Artista

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Pra mim, sem sombra de dúvidas é um dos melhores artistas que podemos encontrar na atualidade.

Não há como não reparar em seu estilo peculiar que nos lembra obviamente um desenho animado.

Contemple na galeria abaixo a arte excelente dele e também no seu Deviantart

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Ciborgue

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Atualmente podemos ver que Ciborgue é um membro fundador da Liga da Justiça, pois durante a saga Novos 52 sua origem foi recontada.

Obviamente pra nós que conhecemos o personagem há algum tempo sempre estará marcado como um integrante dos Titãs. Tal afirmação é uma referência marcante, pois participou das duas versões mostradas na telinha deles.

Cyborg foi criado pela dupla Marv Wolfman e George Pérez surgindo pela primeira vez na edição DC Comics Presents # 26 (durante aquela famosa fase dos Novos Titãs, em 1980).

Victor Stone é filho dos cientistas Silas e Elionore Stone. Vic cresceu sendo obrigado por seus pais a seguir na carreira de cientista, pois tinha Q.I. elevado de 170.

Seus pais dedicavam mais tempo de sua vida pra ciência do que com o menino. Isso acabou tornando-se um problema, porque se sentia muito só. Quando passou a frequentar uma escola pública, Vic optou por tornar-se atleta de futebol americano.

Nesse período conheceu Marcy Reynolds, sua namorada e ficava treinando pra ingressar nos Jogos Olímpicos. Seu pai não gostou, porque seus planos pra ele eram outros (o relacionamento deles era muito conturbado).

Num dia, Vic decidiu visitar seu pai nos Laboratórios S.T.A.R (STAR Labs.), Silas e Elionore trabalhavam juntos estudando e observando outras dimensões. E também desenvolviam peças cibernéticas pra serem usadas por soldados deficientes.

Silas observava uma outra dimensão quando uma criatura atravessou acidentalmente ( o animal matou Elionore e deixou Vic mortalmente ferido). Devido ao medo de também perder seu filho, Silas reconstruiu seu corpo com protótipos cibernéticos (feitos de aço reforçado, plásticos e polímeros especiais).

Vic ficou revoltado ao perceber no que havia se tornado, foi morar sozinho e acabou se isolando de todos. Até ser convocado pela Ravena pra se unir aos Titãs.

Atuando na equipe dos Titãs, Ciborgue tornou-se amigo do Mutano (Garfield Logan) e juntos tiveram várias aventuras incríveis.

Na fase dos Novos 52 feita por Jim Lee e Geoff Johns (2011) sua origem foi modificada só um pouco, pois continua sendo atleta de futebol. Após ganhar um jogo, Vic fica com raiva, pois seu pai havia quebrado a promessa de ir vê-lo.

Depois foi visitá-lo nos Laboratórios S.T.A.R, os cientistas pesquisavam uma caixa materna encontrada pelo Superman. Ambos discutem e Silas afirma que nunca verá um jogo do filho. A caixa explode matando vários cientistas e destruindo a maior parte do corpo de Vic.

Silas com a ajuda de Sarah Charles, sua assistente usam a tecnologia do Quarto Vermelho, composta de tudo que há de mais avançado encontrado em nosso planeta.

Graças a energia da caixa materna, Vic é salvo surgindo o Ciborgue que consegue acessar o banco de dados dos Novos Deuses.

Devido a sua capacidade de se comunicar, interagir e manipular todas as formas de tecnologia.

Ciborgue descobriu os planos de invasão de Darkseid se unindo aos heróis: Superman, Batman, Lanterna Verde, Mulher-Maravilha, Flash e Aquaman para detê-lo.

A animação Liga da Justiça: Guerra demonstra de maneira formidável esses acontecimentos.

Como herói Ciborgue possui: super força, velocidade, agilidade, resistência e invulnerabilidade. Como se apenas isso não bastasse ainda demonstra ter: canhão laser, produção de energia, capacidade de voo (utilizando um jato), serra elétrica e garras retráteis.

Em Ponto de Ignição, o Professor Zoom com seu ódio pelo Flash alterou a realidade. Nesta Terra o Ciborgue é o maior herói da América, agindo como líder da resistência para deter as forças de Aquaman e da Mulher-Maravilha.

Só pra constar, Ciborgue já integrou a Liga da Justiça há muito tempo atrás na última versão dos Super Amigos (na qual torna-se amigo do Nuclear).

No desenho Os Jovens Titãs, temos um Vic mais descontraído e inteligente. Parecendo até que havia superado aquela amargura por ter se transformado meio homem, meio máquina (olááá, Robocop!). Ele é orfão de mãe e ganhou suas partes cibernéticas depois de um acidente de carro.

É a melhor versão mostrada da equipe até agora (e será imbatível por um longo tempo).

Em Smallville o ator Lee Thompson Young interpreta o personagem. Vic era uma ex-estrela de futebol da Metropolis High School. O corpo cibernético do herói foi implantado pelo Dr. Hong.

No seriado tivemos uma Liga da Justiça formada por: Clark (Tom Welling), Aquaman, Impulso e Arqueiro Verde.

Infelizmente, o ator Lee Thompson Young morreu em 2013 a polícia acredita que tenha cometido suicídio por causa das provas que encontraram no local do crime (R.I.P.).

Continuando, na versão, Os Jovens Titãs em Ação sua personalidade mudou drasticamente. Pra ser sincero a personalidade de todos foi elevada a nona potência (no intuito de ser cômica e engraçada). As vezes consegue dar certo, mas em outras fica absurda até demais.

Ciborgue está mais brincalhão e muito bobo. Mutano continua sendo seu melhor amigo e discutem bastante por motivos fúteis. Enquanto Ciborgue adora comer hambúrguer já o Mutano gosta de burrito.

Gosto do relacionamento do herói com Jynx, uma vilã integrante do Quinteto Mortal, acho engraçada a Estelar sempre dando o fora no Robin e me divirto quando Ravena bate no Mutano (só que lá no fundo ela gosta do verdinho).

Mais vemos diversos momentos engraçados como na música “A Noite vai Brilhar” rendendo homenagens pros anos 80, principalmente pro desenho Transformers.

Teve outro episódio da televisão comentando sobre Esquadrão Classe A entre outros seriados daquela época.

Outro que também gosto acontece quando a equipe volta das férias e todos vão pra escola sendo detidos algo inspirado no Clube dos Cinco. O Robin lembra até do golpe da garça que nos conecta ao Karatê Kid (mais um filme marcante daquela época).

O episódio que eu mais adoro é aquele que entram na Sala de Justiça feita igual ao desenho dos Super Amigos. O Ciborgue é fã da equipe e sonha um dia entrar pra LJA.

Dentro do QG precisam usar os uniformes sendo que Lanterna Verde (virou Ciborgue), Ravena (Mulher-Maravilha), Robin (Batman esse era óbvio), Flash (Estelar) e Mutano (com sua cor verde só poderia ser o Caçador de Marte).

Eles descobrem que a Liga foi capturada por Darkseid tendo até uma zoação com Star Wars. Na intenção de salvar a Liga acabam matando eles e necessitam voltar no tempo várias e várias vezes, mas sempre tendo consequências desastrosas.

Isso é outra referência, pois Ciborgue gira em torno de Apokolips (tipo o Super-Homem fez no filme de 1978).

Um detalhe interessante é que a equipe tem um mecha robo no melhor estilo tokusatsu. O Robô Titã é composto obviamente pela equipe, mas me lembrou bastante o Titã Simbiônico.

Os Jovens Titãs em Ação é o típico desenho ame-o ou deixe-o, no entanto existem aquelas situações que foram bem exploradas.

Ciborgue também participa de Justice League Action sua origem e modo de agir mantiveram-se da mesma forma da versão animada anterior.

No filme da Liga da Justiça o ator Ray Fisher interpretou o herói.

Sua origem está conectada ao que comentei sobre a versão do personagem lançada em 2011. Se não me falha a memória no fraco, Batman vs Superman já temos algo que demonstra isso.

A intenção da editora era lançar um filme solo do herói, porém o fraco desempenho da Liga nas bilheterias fez  o projeto naufragar.

Continuando, na animação, Liga da Justiça vs Novos Titãs que é focada na interação do Damian Wayne com os heróis adolescentes. Vemos que a equipe é liderada pela Estelar, Robin e Ravena se interessam um pelo outro e Vic se comporta de forma engraçada interagindo sempre com as duas equipes.

Ciborgue é um dos melhores personagens já criados pela DC Comics e sua ascensão pra mim tem sido ótima.

Só pra fechar, no universo Ame-Comi temos uma versão feminina do herói (que também tem o codinome de Cyborg).

Veja na galeria abaixo algumas imagens do Vic que pesquei na web

Artista

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Pin-ups

Há algum tempo atrás, numa galáxia não muito distante. Fiz uma postagem de pin-ups com artistas clássicos.

Pesquisando pela web encontrei outros desenhistas com trabalhos mais recentes.

Na galeria abaixo você pode contemplar a arte de: Atomic kirby, Gelipe, Jfsouzatoons, Kondaspeter1, Jhonny-manic e Promethean-arts.

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Imagens

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Transformers

Bom, todo mundo já está cansado de saber que os Transformers são máquinas inteligentes que podem se adaptar nos veículos que desejarem.

Mais um fato interessante é que o sucesso alcançado pelo desenho clássico foi tão grande que a Hanna-Barbera resolveu também lançar um produto similar.

Então surgiu a série animada Os Gobots e se não me falha a memória na minha época era conhecido dessa forma.

Só que ao pesquisar na web encontrei A Batalha dos Gobots (The Challenge of Gobots).

Continuando, Os Gobots também surgiram no Japão e foram uma linha de brinquedos que se transformam criada pela empresa Tonka. Esses robôs reaproveitavam o modelo dos brinquedos Machine Robo, da Popy (uma subsidiária da Bandai).

Eles fugiram de seu planeta vindo pra Terra aonde estão agindo disfarçados de veículos (eu já vi isso não sei em qual lugar?).

Pra promover os brinquedos a empresa criou o anime Machine Robo: Revenge of Cronos, que mostrava a batalha no distante planeta Cronos. Habitado por duas raças antagonistas que brigavam por causa de energia.

Pena que essa versão nunca veio pra cá, pois pelo que eu pude ver o anime realmente parece bom.

Então, a empresa Tonka adquiriu os direitos pra comercializar os Machine Robo na terra do Tio Sam. Reformulando os personagens e assim criando Os Gobots.

Não há diferença alguma na origem dos Gobots, pois é a mesmíssima que vemos em Transformers. Gobotron era um planeta que estava destruído após incontáveis guerras entre os Guardiões (heróis) e Renegados (vilões).

Então essa disputa veio parar aqui em nosso planeta. Os Guardiões eram comandados pelo Líder-Um (jato), Scooter (moto), Blaster (lançador de míssil) e Turbo (carro esporte).

Entre os Rengados temos Cy-kill (líder e motocicleta), Crasher (carro de corrida), Cop-Tur (helicóptero) e Pincher (jato alienígena).

Os Gobots tinha duração de 22 minutos, foram feitos 65 episódios, sendo produzidos até 1985.

Pra aproveitar uma nova linha de brinquedos assim que terminou o desenho foi lançada a animação Gobots: Batalha dos Rock Lords, em 1986 (algo que eu nem sabia).

Durante a febre que foi o desenho dos Transformers é óbvio que também passei a assistir Gobots, mas infelizmente a qualidade era bastante inferior de tão ruim (que parei de ver).

E não era apenas eu que pensava desta forma meus amigos também esculachavam esse desenho (algo do tipo primo pobre e primo rico). Depois de tantos anos ao rever no Youtube continuo detestando o desenho.

Só pra constar, depois que a Hasbro comprou a Tonka atualmente Os Gobots e Transformers compartilham o mesmo universo.

Veja na galeria abaixo algumas imagens dos Transformers que garimpei na web

 

 

Batman Preto e Branco

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É uma minissérie em 4 edições lançada pela Editora Abril, em 1998.

São histórias com participação de diversos desenhistas tipo: Joe Kubert, Howard Chaykin, Richard Corben, Simon Bisley, Katsuhiro Otomo, Klaus Janson, Matt Wagner entre vários outros.

Não poderia esquecer dos roteiristas: Denny O’Neill, Neil Gaiman, Archie Goodwyn, Jan Strnad, Chuck Dixon.

Bom, ao invés de comentar todas as edições (algo que normalmente faço). Vou destacar as aventuras que mais me impressionaram de cada gibi.

Todas as histórias mostram uma faceta diferente do Morcegão e a melhor parte é podermos acompanharmos isso.

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Dúbio Amor – Primeira Edição

Bruce Tim dispensa apresentações, porque obviamente sem ele nunca teríamos o universo animado da Distinta Concorrente.

Na trama, a Dra. Marilyn Crane é uma renomada cirurgiã plástica que conseguiu o incrível feito de restaurar a face do Duas Caras.

Só pra constar em Batman: O Cavaleiro das Trevas, da década de 80, Harvey também teve seu rosto reconstituído.

Continuando, Dent após se recuperar começou a ter um relacionamento com ela (sendo que até noivaram. Tudo ia muito bem até que surge Madeline, irmã gemea da doutora.

Tal acontecimento já demonstrava que haveria problemas. Num dia Madeline foi ao escritório de Dent fingindo ser sua irmã, provocando-o e conseguindo (daí então tornaram-se amantes).

Mais devido ao seu casamento marcado, Harvey queria terminar com Madeline. Só que ela não aceitou isso tão fácil e jurou se vingar.

O final é trágico tendo todo aquele jogo de dupla personalidade que é a principal característica de Dent.

Nem preciso comentar sobre a arte de BT, pois sua fama o precede. A história é tão psicológica e quanto densa (e sempre quando a releio fico pasmo e viajando na maionese).

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Lenda – Segunda Edição

Confesso que fiquei balançado pra comentar sobre “Um Mundo Preto e Branco” com roteiro de Neil Gaiman e arte de Simon Bisley.

Porque nela vemos Batman e Coringa como atores que precisam passar suas falas pra depois irem contracenar. É uma perspectiva muito perspicaz da eterna luta destes antagonistas. Algo que somente Gaiman poderia nos mostrar.

Bom, com arte de Walter Simonson, “Lenda” retrata uma sociedade futurista na qual o Homem-Morcego é um herói antigo usado como esperança de uma vida melhor.

A história de combate ao crime do herói transmite algum tipo de alento, pois no passado surgiu um homem que foi capaz de lutar contra o crime e a violência.

Descrevendo alguém praticamente imbatível, capaz de voar, respirar debaixo da água, incansável, combate o mal e seu esconderijo secreto (aspectos que conhecemos bem).

Isso é visto ao mesmo tempo em que uma mãe conta pro filho sobre o herói e no finalzinho da aventura notamos que o Morcegão retornou pra defender a quem precisar dele.

É uma história simples, curtíssima pra ser sincero, mas demonstra uma essência do herói deixando implícita a mensagem que mesmo após a morte de BW o mito irá perdurar pra sempre.

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Pais e Filhos – Terceira Edição

Escolher a mais marcante foi difícil (fora “Canção Mortal” que é a última que nunga gostei).

As outras três “Boa Noite, Meia-Noite, “Sonhos” e “O Assalto” merecem bastante atenção.

Bom, “Pais e Filhos” tem arte de Bill Sienkiewicz famoso por Elektra Assassina entre outros trabalhos.

Na trama estamos no alto de um prédio, onde um pai tenta dar uma lição de moral em Kyle seu filho.

O fato cruel é que ele joga a gata de estimação do menino lá do alto e o animal obviamente morre.

Batman estava próximo e presencia toda a maldade do homem. Chegando com muita vontade de surrá-lo, pois não teve tempo de reação pra salvar o animal.

Não há como falar de outra forma, pois é o melhor momento de debate que já li num gibi. Enquanto o pai reclama dos problemas de perder sua esposa e se lamuriar por estar criando o menino sozinho

Batman fica contradizendo-o pelo ponto de vista de quem só viu o que estava acontecendo naquele momento.

O menino estava assustado e seu pai sempre usava a figura do herói pra oprimi-lo. Quando na verdade, Kyle tinha medo do próprio pai. Isso é algo que nos conecta com toda relação de pai e filho (tipo opressor e orpimido e conflito de gerações).

A ideia foi incrível e a conclusão deixa-nos com aquela pulga atrás orelha, porque só o tempo irá responder.

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Um Sujeito Inocente – Última Edição

Brian Bolland também é outro artista que dispensa qualquer apresentação, mas só pra constar em seu currículo temos Batman: A Piada Mortal, Camelot 3000, Mulher-Maravilha, Homem-Animal e Juiz Dredd.

Na trama como já diz o título um homem comum num momento de desvairio começa a pensar em como seria um crime praticado por uma pessoa comum.

Sua intenção é cometer um crime grandioso algo que nunca será esquecido tipo o assassinato de John Lennon.

Ele está gravando seu depoimento em video, no entanto sua intenção é queimar a prova depois que cometer o ato.

Como mora em Gotham deseja matar o Homem-Morcego e meticulosamente vai contando cada detalhe de como seria tal acontecimento.

Batman sairia numa ronda noturna, iria combater alguns de seus inimigos e quando menos esperasse levaria um tiro mortal na cabeça (caindo ensanguentado e morrendo logo depois).

A história me surpreendeu, principalmente, porque morte do Batman seria algo tão grandioso pra ele.

E pra piorar pude notar a total frieza do sujeito ao afirmar que poderia sair ileso e continuaria sua vida pacata normalmente se casando e tendo filhos ao longo dos anos.

Só pra fechar, afirmo que foi uma tarefa ingrata escolher qual história merecia comentar, mas a qualidade de todas é inegável. Tanto que depois surgiram outras edições no mesmo estilo.

Espero que tenham gostado.

 

 

Super-Heróis Hanna-Barbera – Última Parte

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Já comentei sobre Os Quatro Fantásticos, Os Robôbos, Os Três Mosqueteiros e a Tartaruga Touché, porém vou deixar de fora Falcão Azul e Capitão Caverna, porque já fiz postagem sobre eles.

Um herói esquecido foi a Super Motoca mostrando um estilo de competição tínhamos Cocota e Motoca no qual Wiilie Sheeler, um jornalista e sua namorada Dooley Lawrence resolvem diversos crimes.

Sempre quando surgia algum problema Willie dizia seu bordão: “Isto parece um trabalho para a super super super moootoocccaaaa!”. E pressionando um botão turbinava sua moto (é óbvio que eu adorava esse momento).

Cocota e Motoca foi uma série animada curta, pois teve apenas 16 episódios.

A empresa criou vários heróis e relembre de mais alguns que eu conheço

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Os Cavaleiros da Arábia – Arabian Nights – 1968

Esta série animada era apresentada dentro do programa dos divertidos Banana Splits.

No desenho acompanhamos um grupo de aventureiros na Arábia das Mil e uma noites.

Os Cavaleiros eram liderados pelo Príncipe Turhan (que havia perdido seu trono), mas ainda tínhamos a Princesa Nida (prima de Turhan), uma mestra dos disfarces, Bez, um mágico que se transformava em qualquer animal falando a frase: “do tamanho de um…”.

Junto com eles havia Raseem conhecido como “o homem mais forte de toda a Arábia”, o mago Fariek que sempre usava a palavra mágica “Hossan Kobah”.

E por último mais não menos importante Zazuum, um simpático burrinho que ficava muito invocado quando puxavam seu rabo (virando uma tempestade com direitos a raios e furacões).

Os cavaleiros lutavam contra a tirania do pérfido sultão Bakaar que havia usurpado o trono de Bagdá.

Infelizmente Os Cavaleiros da Arábia tiveram apenas uma temporada com 18 episódios e terminando no mesmo ano no qual começou.

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Shazzan – 1967

Aqui temos as aventuras dos irmão gêmeos Nancy e Chuck, num belo dia ao entrarem numa caverna nas costas do Maine.

Eles encontram um cofre no qual estava duas metades de um anel (com algumas letras inscritas).

Após juntarem os anéis acabam formando a palavra “SHAZZAN” e a dupla foi transportada pra um mundo misterioso. Encontrando o gênio gigantesco de mesmo nome que lhes ajudará pra que achem o verdadeiro dono do anel pra que voltem pra casa.

Os irmãos recebem de presente Kaboopy, um camelo voador que sempre ajuda a dupla a sair de alguma enrascada.

Além do camelo ainda ganharam: uma corda mágica que se move sob seu comando, um manto que os tornam invisíveis e um tapete voador (objetos que atiçavam a minha imaginação).

Durante suas viagens a dupla se deparava com vários problemas e a parte mais legal era ver como conseguiriam juntar seus anéis pra chamarem o gênio pra salvá-los.

Eu gostava do Shazzan, porque geralmente surgia de bom humor sorrindo e achava uma maneira inteligente de ajudá-los.

Só pra constar o gênio aparece na série Harvey, o Advogado acusando o juiz Mentork de ser na verdade o gênio Mufti (que o prendera na garrafa há séculos atrás).

Mufti fez isso, porque Shazzan estava apaixonado pela mulher que estava prometida ao rei.

Shazzan também prendeu na garrafa Chuck e Nancy, seus antigos mestres por terem feito muitos pedidos. No final do episódio o gênio é preso novamente na garrafa (e isso “quase” foi considerado como um final pra série).

Bom, a série animada teve duas temporadas, rendendo um total de 36 episódios e terminando em 1969.

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Os Super Globetrotters – The Super Globetrotters – 1979

É uma sequencia direta da versão anterior dos Globetrotters (1970) aonde a equipe viajava pelos Estados Unidos realizando jogos de basquete.

A grande diferença é que no desenho dos Super Globetrotters os jogadores são super-heróis.

Lembro que durante algum jogo os integrantes dos Harlem Globetrotters entravam em seus armários pra se transformarem.

Então, tínhamos: Homem Líquido (Nate Brech) que podia virar água, o líder da equipe Super Esfera (Freddie “Curly” Neal), sua cabeça tinha forma de bola de basquete (podendo quicar, encolher e crescer quando precisava).

Homem Espaguete (James “Twiggy” Sanders) podia esticar seu corpo num tipo de escada ou corda,  Homem Variedade (Louis “Sweet Lou” Dunbar) usava um cabelo black power do qual podia retirar várias coisas (era o herói que eu mais gostava) e Multi-Homem (Hubert “Geese” Ausbie) que podia se multiplicar em vários.

Bom, devo confessar que na época já achava alguns poderes cópias descaradas dos Impossíveis, mas a empresa sempre fez algo assim com seus personagens (deixa pra lá!).

Durante os episódios a equipe era convocada pra agir pelo Globo da Lei sendo enviados pros mais diversos lugares pra que possam agir.

Infelizmente Os Super Globetrotters tiveram uma temporada resultando num total de apenas 13 episódios.

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Família Drácula – Drak Pack – 1980

Com a intenção de expiar os erros de seus ancestrais os descendentes do Conde Drácula, Lobisomem e Frankstein decide levar uma vida de combatentes do crime.

A parte legal é que os heróis tinham formas humanas e quando se transformavam uniam as mãos gritando: “Drako!” (eu adorava essa parte).

Então, Drak transformava-se num vampiro que além da forma de morcego conseguia várias outras (o detalhe é que podia andar no sol tranquilamente), Lobão, obviamente um lobisomem tinha uivos ultrasônicos e supersopro e Frankie era o Frankstein apresentando descargas elétricas e superforça.

A equipe recebia ajuda do Draculão, tio-avô de Drak, um vampiro comum, pois tinha medo do sol. Geralmete ele tinha o azar de machucar os dedos ao fechar seu caixão.

Como não poderia deixar de faltar havia alguns vilões pra serem detidos o principal era o Dr. Terror que comandava uma organização criminosa formada por monstros.

Seus planos mais cruéis eram sempre frustados pela Família Drácula.

Em sua companhia estavam: Sapão, um tipo de homem-sapo que era capacho do vilão. Lembro que era muito divertido quando dizia: “mau sapão” a frase virou uma febre na época.

Vampira, uma vampira com poderes iguais aos do Drak (ela era apaixonadíssima pelo herói), Múmia, uma múmia que podia esticar suas bandagens (era bastante forte) e o mais nojento de todos Mosca que podia voar e falava zumbindo.

Só pra constar, Família Drácula foi exibido na extinta Rede Manchete dentro do programa Clube da Criança.

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Galtar e a Lança Dourada – Galtar and the Golden Lance – 1985

Surgiu somente pra aproveitar o sucesso do herói da Filmation He-Man. Galtar e a Lança Dourada fazia parte do programa The Fantastic World of Hanna-Barbera.

Feito no estilo espada e feitiçaria acompanhamos as aventuras de Galtar, Princesa Goleeta e Zorn, seu irmão mais novo.

Infelizmente os pais dos três haviam sido assassinados por Tormack, o usurpador do reino de Bandisar (que estava conquistando o mundo inteiro).

O herói usa a Lança Dourada que possui um incrível poder sobrenatural (a lança pode ser dividida em duas partes transformando-se em espadas).

Além da Lança Tormack também deseja conseguir o Escudo Sagrado, um artefato indestrutível que na verdade pertence a Goleeta e Zorn.

A lenda diz que quem utilizar a ambas as armas será invencível em qualquer combate.

Mais, o desenho foi cancelado antes da luta final entre Tormack e Galtar pudesse acontecer.

Galtar teve apenas uma temporada com 21 episódios produzidos.

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SWAT Kats, O Esquadrão Radical – SWAT Kats: The Radical Squadron – 1993

Nesse desenho acompanhamos as aventuras dos heróis T-Bone e Razor, ambos pilotos da força militar Os Defensores. Eles foram expulsos após desobedecerem ordens quando estavam perseguindo um criminoso o Gato Sinistro (Dark Kat) e devido a um acidente causado pelo Comandante Feral destruíram seu próprio quartel general.

Devido a isso a dupla havia sido proibida de voltar a pilotar um avião pra sempre. E pra piorar são obrigados a trabalharem num ferro-velho pra que possam quitar sua dívida enorme.

Só que devido a sua perícia mecânica e utilizando diversas peças de aviões destruídos Jake e Chance conseguem contruir o TurboKat (eu ficava de bobeira por esse feito deles), um avião modificado especialmente pra patrulhar MegaKat City.

Usando o codinome de Swat Kats a dupla protege a cidade de qualquer perigo que possa surgir.

É um dos melhores desenhos daquela época repleto  de cenas de ação espetaculares e com personagens bem desenvolvidos.

Haviam outros personagens como o Prefeito Manx pra mim parecia que não fazia nada.

Não poderia esquecer da Vice-Prefeita Callie Briggs (musa do desenho), inteligente, corajosa e defensora da dupla. Geralmente durante as confusões ela era raptada pra ser salva pelos heróis.

Lembro que eu detestava o Ulysses Feral, pois sempre demonstrava ser um idiota completo.

Em contrapartida sua sobrinha Felina Feral, era uma excelente piloto sendo infinitamente superior ao seu tio.

A repórter Ann Gora era quem cobria a maior parte dos acontecimentos na cidade.

No desenho além do Dark Kat que era o vilão principal ainda tínhamos Mad Kat (um tipo de Coringa), Past Master (que podia manipular o tempo) e Metalikats

Swat Kats apresentou duas temporadas, rendendo um total de 30 episódios e terminando em 1995.

Fico por aqui, mas relembre do texto anterior.

 

Artista

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Misturados

Como geralmente fico surfando pela web acabo achando trabalhos espetaculares.

Então escolho artistas que tenham pin-ups com excelente nível de qualidade.

Veja na galeria abaixo a arte impressionante de: Akb-Drawsstuff, Brittney Williams, Carlos Mota, Mark Schulz, Ronsalas e Wizyakuza.

É só clicar no nome que você poderá conferir a página do artista

Akb-Drawsstuff

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Brittney Williams

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Carlos Mota

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Mark Schulz

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Ron Salas

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Wizyakuza

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