Coleção DC 70 Anos

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Quando a empresa atingiu a marca de sete décadas de publicações lançou gibis com seu melhores ícones.

Então foram 6 edições abordando As Maiores Histórias do Superman, Lanterna Verde, Mulher-Maravilha, Flash, Liga da Justiça e Batman.

Obviamente são aventuras dos personagens que abordam a Era de Ouro, Prata, Bronze e Moderna.

É importante notarmos que as histórias lançadas são as mais influentes de cada período citado servindo pra termos uma ideia da evolução dos heróis a cada década.

Bom, ao invés de comentar cada uma das revistas (algo que sempre faço). Desta vez vou apenas falar de uma aventura que me impressionou bastante.

As capas de todas as edições tem arte de Alex Ross dando mais destaque pra cada uma delas.

Chega de enrolação e vamos ao que interessa

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Superman – “O Exílio á Beira da Eternidade”

A primeira edição é dedicada ao Azulão mostrando momentos importantes como sua origem, funcionamento dos poderes, a versão de John Byrne, Os Últimos Dias do Superman e Olho por Olho que já fiz comentários há um tempo atrás.

Aqui temos roteiro e arte de Jim Steranko, um dos mais renomados desenhistas dos gibis de todos os tempos.

Na trama estamos no futuro, pois havia vinte mil anos que o Superman havia morrido. Seu legado foi honrado por seus descendentes e até uma constelação foi batizada com seu nome heroico.

Com o auxílio deles a humanidade desbravou o espaço colonizando milhares de planetas. Através dos séculos e milênios os descendentes de Kal evoluíram e se modificaram.

Paralelamente a tecnologia desenvolvida pelo homem atingiu seu ápice, mas nem tudo era perfeito nessa sociedade utópica (havia política, guerras, cobiça e mortes).

Pra piorar numa estação mineradora com robôs autômatos classificou de maneira errada uma chuva de meteoros como ameaça. Em retaliação detonaram armas tão poderosas que rasgaram o tecido da realidade causando um colapso que estava destruindo tudo no universo.

A explosão voraz fazia planetas e sistemas solares sumirem e a notícia se espalhou rapidamente. A Irmandade Superman foi convocada pra resolver o problema e pra solucioná-lo foi proposto algo extraordinário.

Toda a humanidade seria convertida em seres de luz, porém alguém deveria ficar pra lançar essa enrgia no vórtice devorador.

O único que se apresentou foi A’dam’ Mkent, um Superman deficiente visual. Ao realizar essa façanha monumental de salvar o universo, A’dam ficou sozinho e vagando por muito tempo, muito tempo (chegando até a enlouquecer por causa disso).

Bom, nem preciso contar que a arte psicodélica de Jim Steranko me deixou alucinado (confesso que virei fã só por causa dela).

O Exílio á Beira da Eternidade é uma aventura que vale a pena viajar em sua leitura. Principalmente, porque me surpreendeu pelos aspectos futuristas apresentados e lembrando o arrebatamento bíblico (entre outras coisas). Não vou comentar o final pra não estragar a surpresa de quem quiser ler.

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Lanterna Verde – “Vôo”

A segunda edição é dedicada ao Homem de Verde mais famoso da Tropa.

Vou deixar de fora “S.O.S Lanterna Verde” que é a história de origem , “O Mal Sucumbirá Ante Minha Presença” (introdução de John Stewart) e Velocidade da Luz, pois também já comentei.             

Antes de mais nada eu fiquei muito tentado em falar sobre “O Herói do Amanhã” que homenageia tanto Alan Scott quanto Hal Jordan.

Há vários elementos clássicos da mitologia de ambos mostrando Tom Kalmaku, Jade, Os Guardiões de Oa e até o chato do Krona.

Mais “Vôo” com arte de Darwyn Cooke e roteiro de Geoff Johns me pegou de surpresa.

Em relação a história anterior que citei posso afirmar que é bem simples, porém o fato importante é que mostra o fascínio de voar.

Algo que sinceramente é muito estranho, pois os heróis voam pra qualquer lugar com seu anel energético. O que nos conecta nessa aventura é a realidade que nós podemos voar de avião e apreciar o mundo lá de cima (algo que nunca fiz, mas sonho realizar futuramente).

Na trama, Harold Jordan é um aficcionado por aviões desde pequeno, principlamente, porque seu pai Martin é piloto de avião. Houve um período que todos os dias antes de ir pra escola Hal sumia pra ver seu pai voando.

Isso se tornou uma grave peocupação pra sua mãe e motivo de orgulho do pai é lógico. Só que transformou-se um problema quando o menino revelou pra eles que esse era o seu maior desejo.

Então, numa noite, Martin o leva pra voar escondido sendo um acontecimento inesquecível pro jovem Jordan. Marcando-o pra vida toda e a melhor parte nessa história é vermos o tempo passando e Hal levando no mesmo lugar Carol Ferris e Kyle Rayner.

Nesses anos todos que passaram a únca coisa constante é a presença de Johnny, na entrada do hangar transformando a aventura em algo pessoal (já que conhecia Jordan desde garotinho).

Essa passagem de tempo e o sentimento de vida particular tornam “Vôo” uma história singular conectando aquilo que nos faz ser nós mesmos. E nem preciso comentar sobre Darwyn Cooke e Geoff Johns, pois a carreira de ambos já fala por si só.

Espero que tenham gostado.

 

 

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Shazam! & A Sociedade dos Monstros

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É uma edição com roteiro e arte de Jeff Smith sendo lançada por aqui pela Panini Comics, em 2014.

Originalmente lá na terrinha do Tio Sam, Shazam! The Monster Society of Evil teve 4 edições e aqui temos um encardernado com 212 páginas.

Antes há uma introdução de Alex Ross comentando sobre o Capitão Marvel de C.C. Beck, seu estilo peculiar e inovador de apresentar um super-herói.

Uma criança que ao proferir a palavra mágica Shazam se transforma no “Mortal mais Poderosos do Planeta Terra”.

E também sobre Jeff Smith com seu trabalho consagrado no personagem Bone.

Bom, na verdade temos aqui uma releitura do herói (só pra constar, a versão de Jerry Ordway também é fantástica).

Billy Batson é um menino orfão que mora sozinho num prédio abandonado e sofre bullyng todos os dias. Seu único amigo é o Malhado, um mendigo senhor de idade que o menino ajuda sempre.

Até que numa noite, Billy segue um homem misterioso até o metrô indo parar na caverna do mago. Dentro dela estão os sete inimigos da humanidade (orgulho, inveja, ganância, ódio, egoísmo, preguiça e injustiça).

O mago diz que está velho e precisa de um substituto que valha a pena ficar em seu lugar. Ensinado ao garoto pra dizer a palavra mágica que todos nós conhecemos e Billy desaparece dando lugar pro grandão do Capitão Fraldinha.

Esse mundo no qual Batson entrou é estranho, pois a magia possui suas próprias regras.

Além de Billy ter que aprender a lhe dar com seus novos poderes, o Capitão tem que conviver com seu novo hospedeiro. Nesta versão temos duas pessoas diferentes, mas antigamente parecia que o Capitão era apenas Batson crescido.

A história também dá espaço pra Mary Bromfield, irmã de Billy. Ao dizer a palavra mágica Mary também se transforma mais com uma fração menor de poder se Billy estiver transformado.

Vale lembrar que Mary Marvel é uma das primeiras heroínas do universo dos gibis (servindo até de inspiração pro surgimento da Supergirl).

Com várias situações acontecendo ao mesmo tempo ainda surge o Dr. Silvana, o procurador geral que deixa a todos alarmados e em pânico  falando sobre um falso ataque terrorista.

Ocorrem fatos estranhos como o surgimento da Sociedade dos Monstros (suponho que seja algo retirado das edições antigas).

Pra se ter uma noção todas as baratas da cidade haviam desaparecido e pra piorar o pior inimigo era o Sr. Cérebro, uma minhoca inteligente que deseja exterminar toda raça humana da face da Terra.

Sinceramente eu nunca entendi transformar uma minhoca, um ser tão pequenininho num vilão, mas deixa pra lá!

Continuando, os problemas pra serem solucionados não são poucos, porém com o auxílio de sua irmã e do Sr. Malhado nosso herói irá triunfar.

Shazam! & A Sociedade dos Monstros é uma aventura sensacional, pois consegue evocar o espírito das aventuras originais de C.C. Beck. E principalmente pelo fato  que Billy tem a árdua tarefa de redescobrir quem é tendo que dividir sua vida entre super-herói e menino.

Não vou mentir é uma aventura simples e posso afirmar que seja até meio pueril, porém a melhor parte é vermos sendo mostrados sua mitologia clássica como: o Sr. Malhado, Dr. Silvana, Sr. Cérebro e a estação WHIZ.

Nessa releitura de Jeff Smith gostei de de terem mostrado a vida pessoal do menino focando principalmente em suas escolhas.

Suas arte demonstra um estilo caricato parecendo um desenho aniamdo, no entanto o roteiro sem muitas reviravoltas nos conecta aos sentimentos infantis.

resgatando aquelas crianças que já fomos um dia quando acreditávamos que falando uma palavra mágica podíamos nos transformar num super-herói.

Até o próximo texto.

 

 

 

 

Os Maiores Super-Heróis do Mundo

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Há alguns anos atrás o artista Alex Ross e o roteirista Paul Dini trabalharam juntos em edições num formato gigante.

Bom, nem preciso comentar que Alex Ross é um dos meu desenhistas preferidos, mas fiz assim mesmo. Obviamente por causa da qualidade detalhista de sua arte que exprime um tom de realidade insuperável.

Enquanto Paul Dini é reconhecido por diversos trabalhos tanto nos gibis, quanto em séries animadas que assistimos na telinha.

E só pra constar essas edições que comento abaixo foram lançadas pela Editora Abril, no ano 2000 (em diante).

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Superman: Paz na Terra – Superman: Peace on Earth

Na trama temos a introdução da origem de Kal-El. É importante salientar que a educação dada por Jonathan foi essencial pra criar a moral e bons costumes que Superman exibe como exemplo.

Estamos na época do Natal e o herói leva um árvore pra comemoração que acontece anualmente em Nova York. O sentimento marcado por este período nos faz ter uma consideração pelo próximo.

Após salvar uma moça que quase morreu por desnutrição. O herói se volta pra fome mundial e pensando em realmente ajudar um pouco. Resolve ir numa reunião da ONU pra ser mais atuante nessa questão.

É claro que sua atitude foi vista com desconfiança, mas resolveram deixá-lo ajudar.

Após reunir milhares de toneladas de alimento o Super começa sua árdua tarefa de distribuição ao redor do mundo. Pensando que estava ajudando a manter esperança pros necessitados o herói vou pelos Estados Unidos. África, Índia, Leste Europeu, Rio de Janeiro e diversos outros países.

Mais houveram problemas como uma floresta incendiada pelo calor e o Homem de Aço tendo que conter uma manada de animais desesperados fugindo, um ditador tirano que quis se aproveitar pra continuar subjugando a população. O déspota mandou atirar no povo pra intimidar o herói que conseguiu impedir um massacre.

A atitude do Superman é louvável, mas esbarra na própria mesquinharia da humanidade. Se em algumas localidades o Azulão era bem visto em outros países suas intenções são rechaçadas com mísseis e canhões.

Podemos notar que o ódio, a raiva e o medo sensações tão inerentes a nós atrapalham uma iniciativa de tornar o mundo um lugar mais aceitável pra sobreviver.

O Superman se frustra por não poder fazer aquilo que Jonathan lhe ensinou (usar seus poderes pra auxiliar a todos que necessitam dele).

Eis aqui o maior diferencial do roteiro de Paul Dini desta história, porque o Azulão apesar de todo seu imenso poder. Lá no fundo de sua alma sabe que é apenas “humano” e que sozinho nunca poderá mudar a iniquidade que presenciou ao redor do mundo.

Sinceramente levando pro lado mais realista possível dada a proposta do enredo. Mesmo não querendo admitir é impossível não pensar que os americanos se consideram os salvadores do mundo. Essa abordagem mostra que nem todos estão afim de aceitar tal possibilidade.

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Batman: Guerra ao Crime – Batman: War on Crime

Nessa história Paul Dini agradece a Alan Burnett e temos uma homenagem pra Bill Finger (co-criador do herói).

A edição do Homem-Morcego também se inicia com sua origem. A perda trágica dos pais, o juramento de vingança e seu árduo treinamento físico e mental para tornar-se um combatente do crime.

Estamos cansados de saber que Batman não tem poder nenhum, mas consegue instilar medo nos criminosos (esse é o seu grande trunfo).

O Morcegão defende Gotham City agindo pelas sombras. Geralmente as pessoas acham que o herói é uma lenda urbana (acreditando que não exista).

Além de proteger as ruas da cidade, Batman se disfarça de Bruce Wayne e no meio da alta sociedade busca informações necessárias pra sua verdadeira identidade.

Quando Randall Winters propõe um enorme investimento industrial numa área em que o herói protege. É através do empresário que Bruce pensa no homem que poderia ter se tornado (algo que o incomoda).

Naquela noite, Batman age no bairro e ouve tiros agindo rápido consegue prender o ladrão, porém o pior já havia acontecido. Os pais do garoto Marcus que eram donos de uma loja de conveniência haviam sido assassinados.

A tragédia que aconteceu com Marcus fez Bruce reviver seu passado vendo no garoto um reflexo de si mesmo.

Utilizando seus métodos furtivos, Batman age tomando conta de Marcus. Seja avaliando a situação decadente na qual o bairro de encontra. Ou se deparando com uma gangue e ao detê-los encontra Marcus novamente.

Bruce pensa como estaria se não tivesse uma herança abastada pra ajudá-lo em sua vida? E o que seria dele sem a presença protetora de Alfred?

A visão do rosto assustado de Marcus não sai de seus pensamentos. Devido a tragédia ocorrida com o menino, Batman continua protegendo a baía, principalmente por causa de Winters.

Numa de suas investidas é através de um dono de clube que Batman consegue a informação que precisa. Então noite após noite o Morcegão combate diversos crimes no bairro transformando-se num protetor infatigável.

Num outro turno de vigilância o herói vai até uma fábrica de papel abandonada que está sendo usada na produção de drogas. Como sempre agindo rápido e sorrateiramente o Cavaleiro das Trevas destrói o lugar (arrebentando os traficantes). Mais uma vez, Marcus estava no local, pegando uma arma mira na direção do Homem-Morcego.

É quando Bruce abre sua guarda confessando ao menino seu passado, mas que isso sirva de aditivo pra se tornar alguém melhor (o garoto comovido abraça-o).

Mesmo não obtendo grandes lucros com seu investimento na baía, Bruce resolve ajudar a população local trazendo trabalho. E também colocando Winters na justiça por causa de seus empreendimentos escusos.

Batman: Guerra ao Crime é uma edição que mostra a verdadeira face de Bruce Wayne, pois a tragédia que matou seus pais. Marcou-o definitivamente, mas a convivência com Alfred e Leslie Thompkins fez dele um ser humano capaz de estender a mão ao próximo.

Sabendo que todos quando realmente querem são merecedores de uma segunda chance. Essa é uma daquelas raras ocasiões que presenciamos o aspecto humano de Bruce sendo mostrado de uma forma bem sincera.

Só pra constar na aventura do Azulão vemos muitas tonalidades claras influenciando o sentimento de esperança que o kriptoniano inspira.

Com Batman as cores que visualizamos estão mais escuras e sombrias, no entanto isso não quer dizer que a luz no final do túnel não deixará de existir. Também há muita esperança nas atitudes de Bruce Wayne e  isso é o que torna essa história marcante.

Fim da primeira parte.

 

 

 

 

 

 

 

Space Ghost – O Espectro Sinistro

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Pra quem cresceu lá na década de 80 como eu sabe que Space Ghost é uma das melhores de tantas e várias outras lembranças inesquecíveis daquela época.

Há algum tempo atrás foi lançada uma excelente minissérie do Space Ghost com arte de Ariel Olivetti, roteiro de Joe Keli (e capas de Alex Ross).

Bom, essa edição foi escrita pela dupla Mark Evanier e Steve Rude que também contribuiu com sua arte inigualável.

Na trama, Zorak um dos maiores inimigos do herói no desenho antigo. Havia sido condenado há cinco dias no Mundo Cárcere. Mais um dia em nossa contagem era o equivalente pra 20 anos (então foram 100 anos de condenação).

Zorak reclama de sua estadia na prisão sendo motivo de zombaria dos outros detentos que também estão ali graças ao herói. Junto com Zorak: Brak, Rei das Criaturas, Metallus e Larápio formam a União do Mal.

Quando o louva-deus estava falando em se unir com Larápio foi atingido por um raio que o fez desmaiar.

E logo foi transportado mentalmente até um estranho misterioso lhe incumbe da missão de reunir os piores inimigos do Fantasma do Espaço. A intenção é somente uma destruir de uma vez por todas Space Ghost.

Dando a até uma cópia dos Braceletes do Poder pra que pudesse fugir. O vilão acorda pensando que tudo não passou de uma alucinação, mas ao pressionar o lugar aonde estaria o bracelete um raio é disparada contra seu carcereiro robô.

Graças a isso consegue uma rebelaião pra destruir seu oidiado arqui-inimigo. Uma anve surge levando todos os prisioneiros pra longe da prisão.

Enquanto isso Jan e Jace estavam se divertindo numa praia, porém logo são convocados pelo herói. No Planeta Fantasma uma chamada de emergência faz Space Ghost ficar preocupado com o surgimento da União do Mal, um grande problema que poderia se espalhar pela galáxia.

Devido estar absorto em pensamento SG não notou que uma nave surgiu repentinamente capturando-o, mas devido aos seu esforços conseguiu escapar.

Logo o herói é atacado por morcegos espaciais gigantes, porém há uma discussão na nave pelo direito de dar cabo da vida de SG. Somente Larápio diz acreditar que Zorak deveria liderar o bando, mas diante do nervosismo o louva-deus hesita em argumentar um plano.

É quando o estranho misterioso sussura pra libertar Metallus pra que destrua o Planeta Fantasma. Zorak faz tal afirmação dizendo que havia libertado-o da risão Omega.

Quando estava voltando pro seu QG, o vilão misterioso diz seu plano citado acima. Fazendo nosso herói voltar desesperado pra que haja tempo de salvar Jen, Jace e Blip.

Só que algo já estava ocorendo, pois os irmãos descobriram a fuga do Mundo Cárcere e estavam sendo atacados. Mesmo tentando fugir acabam sendo capturados pelo gigante restando apenas Blip.

Ao chegar, SG encontra tudo destruído e parte no Cruzador Fantasma pouco tempo depois.

Ao invadir o esconderijo dos vilões, o herói estava sendo espionado por Zorak. E ao entrar Larápio joga seu gás do sono atordoando-o, Brak utiliza um campo de força achatador, mas Zorak chega pra reclamar e os três brigam pelo momento de matar o herói.

Blip esperto como sempre aumenta a confusão entre eles, conseguindo libertar seu amigo que voa dali pra recuperar-se. Ao chegar do lado de fora SG se depara com monstros gigantescos enviados pelo Rei das Criaturas.

Nosso herói consegue se safar usando seu campo de força e também o raio de calor. Só que Metallus ainda queria uma revanche e o estranho misterioso lhe proporciona tal feito.

Metallus propõe um mano a mano pra saber que é superior e o herói aceita. A luta é acirrada mais o vilão engana Space Ghost pegando suas armas pra levar vantagem.

Larápio pegou os braceletes fugindo elfórico com eles, no entanto Jan e Jace são libertos por Blip.

Os irmãos descobrem a identidade secreta do inimigo misterioso ficando abobalhados. Ao derrotar Metallus que acerta um tanque de gás criogênico e se congela.

Depois, Space Ghost conhece seu algoz misteriosos que havia arquitetado todo aquele plano sinistro. Depando-se com um homem idêntico a ele.

O falso SG era um andróide criado pela União do Mal no momento em nosso herói havia sido capturado por uma nave no início desta aventura.

O verdadeiro Space Ghost foge, pois está sem seus braceletes do poder enqunato sua cópia se vangloria perseguindo-o.

Como sempre o macaquinho salva a pátria recuperando os braceletes levando-os até os irmãos.

No exato instante que o andróide ia destruir SG, surgem Jace e Jan servindo de distração para que Blip entregasse seus braceletes. O vilão foi acertado indo parar longe e Zorak em sua sede de vingança atinge o andróide ao invés do herói.

Os vilões são presos e tudo volta ao normal com a equipe retornado pra casa.

Sinceramente, não vá esperar nada de especial ou extremamente maravilhoso nesse gibi, porque Space Ghost – O Espectro Sinistro é uma edição bastante simples mesmo. Conseguindo apenas evocar aquele clima inocente da série animada do herói nos anos 60.

Com certeza vale a pena pra aqueles fãs nostálgicos que assim como eu adoram remexer no passado. O roteiro não é nada mirabolante mostrando aquela eterna luta do bem contra o mal.

Só devo acrescentar que a arte de Steve Rude ficou sensacional devido as cores de Willie Blyberg que realçou bem o estilo do desenhista.

Até o próximo post.

 

 

 

 

 

 

Sociedade da Justiça – Reino do Amanhã: Superman

Liga da Justiça #84

Na história, Um Mundo Sob Gog, com roteiro de Geoff Johns & Alex Ross com arte de Fernando Pasarin que saiu nas edições da Liga da Justiça (n° 79, 80, 82, 83, 87 e 88).

Gog, supostamente um deus, ou um alienígena de vasto poder concede poderes ilimitados para o herói Lança (David Reid). Transformando-o numa versão do Magog, o supervilão da clássica “O Reino do Amanhã” (que aqui ficou definida estar na Terra-22).

O “deus” Gog causou um grande impacto nos heróis da Sociedade, pois estavam, perplexos diante daquilo que podiam ver e naquilo que acreditavam no fundo de sua alma.

Então a SJA acaba se dividindo em duas, pois uma segue os padrões estabelecidos pelos membros originais. Enquanto a outra segue Magog que deseja mudar o mundo e acabam se confrontando numa luta de ideais heroicos.

 

Essa história que comento aqui foi lançada na edição Liga da Justiça # 84, em 2009. Justamente na época que o arco de aventuras acima estava acontecendo.

Só pra constar há algum tempo atrás fiz um post sobre uma aventura da Poderosa deste mesmo gibi.

Voltando, Sociedade da Justiça – Reino do Amanhã: Superman tem roteiro e arte de Alex Ross. Acho sensacional a capa feita pelo artista que mostra os Supermen se confrontando.

Durante aquele arco de histórias por algum motivo que não podemos simplesmente entender a versão mais velha de Kal-El veio parar em nosso mundo. E Tempestade (Maxine Hunkel) pede pra lhe contar o que aconteceu em sua realidade.

O herói veterano relembra aquilo que lemos no “Reino do Amanhã” e ficamos sabendo que a explosão detonada pela bomba nuclear que o Capitão Marvel tentou impedir jogou-o pro nosso mundo.

Então, Kal se recorda de Norman McCay pedindo pro Senhor Incrível pesquisar sobre ele.

De repente o herói ouve um problema com sua superaudição e saiu voando em disparada pro Planeta Diário que estava envolto por gás de kriptonita (podemos notar que há lembranças momentâneas do passado).

O gás de kriptonita não fez muito efeito no herói veterano deixando-o apenas cego temporariamente. No entanto o Kal-El mais velho estava agindo com truculência e isso deixou os bandidos bastante assustados.

Quando nosso Azulão chegou foi acertado com força demasiada indo parar longe. Mais o veterano avistou Lois Lane e tratou de pedir desculpas pro nosso herói e fugiu pesaroso.

Depois foi procurar Norman McCay explicando que sua maior preocupação seria presenciar novamente a mesma catástrofe que viu em seu mundo (e que ele fosse o causador desta destruição).

Mesmo diante de tantas revelações impressionantes até demais, McCay presta uma enorme ajuda ao comentar pro herói que essa possa ser uma segunda chance pra resolver problemas que não conseguiu corrigir tempos atrás.

No QG da SJA os membros da equipe demonstraram preocupação devido as atitudes extremas do velho herói no Planeta Diário, porém a situação se complica devido a uma visita de Lois.

Somente com a insistência dela é que o veterano revela como sua esposa morreu.

O Coringa havia invadido o prédio do Planeta liberando seu nefasto gás do riso e matando a todos na redação.

Lois guardava uma máscara de gás em sua escrivaninha e resolveu enfrenta-lo, mas infelizmente não conseguiu impedir o vilão.

O Superman estava há quilômetros distante dali chegando apenas pra vê-la morrer em seus braços. A nossa Lois descobre que a dor do herói é algo inexpressível e acaba chorando de emoção.

Desde aquele dia, o Kal-El veterano nunca mais voltou a se vestir como Clark Kent.

Essa é uma história emocionante, pois todos sabemos do amor que o Superman sente por Lois e vice-versa também. É um sentimento que podemos ter em nossa realidade quando encontramos aquela metade da laranja.

Só pra vocês terem uma noção a dor do velho Superman é tão imensurável que ele nem consegue olhar pra nossa Lois Lane (pra não lembrar ainda mais de seu amor perdido).

Nem preciso comentar que a arte de Alex Ross ficou ótima emoldurando todos aqueles sentimentos amargurados do velho Superman e saber como ele se sente pela sua perda é algo sem palavras.

Deixe algum comentário.

 

 

 

Terra X: O Mundo Mutante

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É uma impressionante minissérie em quatro edições que foi lançada em 2001.

Se na Distinta Concorrente temos O Reino do Amanhã que mostra um futuro alternativo e apocalíptico na editora.

Na Marvel Comics temos Terra X: O Mundo Mutante (Earth X, no original) com uma história semelhante.

Nesta aventura temos arte das capas feitas por Alex Ross que também participa do argumento e roteiro de Jim Krueger.

Confesso que estranhei a arte de John Paul Leon, mas quando me aprofundei na trama passei a notar que caiu como uma luva pra história.

Quero destacar que essa aventura acontece num mundo sombrio, pois os poucos heróis que sobraram ou estão tocando suas vidas ou já perderam a esperança de continuar no combate.

Infelizmente alguns heróis que conhecemos morreram tipo: Vingadores, X-Men, Demolidor, Mulher-Hulk entre outros. Enquanto outros heróis como: Reed Richards, Tony Stark, Peter Parker, Steve Rogers e Stephen  Strange envelheceram bastante quase ficando irreconhecíveis.

O Vigia está cego e todos sabemos que sua função sempre foi tomar conta dos acontecimentos em nosso planeta (há uma explicação sinistra pra que aja assim).

Devido a isso convocou Aaron Stack, vulgo Homem-Máquina, um herói do segundo escalão da editora pra tomar seu lugar relatando tudo que estava acontecendo na Terra.

O Homem-Máquina desenvolveu uma consciência humana. Algo que lembra bastante o Andrew (o saudoso Robin Williams), do filme O Homem Bicentenário. Mais Uatu o chama por seu nome X-51 uma forma de afirmar que ele é apenas uma máquina.

Neste futuro apocalíptico a humanidade está a beira da extinção e os mutantes tornaram-se a raça predominante.

Quando a preocupação com a fome no mundo estava se tornando uma enorme crise. Foi convocada uma reunião na ONU, porém Namor não havia sido convidado.

Na verdade, o Príncipe Submarino havia sido manipulado pelo Doutor Destino e o Quarteto Fantástico foi combate-lo.

A situação se descontrolou de uma maneira inacreditável transformando pra sempre o modo de viver do Senhor Fantástico.

Devido a crise o status quo social mudou drasticamente com os heróis assumindo a liderança de continentes. Por exemplo: Capitão Britânia liderando a Inglaterra, Solaris no Japão, Colossus na Rússia e pra piorar de forma escusa Norman Osborn tornou-se presidente americano.

Houveram outras mudanças como a humanidade ganhando superpoderes, Peter Parker desistindo de agir como Homem-Aranha e sua filha May Parker unindo-se ao Venom pra agir como heroína.

Há também fatos interessantes na trama tipo Ben Grimm se casando com Alicia Masters (seus filhos chamam-se  Buzz e Chuck), Wyatt Wingfoot agindo como parceiro do Capitão América e usando o nome de Asa Vermelha (aquela ave do Falcão).

Clea Strange agindo como Maga Suprema, Hulk e Bruce Banner atuando em dupla, Thor transformado em mulher através de outra artimanha de Loki e a impressionante demonstração de poder que Franklin Richards possui.

Não vou nem comentar que a história possui outros momentos marcantes que irão te deixar boquiaberto, porém não devo contar pra não estragar sua surpresa.

Terra X: O Mundo Mutante é uma leitura gratificante que ao final deixa aquela imensa vontade de conhecer mais daquele mundo complexo e instigante.

E pra ser sincero há duas continuações Universo X e Paradise X só que nunca consegui ler.

Deixe algum comentário.

Terra-2

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A história foi lançada na edição Liga da Justiça n° 81, em 2009. Infelizmente foi dividida em três partes (no mix das edições). E na primeira temos, “A Era de Ouro”, com roteiro do ilustre Geoff Johns e arte do consagrado Jerry Ordway.

A Poderosa (Karen Starr) havia sido enviada pra sua querida Terra-2, o universo paralelo ao qual achava que pertencia.

Lembrando que a Terra-2 no universo Pré-Crise dos anos 80 era a Terra Paralela que continha todas as versões dos heróis criados na década de 40 (ou Era de Ouro).

Voltando, chegando nesta realidade encontrou a Caçadora (Helena Wayne), sua amiga e confidente. Helena está vivendo um tremendo drama com seu noivo hospitalizado por causa do Coringa.

O Palhaço do Crime está velho, decrépito e pior do que nunca. Sabe que sua morte está chegando e quer atazanar a vida da heroína. Ao mesmo tempo, Helena está apaixonada pelo Robin, da Terra-2. Este Dick assumiu o lugar do Batman desta realidade que havia morrido no período Pré-Crise, dos anos 80.

Karen chega meio desorientada nesta Terra, mas reconhece vários amigos tanto da SJA quanto da Corporação Infinito. As duas equipes se fundiram formando a Sociedade da Justiça Infinita (ou SJI).

A Poderosa explica pra eles como era sua vida na Terra-1, principalmente, os acontecimentos da Crise Infinita. Quando o Kal-L orginal morreu, mas Karen não sabia que o universo foi refeito e que esta Terra-2, não é a mesma pertencente ao universo no qual ela nasceu.

Quando, Helena estava caçando o velho Sr. C, o Palhaço morreu através de seu próprio invento. Helena revela pra Karen sobre seu problema amoroso envolvendo o Robin. Um sentimento que ela não poderá vivenciar por sentir-se culpada pelo que aconteceu ao seu noivo. É quando a Poderosa daquela realidade retorna e as encontra se abraçando.

Nossa Karen é acusada de ser um plágio sendo caçada pela SJI. A Poderosa da Terra-2 deseja saber a qualquer custo aonde está Kal-L, seu primo e supõe que Karen saiba da verdade mais não quer revelar.

A segunda parte foi mostrada na edição Liga da Jutiça # 83, temos “Um Mundo sob Gog parte 4: Deslocado”, com roteiro co-escrito entre Alex Ross & Geoff Johns e arte de Dale Eaglesham.

Ferida e sendo caçada neste mundo  paralelo que achava pertencer, Karen encontra o professor Michael Holt (que nós conhecemos como Sr. Incrível II). O professor não desenvolveu seus equipamentos, pois estavam incompletos num canto. Ele acredita na história que a nossa Karen lhe conta.

Enquanto isso aqui, Starman confessa pro Sr. Incrível que Gog ao lhe curar da loucura tornou dificíl sua missão. Esse Starman pertence a Legião dos Super-Heróis no distante séc. XXXI e veio numa missão secreta, pois seus uniforme é a chave pra um grande mistério.

Só pra constar, Gog é um deus que caminha sobre a Terra realizando marivalhas indescritiveis. Por algum motivo inesplicável o Superman, do Reino do Amanhã veio parar em nossa realidade e David Reid foi transformado no Magog. Isto preocupa o velho Homem de Aço, pois teme que a mesma tragédia  que vivenciou possa ocorrer novamente.

Por causa de Gog, a SJA se dividiu em duas facções, enquanto uma se encontra a favor do deus (a outra ficou contra). Tal situação detonou uma enorme batalha entre as equipes.

No final, Magog devolve os heróis pra sede da Sociedade e vemos a Poderosa retornando através de um portal dimensional sendo seguida pela SJI.

A terceira parte foi mostrada na edição, Liga da Justiça # 84, “Terra contra Terra” teve novamente roteiro feito por Geoff Johns & Alex Ross, porém a arte também ficou dividida entre Dale Eaglesham e Jerry Orway.

A SJI encontra nossa SJA e vemos alguns  heróis que em nossa realidade estão mortos como: Jade, Sideral I (Sylvester Pemberton), Dra. Meia-Noite (Beth Chapell), Fúria (Lyta Trevor-Hall) entre outros.

A Poderosa, da Terra-2 age de forma descontrolada levando nossa Karen com eles. Nessa complicada aventura interdimensional integrantes da Sociedade: Alan Scott, Jay Garrick, Sideral (Courtney), Sr. Incrível e Starman viajam pra outra realidade.

A situação se torna mais louca quando o Sr. Incrível conhece seu duplo, o Professor Holt e sua esposa Paula (que em nosso mundo está morta).

Enquanto isso na Batcaverna, Karen é torturada pela Poderosa chegando quase a morrer por causa da exposição a kriptonita verde. Karen é confrontada pela Poderosa insultando-a de ter desistido de lutar sendo que ambas são a mesma mulher.

Só a Caçadora demonstra uma lucidez ao constatar que Karen nunca quis ataca-la. De repente a SJA entra na Batcaverna e Starman explica que a Terra-2 faz parte do novo universo recriado no Pós-Crise Infinita.

A situação deixa a nossa Karen desamparada novamente, mas há uma promessa que no futuro irá encontrar seu próprio caminho. No final ao retornar, Karen está muito triste sendo abraçada por Alan e Joel Ciclone.

Pra mim, a história  valeu a pena, porque traz de volta o conceito daquela realidade paralela que havia no período Pré-Crise dos anos 80. Outro fato que a edição deixa em aberto é que Kal-L ainda esteja vivo, pois “talvez” futuramente poderá surgir em alguma aventura.

Essas edições são um prato cheio pros fãs das antigas que como eu cresceram lendo sobre a Terra-2.

Confira na galeria abaixo alguma imagens da Poderosa que encontrei na web

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dave hoover 1 dave hoover 2 elias-chatzoudis  jeff-chapman jim lee marcio abreu marcio takara mark-brooks michael turner paulo siqueira

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