Simbad – Última Parte

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Desta vez vou deixar de fora a versão feita pelos Trapalhões, pois já comentei num outro texto.

Vamos ao que interessa

Sinbad Contra o Olho do Tigre – Sinbad and the Eye of the Tiger – 1977

É a terceira sequência do herói em stop motion feita por Ray Harryhausen pra Columbia Pictures.

Na história, Simbad (Patrick Wayne), é Princípe de Bagdá e um corajoso marinheiro. Ele viaja até Charnak na intenção de pedir ao Princípe Kassim (Damien Thomas), a mão de sua irmã Farah (Jane Seymour).

Mas, Simbad descobre que Kassim havia sido transformado num babuíno, pois o feitiço foi lançado pela maligna madrastra Zenobia (Margareth Whiting).

Pra que a magia fosse desfeita, o herói precisa sair numa jornada pra terra da Hiperbórea algo que nunca havia sido feita antes.

Nessa perigosa viagem, Simbad terá que enfrentar o terrível Minoton (que se parece com o Minotauro), uma morsa gigante , uma vespa enorme e até um tigre dentes de sabre.

Pra piorar a situação, Zenobia junto com seu comparsa Rafi (Kurt Christian) segue o herói pra que não consiga salvar o princípe Kassim.

É o meu preferido de todos já mostrados com Simbad, pois além dos “efeitos especiais” estarem impressionantes.

Os lugares visitados pelos personagens são de uma riqueza belíssima e a parte interessante é que as cenas dos navios no mar foram gravadas em uma enorme tanque de água.

Lembro do Trog, um homem das cavernas que ajudou o herói em vários momentos perigosos (a forma dele agir e se comportar era tão simples quanto cativante).

Só pra constar, o Trog deste filme foi usado posteriormente pra ser Calibos do clássico Fúria de Titãs, de 1981.

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Sinbad e Os Sete Mares – Sinbad of the Seven Seas – 1989

Essa versão é estrelada por Lou Ferrigno que interpretou o Incrível Hulk no antigo seriado televisivo nos anos 80.

Só pra constar o ator também já interpretou o herói mitológico Hércules nos filmes: Hércules (1983) e As Aventuras de Hércules, em 1985.

O filme é narrado por uma mãe que conta pra sua filha uma história  de um grande livro pra dormir.

Num tempo antigo, houve uma cidade que o malvado vizir Jaffar (John Steiner) nublou a mente do califa e aprisionou sua filha, a princesa Alina (Alessandra Martines) para que possa se casar com a moça.

Sinbad e seus companheiros voltavam de uma viagem pra casa quando se deparam com a cidade transformada em miséria e tristeza.

O culpado é o feiticeiro Jaffar e Sinbad junto com sua tripulação terá que derrotá-lo buscando as gemas perdidas de Basra.

É uma versão italiana do herói, mas na época recebeu péssimas críticas e foi classificado como um filme B bastante fraco.

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As Aventuras de Sinbad – The Adventures of Sinbad – 1996

É um seriado televisivo que foi filmado em Ontário, no Canadá e na Cidade do Cabo, na África do Sul. Surgiu com um estilo bastante parecido com  Hércules e Xena.

Acompanhamos as histórias de Sinbad (Zen Gesner) que é capitão do navio, “Nomad” . Em sua companhia temos: Doubar (George Buza), seu irmão mais velho e muito forte, Maeve (Jacqueline Collen), uma feiticeira e par romântico, Firouz (Tim Progosh), um cientista e inventor, Rongar (Oris Erhuero), um guerreiro que não consegue falar e Dermott, um falcão.

O principal inimigo é o malévolo feiticeiro Turok (Juan Chiorian), mas durante os episódios surgem outros vilões.

As Aventuras de Sinbad teve 2 temporadas, com 44 episódios e terminou em 1998.

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Sinbad – A Lenda dos Sete Mares – Sinbad: Legend of the Seven Seas – 2003

É uma animação da DreamWorks, porém o filme muda o cenário original que é o Oriente Médio por Siracusa, na Sicília. E também, tem como inspiração mitos gregos como o de Damão e Pítias.

Na trama, Sinbad, é o aventureiro mais ousado e famoso que cruzou os sete mares, passou a vida correndo riscos e acaba se deparando com um perigo que jamais havia imaginado.

Ele foi acusado de roubar o Livro da Paz, um dos mais valiosos tesouros do mundo, pra provar sua inocência, deve então recuperá-lo ou seu melhor amigo, Proteu irás morrer em seu lugar.

O problema é que Éris, a deusa da Discórdia quer ficar com o livro pra seus interesses mesquinhos (algo do tipo dominar o universo).

Ela usa o herói enviando pro Tártaro na busca pelo artefato, porém Marina, a noiva de Proteu vai escondida na viagem e ambos acabam se apaixonando.

Os cenários são ótimos, seus efeitos especiais são convincentes, só a história destoa muito da original, no entanto afirmo que não é uma animação ruim.

Apesar de Sinbad ser o principal quem realmente chama atenção é Marina que consegue mostrar coragem e sensualidade ao mesmo tempo (os personagens secundários são engraçados tipo a tripulação do herói e seu cachorro).

Sinceramente, não é a minha versão preferida do herói, porém consegue entreter enquanto assistimos e só.

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1001 Arabian Nights: The Adventures of Sinbad – 2008

É uma versão em quadrinhos do personagem que faz parte do Grimm Fairy Tales da Zenescope Entertainment que demonstra os personagens dos contos de fadas numa abordagem mais sombria.

Nesta versão, Sinbad é o capitão do navio Al Da’rab e sua habilidade no combate corpo-a-corpo é insuperável. Infelizmente ele foi acusado falsamente de assassinato e  por causa disso banido de sua cidade natal.

O capitão soube de um artefato mágico que seria capaz de limpar seu nome e junto de sua fiel tripulação partiu numa viagem afim de provar sua inocência.

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Sinbad – 2012

É uma série televisiva mostrando o estilo fantasia, ação e aventura que foi produzido pela Impossible Pictures e transmitida pela Sky1.

Sinbad (Elliot Knight) mata acidentalmente o filho do Lorde Akbari (Naveen Andrews) em uma briga. Como recompensa pela dívida de sangue, o irmão de Sinbad é morto na sua frente.

Sinbad escapa, mas sua avó o amaldiçoa com um talismã mágico. Por causa desta maldição ele fica impedido que permaneça em terra por mais de um dia. Caso continue o talismã irá sufocá-lo até a morte.

Devido a isso, ele leva uma vida repleta de aventuras no mar. Em sua companhia temos: Gunnar, um marinheiro norueguês, Rina, uma ladra de jóias, Nala, uma aristocrata, Anwar, o médico e também o cozinheiro do navio.

Só que Sinbad não sabe que está sendo caçado por Lorde Akbari que ainda não considera a morte do irmão de Sinbad suficiente como pagamento da dívida de sangue.

Infelizmente o seriado teve vida curta com apenas 12 episódios e terminando em 2013.

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Magi: Adventure of Sinbad – Magi: Sinbad No Buken – 2016

É um spin-off e também prequel de Magi : O Labirinto da Magia (Magi: The Labyrinth of Magic), um mangá escrito e ilustrado por Shinobu Ohtaka. Essa edição foi lançada pela Weekly Shonen Sunday que teve um total de 37 edições publicadas entre 2009 a 2017.

O sucesso rendeu um anime Magi: The Kingdom of Magic (2013) e uma sequência Adventure of Sinbad: The Capture of Dungeon Baal (2015).

Neste anime temos as aventuras de Sinbad antes dele se tornar rei de Sindria. Mostrando o período que vivia com seus pais Badr, um veterano de guerra e sua mãe Esra. Infelizmente o menino perde o pai na guerra contra o Império Reim passando sua juventude ajudando os moradores e cuidando de sua mãe que estava muito doente.

Então, surgem boatos sobre as masmorras, misteriosos edifícios que foram erguido ao redor do mundo. Dizem que esses locais possuem grande poder e tesouro fato que despertou o interesse de diversos aventureiros e exércitos, mas todos que foram nessa jornada nunca ninguém voltou.

Sinbad devido a sua infância sofrida e por causa das histórias de sue pai deseja explorar o mundo além de sua aldeia. E quando abriga o misterioso viajante Yunan, o rapaz parte em busca de aventuras.

O anime conta como foi o início da lenda de Sinbad antes de se tornar o Grande Rei dos Sete Mares.

A parte interessante é que podemos acompanhar o desenho pela Netflix e por enquanto tivemos uma temporada com 13 episódios.

Comentei somente as versões mais significativas do Simbad que conheço e mais algumas que também encontrei na web.

Espero que tenham gostado e reveja aqui o texto anterior.

 

 

Imagens

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Seriados Anos 2000

A década passada acrescentou diversas séries que valem a pena parar pra assistir.

É óbvio que não irei comentar sobre todas, mas somente algumas que consegui ver (e que gosto demais).

Lembrando que já fiz comentários sobre desenhos e também sobre alguns filmes.

Todo Mundo Odeia o Chris – Everybody Hates Chris – 2005

Um dos seriados mais populares do nosso país exibido pela Rede Record (que atualmente está no canal Comedy Central).

Nele ficamos sabendo sobre a adolescência do comediante Chris Rock.

Os episódios de Todo Mundo Odeia o Chris acontecem no bairro do Brooklyn nos anos 80 com seus familiares e amigos.

Dizem as lendas que na realidade Chris Rock cresceu na década de 70, mas devido ao seriado That ’70s Show que já contava histórias desse período resolveram mudar pra década seguinte.

Eu sinceramente adoro as músicas e referências da década de 80, pois cresci naquela época.

A parte interessante é que além de narrador o ator já fez participação num episódio como Sr. Abbott.

Bom, Chris (Tyler James Williams) é o protagonista e apesar de ter boa índole e estar bem intencionado (infelizmente sempre se dá mal nos episódios).

Em sua famíla estão seu pai Julius (Terry Crews), sua mãe Rochelle (Tichina Arnold) e seus irmãos Drew (Tequan Richmond) e Tonya (Imani Hakim).

O que é bastante divertido no seriado é a personalidade deles, pois Julius é um pai bastante trabalhador. Tem dois empregos, adora dormir quando pode, sempre dá conselhos importantes e demonstrar ser muito pão duro até demais.

Rochelle trabalha num salão de beleza, mas em casa manda em todos e adora gritar.

Não podemos negar que Rochelle é uma mãe zelosa e carinhosa, porém Tonya e Drew sempre ficam sem fazer nada (sobrando pro Chris as tarefas da casa).

Apesar de tudo ela age sempre com mão firme quando o assunto é a educação dos filhos. Drew é o irmão do meio é exatamente tudo aquilo que Chris gostaria de ser (popular na escola, lutador de arte marcial e principalmente muito namorador).

E por último temos sua irmã mais nova Tonya que se aproveita fazendo fofocas e arranjando problemas pros seus irmas. Geralmente usa de chantagens pra conseguir qualquer coisa que deseja chegando até a chorar ou gritar pra isso.

Chris é um estudante da Corleone Junior High sendo conhecido justamente pelo fato de ser o único aluno negro desta instituição. Seu maior e único amigo é o Greg (Vincent Martella) que geralmente está dando algum conselho legal pra ele.

Ambos possuem os mesmos gostos e sofrem perseguições do Caruso (Travis Flory) valentão do colégio.

Há diversos personagens marcantes no seriado tipo: Doc Harris, dono do armazém, Senhorita Morello, professora do Chris que parece ser racista mais adora um negão, Senhor Omar, um agente funerário que se aproveita das viúvas, Perigo, um rapaz que vende só coisas roubadas ou falsificadas, Golpe Baixo, um mendigo que tem uma mãe milionária (entre vários outros).

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Eu, a Patroa e as Crianças – My Wife and Kids – 2001

É outro seriado que conquistou vários fãs em terras tupiniquins indo ar pelo SBT.

Aprendemos algumas lições de convívio familiar de forma instrutiva e muito divertida através de Michael Kyle (Damon Wayans), um comerciante dono da Transportadoras Kyle, uma empresa de caminhões.

Michael adora tirar onda com seus filhos, sacaneando eles das mais variadas formas, mas a melhor parte é que sempre consegue demonstrar ser um pai zeloso e carinhoso.

Michael sempre diz frases com referências a Michael Jackson, Star Wars, Michael Jordan, O Poderoso Chefão, Bill Cosby e possui um enorme trauma com sua careca.

Seu bordão preferido é: “Ããhhhhhhhhh… Não!”, mas durante os episódios ouvimos várias frases engraçadas ditas por ele.

Em sua família temos Jay (Tisha Campbell) que inicialmente era apenas dona de casa, mas depois começa a trabalhar. Ela age quase da mesma forma que seu marido, porém adora competir, canta mal pra caramba, grita e berra diversas vezes e quando está com raiva chama Michael pelo nome completo.

Seus filhos são: Michale Kyle Jr (George O. Gore II), é o mais velho deles. Júnior gosta de desenhar, no entanto não é muito inteligente (geralmente leva tapa no cabeção). Começou a namora a Vanessa Scott, o relacionamento evoluiu e tiveram um filho.

Claire é a filha do meio e tem uma peculiaridade, pois foi interpretada por duas atrizes. Sendo que a primeira foi Jazz Raycole sua mãe a retirou preocupada devido ao enredo da série.

A segunda foi Jennifer Nicole Freeman pra mim essa substituição ficou bem melhor, pois a atriz anterior era muito fraquinha. Claire é uma adolescente normal gosta de música, adora roupas, é bastante atrapalhada, no entanto também não é muito inteligente.

Seu namorado Tony (Andrew McFarlane) é um rapaz muito religioso que entra em conflito por causa de seus desejos por ela.

A filha caçula é a Kady (Parker McKenna Posey), uma criança comum e adorável. Apesar de ser bastante nova seu namorado é o Franklin Aloysius Mumford (Noah Gray-Cabey).

Franklin é um menino superdotado que além de ser um excelente pianista consegue dar ótimos conselhos pro Michael. Apesar de toda sua inteligência não consegue fazer amizade com crianças de sua idade.

Quem também merece destaque são os pais de Vanessa, Calvin (Lester Speight) e Jasmine (Ella Joyce).

Calvin é um brutamontes forte pra caramba que assusta Michael (indo até morar em sua casa num episódio). Ele adora comer e quando está dormindo ronca alto pra caramba, mas seu bordão: “Hum é mesmo!” dito apenas pra concordar com assuntos banais é inesquecível.

Devo confessar que é impossível não gostar deste seriado, pois além dos personagens cativantes. Ainda vemos temas importantes sendo abordados com conflitos na adolescência, problemas familiares e uso de drogas.

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The Big Bang Theory – 2007

Neste hilário seriado vemos o dia-a- dia de um grupo de amigos que são nerds e uma adorável garçonete nem tão inteligente assim.

Como a maioria já sabe Leonard Hofstadter (Johnny Galecki) e Sheldon Cooper (Jim Parsons) são dois físicos inteligentes até dizer chega (dividindo o mesmo apartamento).

Ambos trabalham no Instituto de Tecnologia da Califórnia e sua vidinha ia indo muito bem até a chegada da nova vizinha. Penny (Kaley Cuoco), uma mulher bonita que foi morar no apartamento da frente

O aspecto mais fantástico de TBBT não é porque eles são nerds (acho que atualmente a grande maioria das pessoas são nerds de algum jeito), mas sim como essa nerdice é abordada.

Não há como negar que os comentários nerds são engraçadíssimos, porém a personalidade deles é o ponto marcante pra mim.

Leonard é um neuropsiquiatra que demonstra um grave complexo de inferioridade (principalmente quando sua mãe aparece). É o melhor amigo do Sheldon conseguindo conviver com seu jeito esquisito e bizarro em tudo.

Leonard ama Penny de paixão e o relacionamento deles é marcado por diversos términos e recomeços. Porém ao longo do tempo esteve namorando com: Leslie Winkle, Stephanie Barnett, Priya Koothrappali e Joyce Kim.

Sheldon é um físico teórico que possui 2 Doutorados e um Mestrado (é o meu personagem preferido de todos). Além de ser inteligentíssimo, é egocêntrico pra caçamba, metódico em tudo aquilo que faz e não gosta de nenhum contato físico.

Suas atitudes são execráveis (falando sem pensar nos sentimentos dos outros), mas seu comportamento é pior ainda.

Sua namorada é Amy Farrah Fowler (Mayim Bialik), uma neurobiologista que se comporta praticamente da mesma forma que Sheldon. O relacionamento entre ambos vai se tornando mais forte chegando a rolar beijo e muito tempo depois uma relação sexual.

Penny (Kaley Cuoco) é uma aspirante a atriz que trabalha como garçonete. É uma pessoa amável, extrovertida e compreensiva, mas não entende nada dos assuntos científicos que Leonard lhe conta.

Sua maneira descolada de agir entra em contraste direto com o resto dos rapazes.

Howard Holowitz (Simon Helberg) tem apenas um mestrado em engenharia aeroespacial pelo MIT e Sheldon fica enchendo a paciência dele por causa disso.

Suas roupas nos conectam direto ao período dos anos 60 (ele parece um integrante dos Beatles). Fora isso seus cintos tem fivela enorme usando símbolos do Flash, Batman, Pac-Man, Nintendo e até um comunicador klingom.

Howard se acha um grande conquistador mais na verdade suas cantadas são horríveis.

Inicialmente morava com sua mãe chatérrima que só vivia gritando, porém depois começou a namorar Bernadette Rostenkowski (Melissa Rauch) que se tornou sua esposa. Sua voz fina é entendiante, no entanto demonstra ser bastante geniosa quando está com raiva.

E por último temos Rajesh Koothrappali (Kunal Nayyar), um astrofísico indiano e melhor amigo de Howard.

Raj tem medo de falar com as mulheres ficando mudo diante delas. Geralmente comenta algo baixinho no ouvido de Howard (fato estranho demais).

Quando está bêbado Raj se solta ficando extrovertido e dizendo muita besteira. Como curiosidade a família dele na Índia é bastante rica, vemos ele se comunicando com os pais pelo notebook.

Priya Koothrappali (Aarti Mann), é sua irmã, porém ainda possui quatro irmãos e uma irmã.

No seriado Stuart (Kevin Sussman) é o dono da loja de quadrinhos que mostra mais gibis da DC Comics. Ele entrou pro grupo quando Howard foi pro espaço (sendo demitido pelo Sheldon após Holowitz voltar).

Big Bang tem muita referência aos heróis e também pra cultura pop em geral mais como já comentei é a convivência entre eles que torna o seriado o máximo.

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Dois Homens e Meio – Two and a Half Men – 2003

É um seriado repleto de frases ácidas, mas o melhor de tudo é ver a interação entre os personagens.

Charlie Harper (Charlie Sheen), não vale o chão onde pisa. É um compositor de jingles, no entanto bebe pra caramba, tem problemas com jogos e apostas. Por ser um solteirão convicto está sempre rodeado de mulheres e causando muita confusão no seus relacionamentos.

Su vida estava tranquila até que Alan Harper (Jon Cryer) , seu irmão que se divorciou vai morar em sua casa trazendo junto, Jake Harper (Angus T. Jones), seu sobrinho.

Enquanto Charlie é muito descolado, Alan é completamente ao contrário sempre certinho e educado. Ambos concordam apenas na educação do Jake.

O seriado acontece em Malibu (Los Angeles) numa casa de praia e a situação fica bem ruim quando surge Evelyn Harper (Holland Taylor). A mãe que não liga pros filhos e quando aparece ninguém gosta.

Ainda temos Rose (Melanie Lynskey), vizinha maluca de Charlie eles tiveram um relacionamento rápido (só que ela fica perseguindo-o).

Berta (Conchata Ferrell) é a empregada escrachada que age de maneira sarcástica com seu patrão (sempre criticando a vida de todos na casa). E Judith (Marin Hinkle) ex-esposa do Alan que vive discutindo sobre o Jake.

Só pra constar, Charlie morreu quando saiu do seriado e foi substituído por Ashton Kutcher que interpretou Walden Schimidt . Um bilionário da internet que comprou a casa e acaba morando com Alan.

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Arquivo Morto – Cold Case – 2003

Foi exibido há algum tempo atrás na telinha pelo SBT. Acompanhamos os casos da detetive Lilly Rush (Kathryn Morris) do Departamento de Homicídios da Filadélfia.

Sua missão é investigar casos antigos que ainda não foram solucionados reabrindo suas investigações.

Esses arquivos geralmente estão guardados há muitos anos dando tempo suficiente pra haver diversas mudanças (nas pessoas e até na tecnologia).

Ao seu lado, Rush tem uma excelente equipe formada por: Tenente John Stillman (John Finn), seu mentor que também age como pai, detetive Scott Valens (Danny Pino), detetive Will Jeffries (Thom Barry) e detetive Nick Vera (Jeremy Ratchford).

É importante notarmos a determinação de Lilly na busca das provas dos crimes.

A detetive era muito reservada e quieta, mas quando estava em casa sozinha dava muita atenção pro seu gato. Havia um interesse dela por Scott, mas não sei por qual motivo Rush nunca assumia seus sentimentos.

Vale a pena assistir, porque os crimes abordavam assuntos importantes como: feminicídio, racismo, hierarquias, drogas, estereótipos entre outros. Mais a forma como cada situação era mostrada é que despertava o meu interesse.

Outro grande destaque feito de forma perfeita é a mudança das pessoas desde o momento do acontecido para os “dias atuais”.

Gosto muito da trilha sonora usada em cada episódio fato que nos conectava ainda mais com os acontecimentos.

Eu ficava de bobeira no final quando o espírito da vítima surgia pra detetive demonstrando que aquele ciclo havia finalmente chegado ao fim.

A década de 2000 trouxe diversos seriados marcantes entre os quais cito: Doctor Who, Heroes, 24 Horas, Chuck, Família Soprano, House, Smallville, Fringe, Californication, Prison Break, Kyle XY, O Fugitivo entre várias outras

Confira na galeria abaixo algumas imagens dos seriados dos anos 2000 que garimpei na web

 

 

Simbad

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Simbá, o Marujo (também grafado Sinbad ou Sindbad) é um marinheiro que surgiu nos contos tendo origem no antigo Oriente Médio.

O herói é da cidade de Bagdá e viveu durante o califado abássida. Suas sete viagens pelos mares a leste da África e sul da Ásia o fizeram passar por inúmeras aventuras fantásticas.

Enfrentando seres monstruosos, fenômenos sobrenaturais e encontrando povos estranhos.

Suas histórias foram lidas no livro As Mil e uma Noites, que reúne diversos contos árabes e que foi traduzida pelo escritor e orientalista francês Antoine Galland (1646-1715), um especialista em manuscritos antigos, línguas orientais e moedas.

O clássico livro foi publicado na França entre 1704 e 1717.

Dizem as lendas que Galland tomou várias liberdades artísticas quando reescreveu o livro, pois incluiu As Viagens de Simbad. Sendo que na verdade o conto era avulso e foi incluído nas Noites.

A mesma situação ocorreu com Aladim e a Lâmpada Maravilhosa e Ali Babá e os Quarenta Ladrões, porque essas histórias ele escutou do contista sírio Hanna Diab. E ambas foram incluídas também nas Noites.

O escritor adaptou grande parte do estilo da narrativa, falas dos personagens e outros aspectos pra que o público europeu ficasse mais a vontade na leitura.

Apesar das críticas recebidas de escritores e estudiosos posteriores, sua versão das Mil e uma Noites é a mais célebre e tornou-se um dos fundamentos da literatura ocidental.

Na história Simbad vivia nos dias de Harune Arraxide, califa de Bagdá, nesta cidade tinha um carregador pobre. Certo dia, o carregador fez uma pausa em seu trabalho pra descansar perto da casa de um homem comerciante e rico.

Então pragueja quanto a injustiça e sua sorte miserável no mundo, pois ele é tão pobre e o dono da casa tão rico. O comerciante escutou seus lamentos e pediu que o rapaz fosse trazido pra dentro.

Descobriram que compartilhavam o mesmo nome, Simbad e o comerciante disse que já havia sido pobre. Tornou-se rico por fortuna e destino e se oferece pra contar sobre suas histórias das sete viagens fantásticas que teve.

Ao longo das décadas suas narrativas são um dos contos mais populares de As Mil e uma Noites. Sendo adaptada pra música, cinema, teatro, desenhos animados e quadrinhos.

Vou deixar de fora a versão do marinheiro Popeye, porque já fiz um comentário sobre o assunto.

Então, vamos conhecer algumas dessas versões?

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Sinbad the sailor – 1935

É um curta-metragem animado produzido e dirigido pela Ub Iwerks.

No desenho, o lendário Sinbad viaja pelos mares num navio acompanhado de um papagaio. Então, de repente um grupo de piratas causa problemas, pois estão planejando roubar seu tesouro.

Sinbad precisa usar sua inteligência pra poder salvar o que conquistou.

É um desenho muito simples tendo toda aquela inocência, nostalgia e canções que haviam na época.

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Simbad, o Marujo – Sinbad, The Sailor – 1947

Numa época muito distante nos tempos do califa Harun-Al-Rashid (na antiga Pérsia).

Simbad (Douglas Fairbanks Jr.) conta suas aventuras, porém ninguém sabe se talvez seja mentira ou está dizendo a verdade.

Em sua oitava viagem, na companhia de seu amigo Abbu (George Tobias) descobriu um navio aonde estava o mapa do tesouro que mostra a localização das riquezas de Alexandre, O Grande.

Durante o leilão da embarcação, Shireen (Maureen O’Hara) também queria compra-lo a mando de seu mestre. Sinbad querendo obter o navio acaba arranjando uma dívida enorme por causa dele.

Mais na procura por esse tesouro, o herói terá que enfrentar, Emir (Anthony Quinn) e Melik (Walter Slezak) que farão de tudo pra se apossar dessas riquezas.

Juntos todos irão numa perigosa viagem querendo encontrar uma enorme riqueza escondida deixada pelo maior general da antiguidade.

Confesso que sou suspeito pra comentar sobre essa produção, pois faz parte de minha memória afetiva. Já que assisti na Sessão da Tarde na década de 1980.

É um filme de fantasia feito numa época na qual Hollywood caprichava nos figurinos, canções e interpretações.

Maurren O’Hara impressiona por sua beleza, Douglas Fairbanks Jr. faz todas as suas acrobacias legais e Anthony Quinn nos entrega um excelente vilão.

Mesmo sendo um filme tão antigo é óbvio que gosto dessa versão.

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Simbad e a Princesa – The 7th Voyage of Sinbad – 1958

Vai entender tradutor se o título original era A Sétima Viagem de Sinbad, porque mudaram?

Bom, foi o primeiro filme de uma trilogia da Columbia Pictures tendo como protagonista o herói Sinbad. Lembrando que todo conceito e animação em stop motion foi realizado pelo mestre Ray Harryhausen.

Esse filme teve como sequência A Nova Viagem de Sinbad e Simbad Contra o Olho do Tigre.

Na trama, Simbad (Kerwin Matthews) embarca numa perigosa jornada para a misteriosa Ilha de Colossus, mas se envolve com diversos problemas quando um diabólico feiticeiro Sokurah (Torin Thatcher) joga um feitiço em sua amada a princesa de Chandra (Kathryn Grant).

A fim de salvá-la, o herói terá que enfrentar diversos monstros místicos como o terrível Ciclope, o enorme pássaro Roc, um exército de esqueletos entre outros desafios.

Também sou suspeito pra comentar sobre esse filme, pois vi na Sessão da Tarde (mais confesso que não é o meu preferido da trilogia).

Seria chover no molhado dizer que os efeitos especiais estão bem toscos atualmente, mas eu adorava ver esse filme quando era moleque.

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As Aventuras do Capitão Sindbad – Captain Sindbad – 1963

Essa versão do herói foi protagonizada por Guy Williams que no seu currículo foi o inesquecível Zorro da Disney e também o Professor John Robinson de Perdidos no Espaço.

Na trama, o reino de Baristan é comandado pelo tirano El-Carim (Pedro Armendáriz). Ele planeja capturar seu rival, Simbad que logo retornará do mar, pois pretende se casar com a Princesa Jana (Heidi Brüh).

A princesa resolve pedir ajuda do mago Galgo (Abraham Sofaer) para transformá-la num pássaro a fim de avisar seu amado da armadilha que lhe espera.

Infelizmente a princesa não consegue chegar a tempo, porque o vilão consegue transformar seus soldados em gaviões que destroem o navio do herói.

Só que Simbad continua vivo e descobre que a única forma de destruir seu inimigo é roubando seu coração que está escondido numa distante torre de marfim.

Então, Simbad parte nessa viagem não só pra ajudar sua amada, mas também pra salvar o povo deste terrível tirano.

Esse é outro clássico da antiga Sessão da Tarde, lembro que o mago era bastante atrapalhado e por causa de suas mágicas que sempre davam errado eu me divertia muito quando via o filme.

Feito numa época mais inocente é um filme que retrata a jornada do herói e isso é o há de melhor nele.

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Sinbad Jr. –  Sinbad Jr. and his magic belt – 1965

É uma produção da Hanna-Barbera que surgiu baseado no famoso marinheiro dos livros. No desenho acompanhamos as aventuras de Sinbad Jr. na companhia do papagaio Calado.

Sinbad Jr. utiliza um cinto dourado que lhe concede poderes como grande força.

Só pra constar, suponho que “talvez” não tenha sido exibido em terras tupiniquins.

O desenho teve 102 episódios, dividido em 3 temporadas e terminando no mesmo ano que começou.

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A Nova Viagem de Simbad – The Golden Voyage of Sinbad – 1974

É o segundo filme com o herói distribuído pela Columbia Pictures e com “efeitos especiais” em stop motion feitos por Ray Harryhausen.

Desta vez, Simbad (John Philip Law) encontra um mapa e viaja em busca da Ilha de Lemuria. Além de seus tripulantes temos a bela Margiana (Caroline Munro), uma misteriosa mulher que possui um olho em sua mão.

O problema é quando o grão-vizir, herdeiro do sultão sofre com uma maldição lançada por Koura (Tom Baker) e o herói terá que levá-lo á fonte da vida pra que seja desfeita  a magia negra.

A viagem não será fácil, pois além de enfrentar Koura, Simbad precisa vencer diversos desafios como uma estátua com seis espadas, um grifo assustador, um centauro entre outros.

Mesmo pra época os efeitos especiais são ótimos e o clima de fantasia e aventura foi um dos melhores vistos das sequências.

Caroline Munro já era musa nesse período e Tom Baker que interpreta o vilão Koura depois ficou mundialmente famoso e imortalizado ao interpretar o Quarto Doutor de Doctor Who.

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The Arabian Nights: Sinbad’s Adventures – 1975

Arabian Nights: Sindbad no Bōken é um anime  dirigido por Fumio Kurokawa e produzido pela Nippon Animation.

No desenho, Sinbad é um menino e filho de um famoso comercinate de Bagdá. O garoto gosta de ouvir as histórias de seu tio Ali que narra muitas aventuras.

Ele trouxe pro garoto Shera, um estranho pássaro falante e Sinbad une-se ao tio na esperança de partir em outra de suas viagens. Após uma baleia gigante atacar o navio, Sinbad fica numa ilha deserta.

Separado de Ali e apenas acompanhado por Shera começa suas próprias aventuras.

Ao retornar pra casa fica desesperado ao saber que seus pais haviam desaparecido (e parte novamente pra encontra-los).

Ao longo dos episódios o menino via pra diversos lugares diferentes e acaba fazendo amizade com Ali Baba e Aladdin. Nos episódios eles encontram criaturas estranhas, incluindo um pássaro gigante, sereias, gÊnios, liliputianos, cobras enormes e mágicos hostis.

Sinbad também conhece outros personagens apresentados nas Mil e Uma Noites, incluindo os Quarenta Ladrões, também da história O Gênio e o Mercador ou o Cavalo Voador.

No final após derrotar os mágicos malvados que estavam atrapalhando sua jornada, Sinbad reencontra todos os seus amigos, seus pais e seu tio que haviam sido capturados por uma feiticeira malévola.

A série animada apresentou um total de 52 episódios, terminando em 1976.

Espero que tenham gostado e fim da primeira parte.

 

Marvel Heroes – Última Parte

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Neste post conheça mais alguns dos meus personagens preferidos da Casa de Ideias que eu gosto.

Chega de enrolação e vamos nessa

Justiceiro – Punisher

É um dos personagens mais populares da editora. O Justiceiro foi criado por Gerry Conway e também pelos artistas Ross Andru e John Romita Sr.

Surgindo pela primeira vez na edição Amazing Spider-Man # 129, em 1974.

Dizem as lendas que foi Stan Lee que batizou o personagem. O Justiceiro surgiu como anti-herói pra ser apenas antagonista do Cabeça de Teia, mas sua aparição foi um sucesso tão grande que resolveram aproveitar mais o personagem.

Frank Castle cresceu no Queens, em Nova York. Anos depois seguiu a carreira militar tornando-se Capitão do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (United States Marine Corps).

Castle é um mestre em artes marciais, táticas de infiltração, guerrilha, manejo de explosivos e também numa enorme variedade de armas. Frank esteve na Guerra do Vietnã tornando-se o soldado perfeito (uma verdadeira máquina de matar).

Quando retornou foi condecorado como herói de guerra. Então casou-se com Maria Elizabeth com quem teve dois filhos: Frank Castle Jr. e Lisa Bárbara Castle.

Num belo dia, Castle foi fazer um piquenique com sua família no Central Park estava tudo tranquilo, mas de repente houve alguns disparos. Uma gangue disputava território e a família presenciou o assassinato.

Então, pra não ter testemunhas assassinaram a família inteira. Todos foram mortos, mas Castle foi o único que conseguiu sobreviver. Ao acordar reagiu querendo agredir a todos, no entanto pelo resto de seus dias desejou ter morrido com sua família.

No hospital ainda tentaram acabar com Frank mais conseguiu reagir a tempo matando um deles. Recebeu proteção policial, tentou levar os assassinos de sua família pra prisão e até descobriu que pertencia a Família Costa, mafiosos que forjaram alibi e compraram policiais.

Quando tentou expor tudo agindo pelo sistema com ajuda do jornalista Mike McTeer não arranjou nada (e o jornalista foi morto). A única solução foi reagir da maneira como sabia surgindo nesse momento o Justiceiro.

O anti-herói é um vigilante utilizando o rapto, extorsão, tortura, coerção e ameaça sempre de forma violenta em sua contínua guerra contra o crime.

Como Justiceiro, Frank exterminou primeiro os assassinos de sua família e depois continuou lutando contra o crime organizado e qualquer bandido que cruzasse o seu caminho.

Nos gibis, Castle teve a companhia do Microchip, um hacker responsável pela compra de armamentos, investigação dos alvos, invasão dos sistemas de segurança entre outras coisas.

Os principais inimigos do herói são:  Retalho, Rei do Crime, Mercenário, Barracuda, Russo e Mama Gnucci.

Seu melhor amigo é o Motoqueiro Fantasma, pois ambos tem como missão eliminar o mal.

Há diversas revistas com ótimas aventuras do personagem, no entanto eu gosto bastante de Justiceiro Massacra o Universo Marvel.

É uma história que lembra o estilo “O Que Aconteceria Se…” e pra mim das várias mortes mostradas a que mais ficou gravada em minha lembrança foi a do Wolverine.

No Universo Marvel 2099, Jake Galows teve o mesmo problema de perda e procurou os arquivos secretos de Castle transformando-se no Justiceiro 2099.

Lá na distante década de 80, Dolph Lundgren interpretou o herói no filme O Justiceiro. Havia aquela origem de perda da família, depois caçando e matando bandidos.

Castle se escondia nos esgotos algo que não tinha nada haver com os gibis. O ator Louis  Gosset Jr. interpretava o o tenente Jake Berkowitz que procurava seu ex-amigo devido ao rastro de mortes que estava encontrando.

Na época eu já achava o filme ruim, tem todo aquele estilo dos anos 80 com muito tiro e perseguição. E como adaptação de quadrinhos é considerada uma das piores de todos os tempos.

Em 2004 foi a vez de O Justiceiro com Thomas Jane. Se compararmos com sua versão anterior ficou melhor. Mostraram a perda trágica e motivação, misturando um tom sombrio e aquele clima de vingança, no entanto eu não gosto desta versão.

Ficou tudo colorido demais e Retalho feito pelo John Travolta estava razoável. Um típico filme feito mais pra Sessão da Tarde.

Depois tivemos O Justiceiro: Em Zona de Guerra com Ray Stevenson que pra mim se aproximou um pouco melhor do clima dos gibis.

O Justiceiro já participou da série animada do Homem-Aranha da década de 90.

Em 2014 tivemos o anime Os Vingadores Confidencial: Viúva Negra e Justiceiro feito pela Madhouse.

Na trama após interferir numa investigação da SHIELD, Castle foi preso e pra poder ficar livre teve que agir em parceria com a Natasha.

O problema era a organização terrorista Leviathan que planejava leiloar tecnologia roubada da agência de espionagem.

O anime é bom, pois tem muitas cenas de ação tanto Frank quanto a Natasha demonstram estarem prontos pro combate quando necessário. Infelizmente  a história fica se arrastando em alguns momentos e tem uma historinha mamão com açúcar do namorado cientista da Viúva.

Fora isso, ainda tem participação do Nick Fury e uma aparição dos Vingadores (pra quem ainda não viu vale a pena conhecer).

Na segunda temporada do Demolidor pela Netflix, Jon Bernthal nos deu uma interpretação tão realista e impressionante que pra mim ficou impossível esquecer.

A mentalidade do Justiceiro é fascinante, pois demonstra ter um código de conduta próprio. E o embate principalmente ideológico entre Murdock (Charlie Cox) e Castle foi o ápice daquela temporada.

O sucesso inegável rendeu um seriado protagonizado pelo Justiceiro e sinceramente eu esperava que fosse mais violento. Arrastaram tramas desnecessárias e ficou muito água com açúcar o relacionamento da Dinah Madani com o Russo.

Espero que a segunda temporada venha com uma pegada mais dos gibis que fizeram tanto sucesso com o personagem.

Só pra constar, temos uma versão feminina do herói, Lady Punisher (Lynn Michaels) é uma policial bem treinada de Nova York.

Lynn fez uma parceria com Frank inicialmente pra caçar um estuprador que aterrorizava o Central Park, mas não demoraram muito tempo agindo juntos. Seu uniforme é bastante similar ao de Castle.

A Sargento da Marinha, Rachel Cole é outra que também usou esse codinome. Durante sua festa de casamento explodiu uma guerra de gangues e além de perder seu marido também se foi toda sua família.

Severamente ferida e sem ninguém, Cole tinha apenas como amiga Norah Winters, uma repórter do Clarim Diário (sendo através dela que conseguia informações pra sua vingança pessoal).

Durante algum tempo, Cole e Catle fizeram parceria, mas quando Frank descobriu que ela ainda tinha sentimentos por seu marido morto. Decidiu que isso atrapalharia em alguma missão futura e desfez a parceria.

Beta Ray Bill

Bill Raio Beta – Beta Ray Bill

Foi criado por Walt Simonson surgindo pela primeira vez na edição The Mighty Thor # 337, em 1983.

Bill pertence a raça alienígena korbinita e teve que fugir do seu planeta quando Surtur o destruiu. Todos de seu planeta iniciaram uma viagem em animação suspensa.

Antes dessa jornada, Bill foi modificado geneticamente ganhando poderes pra que pudesse defender sua raça.

Thor obedecendo um pedido de Nick Fury intercepta, Ferocimea, a nave de Raio Beta. Mais o asgardiano é atacado confundido com um inimigo. Durante a luta, Bill consegue erguer Mjolnir ganhando os poderes de Thor.

Então, Odin transporta Bill pra Asgard por engano achando que tratava-se do filho. Após esclarecer tudo convoca o Deus do Trovão, mas ambos os guerreiros reinvindicam a posse do martelo.

O pai dos deuses resolve o problema num duelo entre ambos (até a morte). Bill vence, porém não se sente bem usando o martelo (mesmo precisando dele).

A solução foi criar um outro martelo o Rompedor de Tormentas (Stormbreaker) que possui os mesmos poderes que Mjolnir.

Deste momento em diante, Bill e Thor tornaram-se amigos e aliados.

Bill Raio Beta possui força, velocidade e resistência fora do comum. Devido as modificações genéticas que sofreu pode sobreviver no espaço por um longo período de tempo.

Ao manipular o Rompedor de Tormentas consegue controlar raios e relâmpagos, abrir portais dimensionais e voar.

Bill Raio Beta é um protetor de Asgard e também do universo.

Durante sua viagem a procura de uma nova moradia, Lady Sif e Bill tiveram um relacionamento, mas não sei explicar por qual motivo não durou muito.

A primeira aparição do herói foi no desenho do Surfista Prateado no qual recebeu ajuda do Oscar espacial.

Depois foi no excelente Esquadrão de Heróis numa aventura parodiando um pouco de sua versão dos gibis.

Na excelente série animada dos Vingadores, temos a participação do herói. Surgindo no episódio “A Balada do Bill Raio Beta” que demonstra sua origem como foi descrita acima.

Outro momento que vemos o korbinita é na animação Planeta Hulk, na qual inicialmente luta contra o Grandão (sendo quase morto na batalha).

alpha-flight

Tropa Alfa – Alpha Flight

O grupo foi criado por John Byrne surgindo na edição Uncanny X-Men # 120, em 1979.

A Tropa Alfa é uma equipe canadense que se equivale aos Vingadores na Terra do Tio Sam.

Sua primeira aparição foi no Almanaque do Hulk # 9 publicado pela RGE, em 1982.

A equipe trabalhava pro Departamento H, um ramos do Departamento de Defesa Nacional do Canadá que combate os super-vilões.

Inicialmente seria apenas pra fazer parte do passado de Wolverine, mas devido ao sucesso ganharam uma série própria.

A primeira missão do grupo foi capturar o baixinho enfezado que estava nos X-Men e levá-lo pro Canadá. Deu um problema enorme pra eles (lembro que li essa aventura).

Na formação inicial tínhamos: Guardião ou Vindix (James MacDonald Hudson) líder da equipe, um cientista que criou seu traje que lhe permite voar e também manipular o campo magnético da Terra.

Sasquatch (Walter Langowski), um cientista da Colúmbia Britânica que após um acidente com raios gama pode se transformar na criatura lendária.

Shaman (Michael Twoyoungmen), um renomado médico e feiticeiro nativo das Primeiras Nações de Calgary. Dentro da sacola carrega poções, ervas e vários segredos usando-os  conforme necessidade.

Pássaro da Neve (Narya), uma semi-deusa inuíte que possui a habilidade de se transformar em qualuqer animal pertencente ao Canadá.

Aurora (Jeanne-Marie Beaubier), uma mutante que tem poderes de velocidade, geração de luz, aceleração molecular e voo. É irmã gêmea do Jean-Paul e tem problemas de múltipla personalidade.

Estrela Polar (Jean-Paul Beaubier) demonstra ter os mesmos poderes que sua irmã. Historicamente é um dos heróis da editora que assumiu sua homossexualidade.

Pouco tempo depois ingressaram na equipe: Pigmeu (Eugene Judd Nilton), um anão saltador que possui resistência fora do comum e habilidades acrobáticas extremas.

Marrina, uma mulher anfíbio que fazia parte de uma força invasora extraterrestre denominada Plodex.

Não poderia me esquecer da Guardiã ou Vindix (Heather McNeil Hudson), esposa de James Hudson. Ela assumiu o comando da equipe no período que havia sido dado como “morto”.

Na verdade após a explosão dos circuitos internos de seu uniforme James foi lançado há milhares de anos no passado. Indo parar em Ganimedes, um satélite de Júpiter (retornando apenas com ajuda dos habitantes de lá).

Há várias formações da Tropa Alfa, porém não vou me estender nesse assunto.

Lembrei de um assunto interessante durante a clássica “Saga da Encruzilhada” escrita por Bill Mantlo o Hulk havia ficado descontrolado e selvagem. Os heróis tiveram que detê-lo e a única solução arranjada pelo Doutor Estranho foi enviá-lo pra uma encruzilhada composta por várias dimensões.

O grandão fica viajando por mundos diferentes e bastante bizarros pra ser sincero. Conhece, Jarella, um dos grandes amores de sua vida (nesse período Banner assumiu a consciência do Hulk).

Mais o que eu queria comentar mesmo é quando o Hulk retorna da Encruzilhada, pois a Tropa Alfa pensava que estava salvando o Sasquatch, mas trouxeram-no de volta pra Terra.

A fúria demonstrada pelo Hulk arrebentando todo mundo foi marcante e inesquecível pra mim.

Espero que tenham gostado e relembre aqui do texto anterior.