteligente que havia sido mostrado no anterior.

Lembro de ter ido no cinema ver essa sequência que foi uma decepção muito grande por tudo que apresentou.

Fim da primeira parte.

 

Sérgio Aragonés Esmaga Star Wars

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Depois de ter sacanaeado tanto a Distinta Corrente, quanto a Casa de Ideias com histórias que avacalham os personagens consagrados das maiores editoras do Estados Unidos.

Tivemos essa aventura que também brinca com nosso cultuado e querido universo de Star Wars.

No original Sérgio Aragonés Stomp Star Wars saiu pela editora Dark Horse que na época tinha os direitos de publicar gibis sobre Darth Vader, Luke e cia.

Só pra constar esse gibi foi lançado quando a trilogia que se iniciou com A Ameaça Fantasma estava na telona.

Bom, nossa aventura já começa com Sérgio e seu inseparável amigo Mark Evanier indo visitar a Lucas Film (no interesse de pesquisar material pro gibi da Dark Horse).

Ao mesmo tempo o Sr. Grude um cara muito chato tenta entrar na produtora sem ter convite sendo logo impedido pelos seguranças que usaram uma enorme equipe de stormtroopers.

Durante a visita, Aragónes como sempre mostrando ser sem noção faz perguntas doidas pra Lucy Wilson. Então, Sérgio ouve que os responsáveis pelos efeitos especiais da trilogia clássica vão jogar tudo fora.

A intenção era remasterizar pro material estar de acordo com a tecnologia digital do período. A situação só piora quando o tal Sr. Grude disfarçado de George Lucas consegue invadir o local.

O maluco estava a fim de acabar com Star Wars e através de sabotagem põe sua intenção em prática. Mais através da lente digitalizadora e de uma maneira muito estranha, Sérgio vai parar dentro do filme.

É claro que no início ele não estava entendendo nada e pra piorar todos o chamavam de Biggs, um piloto da Aliança Rebelde.

No “mundo real”, Evanier e Wilson notaram que Aragónes havia sumido. E aquele doido ainda continuava implantando bomba pelo local.

Enquanto isso Biggs conhece Luke Skywalker, se declara pra Princesa Leia, encontra Han Solo e Chewie abordo da Millenium Falco. Depois aprende algo com o Mestre Yoda e finalmente confronta Darth Vader.

É óbvio que estas coisas são mostradas de uma forma muito doida que não vou contar pra que não perca a graça.

No meio dessa confusão da história os técnicos tentam de qualquer jeito retirar Sérgio do filme e George Lucas perde um grande contrato por causa da presença do cartunista dentro do filme.

Nem preciso comentar que o estilo cartunesco de Sergio Aragonés é eficiente ao nos deixar viajar na trama louca e desvairada desta paródia.

Pra fechar, Sérgio Aragonés Esmaga Star Wars é uma daquelas histórias que parece meio sem pé e nem cabeça, mas o jeito divertido que Mark Evanier zoa com o universo do filme é o que torna essa leitura interessante.

Até o próximo texto.