Os Maiores Super-Heróis do Mundo – Segunda Parte

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O aspecto mais importante na abordagem feita com os heróis é a retirada do embate contra os vilões.

Vemos suas características mais humanas lhe dando com situações reais do nosso cotidiano.

Chega de enrolação e vamos ao que interessa

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Shazam!: O Poder da Esperança – Shazam!: Power of Hope

A introdução do herói conta sua origem de orfão e o velho Mago concedendo-lhe superpoderes.

Essa aventura começa de forma impressionante com o Capitão Marvel detendo uma erupção vulcânica. Depois age fazendo diversas coisas como prender ladrões de banco, ajudar a sedar um gorila entre outras façanhas que são noticiadas por Billy Batson na Rádio WHIZ.

Billy além de agir como herói ainda precisa manter seu trabalho e estudar também. Quando pensou que poderia tirar uma folga e estava quase saindo da rádio soube que havia milhares de cartas pro Capitão.

Ao levar pra casa e lê-las encontra pedidos de casamento, pessoas querendo favores entre outras coisas. Só que houve uma endereçada ao próprio Billy que lhe chamou atenção.

O Capitão estava sendo convidado pela Dra. Miller a visitar crianças internadas num hospital. Haviam vários desenhos do herói feitos por elas.

Mesmo estando cansado do trabalho e das leituras Batson atende ao pedido, porém antes vai até a Pedra da Eternidade ver o Mago. Durante a conversa o herói acaba sabendo algo muito importante.

Ao iniciar sua visita Billy transforma-se e salva uma menina deficiente visual de ser atropelada. E sua presença deixou todas as crianças extasiadas, mas somente um menino cadeirante não deu a mínima pro herói (tal atitude deixou-o atônito).

A alegria dos pequenos é tão contagiante eles fizeram vários pedidos pra participarem de suas aventuras. Mais como sua vida é perigosa, Marvel decidiu contar pra todos algumas delas.

Suponho que as proezas ditas sejam referências pras revistas antigas do Capitão. Além dos homens-crocodilos vemos o Doutor Silvana, seu maior arqui-inimigo e Tony, o tigre falante.

É óbvio que as crianças adoram suas façanhas, porém a Dra. Miller relata o caso de uma menina que precisa de um transplante de olhos urgente. O único médico que pode ajudá-la mora no Japão. Marvel não pensa duas vezes, ruma pra Tóquio e levando o Dr. Nozawa pros Estados Unidos.

Ao retornar realiza alguns desejos das crianças, num outro passeio bandidos usam detonadores pra explodir uma caverna provocando fendas numa represa (o Capitão precisa agir rápido). E fica preocupadíssimo ao deixar as crianças expostas ao perigo).

Algum tempo depois, apesar de ter conquistado a admiração de todas as crianças. Ficou faltando apenas Bobby, um menino sozinho com quem Marvel teve que retornar pra Batson afim de que pudesse fazê-lo se abrir.

Bobby havia sido espancado pelo pai e Billy foi tentar convencê-lo a ser mais complacente. A conversa havia sido péssima, porque Batson teve que se transformar intimidando o covardão a não bater mais no filho.

A história termina de uma forma emocionante e Billy aprende que com grandes poderes, vem grandes responsabilidades.

Bom, brincadeiras á parte na verdade Batson é um garoto e as crianças no hospital resgataram essa parte que há dentro do Capitão Marvel.

Apesar da história do Superman ser impactante demais Shazam!: O Poder da Esperança de todas que li foi a que mais gostei, pois apresenta uma história especial e muito cativante transmitindo uma emoção intensa a cada página lida.

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Mulher-Maravilha: O Espírito da Verdade – Wonder-Woman: Spirit of Truth

Como nas outras histórias vemos a introdução da heroína. As guerreiras amazonas na Grécia Antiga, a ida pra Ilha de Themyscira, Diana sendo esculpida do barro e o desafio que a consagrou campeã.

A aventura já mostra a Mulher-Maravilha detendo um ataque terrorista, salvando pessoas de um incêndio, detendo criminosos nas ruas e ajudando acidentados de um trem descarrilhado. Depois a heroína retorna pra Ilha pra descansar e rever rostos conhecidos.

É na conversa com Hipólita que Diana conta como as pessoas a enxergam no mundo dos homens. A rainha se assombra, pois sua filha serve como exemplo de bondade e compreensão.

Mesmo estando há muitos anos convivendo no mundo do patriarcado, Diana ainda fica confusa com as atitudes das pessoas.

Quando retornou agiu como embaixadora num ato popular que poderia se tornar uma guerra civil. Algumas autoridades a hostilizaram, o povo nas ruas estava se manifestando até que tanques foram liberados pra intervir.

A multidão saiu correndo, mas uma moça caiu na frente de um tanque que não estava parando. Então, Diana surge retirando a ameaça e salvando a moça, porém ela indaga a heroína quem ela é (deixando-a perplexa com a resposta).

Em outra missão diplomática a Mulher-Maravilha também é hostilizada. Haviam rumores que reféns estavam sendo usados como escudo e como não estava conseguindo nada dentro do governo (decidiu ela falar com pessoas nas ruas).

Tentando dialogar pra ajudá-las, Diana é atacada a pedradas. Esse momento serve pra lembrar a situação dos Estados Unidos, pois são vistos como invasores em outros países.

Entristecida, Diana vai até Clark e numa conversa franca, Kal diz pra que esteja ao lado da humanidade ao invés de acima deles. Diana aceita o conselho e decide se misturar as pessoas.

Vemos, Diana agindo disfarçada durante manifestações públicas sempre que seus poderes são necessários ou até sutilmente como enfermeira ou soldado, ou salvando pessoas mantidas cativas por déspotas cruéis.

Infelizmente Mulher-Maravilha: O Espírito da Verdade foi a história que eu menos gostei. Aparte interessante foi mostrar a heroína interagindo com as pessoas tentando tornar-se mais humilde ante a necessidade dos outros.

Porém Diana age daquela velha forma dos americanos servirem como salvadores da pátria ao interferir nos problemas de outros países (e isso estragou minha leitura).

É chover no molhado comentar que a Mulher-Maravilha é a personificação da beleza, mas sob a arte de Ross a heroína está imponente e muito linda. Não há como negar, pois em todas as páginas o  artista a representa desta forma.

Até o próximo texto e relembre da primeira parte aqui.

 

 

 

 

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