Milestone Comics

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A Milestone Media é uma empresa que ficou conhecida nos quadrinhos americanos por ter criado a Milestone Comics e que foi fundada em 1993 .

Alguns anos depois a Milestone foi vendida com seus heróis, direitos e distribuição passaram a ser propriedade da DC Comics,em 2016.

A Milestone Comics possuía entre seus realizadores roteiristas e desenhistas afro-americanos que buscavam uma representatividade maior de super-heróis negros nos quadrinhos americanos.

Seus idealizadores eram Dwayne McDuffie, Denys Cowan, Michael Davis e Derek T. Dingle.

Os heróis desta editora foram publicados como um selo da Distinta Concorrente surgindo no Brasil na aventura Quando Mundos Colidem (Worlds Collide).

Na trama, os personagens do Dakotaverse se encontravam com os heróis da editora. Essa história foi publicada por aqui pela Editora Abril, em 1995.

Static

Entre os heróis da Milestone tínhamos:

Super Choque (Virgil Hawkins) foi criado por Dwayne McDuffie, John Paul Leon e Denys Cowan. O herói adolescente surgiu pela primeira vez na edição Static Shock # 1, em 1993.

Dizem as lendas que Static teve como inspiração o Homem-Aranha da Marvel Comics.

Um aspecto muito importante é que o personagem dos quadrinhos originais era bem diferente da versão animada que aprendemos a gostar.

A história do Super Choque ficou conhecida pelo grande público graças ao seu desenho animado que era exibido no programa Bom Dia e Cia, do SBT.

Virgil recebeu seus poderes eletromagnéticos através do Big Bang quando ocorria a guerra de gangues de Dakota. Vários foram afetados de maneiras diferentes e até tornando-se tipos de monstros.

A popularidade do personagem lhe rendeu participação na série animada da Liga.

Em 2008, Super Choque foi introduzido no UDC participando da equipe dos Novos Titãs.

Virgil também foi introduzido na segunda temporada de Justiça Jovem e a parte interessante é que foi dublado por Luís Sergio Vieira (o mesmo dublador dele na série animada).

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Ícone (August Freeman IV) foi criado pelo escritor Dwayne McDuffie e pelo artista Denys Cowan.

Ícon possui uma origem similar ao do Superman, pois é um alienígena do distante planeta Terminus. Seus poderes incluem: superforça, invulnerabilidade, explosões de energia e voo.

Sua nave espacial foi descoberta por uma escrava no sul dos Estados Unidos em 1839.

Ele imitou a aparência de sua mãe sobrevivendo por várias gerações. Augustus se instalou na cidade de Dakota como um advogado rico e conservador.

Freeman não usava seus poderes até que teve inspiração na jovem Raquel Ervin que lhe ensinou a tornar-se um ícone como inspiração pra outras pessoas.

O herói é um aliado de longa data do Shadow Cabinet.

Só pra constar, Ícone é outro que participa da Liga da Justiça na segunda temporada de Justiça Jovem.

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Foguete (Raquel Ervin) também foi criada por Dwayne McDuffie e Denys Cowan.

Raquel nasceu em Paris Island, um bairro pobre de Dakota. Sonhava ser escritora, mas não tinha motivação. Até que conheceu Augustus Freeman um advogado corporativo que secretamente era um alienígena superpoderoso.

Isso aconteceu quando seus amigos estavam roubando a casa de Freeman. Raquel convenceu, Freeman a tornar-se um super-herói enquando ela assumia o papel de sua ajudante.

Foguete (Rocket, no original) não possui poderes especiais, mas utiliza um cinto que lhe confere várias habilidades. Capacidade voo envolvida numa  aura roxa, campo de força, campo de inércia entre outros.

Nos gibis enquanto agia como heroína, Raquel ficou grávida de seu ex-namorado Noble. O rapaz era um dos assaltantes que estavam no dia que a moça conheceu Freeman.

Ervin decidiu ter o bebê, tornando-se a primeira mãe adolescente nos quadrinhos. No período em que estava grávida ela deixou a vida heroica de lado, mas depois voltou a combater o crime novamente.

Raquel fez amizade com o Super Choque e parecia que ambos eram mais do que amigos.

Foguete participa da série animada Justiça Jovem sendo introduzida também durante a segunda temporada.

Hardware

Hardware (Curtis “Curt” Metcalf) foi criado por Denys Cowan e Dwayne McDuffie.

Hardware foi um dos primeiros títulos da Milestone a ser publicado junto com Blood Syndicate, Ícone e Super Choque foram os principais títulos da empresa.

Curtis Metcalf é inventor com um intelecto fora do comum (nível tipo de gênio).

Ele trabalhava pra Edwin Alva Sr., até que descobriu que seu mentor pertencia ao sindicato internacional System.

Pensando secretamente em combate-lo, Curtis projetou e criou um exoesqueleto blindado avançado que possuía um imenso arsenal de armamento tecnológico (lembrando bastante Tony Stark).

Todas as suas habilidades sobre-humanas derivam desta armadura sofisticada conhecida como Hardware 2.0.

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Sindicato de Sangue (Blood Syndicated) é uma equipe que foi criada por Dwayne McDuffie, Ivan Velez Jr. e Denis Cowan. Surgiram pela primeira vez na edição Blood Syndicated #1, em 1993.

O grupo é formado por integrantes de gangues que sobreviveram ao Big Bang em Dakota e ganharam poderes metahumanos.

Seus integrantes eram das gangues Paris Island Bloods e Force Syndicated, no entanto a falta de estabilidade dentro da equipe levou a sua dissolução.

O Sindicato de Sangue original era formado por: Juan Templo, Holocaust (Left), Tech-9 (Deceased), Wise Son, Fade, Flashback, Masquerade (Left), DMZ, Third Rail, Brick House e Dogg

Atualmente temos os heróis: Aquamaria, Brickhouse, Boogieman e Kwai.

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Shadow Cabinet é uma equipe de heróis que foi criada por Dwayne McDuffie, Robert L. Washington III, John Paul Leon e Matt Wayne.

Divisão da Sombras é uma organização secreta composta por seres com superpoderes que atuam protegendo o mundo. Seu objetivo é neutralizar ameaças potenciais enquanto ainda são relativamente inofensivas.

O lema deles consiste na frase: “salvar a humanidade de si mesmo, não importa o que isso exija “.

Vários membros do Shadow Cabinet são enviados em missões que podem durar meses ou até mesmo anos. Sendo que apenas o líder sabe da participação do integrante do grupo.

A base de operações da equipe é o Shadowspire, um complexo subterrâneo dentro dos Himalaias e acessível apenas pelo Shadowslide, um teletransportador que só pode ser usado se a pessoa estiver na mais completa escuridão. Se não for desta maneira o mecanismo de teletransporte sobrecarrega voltando a ser usado depois de uma hora.

O grupo também utiliza o Shadow Disk, um comunicador em formato de disco utilizado por todos.

Os integrantes da equipe são: Blitzen, Dharma, Donner, Gloria Mundi, Iron Butterfly, Iota, Mechanic, Payback, Oro, Starlight, Sideshow, Plus e Twilight.

Espero que tenha gostado.

 

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Artista

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Misturados

Surfando pela web acabo achando trabalhos espetaculares.

Então escolho artistas que tenham pin-ups com excelente nível de qualidade.

Veja na galeria abaixo a arte impressionante de: Axlsalles, Chuck Pires, Edderzzlive, JayFosgitt, Vicenzo Cucca e Zurdom.

É só clicar no nome que você poderá conferir a página do artista

Axlsalles

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Chuck Pires

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Edderzzlive

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JayFosgitt

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Vicenzo Cucca

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Zurdom

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Asterix & Obelix – Última Parte

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Além de não serem derrotados pelos romanos devido a sua famosa poção mágica. Outro aspecto importante dos personagens que podemos notar são os povos antigos que desfilam por suas aventuras.

Sejam bretões, gregos, egípcios, espanhóis, índios americanos todos são demonstrados de alguma forma muito peculiar. Podemos notar que cada povo detém características mais próximas da atualidade e não do período no qual ocorre sua trama.

É óbvio que não há a intenção de ensinar história já que sua função é apenas nos divertir (fato que conseguem com maestria).

Outro lugar comum na aldeia gaulesa é o banquete que finaliza sua história e Chatotorix tenta cantar algo e fica preso para não incomodar.

Bom, chega de enrolação e vamos ao que interessa

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Asterix e os Vikings – Astérix et les vikings – 2006

É uma adaptação do álbum Asterix e os Normandos (1966) com algumas características de A Grande Travessia (1975).

Calhambix vai visitar a aldeia gaulesa pra aprender a ser um guerreiro. O jovem é filho de Oceanix (irmão de Abracurcix).

Abracurcix, então passa a difícil tarefa de ensiná-lo a lutar pra dupla Asterix e Obelix. O problema é que o rapaz só gosta de música, mulheres e farra.

Enquanto isso os vikings estão chateados por não encontrarem mais pessoas pra atacar.

Criptograf, o druida deles afirma que seus inimigos somem, porque o medo lhes dá asas. Ao acreditarem nisso partem pra Gália buscando alguém que lhes ensine a ter medo.

Infelizmente, Calhambix diz que é o campeão do medo fato que o faz ser sequestrado pra Escandinávia. E por causa disso Asterix e Obelix viajam pra salvá-lo.

Nessa animação há o lugar comum da briga do peixe e a famosa poção mágica.

Segue a mesma história de sempre, mas com uma mudança de estereótipos.

Enquanto Ava, filha do chefe viking, é uma guerreira que sofre por causa de ser mulher.

Em contrapartida, Calhambix, sobrinho do chefe da aldeia gaulesa é um pacifista e detesta violência.

Só pra constar temos duas músicas famosas inesquecíveis That’s Way I like e Superfreak.

Sinceramente, Asterix e Os Vikings não é uma das melhores animações da dupla que assisti, porém há algumas cenas engraçadas conseguindo ser um entretenimento de qualidade e nada mais.

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Asterix nos Jogos Olímpicos – Astérix aux Jeux Olympiques  – 2008

O filme foi baseado na aventura dos gibis homônima lançada originalmente, em 1968.

É a terceira adaptação live action do icônico personagem francês e como curiosidade gastaram 90 milhões de dólares em sua produção.

Na história, Alafolix (Stéphane Rousseau) está apaixonado pela Princesa Irina (Vanessa Hessler) pra quem fez várias declarações de amor. O problema é que a moça está prometida pra Brutus (Benoit Poelvoorde), um idiota completo que é filho de Júlio César (Alain Delon).

A princesa não que casar com Brutus e decide dar sua mão pra quem vencer os jogos olímpicos. Como Alafolix é um gaulês fica arrasado por não poder participar, pois é permitido apenas participação dos gregos e romanos.

Só que a Gália também faz parte do Império Romano fato que faz os gauleses também terem o direito de participar do evento. Panoramix (Jean-Pierre Cassel) decide fazer a poção mágica pra que possam vencer os jogos e ajudar o rapaz.

Todos os homens da aldeia partem indo assistir Asterix (Clovis Cornillac) e Obelix (Gerard Depardieu) participarem do torneio. Infelizmente surge a suspeita deles estarem usando a poção e pra evitar problemas Obelix fica impedido de participar.

A situação não é nada boa, pois Brutus faz diversas falcatruas pra vencer e ainda tenta envenenar o imperador pra conquistar Roma.

Não devo negar que o filme é muito divertido, tem ótimos efeitos especiais e os cenários ficaram ótimos. Mais eu não consigo aceitar Clovis Cornillac como Asterix, pois pra mim ficou muito sem graça (falta algo nele que não sei explicar).

O roteiro peca por não dar atenção pra dupla de heróis e privilegia Brutus, mas pra mim quem se destacou foi Alain Delon, seu imperador está soberbo.

Também não gostei da história de amor que permeia o enredo ficou no estilo Romeu e Julieta (e os atores estavam fracos tipo sem grande motivação).

Sinceramente o filme anterior pra mim foi bem melhor, mas Asterix nos Jogos Olímpicos ainda é bastante engraçado. Basta apenas sentar, esquecer dos problemas e curtir as aventuras do povo gaulês.

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Asterix e o Domínio dos Deuses – Astérix – Le Domaine des Dieux – 2014

É um história que foi publicada originalmente revista Pilote edições 591 a 612, em 1971. Depois foi republicada no formato de álbum nesse mesmo ano.

Na trama, O Imperador romano Júlio César decide tomar de vez a aldeia mais usa o artifício de construir prédios.

Sua intenção é destruir a cultura dos inimigos tornando-os cidadãos romanos. É óbvio que há momentos que eu adoro como a famosa briga do peixe entre o pessoal e também os soldados romanos apanhando de diversas formas diferentes ao som de  música clássica.

Apesar de ter alguns momentos hilariantes pra mim também não é a melhor animação da aldeia gaulesa.

O aspecto que mais pesou contra foi terem usado CGI pra construção dos personagens.

Na verdade não tenho nada contra, pois parece que vários desenhos antigos estão sendo aproveitados desta forma. Como por exemplo: Snoopy e Garfield que consigo me lembrar agora.

Asterix e o Domínio dos Deuses é uma ótima pedida pra nós que crescemos curtindo suas aventuras. Tanto lendo nos gibis ou assistindo na telinha (“suponho” que pra nova geração não faça muito efeito).

É um desenho família ao qual podemos nos reunir na sala e nos divertir pra valer com as confusões que acontecem.

Notei uma enorme vontade de falar sobre direitos trabalhistas “talvez” seja um aspecto importante do que estava acontecendo na França na época em que a animação foi lançada. Confesso que ficou muito estranho, porém não estragou o contexto geral da história.

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Asterix e Obelix: A Serviço de sua Majestade – Astérix & Obélix: Au service de Sa Majesté – 2012

O filme é uma adaptação das edições Asterix entre os Bretões que teve uma animação lançada em 1986 (comentei no texto anterior) e Asterix e os Normandos que também serviu de base para animação que inicia esta postagem.

O enredo segue aquilo que já foi mostrado anteriormente, pois Júlio César (Fabrice Luchini) está invadindo a Grã-Bretanha praticamente conquistando-a inteira.

Existe apenas uma pequena aldeia que está sitiada pelos romanos resistindo bravamente. Ao notar que a situação estava ficando bem ruim a rainha Cordélia (Catherine Deneuve) envia Jolitorax (Guillaume Galliennne) pra Gália.

Sua missão é trazer um barril da famosa poção mágica que permite aos gauleses enfrentar o exército romano.

Então, Asterix (Édouard Baer), Obelix (Gerard Depardieu) e Calhambix (Vincent Lacoste) viajam pra Bretanha.

O problema é que Calhambix nem queria ir, pois gosta apenas de música e mulheres.

Obviamente, Gerard Depardieu se sobressai tornando-se a encarnação perfeita de Obelix, já Édouard Baer ficou bem mais parecido com Asterix do que Clovis Cornillac (sua atuação ficou divertida), Catherine Deneuve nem merecia interpretar a rainha não sei porque lhe deram esse papel (muito sem graça), Vincent Lacoste convence como Calhambix e Guillaume Galliennne está engraçadíssimo como Jolitorax.

Bom, pra quem já assistiu as animações anteriores não vai encontrar muita novidade neste filme. É claro que tiveram que fazer algumas mudanças, pois no filme tem que acrescentar situações.

Mais os momentos que valem a pena não foram mudados como estranhar os costumes britânicos, o jogo de rugby e os piratas que sempre se dão mal.

Há diversas outras situações surreais que vemos quando o grupo chega em Londinium (atual Londres), a inclusão de Pindépis (Atmen Kelif), um indiano que carrega uma planta conhecida como chá e o principal é que os heróis acabam se apaixonando durante essa jornada.

O que eu achei realmente ruim foram os efeitos especiais que estavam fracos, pois infelizmente deu pra notar que são falsos. Mesmo assim considero a Serviço de Sua Majestade infinitamente melhor do que a produção anterior Jogos Olímpicos.

Espero que tenha gostado e reveja aqui o texto anterior.

Asterix & Obelix – Segunda Parte

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As primeiras histórias surgiram na revista Pilote, em 1959. Asterix o Gaulês (Astérix le Gaulois) foi editado em 1961 e depois disso foram lançados anualmente.

Dizem as lendas que as aventuras de Astérix foram traduzidas para 83 línguas e 29 dialetos. O personagem é muito popular na Europa, Canadá, Nova Zelândia, Austrália, América Latina, África, Estados Unidos, Japão e Ásia.

Já foram lançados 35 álbuns que venderam 350 milhões de exemplares no planeta todo.

Além das animações e filmes live action há também jogos, brinquedos e um parque temático.

O artista, Albert Uderzo se aposentou em 2010 e dois anos após foi lançado Asterix entre os Pictos, o primeiro álbum feito por outros artistas (Jean-Yves Ferri e Didier Conrad).

Chega de enrolação e vamos ao que interessa

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Asterix entre os Bretões – Astérix chez les Bretons – 1986

É a oitava edição com histórias dos personagens que foi lançada originalmente, em 1966.

A animação foi feita pela produtora Gaumont Dargaud. E nesta aventura Júlio César decide invadir a Bretanha (atual Grã-Bretanha). No entanto uma aldeia inglesa consegue resistir ao poder de Roma.

Então, Cinemapax, que é primo de Asterix resolve viajar até a Gália pra conseguir a poção mágica pro seu povo vencer a guerra.

Asterix e Obelix o acompanham com um barril cheio de poção mágica pra Bretanha. Mais infelizmente a notícia de que um barril com a poção estava chegando se espalhou (e o trio passa por diversos problemas até finalmente conseguir resolver tudo).

Asterix entre os Bretões é uma das minhas animações preferidas de todas. E isso por vários motivos mostrados seja a forma de falar educada (e ao “contrário”), a comida com tempero diferente (Obelix detestou) e a cerveja servida quente.

Outros aspectos interessantes também foram o jogo de rugby, o sistema monetário, a parada pro chá das cinco, o final de semana entre outras peculiaridades do povo inglês que tornam nossa viajem pela animação divertidíssima e inesquecível.

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Asterix e a Grande Luta – Astérix et le Coup du menhir – 1989

É a adaptação dos álbuns O Combate dos Chefes (1966) e O Adivinho (1972).

Nesta animação, uma terrível tempestade assola a vila gaulesa e a única coisa que eles mais temem é que o céu caia sobre suas cabeças.

A situação fica pior ainda, pois Panoramix foi atingido por um menir acidentalmente por Obelix. Mais ao acordar não se lembra de nada, principalmente a fórmula da poção mágica.

O druida ficou maluco e tentam até fazer uma terapia de choque usando Chatotorix que durante uma alucinação surge como cantor de rock. Só que não dá certo a poção explode tendo efeitos engraçadíssimos nos soldados romanos.

Enquanto, Panoramix ficou fora de órbita, surge um adivinho que se aproveita da credulidade deles pra se dar bem (apenas Asterix não se deixa enganar).

Pra mim, Asterix e a Grande Luta não é uma das melhores animações da aldeia gaulesa. Confesso que chega até ser meio sombria em alguns momentos, no entanto ainda reserva bastante diversão pra nós que gostamos dos personagens.

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Asterix Conquista a América – Astérix et les Indiens – 1994

É uma adaptação do álbum A Grande Travessia lançado originalmente, em 1975.

Como curiosidade é a única animação de Asterix que não foi produzida na França.

Na trama, Júlio César está cansado de ser humilhado pelos gauleses e para privá-los de sua poção mágica.

Decide se livrar de Panoramix sequestrando o druida e jogando-o na borda do mundo (pra que caia no vazio). Lembrando que naquela época todos acreditavam que a Terra era plana.

Ao saber o que havia acontecido, Asterix e Obelix partem pra salvar seu amigo, mas ao pensarem que haviam chegado na borda da Terra. Foram parar em outro continente “descobrindo” a América.

Assim que pisam no novo mundo, Asterix é capturado por uma tribo de índios (Pés Sujos) e acaba descobrindo que o druida também estava com eles.

Enquanto Asterix estava preso, Obelix salva Ha-Tschi, a filha do Chefe de um rebanho de bisontes. Graças a isso Asterix eo druida são libertados e acontece até um envolvimento amoroso entre Obelix e a filha do chefe.

Asterix Conquista a América é uma animação simples, no entanto com situações divertidas e que impressiona pela qualidade impecável.

Se tornou uma das minhas animações preferidas, pois é uma aventura que acontece num outro continente, os heróis encontram outra cultura os romanos vermelhos (índios) e ainda há aqueles momentos divertidos como a briga do peixe (e os piratas com seu navio quebrado).

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Asterix e Obelix contra César – Astérix & Obélix contre César  – 1999

É o primeiro filme live action dirigido por Claude Zidi que foi baseado nos personagens de Uderzo e Goscinny.

Na trama, o governador romano Lucius Detritus (Roberto Benini) tinha a missão de obrigar os gauleses a pagar impostos pra Júlio César (Gottfried John).

O problema é que os soldados que iam cobrar impostos levavam altas surras do povo da aldeia.

Eles resistem ao pagamento dos impostos, pois usam a poção mágica feita pelo druida Panoramix (Claude Piéplu). Detritus fica sabendo desta poção e decide sequestrar o druida com a intenção de tomar o trono de César.

Asterix (Christian Clavier) e Obelix (Gerard Depardieu) decidem salvar o druida e se arriscam invandindo o acampamento romano.

Asterix e Obelix contra César é uma adaptação sensacional da aldeia gaulesa. Começando pela caracterização do elenco que ficou bastante similar aos quadrinhos.

Christian Clavier e Gerard Depardieu estão ótimos como protagonistas, a trilha sonora foi bem executada e os efeitos e os efeitos especiais não decepcionam.

Só pra constar, o filme foi uma das produções mais caras feitas na França (custando 40 milhões de dólares). Mais seu sucesso foi tão grande que rendeu a continuação que comento abaixo.

Os gauleses vão ao Egito para ajudar a bela Cleópatra

 Asterix & Obelix: Missão Cleópatra – Astérix & Obélix: Mission Cléopâtre – 2002

Só pra constar, esse filme foi baseado na aventura dos gibis Asterix e Cleópatra (1963) que comentei sobre a animação na parte anterior.

Asterix & Obelix: Missão Cleópatra foi dirigido por Alain Chabat que interpreta o imperador romano Júlio César.

Bom, no filme temos tudo aquilo que aconteceu antes, pois Cleópatra (Monica Bellucci) cansada do sarcasmo de César afirma que construirá um palácio em três meses.

O arquiteto Numerobis (Jamel Debouze) fica encarregado desta tarefa ingrata, porém se falhar será atirado pros crocodilos. Infelizmente, algo tão incrível de ser feito parecia impossível.

Então, lembrando do amigo Panoramix (Claude Rich) e sua poção mágica eis que surge a solução graças a ajuda dos heróis Asterix (Christian Clavier) e Obelix (Gerard Depardieu).

A dupla Clavier e Depardieu demonstra estar mais a vontade como protagonistas, destaco também a caracterização fiel dos personagens que tornam nossa apreciação muito melhor e os efeitos especias estão ótimos.

Sinceramente se a animação já era divertidíssima o filme consegue ser um espetáculo impressionante.

Só pra constar, lá na França o filme ganhou o Prêmio César, um tipo de Oscar francês.

Na categoria Melhor Figurino e recebeu três indicações, nas categorias de Melhor Ator Coadjuvante (Gérard Depardieu e Jamel Debbouze) e Melhor Desenho de Produção.

Fim desta parte e confira aqui o texto anterior.

 

 

Artista

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Scott Dalrymple

Ao longo de sua carreira ele já trabalhou nas principais editoras das mais variadas mídias. Seja publicando livros, revistas, graphic novel entre diversas outras coisas.

Podemos notar que além da óbvia sensualidade de suas personagens é um artista que demonstra uma versatilidade incrível no seu estilo de pin-ups.

Em seu trabalho temos diversos personagens conhecidos: Líder Optimus, Megatron, Wolverine, Batman, Surfista Prateado, Cheetara, Mulher-Hulk, Mary Jane, She-ra, Feiticeira, Batgirl entre outros.

Confira na galeria abaixo a arte impressionante de Scott Dalrymple

 

Asterix & Obelix

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Há diversas edições da aldeia gaulesa que sinceramente não conheço, mas em compensação tive o prazer de assistir algumas animações deles.

Astérix & Obélix foram criados na França pelo ilustrador Albert Uderzo e pelo escritor René Goscinny (1926-1977), pra revista Pilote em 1959.

A Pilote é uma edição famosa por ter publicado também Valérian et LaurineLucky Luke, Tenente Blueberry entre vários outros.

Dizem as lendas que os personagens foram baseados no povo gaulês, principalmente no chefe guerreiro Vercingetóricox.

Nos gibis suas aventuras acontecem no ano 50 antes de Cristo. E como curiosidade a Armórica, região da Gália onde fica a aldeia dos personagens realmente existiu (fica na atual região da Bretanha entre os rios Sena e Loire).

Apesar do enorme poderio bélico dos romanos a aldeia gaulesa é o único lugar que César não consegue triunfar, pois graças ao druida Panoramix com sua famosa poção mágica todos ganham superpoderes extraodinários.

Geralmente quem sofre são os soldados romanos que apanham das mais diferentes formas.

Só pra constar, eu também gosto do momento quando os piratas aparecem e se deparam com a dupla de heróis. Invariavelmente o navio deles é afundado e em outras ocasiões os próprios piratas o afundam pra não apanhar de Asterix e Obelix (é muito divertido).

Asterix é o herói da aldeia sendo bastante inteligente e astuto é quem geralmente resolve vários dos problemas que acontecem.

Como curiosidade seu nome francês é “asterisque” (que significa asterisco).

Obelix é o seu melhor amigo e quando era bebê caiu num caldeirão da poção mágica fato que o fez permanentemente fortíssimo. Na maioria das vezes não deixam que tome mais dela (algo que sempre tenta).

Seu nome original é “obelisque” (que traduzindo fica obelisco). Nosso amigo é meio obeso, mas não gostam que falem isso dele ficando cheio de raiva (ele adora comer e javali é o seu prato preferido).

Seu comportamento é fascinante sendo carinhoso, amável e um grande amigo no sentido real da palavra. Em sua companhia temos o adorável cãozinho Ideiafix que apesar de pequeno demonstra muita coragem em alguns momentos.

Júlio César é o maior arqui-inimigo dos gauleses, pois sempre está arranjando uma forma de acabar com a raça deles. O Imperador é bastante inteligente, mas não dá sorte com seus intentos. Pra nossa alegria é claro (eu acho muito engraçado seu narigão e seu porte altivo).

Há diversos personagens na aldeia que convivem na mais santa paz exceto quando há a discussão do peixe. Ordenalfabetix é o peixeiro que invariavelmente briga com Automatix que fica criticando-o. É um dos momentos mais divertidos, pois todos começam a brigar servindo como marca registrada na maioria das animações.

Abracurcix, chefe da aldeia (gosta de ser carregado num escudo), Naftalina, esposa dele, Falbala, sobrinha do chefe e musa do desenho (Obelix já foi apaixonado por ela), Chatotorix, cantor que não tem boa voz, Veteranix, o mais velho de todos (adoro quando ele bebe a poção), sua esposa é a Srª. Veteranix, uma mulher bonita que é muito mais nova (e que o ama de verdade).

As animações de Asterix pra mim são inesquecíveis conheça algumas que tive o prazer de assistir.

Lembro que primeiro foi na Rede Record há algum tempo atrás, mas agora podemos ver no Youtube animações completas.

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Asterix o Gaulês – Astérix, Le Gaulois – 1967

É o primeiro álbum dos gibis (ou banda desenhada) do personagem, lançado em 1961. E também é a primeira adaptação feita pra cinema.

Como curiosidade, o desenho foi adaptado pelo estúdio Belvision que historicamente havia lançado a série animada do repórter Tintim pra telinha.

A introdução segue aquela que vemos em praticamente todas as animações posteriores. Apresentando a Gália, no ano 50 A.C., que está “quase” totalmente ocupada pelos romanos.

Exceto por uma aldeia gaulesa que resiste graças a poção mágica, pois o druida Panoramix consegue que seus amigos ganhem poderes inacreditáveis.

O problema é que o druida foi captrurado pelos romanos, porque o centurião Caius Bonus deseja descobrir o segredo da poção pra destronar César.

Panoramix foi até torturado mais não contou o que eles tanto queriam ouvir.

Então, Asterix vai até Petibonum pra salvá-lo, mas também acaba preso e junto ao druida causam muita confusão fazendo poções falsas pros romanos tomarem.

É uma animação simples focada apenas na inteligência de Asterix e nos introduzindo aos personagens que pra mim são muito carismáticos.

Obviamente, nem vou contar muito pra não estragar a surpresa de quem quiser assistir.

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Asterix e Cleópatra – Astérix et Cléopâtre – 1968

É o sexto álbum da BD de Asterix criado pela dupla Uderzo e Goscinny que foi lançado em 1963.

Asterix e Cleópatra é a segunda animação feita com os personagens. Dizem as lendas que a personagem Cleópatra foi inspirada no filme da atriz Elizabeth Taylor.

Na trama, César insulta Cleópatra ao dizer que o Egito já foi uma grande nação.

Cleópatra diz que o seu povo é o melhor do mundo já que construiu as pirâmides e os templos dos faraós.

O  imperador afirma que o Egito caiu, pois foi conquistado pelos romanos.

Para demonstrar que ele está enganado, Cleópatra aposta que conseguirá construir um palácio em 3 meses (afirmando assim que o Egito não está decadente).

A tarefa desta construção ficou pro arquiteto Numeróbis que pede ajuda do seu amigo Panoramix.

O druida decide partir pra Alexandria, mas Asterix e Obelix também viajam em sua companhia.

A situação não é nada fácil, pois Numeróbis é muito atrapalhado, principalmente por causa de Timetamon, arquiteto rival que tenta sabotá-lo pra tornar-se favorito da rainha.

Paronamix faz sua famosa poção pros escravos conseguirem realizar a tarefa no tempo previsto.

Bom,  confesso que esta é uma das minhas animações preferidas da dupla. Eu sou suspeito pra comentar isso, mas devo afirmar que possui seus méritos.

Seja pela qualidade mostrada nos cenários, seja pela música bem executada ou ainda pelo desenvolvimento das situações engraçadas. Tipo o nariz da Esfinge foi quebrado por Obelix, a aparência de Cleópatra que ninguém pode comentar, a engrçada canção de arsênico entre outras coisas.

Asterix e Cleópatra é uma animação que sinceramente vale apenas ser vista.

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Os 12 Trabalhos de Astérix – Les Douze travaux d’Astérix – 1976

Foi a última produção com o envolvimento dos criadores dos personagens. E o primeiro produzido pelos estúdios Idéfix (criado por René Goscinny, Albert Uderzo e Georges Dargaud).

O aspecto mais importante a ser comentado é que Os Doze Trabalhos de Asterix não é uma animação baseada nos quadrinhos. No entanto, depois fizeram uma versão baseada nesta animação.

Na trama, depois de mais uma tentativa frustrada de conquistar a vila gaulesa, alguns senadores romanos passam a desconfiar que os moradores, não sejam pessoas comuns mais deuses.

César decide que sejam feitas doze tarefas inspiradas nos trabalhos de Hércules (que só poderiam ser feitas por seres superiores).

Então, se os gauleses conseguirem vencer o desafio, ele admitiria sua derrota. Agora se perdessem tornariam-se seus escravos.

Obviamente, Asterix e Obelix representam os moradores da vila e partem acompanhados por Caius Pupus, um romano que servirá como guia.

Os 12 Trabalhos de Asterix é uma animação que demonstra um nível de qualidade muito superior do que suas versões anteriores.

Sem sombra de dúvidas essa é uma das minhas animações preferidas de Asterix e cia.

A animação apresenta uma história convincente, personagens bem construídos e também situações que a dupla precisa peregrinar pra vencer.

Eu gosto demais da burocracia mostrada na Casa que Enlouquece, a tentação de resistir as envolventes sacerdotisas numa ilha ou não cair na hipnose do mago do Egito entre outras situações divertidíssimas.

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Asterix e a Surpresa de César – Astérix et La Surprise de César – 1985

É a primeira animação produzida pelo estúdio Gaumont. E só por curiosidade o roteiro é uma adaptação dos álbuns Astérix Gladiador (1964) e Astérix Legionário (1967).

Nesta animação, Obelix se apaixona por Falballa, no entanto ele é muito tímido pra revelar seus sentimentos. Depois, Obelix fica arrasado quando descobre que a moça está noiva de Tragicomix.

Infelizmente o casal foi raptado por uma patrulha romana pra serem oferecidos de presente pra César e a dupla de heróis sai correndo pra resgatá-los.

Seguindo o rastro do casal, Asterix e Obelix passam por Marselha, atravessam a África e chegam até Roma. Eles precisam se tornar gladiadores pra que possam finalmente salvar o casal.

Asterix e a Surpresa de César é uma animação excelente repleta de ação nos momentos oportunos, adoro a parte na qual Obelix fica confuso por não poder bater nos romanos (já que faz parte deles). E tem até um momento assustador na parte que Ideafix precisa fugir de um cão grande.

Eis aqui uma diversão garantida e bem engraçada do início ao fim.

Fim da primeira parte.

A Super Máquina – Última Parte

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Continue comigo numa viagem nostálgica desvendando um passado não tão distante assim.

Team Knight Rider – 1997

Desta vez, Glen Larson serviu apenas como produtor executivo, pois esse seriado foi criada pelos escritores/produtores Rick Copp e David A. Goodma.

TKR conta a história de uma nova equipe de combatentes do crime que utilizam alta tecnologia. Eles foram reunidos pela FLAG seguindo as mesmas diretrizes do lendário Michael Knigth e seu carro KITT.

Desta vez quem comandava tudo era Jim Marland que substituiu Devon Miles, do seriado original.

A equipe é composta por cinco pessoas e cada um possui um veículo com inteligência artificial. Durante os episódios  o grupo persegue espiões, assassinos, terroristas e traficantes de drogas (que agem acima da lei).

O TKR era formado por: Kyle Stewart (Brixton Karnes), ex  agente da CIA e líder da TKR, Jenny Andrews, (Christine Steel), um ex-veterano da Marinha e da Guerra do Golfo. Há um episódio que demonstra que “talvez” ela pode ser a filha de Michael Knight, no entanto nada foi confirmado.

Ainda temos, Duke DePalma, (Duane Davis), um ex-policial de Chicago e pequeno boxeador, Erica West (Kathy Trageser), ex-ladra, que teve uma segunda chance de usar suas habilidades para a aplicação da lei e Kevin “Trek” Sanders, (Nick Wechsler), um gênio técnico geeky. O apelido dele foi dado por seus pais, que são grandes fãs do Star Trek.

Os equipamentos eram: Danté (Ford Expedition) conduzido por Kyle, Domino (Ford Mustang conversível) dirigido por Jenny, Attack Beast (caminhão Ford F-150), conduzido por Duke, Kat (moto), conduzida pela Erica e Platão (outra moto), conduzida por Trek. Ambas as motos podem se unir formando um veículo de perseguição em alta velocidade.

Só pra constar, o episódio final da temporada teve o reaparecimento de Michael Knight, mas foi apenas de costas.

Team Knight Rider não fez muito sucesso tendo somente uma temporada com 22 episódios e terminando em 1998.

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A Nova Super Máquina – Knight Rider – 2008

Com a intenção de repaginar a série clássica tivemos essa versão que foi exibida aqui no Brasil um ano após seu lançamento pela Rede Record (depois de Xena: A Princesa Guerreira).

A Nova Super Máquina apresentava como KITT um Ford Mustang Shelby GT500KR. E no primeiro episódio temos participação espacial de David Hasselhoff como Michael Knigth.

Na trama, Mike Traucer (Justin Bruening) é filho de MK, mas o rapaz estava envolto com problemas pra pagar suas dívidas. Mais devido a ajuda de Charles Graiman (Bruce Davison) e de sua filha Sarah Graiman (Deanna Russo), Mike decide a muito custo entrar pra nova formação da FLAG.

Sarah faz parte da inteligência e ás vezes participava de algumas missões (Mike e Sarah tiveram um relacionamento no passado).

Além deles a equipe era composta por: Billy Morgan (Paul Campbell), um gênio da informática que cuidava dos equipamentos do KITT.

Zoe Chae (Smith Cho), uma especialista em informática que também trabalha nos equipamentos e recursos tecnológicos do KITT. Zoe é parceira de Billy que demonstra ser apaixonado pela moça, mas por ser muito tímido não revela seus sentimentos.

Alex Torres (Yancey Airas), um agente considerado desertor que desejava reviver KARR, mas acabou morrendo.

E Carrie Rivai (Sydney Tamila Poitier), uma agente do FBI muito durona que apoiava em campo Michael e KITT.

KITT era dublado originalmente por Val Kilmer e na versão nacional por Gutemberg Barros.

Essa versão do KITT vinha equipado com novas funções, possui nanotecnologia (podendo se reformar quando avariado), um módulo de ataque remodelado, módulo submarino, lasers, mísseis, pára-quedas, armas, pulso eletromagnético, inibidor sônico e a melhor parte é que podia se transformar em vários automóveis diferentes.

Infelizmente a produtora NBC resolveu cancelar o seriado e A Nova Super Máquina não durou muito apresentando uma temporada composta por 17 episódios e terminando em 2009.

Só pra constar, em 1994 tivemos Knight Rider 2010 um filme que não tinha nada em comum com a série original (apenas o título e um automóvel que também podia falar).

Na trama, Jake McQueen, queria se vingar do chefe da empresa Chrysalid, que havia assassinado seu pai e sua namorada.

Então, o rapaz construiu um carro cheio de gadgets, armamento, conduzir se sozinho e blindagem. Mais além disso a voz do computador era de sua amada morta (e o automóvel tinha o mesmo nome da moça, ANNA).

O grande problema é que esse filme não apresentava nenhuma ligação com Michael Knigth, não mencionava a FLAG e pra piorar o design do carro parecia mais uma referência ao estilo visto no filme Mad Max.

Algo que deixou os fãs mais ferrenhos do seriado clássico aborrecidos. E por causa disso não aceitam essa versão como parte do cânone original.

Pra piorar a situação o filme é fraquíssimo até nos momentos de ação sendo melhor esquecê-lo a qualquer custo.

Espero que tenham gostado e reveja aqui o texto anterior.

Fonte de Pesquisa: Wikipédia e Esijmjg blogspot.