Hanna-Barbera Productions – Sexta Parte

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Sem sombra de dúvidas a Hanna-Barbera foi um estúdio importantíssimo, pois dominou a animação da televisão americana praticamente por 30 anos.

Inicialmente seus desenhos eram realmente voltados só para crianças, mas a popularidade crescente da televisão acabou ganhando também o público adulto.

Geralmente seus desenhos eram apresentados nas manhãs de sábado (“Saturday Morning Cartoons”) e seus maiores sucessos incluem: Os Flintstones, Scooby-Doo, Zé Colméia, Os Smurfs e Os Jetsons.

Essas produções ganharam sete Oscar, oito prêmios Emmy, um Globo de Ouro, uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood entre várias outros prêmios.

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Os Locomotivos – The Skatebirds -1977

Devido ao grande sucesso alcançado pelos Banana Splits a empresa decidiu lançar algo semelhante surgindo assim Os Locomotivos.

Como curiosidade o grupo recebeu esse nome por causa da novela da Rede Globo As Locomotivas.

Só pra constar, aproveitaram também como referência o skate que se tornou uma mania entre os americanos e os personagens tinham aventuras utilizando o acessório.

Os Locomotivos eram formados por: Toque-Toque (pica-pau), Gelinho (pinguim) e Papo Furado (pelicano). Eles eram perseguidos por Chanão, um gato que desejava devorá-los.

O programa apresentava os desenhos: Os Robôbos, A Super Motoca, Clue Club (coloquei em Cópias do Scooby-Doo) e o seriado A Ilha Misteriosa.

Os Locomotivos tiveram 16 episódios no total durando até 1978.

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 A Super Motoca – Wonder Wheels – 1977

Esta série animada também é conhecida pelo nome de Cocota e Motoca.

Neste desenho acompanhávamos as aventuras de Wiilie Sheeler, um jornalista e sua namorada Dooley Lawrence que juntos resolvem diversos crimes.

Sempre quando surgia algum problema Willie dizia seu bordão: “Isto parece um trabalho para a super super super moootoocccaaaa!”. E pressionando um botão turbinava sua moto (é óbvio que eu adorava esse momento).

Cocota e Motoca foi uma série animada curta, pois teve apenas 16 episódios.

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A Ilha Misteriosa – Mystery Island – 1977

Foi uma tentativa da empresa de repetir o sucesso de A Ilha do Perigo veiculada no programa Os Banana Splits.

No seriado acompanhamos as aventuras de: Chuck Kelly (Stephen Parr), um piloto, Sue Corwyn ( Lynn Marie Johnston), uma especialista em informática, Sandy ( Larry Volk), seu irmão mais novo e P.O.P.S., um robô.

Infelizmente a família sofreu um acidente de avião indo parar na Ilha do Dr. Estranho, obviamente os planos do vilão eram capturar o robô que era tecnologicamente “avançado” (na tentativa de usá-lo pra dominar o mundo).

POPS era o mesmo robô apresentado em Perdidos no Espaço, mas foi modificado de maneira mínima pra que pudesse parecer diferente.

A Ilha Misteriosa tinha duração de 10 minutos e apresentou apenas 16 episódios.

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O Novo Show do Popeye – The All New Popeye Hour –  1978

É um desenho produzido pela HB em parceria com a King Features Syndicate (que detinha os direitos do herói).

O Novo Show do Popeye tinha como segmento o desenho Cachorro Quente.

Essas novas aventuras apresentava o visual clássico do Popeye com sua aparência da década de 1930 (exceto pelo boné que ficou branco). Sua namorada Olívia Palito também mantinha a imagem de sua versão antiga.

Nesse desenho também aparecia seu eterno rival Brutus. Na época já havia uma certa restrição quanto a violência, então Popeye não socava seu inimigo (apenas levantava-o pro alto, girava através de alguma máquina e atirava).

Além desse desenho a Hanna-Barbera apresentou outros segmentos que foram: Popeye and Olivy Comedy Show (1981-1983) e Popeye and Son (1987-1988).

Em 1981 tivemos Olívia, Alice e Sargento Megera que havia sido inspirado no filme A Recruta Benjamin estrelado pela atriz Goldie Haw, em 1980.

O desenho também é conhecido pelo nome Olívia e Alice, a Grande no Exército. Tudo acontecia num quartel do Exército no qual a Sargento Megera (Bertha Blast) perdia as estribeiras com suas subordinadas.

Apesar da boa vontade de ambas, geralmente aconteciam diversas confusões. Foram produzidos apenas 16 episódios.

No desenho, Popeye e Filho, o herói e sua amada estão casados (o nome do filho deles é Popeye Jr.). Apesar de ter herdado a super-força do pai, Júnior detesta o gosto de espinafre, algo que deixa seu pai muito desapontado.

Só pra constar, Brutus também se casou e tem um filho.

Popeye e Filho teve apenas uma temporada com 26 episódios no total.

 

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Cachorro Quente – Dinky Dog – 1978

Penugem é um cachorro que foi adotado desde filhote por Márcia e Sandra que o levaram pro seu rancho.

Mais a medida que o tempo passava o cão ficou enorme transformando-se num transtorno pro Tio Duda que detesta o animal (que causa bastante confusão por onde quer que vá).

Anos depois quando foi reprisado o desenho recebeu seu nome original.

Cachorro Quente teve apenas 16 episódios.

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Os Trapalhões Espaciais – Galaxy Goof-Ups – 1978

Foi apresentado como segmento dos desenhos A Corrida Espacial, Arquivo Cãofidencial e Fantasmino.

Os Trapalhões Espaciais eram um grupo de patrulheiros intergaláticos formado por: Zé Colméia, Dom Pixote, o urso Arrepio e o pato Quack.

Sua missão era manter a paz pela galáxia e recebiam ordens do Capitão Cara-Bom.

A parte engraçada é que nossos heróis sempre arranjam tempo pra dançar numa discoteca psicodélica (uma referência pra música disco que fazia muito sucesso naquela época).

Os Trapalhões Espaciais teve uma temporada com apenas 13 episódios.

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Fantasmino, o fantasma galopante – The Galloping Ghost – 1978

Fantasmino é um fantasma de um velho garimpeiro. Ele é guardião de uma mina que encontras as vaqueiras Rita e Suzana.

Elas trabalham pro Sr. Fofo que apesar do nome era chato pra caramba. As aventuras giram em torno das confusões causadas pelo Sr. Fofo que estava sempre mal-humorado.

E quando surgia algum problema as meninas pediam pro garimpeiro ajudar.

Como curiosidade Rita, Suzana e Fantasmino participam de A Corrida Espacial.

Fantasmino teve uma temporada com 13 episódios no total.

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Godzilla – The Godzilla Power Hour – 1978

É um famoso monstro japonês que em sua terra natal é conhecido como Gojira.

Godzilla foi dirigido por Ishirō Honda, teve efeitos especiais do mestre Eiji Tsuburaya,  produzido pela Toho Film Company Ltd e foi visto pela primeira vez em 1954.

Atualmente já existem 28 filmes sobre o monstro que ao longo das décadas se tornou um ícone pop mundial.

O desenho é uma coprodução da Hanna-Barbera com a Toho e foi apresentado junto com Jana das Selvas. Foi apresentado primeiro no Japão em 1977 e depois nos Estados Unidos, em 1978.

A história girava em torno da tripulação do navio de pesquisas U.S. Calico formada por: Carl Majors (capitão), Dra. Quinn Darien (bióloga), Pete, seu sobrinho adolescente Pete e também Brock (assistente).

Quando a equipe se deparava com algum monstro marinho gigante a equipe pede socorro ao Godzilla utilizando um comunicador especial ou através do seu sobrinho Godzucky.

Os poderes do Godzilla eram bafo de fogo e raios lasers.

Godzucky era simpático e muito enrolado podia voar através de suas asas pequenas e servia como alívio cômico nas aventuras.

Geralmente ele tentava cuspir fogo como seu tio mais conseguia apenas soltar uma fumaça bem fraquinha (nem preciso comentar que eu adorava o monstrinho).

O desenho teve duas temporadas num total de 26 episódios.

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Gaspazinho, O Fantasma Espacial – Casper and the Angels – 1979

O desenho teve como inspiração os seriados As Panteras e Chip’s, pois apresentava o mesmo estilo de ambas.

No desenho Gasparzinho está numa estação espacial da polícia e ajuda suas amigas a atrapalhada e boba, Maxie e a inteligente e pavio curto Minnie.

Como Gasparzinho era bondoso e não conseguia amedrontar ninguém recebia uma grande força do Assombroso, um fantasma muito divertido que adorava assustar os malfeitores.

Na delegacia ainda tinha Lerdo e Fungo, uma dupla de imbecis que eu não gostava de jeito nenhum.

Gasparzinho, o Fantasma Espacial teve apenas 13 episódios de 30 minutos de duração.

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O Novo Show de Fred e Barney – The New Fred and Barney Show – 1979

Essa série animada apresentava nosso queridos personagens de Bedrock e como curiosidade mostrando Pedrita e Bam-Bam novamente como crianças.

O desenho tinha como segmento A Coisa (Fred and Barney Meet The Thing) e Shmoo, a Foca Fofa (Fred e Barney Meet The Thing) que já comentei em Cópias do Scooby-Doo.

Foram apresentados 17 episódios distribuídos em duas temporadas.

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A Coisa – The Thing – 1979

O personagem já havia aparecido há algum tempo atrás no excelente desenho Os Quatro Fantásticos, de 1967.

O Coisa era na verdade o jovem magricelo Benjamin Grimm, apelidado de Benja e toda vez que surgia um problema juntava seus anéis dizendo: “anéis mágicos, entrem em ação” (surgindo o pedregoso para salvar o dia).

No desenho ainda tínhamos: Dona Marta, Betty, Célia e Ronaldo Gente Fina.

Os antagonistas eram A Turma do Espirro, uma gangue de motoqueiros que aprontavam problemas na cidade.

Pra mim, O Coisa sempre foi um dos meus preferidos do Quarteto Fantástico e esse desenho provou sua popularidade.

A Coisa teve uma temporada com 25 episódios.

Fim dessa parte e reveja o texto anterior aqui.

Fonte de Pesquisa: Blog do Ranger SombraMundo Hanna-BarberaInfanTVMofolândiaIllustration History e Wikipédia.

Imagens

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Sexy Girls

Sempre quando estou surfando pela web, acabo encontrando diversas pin-ups que merecem destaque.

Então contemple nas imagens abaixo algumas musas dos desenhos animados que tenho certeza que você irá gostar.

Nesta galeria temos: Wilma Flintstone, Pedrita, Callie Briggs, Motoko Kusanagi, Mulher Elástica, Jill Valentine, Mandy,  Rey Ayanami entre várias outras

Imagens

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Sexy Girls

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Nesta galeria temos:  Elsa, Anna, She-ra, Jane e Judy Jetson, Chun-Li, Mel Jones, Sam Phantom, Candace Flynn entre várias outras

Meus Desenhos Preferidos – Quinta Parte

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As Aventuras de Jack Chan – Jackie Chan Adventures – 2000

Jackie Chan é ator muito carismático que ficou famoso por seus filmes de ação nos quais luta Kung Fu.

Bom , até aí nada demais, no entanto o seu diferencial são suas acrobacias desconcertantes e uso de diversos objetos pra lutar contra seus oponentes (tipo cadeiras, cordas, mesas, escadas e etc.).

Fora isso também chama atenção o fato dele não usar dublês nas cenas perigosas, momentos de humor nas lutas e a exibição dos erros no final de seus filmes tornando-o famoso mundialmente.

No desenho, Jackie é um arqueólogo amador que estava trabalhando pra uma universidade. Num certo dia acaba encontrando um antigo talismã que lhe traz muitos problemas.

A organização secreta Mão Negra é comandada pelo criminoso Valmont que é auxiliado pelo espírito Shendu.

Seus asseclas são: Ratso, Chow, Finn e Hak Foo e Tohru (que depois aliou-se ao Jackie).

Jackie Chan reside em São Francisco no antiquário do seu Tio sendo onde geralmente o episódio começa. Alías o Tio pra mim é um dos melhores personagens do desenho, pois sempre está de mau humor reclamando. É ele quem cria as poções mágicas pra ajudar nas situações complicadas.

Ainda temos sua sobrinha, Jade Chan, uma moleca inteligente, aventureira, atrevida que nunca obedece as ordens de seu tio Jack.

Os episódios giram em torno dos 12 talismãs mágicos que são animais pertencentes ao zodíacos chinês.

E a parte interessante é que cada talismã possui um poder e característica diferente: Galo (levitação), Touro (super força), Serpente (invisibilidade), Tigre (equilíbrio espiritual), Coelho (super velocidade), Dragão (poder da combustão), Cavalo (cura), Ovelha (projeção astral), Macaco (transformação animal), Cão (imortalidade), Porco (visão de calor) e Rato (mobilidade a seres inanimados).

Nosso herói recebia ajuda do Capitão Augustus Black, líder da Seção 13 que o recrutou pra diversas missões ao redor do mundo na busca pelos talismãs.

Ainda tinha vários personagens como Sra. T, mãe do Tohru, Viper, uma ladra que se tornou amiga de Chan, Vanessa Baroni, El Toro Forte, Paco, Alexander Chang, Daolon Wong entre outros.

Vale a pena assistir o desenho pelas cenas de combate e malabarismos que são características marcantes de Jackie Chan. Eu adoro o seu bordão: “Mau dia, mau dia, mau dia!”.

O mais importante no Jackie era seu modo de agir, pois sempre agia com honestidade e lutava apenas quando não havia outro jeito (isso era o que eu mais admirava nele).

Duck Dodgers

Duck Dogers – 2003

Primeiro antes de qualquer coisa devo comentar sobre o “herói” principal desta excelente série animada.

Patolino (ou Daffy Duck, no original), é um pato selvagem que surgiu em antigas séries animadas Looney Tunes, dos estúdios da Warner Bros.

Uma das grandes características do personagem é o seu “falar cuspindo”, pois geralmente vemos gotas de saliva saindo de sua língua.

Sua primeira aparição foi no desenho “Gaguinho e a caça ao pato”, em 1937. Patolino surgiu como rival do Gaguinho sendo sempre demonstrado como maluco.

Lembrei que no filme Os Looney Tunes: De Vota a Ação logo no início há uma cena hilária semelhante (suponho que seja uma homenagem).

Continuando, com o passar do tempo Patolino foi ganhando mais espaço e serviu como escada pro Pernalonga. Geralmente agindo como arqui-inimigo e sendo baleado pelo Hortelino.

A parte mais engraçada nisso tudo era seu ódio mortal pelo coelho que sempre se dava bem. Depois de levar uma saraivada de tiros vinha com seu famoso bordão: “Você é desprezível”.

Só pra constar, o nome Daffy Duck significa “pato amalucado”, por causa de sua personalidade demasiadamente louca que apresentava nos curtas originais.

Algum tempo depois quando Chuck Jones assumiu a direção dos desenhos. Seu temperamento mudou demonstrando ser mais temperamental, ganancioso e morrendo de inveja do Pernalonga.

No antigo curta Duck Dodgers do Século 24 1\2 (óbvia paródia de Buck Rogers). Patolino torna-se Duck Dodgers, um herói espacial que desbrava o espaço ao lado do Gaguinho. Ao longo deste episódio disputa um planeta com Marvin, o Marciano.

Confesso que esse desenho antigo sempre mexia com a minha imaginação.

A série animada Duck Dodgers também é obviamente inspirada em Buck Rogers, mas vemos elementos de Star Wars, Star Trek e até James Bond.

Patolino é alguém sem noção virando um herói quase a contragosto, pois geralmente tem atitudes tolas, é um verdadeiro idiota e age de maneira covarde. Porém na maioria das aventuras consegue resolver os problemas mesmo que seja de uma forma muito atrapalhada e confusa.

Em algumas situações demonstra ter muita sorte e em outras acaba se dando mal.

Dodgers faz parte do Protetorado que patrulha a galáxia contra qualquer atitude inóspita.

Nosso adorado Gaguinho é o Cadete que geralmente tira o pato de alguma enrascada e parece ser um pouquinho mais inteligente, descobrindo os problemas ou dando alguma sugestão para resolve-los.

Seu principal arqui-inimigo é Marvin, o Marciano (que pra nós tem sotaque caipira bem marcante).

A melhor parte em assistir este desenho é ver a Rainha de Marte que pra mim foi inspirada na Dejah Thoris. Confesso que aquela saia transparente é algo absurdamente sexy, loucura, locura, loucura!!!

A Rainha curte uma paixão por Dodgers que na maioria dos episódios demonstra ser um grande mulherengo. Algo que lembra o Capitão Kirk, de Guerra nas Estrelas.

Meu episódio preferido é aquele da lavanderia quando Dodgers pega o uniforme e o anel do Hal Jordan por engano. Vemos a presença dos integrantes da Tropa que no desenho é chamada de Corporação Lanterna Verde.

Entre os quais temos: Kilowog, Katma Tui, Chip, Tomar Re, Boddika, Guy Gardner entre outros.

Outra aventura que gosto bastante é a do Roboto que se assemelha bastante com o robô de Perdidos no Espaço. Dodgers morre de inveja, porque Roboto age como um verdadeiro herói (ofuscando sua presença).

Não preciso nem comentar que Duck Dodgers é um desenho divertido pra caramba e que realmente vale apena parar pra assisti-lo.

 

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O Laboratório de Dexter – Dexter’s Laboratory – 1996

Foi criado por Gendy Tartakovsky e produzido pelo estúdio da Hanna-Barbera.

Dexter é um garoto baixinho inteligentíssimo que possui um laboratório secreto conectado ao seu quarto.

Seu maior problema é quando surge sua irmã mais velha Dee Dee, uma menina doce que adora balé, pôneis e outras coisas fofas. Ao contrário do irmão é mais alta, porém em compensação é meio boba.

Dee Dee sempre atrapalha as experiências de Dexter que demonstra ser bastante azarado.

Ainda temos Mãe e Pai (não sei por qual motivo ambos não possuem nome), Computador, que fica no quarto do garoto, organiza o funcionamento do laboratório e possui voz feminina, Mandark, um outro menino gênio que é o principal arqui-inimigo do Dexter.

Sr. Levinski (professor de Ciências do Dexter), Douglas E. Mordechai III (único amigo do Dexter), Mee Mee e Lee Lee (melhores amigas de Dee Dee) e Macaco (um animal de estimação).

Um detalhe importante é que o Macaco serve de cobaia pros experimentos de Dexter. O primata parece até um animal comum, mas secretamente possui superpoderes sendo que participa do desenho Disque M para Macaco (Dial M For Monkey).

O herói tem super força, dispara lasers e ainda pode voar. Ao seu lado temos a Agente Honeydew. Além de ser sua melhor amiga, demonstra ter um elo psíquico e um relacionamento amoroso com o Macaco (sei que é estranho mais acontece).

Ambos trabalham pra Segurança Global combatendo vários vilões desde monstros, alienígenas e até desastres naturais.

Seu pior inimigo é Quackor, um pato poderosíssimo que é animal de estimação do Mandark.

Só pra terminar tanto Dexter, quanto Disque M são desenhos que demonstram uma qualidade impecável seja pelo desenvolvimento dos personagens, momentos divertidos, músicas que destacam as cenas entre outros atributos que valem a pena parar pra assisti-los.

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Três Espiãs Demais – Totally Spies! – 2002

É um desenho que lembra bastante o seriado antigo As Panteras misturado com James Bond, mas que demonstra muito humor escrachado e ação num estilo anime.

Acompanhamos as aventuras das adolescentes Sam, Alex e Clover que além de serem estudantes normais. Também precisam dividir parte de suas vidas agindo secretamente como espiãs.

As meninas trabalham para WHOOP!, uma agência que protege o mundo de diversos perigos. Elas foram contratadas pelo Jerry, gerente que apresenta ter meia idade e que fornece vários gadjets pra usarem em suas missões.

A parte engraçada fica nos momentos inusitados aos quais as garotas são chamada pra sede da WHOOP!

Ainda na agência temos a GLADIS, um sistema de computador com voz feminina que auxilia em tudo que é necessário.

Cada uma possui uma personalidade diferente, pois Sam (Samantha Simpson) é a inteligente servindo como líder delas. Gosta de estudar obtendo as melhores notas e sempre age de maneira racional pra solucionar os problemas (tem cabelo ruivo e seu uniforme é verde).

Alex (Alexandra Vasquez) tem jeito de moleque, age de forma distraída é meio atrapalhada, mas serve como elo de ligação entre elas, por causa de seu jeito carinhoso de ser e gosta de esportes e também de animais (tem cabelo negro e seu uniforme é amarelo).

Clover (Clover Ewing)é a mais impulsiva, adora fazer compras, gosta de moda e vive paquerando o tempo todo (tem cabelo loiro e seu uniforme é vermelho).

As meninas moram e estudam em Beverly Hills sendo que no colégio Mandy é a principal rival delas. Ela é bastante rica, egocêntrica e mal criada agindo de maneira fútil, além de ser muito popular ainda disputa com a Clover em coisas tipo acessórios e aparência.

Mandy já usou um uniforme roxo como espiã, no entanto não lembro em qual episódio isso foi mostrado.

As garotas também curtem se divertir, viajar e sair vemos seus relacionamentos amorosos que dificilmente dão certo. Pra mim o desenho foi feito basicamente pra agradar as meninas, mas a forma ágil e divertida como foi produzido conquistou fãs de diferentes faixas etárias e também muito garotos.

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Tiny Toon – Steven Spielberg Presents Tiny Toon Adventures – 1990

É um desenho que apresentou uma nova geração de personagens baseados nos Looney Tunes clássicos.

Todos estudavam na Acme Acres Looniversity tendo aulas com suas versões anteriores (que lecionavam situações que aconteciam nos seus desenhos).

Então, Perninha e Lilica, obviamente se parecem com o Pernalonga, Plucky Duck parece com o Patolino, Presuntinho no Gaguinho, Roy Corrói no Taz, Valentino Troca-Tapa, no Eufrazino Puxa-Briga, Frajuto no Frajola, Coiote Coió e Bipezinho na impagável dupla Coiote e Papa-Léguas, Felícia no Hortelino Troca-Letras, Fifizinha no Peppe Le Gambá e assim por diante, pois há vários personagens.

Nem preciso comentar que o desenho é muito divertido, porém o Perninha é o mais carismático agindo como o Pernalonga (irônico, sarcástico e com bom humor).

Seu bordão com Lilica era: “Não somos parentes!” e outro bastante repetido: “diga tchau Lilica” que ela respondia da mesma maneira.

Lilica também é bastante engraçada sempre fazendo imitações e se disfarçando.

Pluck Duck agia da mesma maneira que o Patolino morrendo de inveja do Perninha. Seu melhor amigo era o Presuntinho. Aliás há um episódio parodiando o universo do Batman que ficou inesquecível pra mim.

Eu gostava também do Frajuto que não tinha sorte nenhuma e sempre se dava mal (dava até pena dele).

Há vários personagens que merecem destaque, porém depois dos principais quem chamou mais atenção foi a Felícia que “adorava animais” só que de um jeito bem doentio (lembro que os bichos sempre queriam fugir dela).

Felícia era apaixonadíssima pelo Valentino Troca-Tapa tentando agradá-lo e o moleque sempre a desprezava.

A personagem fez tanto sucesso que ganhou um desenho próprio contracenando com os impagáveis Pink e o Cérebro.

A dupla de ratos brancos morava num laboratório no qual faziam seus planos. Enquanto Cérebro era muito inteligente e ao mesmo tempo tinha um mal humor tremendo.

Em contrapartida, Pinky tinha um bom coração e um jeito muito inocente de agir, mas é extremamente idiota do tipo burro igual a uma porta (ambos são amigos inseparáveis).

Fato inesquecível era a frase dita sempre em todos os episódios. Pinky dizia: “Cérebro, o que você quer fazer esta noite?”, e tínhamos como resposta: “A mesma coisa que fazemos todas as noites, Pinky… Tentar conquistar o mundo!”.

Além desse bordão marcante era divertido ver como Cérebro criava planos pra conquistar o mundo, porém Pinky geralmente o aborrecia demais e estragava tudo.

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Os Amigos da Justiça – The Justice Friends – 1996

É outra criação de Gendy Tartakovsky sendo exibido como segmento do Laboratório de Dexter.

Os Amigos da Justiça mostra as aventuras de três super-heróis: Major Glória o líder da equipe, é muito patriótico, corajoso nas batalhas e demonstrar ter sentimentos nobres.

Nem preciso comentar que é uma óbvia versão do Capitão América. Apesar de ser o preferido do Dexter é muito desajeitado (causando confusão por causa disso).

Seus poderes incluem: super força, velocidade, visão de raio x, voo entre outros.

Valhalen, tinha aparência do Thor, se vestia num estilo roqueiro, retirava seus poderes da sua guitarra e se autointitulava “O Deus viking do Rock”.

O herói usa sua guitarra pra voar, disparar raios e relâmpagos e provocar ondas sonoras pra destruir seus inimigos (além disso é o queridinho das mulheres).

E por último Krunk, uma versão mais idiota do Hulk, pois não apresenta inteligência nenhuma. É o mais forte do grupo mais age igualzinho uma criança (e fala de si na terceira pessoa).

Os três dividem um apartamento no qual causam as mais diversas bagunças. Enquanto o Major Glória adora uma arrumação e limpeza, Krunk devido a sua força geralmente quebra algo no apartamento. Já Valhalen é bastante descolado e de vez em quando interage com o resto.

Fora eles ainda tínhamos outros personagens na equipe: Macaco e Honeydew, Action Hank, Capital G, Living Bullet, Tigre Branco, She-Thing, SamAreI e mais alguns menos importantes.

Fim desa parte e relembre o texto anterior aqui.

Meus Desenhos Preferidos – Quarta Parte

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Titã SimbiônicoSym-Bionic Titan – 2014

O desenho foi criado por Gendy Tartakovsky que já havia nos presenteado com Laboratório de Dexter, Samurai Jack e Star Wars: Clone Wars.

Só pra constar, Gendy também foi responsável pela divertidíssima animação Hotel Transylvânia.

Acompanhamos as aventuras de três alienígenas que precisam se refugiar em nosso planeta. Enquanto o General Modula tenta conquistar o planeta de origem deles (auxiliado pela invasão dos Mutradis).

Ilana, princesa de Galaluna, foi obrigada a sair do planeta pra que possa retornar e assumir seu trono (caso seu pai venha falecer).

Ilana usa Corus uma armadura especial de combate dourada detentora de alta tecnologia.

Lance é um dos guardas do planeta Galaluna, foi incumbido pelo próprio rei pra proteger Ilana. Aqui na Terra precisa agir como se fosse irmão dela, mas pra mim há algo mais entre eles.

Manus é a sua armadura que também possui alta tecnologia e um enorme poder de ataque. Inicialmente, Lance demonstra ser muito rebelde, porém seu comportamento superprotetor é muto engraçado chegando até ser meio paranoico.

E por último temos Octus, um robô que foi criado pelo rei de Galaluna pra proteger sua filha (e também possui tecnologia avançadíssima).

A parte legal é que Octus utiliza disfarces holográficos aqui na Terra. Newton, um estudante nerd e Senhor Lunes, suposto “pai” de Ilana e Lance.

Em nosso planeta os heróis precisam aprender nossos costumes e cursar o ensino médio. Além disso, eles necessitam se misturar á população de Sherman, no Illinois e se proteger dos ataques planejados pelo general.

Quando o General Modula enviava algum monstro gigante pra matar os heróis, pois descobriu como tinham vindo parar na Terra.

Víamos surgir o Titã Simbiônico, um super robô formado pela união dos três heróis. Ilana é o coração, Lance representa a força e Octus a mente do Titã.

O detalhe crucial é que precisava haver uma harmonia entre os três pra que a formação do robô desse certo (lembro que eles tiveram até alguns problemas quanto a isso).

O relacionamento entre Octus e Kimmy Mysner foi a coisa mais surpreendente que eu já vi num desenho (e olha que eu fiquei de bobeira com o Rei Julien e aquela ursa de Madagascar 3).

Como nem tudo é fácil na vida dos heróis temos o General Steel que mais parece o o chato do General Ross, da Marvel (sempre perseguindo o robô gigante).

E ainda o G3, uma agência secreta que investiga ameaças alienígenas em nosso planeta.

O aspecto empolgante é que o desenho demonstra ter uma forte influência de mecha robô dos animes e dos heróis tokusatsus japoneses.

Tartakovsky usa várias referências do estilo citado acima assim como também de Star Wars e bastante ficção científica.

É chover no molhado contar que as cenas de batalha eram magníficas, mas também podemos notar um grande desenvolvimento no enredo. Já que geralmente sua história era contada em capítulos lembrando mesmo um anime.

Apesar da excelente qualidade da série animada foi cancelada por não conseguir vender brinquedos. E infelizmente temos uma única temporada exibindo apenas 20 episódios.

Mais tenho certeza absoluta que ficará eternamente guardado no coração dos fãs.

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Kim Possible – 2002

É um dos melhores desenhos já exibidos em nossa telinha, pois tínhamos as aventuras de uma adolescente inspirada no melhor estilo de espionagem tipo James Bond.

Kimberly Ann Possible, morava na cidade de Middleton, mas além de estudar e ser líder de torcida. Ainda combatia o crime sempre auxiliada pelo atrapalhado Ron Stoppable, seu melhor amigo e que depois se tornou namorado.

Não poderia esquecer do Rufus, uma topeira que era animal de estimação do rapaz que ajudava bastante durante as missões.

E Wade Load, um gênio da computação que informa a dupla de suas missões. A parte legal é que o garoto auxilia nossos heróis com equipamentos, armas e ferramentas pra serem utilizadas quando necessárias.

O pior inimigo deles era o Dr. Drakken, um cientista maluco que obviamente queria conquistar o mundo (seus planos nunca davam certo).

Apesar de suas criações maléficas o Dr. não era tão inteligente quanto Shego, sua assistente que sempre agia de maneira sarcástica com ele. A vilã era muito perigosa, pois conseguia gerar explosões verdes de suas mãos.

Havia outros personagens como: Drs. James e Ann Possible (pais da heroína), Jim e Tim seus irmãos mais novos, Monique, amiga da heroína que curte moda e cultura pop (ocasionalmente participa de algumas missões),  Bonnie Rockwaller, uma menina esnobe e muito popular (colega de escola da Kim) entre outros personagens.

O aspecto mais importante do desenho é a forma como foi mostrado geralmente com muita ação, no entanto ainda tinha comédia, aventura, relacionamentos e até romance.

Lembrei que o Disney Channel está lançando um filme original live-action da heroína.

Na trama, Kim Possible (Sadie Stanley) é uma espiã que se unirá ao seu amigo Ron Stopplabe (Sean Giambrone) para deter os planos maléficos de seu pior arqui-inimgo, o Dr. Drakken (Todd Stashwick) e sua parceira Shego (Taylor Ortega).

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Darkwing Duck – 1990

Aqui temos mais uma referência ao universo do Homem-Morcego, pois Darkwing foi totalmente baseado no herói da DC Comics.

Outros personagens também foram inspirados nos vilões do Morcegão, Patoringa (Coringa) e Tuskernini (Pinguim). Como se isso não fosse suficiente ainda temos Bico de Aço, um vilão que usa um smoking tipo James Bond e também trabalha numa agência secreta.

Bom, durante o dia, Drake Mallard atua como um cidadão normal, no entanto quando chega a noite torna-se Darkwing Duck, um combatente do crime que protege a cidade de St. Canard contra vários vilões.

Entre os quais estão: Nega Duck (sósia oposto do herói), Megavolt, Cabeça de Martelo, Maga Patalógica, Liquidator, Pato Planta, Tauro Buba, Pão-Duro Mac Money e mais alguns.

Mais Darkwing Duck não está sozinho, pois recebe ajuda de Gosalyn, uma menina bastante inteligente. E também do Capitão Boeing que afirma ser o fã número um do herói.

Em seu QG equipado com diversas tecnologias nosso herói tem alguns veículos pra usá-los quando necessário: Thunderquack (avião) e Ratcatcher (motocicleta).

Apesar de ser atrapalhadíssimo e praticamente resolver os crimes mais na sorte do que qualquer outra coisa. Duck arranja tempo pra namorar a feiticeira Morgana, uma vilã que se regenerou.

Eu quase ia me esquecendo de Tank e Binkie Muddlefoot, vizinhos chatos de Drake que ficam bisbilhotando sua vida e quase descobrem sua identidade secreta.

Ainda tínhamos a equipe Patos Justiceiros (Justice Ducks) com Robô Pato, um herói cibernético que havia surgido na primeira versão de Duck Tales, Neptunia, protetora dos mares, e Stegmutt, um pato geneticamente modificado parecido com Estegossauro.

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Futurama – 1999

Só pra constar, o desenho foi criado por Matt Groening mesmo autor dos Simpsons

Aqui acompanhamos as aventuras de Philip J. Fry, um entregador de pizzas e também idiota total que acidentalmente caiu numa câmara criogênica indo parar mil anos no futuro.

Lá consegue emprego no Planet Express, empresa do professor Hubert J. Farnsworth, seu sobrinho e único parente vivo.

O professor é um cientista extremamente inteligente, mas devido a sua idade tem rompantes de mau humor e esquece das coisas (possui 159 anos como chegou nessa idade não sei).

O interesse amoroso de Fry é Turanga Leela, uma ciclope e capitã da Planet Express.

Leela é uma mulher forte, decidida e bastante disciplinada. Além de tudo isso é uma excelente artista marcial, mas seu único defeito é gostar do bobão do Fry.

Bender é um robô que tem vários defeitos, bebe pra caramba, é egocêntrico, tem boca suja e adora roubar (no entanto é o melhor amigo do Fly).

Geralmente temos episódios centrados em Fry, Leela e Bender, porém temos outros personagens.

Amy Wong (fútil e rica), Hermes Conrad, Dr. Zoidberg (crustáceo maluco), Zapp Brannigan (chato pra caramba), Kif Kroker (assistente do Brannigan), Nibbler, animal de estimação da Leela (demonstra inteligência acima do normal), Mom e seus filhos (vilões).

A parte legal é vermos a ambientação deste tempo tão distante no século XXXI, pois Nova Nova York (foi construída sobre as ruínas da atual cidade da Maçã).

Uma das coisas que fiquei de bobeira são aquelas cabeças vivas que ficam conservadas em jarros, mostrando diversas figuras históricas e também algumas celebridades.

Futurama demonstra uma possibilidade quase real de que todos os problemas que temos atualmente nunca serão resolvidos daqui há mil anos (isto é, se a raça humana sobreviver até lá).

A humanidade conquistou o espaço, mas não evoluiu pra melhor. A internet é praticamente uma terra sem lei, a televisão não deixou de existir, teremos carros voadores e os robôs são autossuficientes.

Mais uma das coisas que mais me fascinam no desenho é aquela rede de tubos utilizada pra transporte.

Há diversos episódios legais, mas recomendo: “Jurassic Bark”, Fly busca seu antigo cachorro de estimação, “O Atraso de Fry”, Fly, Bender e o professor  vão até ao fim do universo e continuam avançando e encontrando diversas sociedades diferentes até chegarem a um novo Big Bang e todos os episódios que fazem referência pra Star Trek.

Futurama é uma ótima série animada, porque esculacha temas atuais sem se importar com politicamente correto (e também sacaneia diversas situações da ficção científica).

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Super Gambá, O Ultra Dinâmico Gambá do Futuro – Pith Possum: Super Dynamic Possum of Tomorrow – 1995

Essa série animada foi exibida na divertidíssima TV Cruj (“Cruj! Cruj! Tchau!”).

Inspirado tanto no universo do Morcegóide, quanto no do Azulão, Peter Possum é um gambá que defende a cidade de Gambá City.

Na trama Peter era um gambá comum de laboratório até ganhar superpoderes num experimento mal-sucedido.

Agindo disfarçado num jornal, nosso herói é apaixonado pela repórter Dóris Deer, que age de maneira esnobe (rejeitando-o constantemente).

Ela se destaca nos episódios, pois foi feita de uma maneira muito sexy.

Em suas aventuras o Super Gambá tinha ajuda do seu fiel companheiro Bob, o Racoon Prodígio protegendo a cidade sempre quando o Comissário Strees Gorila pedia auxílio.

Haviam vários inimigos mais o pior deles era o Dr. Paul Bunion, um lenhador muito doido e estranho.

A série animada segue o estilo dos desenhos antigos, pois o locutor fala pra caramba, o Super Gambá não é muito inteligente. Geralmente, Bob sempre surge com a solução pros problemas que precisam serem resolvidos (e isso torna os episódios muito divertidos).

Fim da dessa parte e relembre o texto anterior aqui.

Artista

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Pin-ups

Há algum tempo atrás, numa galáxia não muito distante. Fiz uma postagem de pin-ups com artistas clássicos.

Pesquisando pela web encontrei outros desenhistas com trabalhos mais recentes.

Na galeria abaixo você pode contemplar a arte de: Atomic kirby, Gelipe, Jfsouzatoons, Kondaspeter1, Jhonny-manic e Promethean-arts.

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Imagens

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Transformers

Bom, todo mundo já está cansado de saber que os Transformers são máquinas inteligentes que podem se adaptar nos veículos que desejarem.

Mais um fato interessante é que o sucesso alcançado pelo desenho clássico foi tão grande que a Hanna-Barbera resolveu também lançar um produto similar.

Então surgiu a série animada Os Gobots e se não me falha a memória na minha época era conhecido dessa forma.

Só que ao pesquisar na web encontrei A Batalha dos Gobots (The Challenge of Gobots).

Continuando, Os Gobots também surgiram no Japão e foram uma linha de brinquedos que se transformam criada pela empresa Tonka. Esses robôs reaproveitavam o modelo dos brinquedos Machine Robo, da Popy (uma subsidiária da Bandai).

Eles fugiram de seu planeta vindo pra Terra aonde estão agindo disfarçados de veículos (eu já vi isso não sei em qual lugar?).

Pra promover os brinquedos a empresa criou o anime Machine Robo: Revenge of Cronos, que mostrava a batalha no distante planeta Cronos. Habitado por duas raças antagonistas que brigavam por causa de energia.

Pena que essa versão nunca veio pra cá, pois pelo que eu pude ver o anime realmente parece bom.

Então, a empresa Tonka adquiriu os direitos pra comercializar os Machine Robo na terra do Tio Sam. Reformulando os personagens e assim criando Os Gobots.

Não há diferença alguma na origem dos Gobots, pois é a mesmíssima que vemos em Transformers. Gobotron era um planeta que estava destruído após incontáveis guerras entre os Guardiões (heróis) e Renegados (vilões).

Então essa disputa veio parar aqui em nosso planeta. Os Guardiões eram comandados pelo Líder-Um (jato), Scooter (moto), Blaster (lançador de míssil) e Turbo (carro esporte).

Entre os Rengados temos Cy-kill (líder e motocicleta), Crasher (carro de corrida), Cop-Tur (helicóptero) e Pincher (jato alienígena).

Os Gobots tinha duração de 22 minutos, foram feitos 65 episódios, sendo produzidos até 1985.

Pra aproveitar uma nova linha de brinquedos assim que terminou o desenho foi lançada a animação Gobots: Batalha dos Rock Lords, em 1986 (algo que eu nem sabia).

Durante a febre que foi o desenho dos Transformers é óbvio que também passei a assistir Gobots, mas infelizmente a qualidade era bastante inferior de tão ruim (que parei de ver).

E não era apenas eu que pensava desta forma meus amigos também esculachavam esse desenho (algo do tipo primo pobre e primo rico). Depois de tantos anos ao rever no Youtube continuo detestando o desenho.

Só pra constar, depois que a Hasbro comprou a Tonka atualmente Os Gobots e Transformers compartilham o mesmo universo.

Veja na galeria abaixo algumas imagens dos Transformers que garimpei na web

 

 

Batman Preto e Branco

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É uma minissérie em 4 edições lançada pela Editora Abril, em 1998.

São histórias com participação de diversos desenhistas tipo: Joe Kubert, Howard Chaykin, Richard Corben, Simon Bisley, Katsuhiro Otomo, Klaus Janson, Matt Wagner entre vários outros.

Não poderia esquecer dos roteiristas: Denny O’Neill, Neil Gaiman, Archie Goodwyn, Jan Strnad, Chuck Dixon.

Bom, ao invés de comentar todas as edições (algo que normalmente faço). Vou destacar as aventuras que mais me impressionaram de cada gibi.

Todas as histórias mostram uma faceta diferente do Morcegão e a melhor parte é podermos acompanharmos isso.

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Dúbio Amor – Primeira Edição

Bruce Tim dispensa apresentações, porque obviamente sem ele nunca teríamos o universo animado da Distinta Concorrente.

Na trama, a Dra. Marilyn Crane é uma renomada cirurgiã plástica que conseguiu o incrível feito de restaurar a face do Duas Caras.

Só pra constar em Batman: O Cavaleiro das Trevas, da década de 80, Harvey também teve seu rosto reconstituído.

Continuando, Dent após se recuperar começou a ter um relacionamento com ela (sendo que até noivaram. Tudo ia muito bem até que surge Madeline, irmã gemea da doutora.

Tal acontecimento já demonstrava que haveria problemas. Num dia Madeline foi ao escritório de Dent fingindo ser sua irmã, provocando-o e conseguindo (daí então tornaram-se amantes).

Mais devido ao seu casamento marcado, Harvey queria terminar com Madeline. Só que ela não aceitou isso tão fácil e jurou se vingar.

O final é trágico tendo todo aquele jogo de dupla personalidade que é a principal característica de Dent.

Nem preciso comentar sobre a arte de BT, pois sua fama o precede. A história é tão psicológica e quanto densa (e sempre quando a releio fico pasmo e viajando na maionese).

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Lenda – Segunda Edição

Confesso que fiquei balançado pra comentar sobre “Um Mundo Preto e Branco” com roteiro de Neil Gaiman e arte de Simon Bisley.

Porque nela vemos Batman e Coringa como atores que precisam passar suas falas pra depois irem contracenar. É uma perspectiva muito perspicaz da eterna luta destes antagonistas. Algo que somente Gaiman poderia nos mostrar.

Bom, com arte de Walter Simonson, “Lenda” retrata uma sociedade futurista na qual o Homem-Morcego é um herói antigo usado como esperança de uma vida melhor.

A história de combate ao crime do herói transmite algum tipo de alento, pois no passado surgiu um homem que foi capaz de lutar contra o crime e a violência.

Descrevendo alguém praticamente imbatível, capaz de voar, respirar debaixo da água, incansável, combate o mal e seu esconderijo secreto (aspectos que conhecemos bem).

Isso é visto ao mesmo tempo em que uma mãe conta pro filho sobre o herói e no finalzinho da aventura notamos que o Morcegão retornou pra defender a quem precisar dele.

É uma história simples, curtíssima pra ser sincero, mas demonstra uma essência do herói deixando implícita a mensagem que mesmo após a morte de BW o mito irá perdurar pra sempre.

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Pais e Filhos – Terceira Edição

Escolher a mais marcante foi difícil (fora “Canção Mortal” que é a última que nunga gostei).

As outras três “Boa Noite, Meia-Noite, “Sonhos” e “O Assalto” merecem bastante atenção.

Bom, “Pais e Filhos” tem arte de Bill Sienkiewicz famoso por Elektra Assassina entre outros trabalhos.

Na trama estamos no alto de um prédio, onde um pai tenta dar uma lição de moral em Kyle seu filho.

O fato cruel é que ele joga a gata de estimação do menino lá do alto e o animal obviamente morre.

Batman estava próximo e presencia toda a maldade do homem. Chegando com muita vontade de surrá-lo, pois não teve tempo de reação pra salvar o animal.

Não há como falar de outra forma, pois é o melhor momento de debate que já li num gibi. Enquanto o pai reclama dos problemas de perder sua esposa e se lamuriar por estar criando o menino sozinho

Batman fica contradizendo-o pelo ponto de vista de quem só viu o que estava acontecendo naquele momento.

O menino estava assustado e seu pai sempre usava a figura do herói pra oprimi-lo. Quando na verdade, Kyle tinha medo do próprio pai. Isso é algo que nos conecta com toda relação de pai e filho (tipo opressor e orpimido e conflito de gerações).

A ideia foi incrível e a conclusão deixa-nos com aquela pulga atrás orelha, porque só o tempo irá responder.

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Um Sujeito Inocente – Última Edição

Brian Bolland também é outro artista que dispensa qualquer apresentação, mas só pra constar em seu currículo temos Batman: A Piada Mortal, Camelot 3000, Mulher-Maravilha, Homem-Animal e Juiz Dredd.

Na trama como já diz o título um homem comum num momento de desvairio começa a pensar em como seria um crime praticado por uma pessoa comum.

Sua intenção é cometer um crime grandioso algo que nunca será esquecido tipo o assassinato de John Lennon.

Ele está gravando seu depoimento em video, no entanto sua intenção é queimar a prova depois que cometer o ato.

Como mora em Gotham deseja matar o Homem-Morcego e meticulosamente vai contando cada detalhe de como seria tal acontecimento.

Batman sairia numa ronda noturna, iria combater alguns de seus inimigos e quando menos esperasse levaria um tiro mortal na cabeça (caindo ensanguentado e morrendo logo depois).

A história me surpreendeu, principalmente, porque morte do Batman seria algo tão grandioso pra ele.

E pra piorar pude notar a total frieza do sujeito ao afirmar que poderia sair ileso e continuaria sua vida pacata normalmente se casando e tendo filhos ao longo dos anos.

Só pra fechar, afirmo que foi uma tarefa ingrata escolher qual história merecia comentar, mas a qualidade de todas é inegável. Tanto que depois surgiram outras edições no mesmo estilo.

Espero que tenham gostado.

 

 

Super-Heróis Hanna-Barbera – Última Parte

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Já comentei sobre Os Quatro Fantásticos, Os Robôbos, Os Três Mosqueteiros e a Tartaruga Touché, porém vou deixar de fora Falcão Azul e Capitão Caverna, porque já fiz postagem sobre eles.

A empresa criou vários heróis e relembre de mais alguns que eu conheço

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Os Cavaleiros da Arábia – Arabian Nights – 1968

Esta série animada era apresentada dentro do programa dos divertidos Banana Splits.

No desenho acompanhamos um grupo de aventureiros na Arábia das Mil e uma noites.

Os Cavaleiros eram liderados pelo Príncipe Turhan (que havia perdido seu trono), mas ainda tínhamos a Princesa Nida (prima de Turhan), uma mestra dos disfarces, Bez, um mágico que se transformava em qualquer animal falando a frase: “do tamanho de um…”.

Junto com eles havia Raseem conhecido como “o homem mais forte de toda a Arábia”, o mago Fariek que sempre usava a palavra mágica “Hossan Kobah”.

E por último mais não menos importante Zazuum, um simpático burrinho que ficava muito invocado quando puxavam seu rabo (virando uma tempestade com direitos a raios e furacões).

Os cavaleiros lutavam contra a tirania do pérfido sultão Bakaar que havia usurpado o trono de Bagdá.

Infelizmente Os Cavaleiros da Arábia tiveram apenas uma temporada com 18 episódios e terminando no mesmo ano no qual começou.

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Shazzan – 1967

Aqui temos as aventuras dos irmão gêmeos Nancy e Chuck, num belo dia ao entrarem numa caverna nas costas do Maine.

Eles encontram um cofre no qual estava duas metades de um anel (com algumas letras inscritas).

Após juntarem os anéis acabam formando a palavra “SHAZZAN” e a dupla foi transportada pra um mundo misterioso. Encontrando o gênio gigantesco de mesmo nome que lhes ajudará pra que achem o verdadeiro dono do anel pra que voltem pra casa.

Os irmãos recebem de presente Kaboopy, um camelo voador que sempre ajuda a dupla a sair de alguma enrascada.

Além do camelo ainda ganharam: uma corda mágica que se move sob seu comando, um manto que os tornam invisíveis e um tapete voador (objetos que atiçavam a minha imaginação).

Durante suas viagens a dupla se deparava com vários problemas e a parte mais legal era ver como conseguiriam juntar seus anéis pra chamarem o gênio pra salvá-los.

Eu gostava do Shazzan, porque geralmente surgia de bom humor sorrindo e achava uma maneira inteligente de ajudá-los.

Só pra constar o gênio aparece na série Harvey, o Advogado acusando o juiz Mentork de ser na verdade o gênio Mufti (que o prendera na garrafa há séculos atrás).

Mufti fez isso, porque Shazzan estava apaixonado pela mulher que estava prometida ao rei.

Shazzan também prendeu na garrafa Chuck e Nancy, seus antigos mestres por terem feito muitos pedidos. No final do episódio o gênio é preso novamente na garrafa (e isso “quase” foi considerado como um final pra série).

Bom, a série animada teve duas temporadas, rendendo um total de 36 episódios e terminando em 1969.

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Os Super Globetrotters – The Super Globetrotters – 1979

É uma sequencia direta da versão anterior dos Globetrotters (1970) aonde a equipe viajava pelos Estados Unidos realizando jogos de basquete.

A grande diferença é que no desenho dos Super Globetrotters os jogadores são super-heróis.

Lembro que durante algum jogo os integrantes dos Harlem Globetrotters entravam em seus armários pra se transformarem.

Então, tínhamos: Homem Líquido (Nate Brech) que podia virar água, o líder da equipe Super Esfera (Freddie “Curly” Neal), sua cabeça tinha forma de bola de basquete (podendo quicar, encolher e crescer quando precisava).

Homem Espaguete (James “Twiggy” Sanders) podia esticar seu corpo num tipo de escada ou corda,  Homem Variedade (Louis “Sweet Lou” Dunbar) usava um cabelo black power do qual podia retirar várias coisas (era o herói que eu mais gostava) e Multi-Homem (Hubert “Geese” Ausbie) que podia se multiplicar em vários.

Bom, devo confessar que na época já achava alguns poderes cópias descaradas dos Impossíveis, mas a empresa sempre fez algo assim com seus personagens (deixa pra lá!).

Durante os episódios a equipe era convocada pra agir pelo Globo da Lei sendo enviados pros mais diversos lugares pra que possam agir.

Infelizmente Os Super Globetrotters tiveram uma temporada resultando num total de apenas 13 episódios.

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Família Drácula – Drak Pack – 1980

Com a intenção de expiar os erros de seus ancestrais os descendentes do Conde Drácula, Lobisomem e Frankstein decide levar uma vida de combatentes do crime.

A parte legal é que os heróis tinham formas humanas e quando se transformavam uniam as mãos gritando: “Drako!” (eu adorava essa parte).

Então, Drak transformava-se num vampiro que além da forma de morcego conseguia várias outras (o detalhe é que podia andar no sol tranquilamente), Lobão, obviamente um lobisomem tinha uivos ultrasônicos e supersopro e Frankie era o Frankstein apresentando descargas elétricas e superforça.

A equipe recebia ajuda do Draculão, tio-avô de Drak, um vampiro comum, pois tinha medo do sol. Geralmete ele tinha o azar de machucar os dedos ao fechar seu caixão.

Como não poderia deixar de faltar havia alguns vilões pra serem detidos o principal era o Dr. Terror que comandava uma organização criminosa formada por monstros.

Seus planos mais cruéis eram sempre frustados pela Família Drácula.

Em sua companhia estavam: Sapão, um tipo de homem-sapo que era capacho do vilão. Lembro que era muito divertido quando dizia: “mau sapão” a frase virou uma febre na época.

Vampira, uma vampira com poderes iguais aos do Drak (ela era apaixonadíssima pelo herói), Múmia, uma múmia que podia esticar suas bandagens (era bastante forte) e o mais nojento de todos Mosca que podia voar e falava zumbindo.

Só pra constar, Família Drácula foi exibido na extinta Rede Manchete dentro do programa Clube da Criança.

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Galtar e a Lança Dourada – Galtar and the Golden Lance – 1985

Surgiu somente pra aproveitar o sucesso do herói da Filmation He-Man. Galtar e a Lança Dourada fazia parte do programa The Fantastic World of Hanna-Barbera.

Feito no estilo espada e feitiçaria acompanhamos as aventuras de Galtar, Princesa Goleeta e Zorn, seu irmão mais novo.

Infelizmente os pais dos três haviam sido assassinados por Tormack, o usurpador do reino de Bandisar (que estava conquistando o mundo inteiro).

O herói usa a Lança Dourada que possui um incrível poder sobrenatural (a lança pode ser dividida em duas partes transformando-se em espadas).

Além da Lança Tormack também deseja conseguir o Escudo Sagrado, um artefato indestrutível que na verdade pertence a Goleeta e Zorn.

A lenda diz que quem utilizar a ambas as armas será invencível em qualquer combate.

Mais, o desenho foi cancelado antes da luta final entre Tormack e Galtar pudesse acontecer.

Galtar teve apenas uma temporada com 21 episódios produzidos.

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SWAT Kats, O Esquadrão Radical – SWAT Kats: The Radical Squadron – 1993

Nesse desenho acompanhamos as aventuras dos heróis T-Bone e Razor, ambos pilotos da força militar Os Defensores. Eles foram expulsos após desobedecerem ordens quando estavam perseguindo um criminoso o Gato Sinistro (Dark Kat) e devido a um acidente causado pelo Comandante Feral destruíram seu próprio quartel general.

Devido a isso a dupla havia sido proibida de voltar a pilotar um avião pra sempre. E pra piorar são obrigados a trabalharem num ferro-velho pra que possam quitar sua dívida enorme.

Só que devido a sua perícia mecânica e utilizando diversas peças de aviões destruídos Jake e Chance conseguem contruir o TurboKat (eu ficava de bobeira por esse feito deles), um avião modificado especialmente pra patrulhar MegaKat City.

Usando o codinome de Swat Kats a dupla protege a cidade de qualquer perigo que possa surgir.

É um dos melhores desenhos daquela época repleto  de cenas de ação espetaculares e com personagens bem desenvolvidos.

Haviam outros personagens como o Prefeito Manx pra mim parecia que não fazia nada.

Não poderia esquecer da Vice-Prefeita Callie Briggs (musa do desenho), inteligente, corajosa e defensora da dupla. Geralmente durante as confusões ela era raptada pra ser salva pelos heróis.

Lembro que eu detestava o Ulysses Feral, pois sempre demonstrava ser um idiota completo.

Em contrapartida sua sobrinha Felina Feral, era uma excelente piloto sendo infinitamente superior ao seu tio.

A repórter Ann Gora era quem cobria a maior parte dos acontecimentos na cidade.

No desenho além do Dark Kat que era o vilão principal ainda tínhamos Mad Kat (um tipo de Coringa), Past Master (que podia manipular o tempo) e Metalikats

Swat Kats apresentou duas temporadas, rendendo um total de 30 episódios e terminando em 1995.

Fico por aqui, mas relembre do texto anterior.