Meus Desenhos Preferidos – Última Parte

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Quando eu tive que escolher quais desenhos animados eu colocaria na postagem ficaram apenas aquele que eu gosto muito e também não havia comentado anteriormente.

Chega de enrolação e vamos ao texto

A Vida e Aventuras de Juniper Lee – The Life and Times of Juniper Lee – 2005

Como curiosidade, o filme Wendy Hu: A Garota Kung Fu apresenta história um pouco semelhante ao desta série animada.

Bom, Juniper Lee é uma pré-adolescente que tem o importante cargo de Te Xuan Ze tendo que manter o equilíbrio entre a Terra e o mundo da mágica. Jasmine Lee, sua avó foi sua antecessora deste cargo.

Devido a isso June herdou habilidades mágicas e também incríveis superpoderes. Em seu auxílio temos Monroe, um cachorro mágico que age como seu mentor e que resmunga pra caramba.

Monroe afirma ter 600 anos de idade e funciona como uma enciclopédia quando  assunto é magia e história (mesmo não querendo acaba indo nas missões de June).

Os pais de June são Michael e Barbara Lee, Michael recusou o cargo de Te Xuan Ze passando pra sua filha. Seus irmaõs são Denis Lee, irmão mais velho que curte RPG.

Ele não sabia nada de magia e sobre as aventuras de June, porém depois de algum tempo aprende a se tornar um mago.

E por último temos o caçula Ray Ray engraçadíssimo e descolado é o meu preferido depois da June. Ray Ray sente verdadeira adoração por sua irmã e sempre vai ao seu lado nas aventuras. Como não poderia deixar de ser o menino sempre entra em confusão, mas demonstra ter alguns poderes e pra mim futuramente poderá assumir o lugar de June.

A coitada da June tenta ter uma vida normal indo pra escola e tentando conviver com seus amigos, mas quando sua pulseira fica brilhando é hora de partir pra ação.

Os personagens coadjuvantes também são bons tipo: Jody Clooney, uma das melhores amigas de June. Jody é a mais inteligente do grupo, popular na escola, vê sempre o lado positivo de tudo e fala demais.

Ofélia Ramírez, outra melhor amiga dela. É teimosa, cética e se apresenta de maneira alternativa (num estilo punk), Roger é bondoso, não muito inteligente e bastante atrapalhado.

Marcus Reed, um  rapaz tranquilo e simpático (parece ser o principal interesse romântico da heroína).

Lila, uma Pé-Grande mais baixa e mais esperta do que a maioria dos Sasquatch (adora cinema e Ray Ray demontra ter uma queda por ela).

Há vários vilões no desenho: Skeeter Khommen-Getit, Tia Roon, Loki, Dimitri, O Terrível, Mr Braun, João Pestana, Jean-Claude entre outros.

Um dos meus episódios preferidos é quando Ray Ray acidentalmente dá vida aos personagens de seu gibi preferido (e eles causam uma baita confusão na Baía das Orquídeas), gosto também da Lontra-Morcego com a múmia querendo ganhar muto dinheiro através do medo de todos e também do último episódio que é o melhor de todos.

Mask

M.A.S.K. – 1985

Como curiosidade esse desenho foi baseado numa linha de brinquedos da Kenner, mas além de ser produzido pela franco-americana DIC Enterprises. Na verdade foi dirigido por vários estúdios japoneses: KK C&D Asia, Studio Juno, Studio World, Ashi Production (que não foram creditados).

M.A.S.K. (Mobile Strike Armored Kommand) surgiu pra aproveitar o estrondoso sucesso que Transformers e G.I. Joe faziam lá na década de 80.

O desenho é uma mistura de ambos, pois tínhamos dois grupos que se antagonizavam e máquinas que podiam se modificar.

MASK era uma força-tarefa que utilizava diversos equipamentos (tipo armaduras, capacetes e veículos).

Em sua origem vinda dos gibis, Matt Trakker é um milionário co-criador da equipe junto com seu irmão Andy Trakker e Miles Mayhem.  Matt é o criador das máscaras que conferem um atributo incrível pra seu usuário através de umas pedras especiais encontradas em Nova Guiné.

Infelizmente, Mayhem roubou metade das máscaras levando-as pra seus propósitos malignos e por consequência matando Andy.

Então, a equipe MASK são liderados pelo milionário Matt Trakker no intuito de combater a organização criminosa VENOM (Vicious Evil Network Of Mayhem) que conseguia dineiro através do roubo, extorsão e sequestro. Essa organização era liderada por Myles Mayhem.

No desenho, Trakker estava investigando o desaparecimento de sua esposa (quando descobriu a organização criminosa). Ao seu lado temos: Scott seu filho adotivo que está sempre na companhia do robô chatinho T-Bob (que se transformava numa moto), Ace Riker, Ali Bombay, Gloria Baker, Dusty Hayes, Brad Turner, Alex Sector, Bruce Sato entre outros.

Na fileiras do Venom haviam: Maximus Mayhem (irmão gêmeo de Miles), Bruno Sheppard, Cliff Dagger, Lester Sludge, Vanessa Warfield, Sly Rax entre outros.

Obviamente a melhor parte no desenho eram os veículos que mudavam de forma. Como por exemplo: helicóptero que mudava pra avião, carro que abria asas e assim podia voar, jipe num barco, caminhão em fortaleza móvel, motocicleta que virava helicóptero entre outros (em sua abertura que pra mim é sensacional já podemos ver isso).

O successo gerou uma linha de action figures que não sei por qual motivo não foram vendidos em terras tupiniquins. Nos anos 90, a Hasbro comprou a Kenner fato que faz G.I Joe e M.A.S.K compartilharem o mesmo universo (e assim gerando novas action figures).

Em 2016, a editora americana IDW Entertainment que se tornou conhecida por licenciar personagens famosos tipo: Transformers, GI JOE, Tartarugas Ninjas , Star Trek, Caça-Fantasmas entre vários outros (publicou uma série em quadrinhos de M.AS.K.).

Pra fechar, M.A.S.K foi visto na telinha do SBT fazendo parte do extinto programa Show Maravilha.

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Pole Position – 1984

Também é uma produção da franco-americana DIC Entertainment (a mesma do desenho citado acima).

Pole Position foi feito em parceria com a Namco, uma empresa de games pra promover o jogo homônimo pros jurássicos Atari 2600, Atari 5200 entre outros.

Como foi feito na década de 80 o jogo não era lá grande coisas, pois mostrava apenas uma competição havendo um carro disputando com outros veículos.

A única coisa que no conecta ao game é o nome, pois de resto não há nada em comum neles.

Na série animada, acompanhamos as aventuras dos irmãos Tess, Dan e Daysi Darrett que estão procurando seu pai desaparecido misteriosamente após um acidente de carro.

Eles viajam pelo país apresentado-se como dublês e realizando diversas manobras radicais através do “Show de Acrobacias Pole Position”. Secretamente Tess e Dan trabalham pra uma organização conhecida como Pole Position (sob orientação do seu tio Dr. Zachary).

Tess é a mais velha deles servindo como líder, Dan é o irmão do meio agindo sempre sem pensar, Daysi é a irmã caçula que geralmente se mete em alguma confusão e Faísca é o seu bicho de estimação (um estranho híbrido de guaxinim com macaco).

Eu não poderia deixar de comentar que a abertura do desenho é uma das melhores dos anos 80. E a melhor coisa nele é vermos os carros dos personagens que apresentavam Inteligência Artificial demonstrando personalidade própria (no estilo K.I.T.T de Super Máquina).

Wheels, um Ford Mustang 1965 vermelho que sempre estava reclamando estar velho demais pra combater o crime (é conduzido pela Tess). E Rodão (Roadie), um carro futurista azul que fica retirando Dan de várias enrascadas.

Fora isso, ambos apresentam um módulo de controle que surgem como rosto na tela que pode ser removido tipo uma maleta. E apresentam vários gadgets embutidos como esqui-aquáticos e jatos para plainar.

A parte engraçada é que devido a personalidade dos carros ficam dando palpites na vida de seus usuários sendo os melhores personagens do desenho. Pra ser sincero eu assistia o desenho mais por causa deles.

Pole Position teve curta duração somente 13 episódios e foi exibido pelo SBT nos programas Oradukapeta e Bom Dia & Cia.

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O Fantástico Mundo de Bob – Bobby’s World – 1990

Um dos desenhos mais divertidos e inesquecíveis que já vi na minha vida.

O pequeno e cativante, Bobby Generic tem 4 anos e apresenta uma imaginação fértil pra caramba (escutando várias coisas que não entendia). Por causa disso vira e mexe fazia perguntas importantes pra Howard, seu pai responder.

Aliás o que também despertou meu interesse é que o ator Howie Mandel surge em carne e osso contracenando com o garoto e depois tínhamos sua transformação pra Howard (pai de Bob no desenho).

É lógico que a criatividade de Bobby era demais inventando diversas situações através dela (e assim tentava entender o mundo ao seu redor). Estava sempre na companhia de Webbly, uma aranha de pelúcia agindo como companheiro de aventuras.

Mais no desenho ainda víamos o restante da família Generick: Martha, sua mãe que adora cuidar da família, Kelly, irmã adolescente mais velha (que sonhava em ser popular, namorar e adorava fazer compras), Derek irmão que adora chama-lo de “nanico” (gostava de esportes não se importava com Bob) e o divertidíssimo Tio Ted, irmão de Martha que sempre parecia entender o menino.

Quando Bob se metia em confusão (no mundo de sua imaginação) recebia ajuda do Webbly e também do Capitão Squach. Roger, o cão da família era outro companheiro inseparável dele, pois confidenciava ao cachorro seus pensamentos.

A chata da Tia Ruth apertava as bochechas do garoto (Bob a detestava) e por último Jackie, uma menina que parecia gostar dele, mas que não era correspondida (fato normal, pois era coisa de criança).

O Fantástico Mundo de Bob foi exibido pelo SBT na quase distante década de 90 fazendo um enorme sucesso por aqui.

Ao longo dos anos venho escrevendo sobre muitos desenhos que valem a pena serem vistos. E eu espero que tenham gostado desta postagem.

Fim dessa parte e relembre aqui o texto anterior.

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Imagens

Todo-Mundo-Odeia-o-Chris

Seriados Anos 2000

A década passada acrescentou diversas séries que valem a pena parar pra assistir.

É óbvio que não irei comentar sobre todas, mas somente algumas que consegui ver (e que gosto demais).

Lembrando que já fiz comentários sobre desenhos e também sobre alguns filmes.

Todo Mundo Odeia o Chris – Everybody Hates Chris – 2005

Um dos seriados mais populares do nosso país exibido pela Rede Record (que atualmente está no canal Comedy Central).

Nele ficamos sabendo sobre a adolescência do comediante Chris Rock.

Os episódios de Todo Mundo Odeia o Chris acontecem no bairro do Brooklyn nos anos 80 com seus familiares e amigos.

Dizem as lendas que na realidade Chris Rock cresceu na década de 70, mas devido ao seriado That ’70s Show que já contava histórias desse período resolveram mudar pra década seguinte.

Eu sinceramente adoro as músicas e referências da década de 80, pois cresci naquela época.

A parte interessante é que além de narrador o ator já fez participação num episódio como Sr. Abbott.

Bom, Chris (Tyler James Williams) é o protagonista e apesar de ter boa índole e estar bem intencionado (infelizmente sempre se dá mal nos episódios).

Em sua famíla estão seu pai Julius (Terry Crews), sua mãe Rochelle (Tichina Arnold) e seus irmãos Drew (Tequan Richmond) e Tonya (Imani Hakim).

O que é bastante divertido no seriado é a personalidade deles, pois Julius é um pai bastante trabalhador. Tem dois empregos, adora dormir quando pode, sempre dá conselhos importantes e demonstrar ser muito pão duro até demais.

Rochelle trabalha num salão de beleza, mas em casa manda em todos e adora gritar.

Não podemos negar que Rochelle é uma mãe zelosa e carinhosa, porém Tonya e Drew sempre ficam sem fazer nada (sobrando pro Chris as tarefas da casa).

Apesar de tudo ela age sempre com mão firme quando o assunto é a educação dos filhos. Drew é o irmão do meio é exatamente tudo aquilo que Chris gostaria de ser (popular na escola, lutador de arte marcial e principalmente muito namorador).

E por último temos sua irmã mais nova Tonya que se aproveita fazendo fofocas e arranjando problemas pros seus irmas. Geralmente usa de chantagens pra conseguir qualquer coisa que deseja chegando até a chorar ou gritar pra isso.

Chris é um estudante da Corleone Junior High sendo conhecido justamente pelo fato de ser o único aluno negro desta instituição. Seu maior e único amigo é o Greg (Vincent Martella) que geralmente está dando algum conselho legal pra ele.

Ambos possuem os mesmos gostos e sofrem perseguições do Caruso (Travis Flory) valentão do colégio.

Há diversos personagens marcantes no seriado tipo: Doc Harris, dono do armazém, Senhorita Morello, professora do Chris que parece ser racista mais adora um negão, Senhor Omar, um agente funerário que se aproveita das viúvas, Perigo, um rapaz que vende só coisas roubadas ou falsificadas, Golpe Baixo, um mendigo que tem uma mãe milionária (entre vários outros).

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Eu, a Patroa e as Crianças – My Wife and Kids – 2001

É outro seriado que conquistou vários fãs em terras tupiniquins indo ar pelo SBT.

Aprendemos algumas lições de convívio familiar de forma instrutiva e muito divertida através de Michael Kyle (Damon Wayans), um comerciante dono da Transportadoras Kyle, uma empresa de caminhões.

Michael adora tirar onda com seus filhos, sacaneando eles das mais variadas formas, mas a melhor parte é que sempre consegue demonstrar ser um pai zeloso e carinhoso.

Michael sempre diz frases com referências a Michael Jackson, Star Wars, Michael Jordan, O Poderoso Chefão, Bill Cosby e possui um enorme trauma com sua careca.

Seu bordão preferido é: “Ããhhhhhhhhh… Não!”, mas durante os episódios ouvimos várias frases engraçadas ditas por ele.

Em sua família temos Jay (Tisha Campbell) que inicialmente era apenas dona de casa, mas depois começa a trabalhar. Ela age quase da mesma forma que seu marido, porém adora competir, canta mal pra caramba, grita e berra diversas vezes e quando está com raiva chama Michael pelo nome completo.

Seus filhos são: Michale Kyle Jr (George O. Gore II), é o mais velho deles. Júnior gosta de desenhar, no entanto não é muito inteligente (geralmente leva tapa no cabeção). Começou a namora a Vanessa Scott, o relacionamento evoluiu e tiveram um filho.

Claire é a filha do meio e tem uma peculiaridade, pois foi interpretada por duas atrizes. Sendo que a primeira foi Jazz Raycole sua mãe a retirou preocupada devido ao enredo da série.

A segunda foi Jennifer Nicole Freeman pra mim essa substituição ficou bem melhor, pois a atriz anterior era muito fraquinha. Claire é uma adolescente normal gosta de música, adora roupas, é bastante atrapalhada, no entanto também não é muito inteligente.

Seu namorado Tony (Andrew McFarlane) é um rapaz muito religioso que entra em conflito por causa de seus desejos por ela.

A filha caçula é a Kady (Parker McKenna Posey), uma criança comum e adorável. Apesar de ser bastante nova seu namorado é o Franklin Aloysius Mumford (Noah Gray-Cabey).

Franklin é um menino superdotado que além de ser um excelente pianista consegue dar ótimos conselhos pro Michael. Apesar de toda sua inteligência não consegue fazer amizade com crianças de sua idade.

Quem também merece destaque são os pais de Vanessa, Calvin (Lester Speight) e Jasmine (Ella Joyce).

Calvin é um brutamontes forte pra caramba que assusta Michael (indo até morar em sua casa num episódio). Ele adora comer e quando está dormindo ronca alto pra caramba, mas seu bordão: “Hum é mesmo!” dito apenas pra concordar com assuntos banais é inesquecível.

Devo confessar que é impossível não gostar deste seriado, pois além dos personagens cativantes. Ainda vemos temas importantes sendo abordados com conflitos na adolescência, problemas familiares e uso de drogas.

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The Big Bang Theory – 2007

Neste hilário seriado vemos o dia-a- dia de um grupo de amigos que são nerds e uma adorável garçonete nem tão inteligente assim.

Como a maioria já sabe Leonard Hofstadter (Johnny Galecki) e Sheldon Cooper (Jim Parsons) são dois físicos inteligentes até dizer chega (dividindo o mesmo apartamento).

Ambos trabalham no Instituto de Tecnologia da Califórnia e sua vidinha ia indo muito bem até a chegada da nova vizinha. Penny (Kaley Cuoco), uma mulher bonita que foi morar no apartamento da frente

O aspecto mais fantástico de TBBT não é porque eles são nerds (acho que atualmente a grande maioria das pessoas são nerds de algum jeito), mas sim como essa nerdice é abordada.

Não há como negar que os comentários nerds são engraçadíssimos, porém a personalidade deles é o ponto marcante pra mim.

Leonard é um neuropsiquiatra que demonstra um grave complexo de inferioridade (principalmente quando sua mãe aparece). É o melhor amigo do Sheldon conseguindo conviver com seu jeito esquisito e bizarro em tudo.

Leonard ama Penny de paixão e o relacionamento deles é marcado por diversos términos e recomeços. Porém ao longo do tempo esteve namorando com: Leslie Winkle, Stephanie Barnett, Priya Koothrappali e Joyce Kim.

Sheldon é um físico teórico que possui 2 Doutorados e um Mestrado (é o meu personagem preferido de todos). Além de ser inteligentíssimo, é egocêntrico pra caçamba, metódico em tudo aquilo que faz e não gosta de nenhum contato físico.

Suas atitudes são execráveis (falando sem pensar nos sentimentos dos outros), mas seu comportamento é pior ainda.

Sua namorada é Amy Farrah Fowler (Mayim Bialik), uma neurobiologista que se comporta praticamente da mesma forma que Sheldon. O relacionamento entre ambos vai se tornando mais forte chegando a rolar beijo e muito tempo depois uma relação sexual.

Penny (Kaley Cuoco) é uma aspirante a atriz que trabalha como garçonete. É uma pessoa amável, extrovertida e compreensiva, mas não entende nada dos assuntos científicos que Leonard lhe conta.

Sua maneira descolada de agir entra em contraste direto com o resto dos rapazes.

Howard Holowitz (Simon Helberg) tem apenas um mestrado em engenharia aeroespacial pelo MIT e Sheldon fica enchendo a paciência dele por causa disso.

Suas roupas nos conectam direto ao período dos anos 60 (ele parece um integrante dos Beatles). Fora isso seus cintos tem fivela enorme usando símbolos do Flash, Batman, Pac-Man, Nintendo e até um comunicador klingom.

Howard se acha um grande conquistador mais na verdade suas cantadas são horríveis.

Inicialmente morava com sua mãe chatérrima que só vivia gritando, porém depois começou a namorar Bernadette Rostenkowski (Melissa Rauch) que se tornou sua esposa. Sua voz fina é entendiante, no entanto demonstra ser bastante geniosa quando está com raiva.

E por último temos Rajesh Koothrappali (Kunal Nayyar), um astrofísico indiano e melhor amigo de Howard.

Raj tem medo de falar com as mulheres ficando mudo diante delas. Geralmente comenta algo baixinho no ouvido de Howard (fato estranho demais).

Quando está bêbado Raj se solta ficando extrovertido e dizendo muita besteira. Como curiosidade a família dele na Índia é bastante rica, vemos ele se comunicando com os pais pelo notebook.

Priya Koothrappali (Aarti Mann), é sua irmã, porém ainda possui quatro irmãos e uma irmã.

No seriado Stuart (Kevin Sussman) é o dono da loja de quadrinhos que mostra mais gibis da DC Comics. Ele entrou pro grupo quando Howard foi pro espaço (sendo demitido pelo Sheldon após Holowitz voltar).

Big Bang tem muita referência aos heróis e também pra cultura pop em geral mais como já comentei é a convivência entre eles que torna o seriado o máximo.

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Dois Homens e Meio – Two and a Half Men – 2003

É um seriado repleto de frases ácidas, mas o melhor de tudo é ver a interação entre os personagens.

Charlie Harper (Charlie Sheen), não vale o chão onde pisa. É um compositor de jingles, no entanto bebe pra caramba, tem problemas com jogos e apostas. Por ser um solteirão convicto está sempre rodeado de mulheres e causando muita confusão no seus relacionamentos.

Su vida estava tranquila até que Alan Harper (Jon Cryer) , seu irmão que se divorciou vai morar em sua casa trazendo junto, Jake Harper (Angus T. Jones), seu sobrinho.

Enquanto Charlie é muito descolado, Alan é completamente ao contrário sempre certinho e educado. Ambos concordam apenas na educação do Jake.

O seriado acontece em Malibu (Los Angeles) numa casa de praia e a situação fica bem ruim quando surge Evelyn Harper (Holland Taylor). A mãe que não liga pros filhos e quando aparece ninguém gosta.

Ainda temos Rose (Melanie Lynskey), vizinha maluca de Charlie eles tiveram um relacionamento rápido (só que ela fica perseguindo-o).

Berta (Conchata Ferrell) é a empregada escrachada que age de maneira sarcástica com seu patrão (sempre criticando a vida de todos na casa). E Judith (Marin Hinkle) ex-esposa do Alan que vive discutindo sobre o Jake.

Só pra constar, Charlie morreu quando saiu do seriado e foi substituído por Ashton Kutcher que interpretou Walden Schimidt . Um bilionário da internet que comprou a casa e acaba morando com Alan.

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Arquivo Morto – Cold Case – 2003

Foi exibido há algum tempo atrás na telinha pelo SBT. Acompanhamos os casos da detetive Lilly Rush (Kathryn Morris) do Departamento de Homicídios da Filadélfia.

Sua missão é investigar casos antigos que ainda não foram solucionados reabrindo suas investigações.

Esses arquivos geralmente estão guardados há muitos anos dando tempo suficiente pra haver diversas mudanças (nas pessoas e até na tecnologia).

Ao seu lado, Rush tem uma excelente equipe formada por: Tenente John Stillman (John Finn), seu mentor que também age como pai, detetive Scott Valens (Danny Pino), detetive Will Jeffries (Thom Barry) e detetive Nick Vera (Jeremy Ratchford).

É importante notarmos a determinação de Lilly na busca das provas dos crimes.

A detetive era muito reservada e quieta, mas quando estava em casa sozinha dava muita atenção pro seu gato. Havia um interesse dela por Scott, mas não sei por qual motivo Rush nunca assumia seus sentimentos.

Vale a pena assistir, porque os crimes abordavam assuntos importantes como: feminicídio, racismo, hierarquias, drogas, estereótipos entre outros. Mais a forma como cada situação era mostrada é que despertava o meu interesse.

Outro grande destaque feito de forma perfeita é a mudança das pessoas desde o momento do acontecido para os “dias atuais”.

Gosto muito da trilha sonora usada em cada episódio fato que nos conectava ainda mais com os acontecimentos.

Eu ficava de bobeira no final quando o espírito da vítima surgia pra detetive demonstrando que aquele ciclo havia finalmente chegado ao fim.

A década de 2000 trouxe diversos seriados marcantes entre os quais cito: Doctor Who, Heroes, 24 Horas, Chuck, Família Soprano, House, Smallville, Fringe, Californication, Prison Break, Kyle XY, O Fugitivo entre várias outras

Confira na galeria abaixo algumas imagens dos seriados dos anos 2000 que garimpei na web

 

 

Guerras Secretas

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Em meados dos anos 80 a DC Comics lançou uma minissérie em 12 edições que marcou pra sempre a história dos quadrinhos.

A editora estava comemorando seus 50 anos de existência decidindo acabar com a terrível bagunça de sua continuidade (e o resto deste comentário já estamos cansados de saber como foi).

Bom, praticamente ao mesmo tempo a Marvel Comics também lançou uma grande saga com doze edições.

Só pra constar, essa história é considerada a primeira Mega-saga dos gibis (mesmo havendo outros crossovers com vário heróis anteriores).

Dizem as lendas que a Mattel estava interessada em lançar uma linha de brinquedos da editora. Porém isso só aconteceria se houvesse uma história que realmente chamasse atenção do público.

O projeto foi idealizado pelo editor-chefe Jim Shooter incluindo também os desenhistas Mike Zeck e Bob Layton.

Lembrando que aqui em terra brazilis essa aventura foi lançada pela Editora Abril, em 1986.

Guerras Secretas (ou Secret Wars, no original) apresentou uma trama envolvendo os melhores personagens do panteão da editora.

Os heróis: Capitão América, Hulk, Thor, Homem-de-Ferro, Capitã Marvel, Colossus, Vespa, Senhor Fantástico, Tocha Humana, Wolverine, Coisa, Mulher-Hulk, Gavião Arqueiro, Professor X, Tempestade, Cíclope, Vampira, Noturno entre outros.

E os vilões: Doutor Destino, Gangue da Demolição, Ultron, Homem Molecular, Kang, o conquistador, Encantor, Doutor Octopus, Homem Absorvente, Lagarto e mais alguns.

Não poderia esquecer do enorme Galactus que também estava nesse meio, mas afirmar que o gigante seja apenas um vilão seria sintetizar algo que simplesmente não tem nada a ver. O Devorador de Planetas é necessário pra manutenção do universo (algo que está muito além de nossas simples capacidades mentais).

Continuando, foram abduzidos por Beyonder, um ser alienígena de incomensurável poder. E num lugar chamado Planeta de Guerra tiveram que disputar sob as regras impostas por ele.

Pra se ter uma noção Beyonder construi esse planeta usando pedaços de vários outros ao redor do universo.

Beyonder prometeu ao grupo vencedor que iria realizar qualquer desejo que tivessem.

Obviamente o Capitão age como líder sempre organizando a todos e dizendo como agir. E o Hulk está como seu braço direito colocando em pratica tudo que lhe for ordenado.

Houve um problema enorme no grupo dos heróis, porque Magneto havia sido escolhido pra ficar com eles. Charles até tentou defender seu ex-amigo, mas obviamente Erik tinha seus próprios interesses.

Um detalhe interessante é que o Doutor Destino através do maquinário tecnológico avançado concedeu poderes pra duas mulheres. Transformando-as em Titânia (Mary Macpherran) e Vulcana (Marsha Rosenberg).

Outra coisa que me chocou bastante foi quando a fortaleza dos heróis ficou sob ataque. Eles até conseguiram escapar, mas depois o Homem Molecular jogou uma montanha enorme sobre eles (foi uma cena muito impactante).

Somente a inteligência de Reed foi capaz de arranjar uma forma deles sairem daquele jazigo mortal.

Houveram momentos importantíssimos nessa edição com o Coisa retornando a sua forma humana de Ben Grimm. Outro foi quando Thor refez seu uniforme, o Cabeça de Teia viu e queria fazer o mesmo sendo que encontrou o uniforme simbionte e já nesta saga tivemos a introdução do famoso uniforme negro.

Em meio as escruciantes batalhas há também alguns relacionamentos. Vemos o mulherengo Johnny Storm encontrando Szaji, uma alienígena que possui o toque de cura. Seu poder ajuda os heróis quando estão bastante machucados.

O Homem Molecular se encanta com Vulcana que demonstra algum sentimento por ele. Até a Vespa dá uma bitocas no Magneto, mas foi algo que não durou muito. E Colossus fica sofrendo pra caçamba por estar distante da Kitty.

Não poderia deixar de lembrar que a cronologia de alguns personagens estava bastante atrasada por aqui quando a saga foi lançada. Como solução a Editora Abril sumiu com as personagens Capitã Marvel (Monica Rambeau) e Vampira.

E também modificou o final da saga pra que estivesse de acordo com os acontecimentos nos quadrinhos do Brasil.

Só pra constar, a história foi relançada resumida em Capitão América # 119 e algum tempo depois na íntegra na Teia do Aranha nº 62 à nº 66.

Houveram outros relançamentos tanto da Abril, quanto da Panini Comics todas mostrando a história completa.

Voltando, o sucesso foi tão grande na época que a Gulliver, uma empresa de brinquedos lançou dois castelos nesse tema (Homem-Aranha e Doutor Destino). Além das action figures de alguns heróis e vilões também havia turbo-cycles, veículos que os personagens usavam pra se locomover nas batalhas (e até mini gibi).

Enquanto nos Estados Unidos os brinquedos foram lançados pela empresa Gulliver.

Aqui houve um problema de licenciamento dos brinquedos, pois em nosso país a empresa responsável foi a Mattel (que já trabalhava com a Marvel desde os anos 70).

Aproveitando o momento a Editora Abril lançou Super-Heróis Marvel Secret Wars, um album de figurinhas contendo diversas coisas sobre o gibi.

A saga teve continuação em Guerras Secretas 2 com Beyonder retornando, mas ficou péssima. A intenção dele era entender o ser humano e tivemos diversas situações ridículas neste processo. Pra se ter uma noção o Homem-Aranha ensina-o a ir no banheiro sentar no trono, putz que horrível!

A história foi adaptada na série animada do Cabeça de Teia dos anos 90. Isso foi mostrado durante a quinta temporada do desenho (episódios 61 e 62).

E realmente pra fechar no ano passado a editora fez um reboot de seu universo mostrando-o em Guerras Secretas. Essa versão foi desenhada por Esad Ribic e teve roteiro de Jonathan Hickman.

A intenção é terminar com o multiverso da editora unindo-os no Mundo de Batalha. Confesso que atualmente não acompanho mais essas grandes sagas (perdi a paciência pra esperar tantos meses pro desfecho).

Espero que tenham gostado.

 

Batmóvel – Segunda Parte

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O Cruzado Embuçado possuiu um espaço colossal em sua Batcaverna (ou Batcave, no original).

Dizem as lendas que a caverna foi descoberta há muito tempo atrás pelos antepassados de Bruce. Sendo usada como armazém e também meio de transporte pros escravos fugirem na Guerra Civil.

Outro assunto interessante foi que o herói Tomahak havia descoberto um morcego gigante no final do séc. XVIII (o animal era propriedade de Morgana Le Fey) e o local presumi-se que foi a Batcaverna.

Só pra constar, Bruce caiu na caverna quando era criança e tempos depois resolveu usa-la como QG pra agir como Batman.

Todos sabemos que na Batcaverna o herói guarda tudo que precisa em sua eterna luta contra o crime aparelhos que vão desde o Batcomputador, Batavião, Batbarco, Batmoto, Batcóptero e uma variedade de outras coisas.

Vamos continuar conhecendo algumas versões do Batmóvel?

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Ford Linconl Futura 1955

O seriado televisivo do Batman nos anos 60 rendeu um sucesso tão absoluto que surgiu uma onda de batmania percorrendo o mundo até alguns anos depois.

Na extensa coleção de carros do herói já teve Cadillac, Porshe, Mustang, Jaguar, Chrisller, Studebaker, mas nenhum deles foi tão adorado quanto o Batmóvel do seriado com Adam West e Burt Ward.

Confesso que sou um fã de carteirinha assinada tanto do seriado, quanto deste carro, pois me ajudaram a iniciar no universo do Morcegóide.

George Barris foi quem customizou o Ford Linconl para que se transformasse no Batmóvel que gostamos.

A transformação deixou o carro com uma aparência incrível, pois além de vários apetrechos tecnológicos como motor V8, telefone portátil, radar, monitor, conexão direta com o Batcomputador, emissor de fumaça e um para-quedas pra momentos de necessidade, ufa!. Também tínhamos uma cauda de tubarão que se assemelhava com asas de morcego.

Eu adorava quando a Dupla Dinâmica descia pra Batcaverna, acionava o Batmóvel e a câmera mostrava um close na turbina atômica em formato de foguete arrancando rapidamente.

Sua popularidade foi tão grande que migrou pros gibis surgindo na edição Batman #204.

Pessoalmente acho que essa versão se iguala em popularidade com o carro de 1989 que comento no terceiro post.

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The Batman/Superman Adventures Hour – 1968

Após o cancelamento do seriado televisivo do Batman por causa da baixa audiência tivemos um desenho animada produzido pela Filmation mostrando uma nova versão do carro.

O símbolo do herói em decalque no capô nos conecta ao seriado, pois teve influência direta dele.

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Super Amigos – 1973

A versão da Liga da Justiça produzida pela Hanna-Barbera teve seus momentos bons e ruins.

A parte boa foi o design dos personagens feito por Alex Toth e a parte ruim eram aqueles diálogos que sempre explicavam tudo que iriam fazer.

Mesmo assim todo moleque que cresceu assistindo Superamigos fica todo bobo quando vê algo na telinha (confesso que sou um deles).

O estilo deste Batmóvel lembrava um poucos suas versões anteriores, mas a ideia principal era mostrar algo mais futurista.

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Tanque – 1986

Afirmo que pra mim a maioria dos carros mostrados na década de 80 foram sem graça demais. E por isso nem vou me dar ao trabalho de comentar.

Houve uma mudança significativa quando Frank Miller nos trouxe Batman, O Cavaleiro das Trevas. Além do enredo nos mostrar um Homem-Morcego mais velho e “decadente” após dez longos anos de aposentadoria.

Nessa edição tivemos um Batmóvel convertido num tanque que o Morcegão utilizou pra combater a Gangue de Mutantes.

O tanque era enorme equipado com metralhadoras com balas de borracha, um canhão grande na frente, tinha uma fuselagem blindada e esteiras de tanque ao invés de pneus. No primeiro confronto contra o Líder dos Mutantes nosso herói foi quase morto, mas tivemos a intervenção da Robin (Carrie Kelly) salvando-o no momento crucial.

Só pra constar, Batman menciona que Dick foi quem batizou o veículo de Batmóvel.

Bom, sem sombra de dúvidas essa é uma das narrativas gráficas mais importantes da indústria dos comics até hoje. Tornando-se um inigualável clássico e também mostrando a forma definitiva de se trabalhar com o herói (sendo utilizado seu modelo por longos anos).

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A Piada Mortal – 1988

Mostrando um inquietante roteiro psicológico de Alan Moore,  arte sensacional de Brian Bolland e cores belíssimas de John Higgins aqui temos outro momento importante na mitologia do Batman.

A Piada Mortal teve um dos assuntos mais perturbadores e polêmicos nos quadrinhos que foi o hediondo estupro de Bárbara Gordon feito pelo Coringa.

Há pouco tempo atrás a DC Comics esteve tentando apagar esse acontecimento de sua continuidade, mas não sei se conseguiram.

Além de ter sequestrado o Comissário Gordon (tentando enlouquece-lo), definir uma origem pro Coringa, “talvez” outro aspecto tão perturbador quanto a violação de Babs.

Foi podermos notar que Batman e o Palhaço do Crime são exatamente as duas faces de uma mesma moeda.

Senão me engano a editora lançou um DVD animado desta edição e logo irei assistir.

Bom, a versão do Batmóvel que vemos aqui é uma homenagem ao clássico do anos 50, pois parece que foi feito baseado no Chrysler Imperial.

Relembre aqui da primeira parte e até o próximo texto.

 

 

 

 

 

Superalmanaque DC n° 1 – Origens Secretas

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É uma edição do final da década de 80 que também ajudou a mostrar a origem de alguns personagens da editora no Pós-Crise.

Nela poderemos encontrar histórias sobre: Wally West, Barry Allen, Liga da Justiça, Gladiador Dourado, Senhor Milagre e Oberon, Capitão Átomo e Morcego Humano.

Conheça essas histórias ou relembre delas agora

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Flash III

A primeira aventura, “Enterre os Mortos”, conta a história de Wally West com arte de Mike Collins e argumento de William Messner-Loebs.

Wally é sobrinho de Barry e ganhou seus poderes do mesmo jeito que seu herói preferido. Então resolveu adotar uma variação de seu uniforme e assumiu o nome de Kid Flash participando da Turma Titã (e o resto virou história).

Após a traumática morte de seu tio, amigo e mentor,Wally estava fazendo tratamento com um psicólogo e ficamos sabendo de seus piores traumas e também o pesado fardo que é ostentar o manto vermelho do Flash.

A história finaliza com o excelente poema “Se”, de Rudyard Kipling.

Flash II

A segunda história, “O Mistério do Raio Humano parte I”, é uma homenagem ao surgimento do Flash II. Mostrando argumento de Robert Loren Fleming e arte do lendário Carmine Infantino, o mesmo artista que desenhou o Velocista Escarlate em seu surgimento na Era de Prata.

Seu estilo é considerado um dos melhores de todos os tempos com Barry, justamente, oor “impor” velocidade em sua arte. A origem de Barry, um cientista forense na polícia, o acidente que lhe conferiu seus poderes e sua infância como fã de Joel Ciclone (Flash I) que existia somente nos gibis.

Só pra constar na excelente série televisiva The Flash, o ator Teddy Sears está interpretando o Cometa Escarlate durante a segunda temporada.

Voltando, um detalhe interessante é que o raio conversa com Barry dando-lhe a escolha de seguir uma vida normal ou ganhar supervelocidade para salvar Íris West, é claro que ele aceita.

Após salva-la e deter os bandidos vemos a síntese do “Homem Mais Rápido do Mundo!”.

Na continuação, “O Mistério do Raio Humano parte 2, temos a famosa Galeria dos Vilões formada por Capitão Bumerangue, Flautista, Onda Térmica, Capitão Frio, Peão e Mestre dos Espelhos.

Depois de libertar o Mago do Tempo a galeria resolveu usar um raio vivo pra combater o herói (lembrando que a maioria destes vilõesjá ganhou uma versão no seriado televisivo).

Enquanto o herói tentava se livrar a galeria estava destruindo o Museu do Flash, mas o Velocista Escarlate descobriu que o inimigo atacava apenas seu uniforme.

Então, usando sua supervelocidade veste diversos uniformes na galeria que logo são capturados.

Em, “O Mistério do Raio Vivo parte 3”, o Flash reclama dos discurdos dos vilões: Trapaceiro, Abracadabra, Grood, Zoom e também do Antimonitor. Nos conectando a crise dos anos 80, a destruição da máquina na qual estava preso e a sua morte. E de uma forma impressionante transformando-se no mesmo raio que lhe concedeu seus poderes.

É uma óbvia homenagem a uma época mais inocente, pois demonstra que Barry não havia realmente morrido. Sua vida tinha voltado pro começo (tipo um eterno ciclo de morte e recomeço).

Só que Barry ficou morto por alguns anos, mas retornou como a maioria dos heróis fazem atualmente.

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Liga da Justiça da América

Nesta aventura temos arte de de Eric Shanower, trama de Keith Giffen e história de Gardner Fox. Aqui além do momento Pós-Crise temos também conectada a origem da equipe a minissérie Lendas.

Lembrando que Kal, Bruce e Diana haviam sido retirados da formação da LJA. Sendo que aqui tivemos tivemos: Ajax, Aquaman, Canário Negro, Lanterna Verde (Hal Jordan) e Flash (Barry Allen).

O grupo se uniu para enfrentar os sete apellaxianos que decidiram tornar a Terra num campo de batalha para descobrir quem lideraria seu planeta natal.

O Caçador enfrenta umser de madeira, Arthur outro de mercúrio, Dinah, um feito de vidro,Hal, um pássaro amarelo e Barry, um feito de fogo.

Um alien feito de madeira prende a todos, mas agindo como equipe acabam derrotando-o. Quando partem pra Antártida, o Azulão havia destruído o último.

O Flash decide formar a equipe e há a sugestão de Sociedade da Justiça 2 e até mesmo Os Vingadores (suponho que talvez seja uma homenagem pro grupo da Marvel). E aqui temos a noção que a Liga se uniu não apenas pra ser um grupo, mas também para serem amigos.

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Gladiador Dourado

“A Origem do Gladiador Dourado”, teve argumento e arte de Dan Jurgens. O herói ficou famoso na LJI por fazer uma impagável e muito engraçada dupla com o Besouro Azul (Ted Kord).

Ted estava levando o lixo pra fora e reclamando mais pra piorar escorrega deixando tudo cair no chão (e o Gladiador tira onda da cara dele).

Então Ted entra no quarto do Gladiador encontrando um monte de brinquedos pra vender relacionados a Liga.

Logo, Michael Jon Cartey conta sua história vindo do futuro distante no qual era um jogador de futbebol americano na faculdade. Sua mãe estava doente e precisando de grana pra tratamento.

Ele então decide vender o jogo, passando a fazer isso diversas vezes até ficar rico e ser preso por causa das falcatruas. Após ser expulso da faculdade e cumprir pena, foi morar em Metrópolis trabalhando como vigia noturno do museu.

Deslumbrado com a vida dos heróis no séc. XX e disposto a reconquistar sua fama e fortuna perdida. Roubou alguns itens como: uniforme que lhe concedia força sobre-humana, cápsulas de energia, cinto com campo de força, um anel de voo da LSH, um esfera do  tempo e o computador voador conhecido como Skits.

Quando ainda estava contando sua história, Ajax entrou no quarto e mandou devolver aquela quinquilharia (senão contaria tudo pro Batman).

Mesmo na época da Liga Cômica nunca gostei muito do Gladiador, justamente, por essa sua obssessão pra ganhar fama e dinheiro.  Mais no episódio da série animada da Liga, “A Maior História Jamais Contada”, temos uma divertidíssima aventura sua.

No episódio “Booster”, do seriado televisivo Smallville, o herói foi interpretado pelo ator Eric Martsolf.

Recentemente rolou na web que a Warner Bros. planeja adaptar pras telonas a dupla Gladiador Dourado e Besouro Azul num clima cômico.

Bom, se irá realmente acontecer só o tempo vai dizer (e se vier com o clima engraçadíssimo da dupla nos gibis será uma ótima ideia).

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Oberon e Scott

A aventura, “Escapismo”, tem argumento de Mike Carlin e arte do lendário Don Heck.

Durante uma apresentação na qual como sempre desafia a morte, o Senhor Milagre se lembra do passado. Scott cresceu em Apokolips por causa do tratado de paz com Nova Gênese, sendo criado de forma cruel pela Vovó Bondade.

Enquanto isso ao mesmo tempo, Oberon lembrava do seu infortúnio de ter perdido sua família quando criança. Ele  creceu num circo sofrendo diversas agruras por ser orfão.

Ainda no passado, Scott após ajudar alguns homens a fugir foi espancado, mas obteve ensinamento de Metron e também de Himon.

Na Terra, Oberon conquistou a amizade de Thaddeus Brown, o primeiro Senhor Milagre. Unindo-se a ele na empreitada de resgatar seu filho. Infelizmente, algum tempo depois, Thaddeus é assassinado pelo vilão Mão de Aço.

Enquanto, Scott após conhecer a belíssima Grande Barda foge em sua companhia pro nosso planeta. Scott assume o manto de Senhor Milagre e Oberon prepara as armadilhas pra que possa escapar.

O Senhor Milagre, Barda e Oberon entraram pra Liga da Justiça Internacional, no entanto a parte mais importante é que agem como uma família.

Essa história ficou muito confusa, pois intercala a cada momento o passado de Oberon e Scott deixando-nos perdidos.

Só pra constar na série animada da Liga temos “Laços que Prendem”, é um ótimo episódio em que Oberon foi sequestrado pela Vovó Bondade. Então Scott e Barda vão solicitar o auxílio do Azulão pra resgata-lo, mas quem se prontifica pra ajudar é o Flash.

Fim da primeira parte.

Universo DC: Legados

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A história saiu diluída nas edições de Universo DC do n° 10 ao 18, lançadas em 2011.

Mais sinceramente não merecia ter saído assim (quem sabe não republicam um encadernado?).

Universo DC: Legados conta com roteiro de Len Wein que teve um trabalho consistente costurando numa bela narrativa boa parte da história da DC Comics.

E também temos vários artistas diferentes entre eles: Dave Gibbons, Andy Kubert, José Luis Garcia-Lopez, Jerry Ordway e diversos outros.

Acompanhamos a trajetória de vida de Paul Lincoln desde sua adolescência até sua velhice.

Um fato marcante ao longo da vida de Lincoln é que ele virou um colecionador de notícias publicadas nos jornais, mas seu assunto preferido são as manchetes sobre super-heróis.

É claro que já havíamos visto algo muito semelhante na clássica Marvels, de Alex Ross e Kurt Busiek.

Só que enquanto o fotógrafo Phil Sheldon documenta sobre o período histórico do início da Casa de Ideias que se entende até aos anos 70.

Aqui temos algo mais abrangente, pois vemos todas as fases da vida de Paul Lincoln quanto casamento, o nascimento e crescimento de sua filha, a morte de sua esposa e o seu declínio na velhice.

Tudo ao mesmo tempo com acontecimentos históricos marcantes não só da sociedade americana mais também na vida dos super-heróis. Durante os anos 40, Paul presenciou a Era de Ouro com o surgimento da Sociedade da Justiça, pois nesta época era um jovem que saiu da vida do crime para vender jornais nas ruas.

E logo se depara com uma gangue que tomava conta do pedaço. Por sorte se livrou de levar uma surra pela intervenção da Legião Jovem e o Guardião original (o policial Jim Harper).

Um fato interessante é que o Projeto Cadmus clonou tanto a Legião Jovem quanto Jim Harper e o herói ressurgiu nas edições do Superman nos anos 80 ou 90 (se eu não estou enganado).

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Outros fatos que permeiam a narrativa foram o desaparecimento da SJA devido a perseguição do senado dos Estados Unidos, a notícia sendo divulgada pelo rádio e o advento da televisão.

Vale a pena lembrar que durante os anos 50 os super-heróis ficaram em baixa. Uma grande parte disso foi culpa de Frederick Whertham e seu famigerado livro “A Sedução do Inocente”. Os editores tiveram que cancelar diversas revistas e mudar drasticamente os tipos de histórias publicadas.

Na aventura enquanto os “super” saíram de cena houveram outros heróis que desfilavam pela telinha influenciados, “eu suponho”, pelos filmes de faroeste daquela época.

Tipos como: Tomahawk, Wyoming Kid entre outros que eu nunca li nada a respeito.  Mais também temos personagens que vira e mexe aparecem numa dessas crises como: Desafiadores do Desconhecido, Demônios do Mar e Falcões Negros.

A parte interessante nisso tudo é que além de vermos diversos heróis da editora alguns conhecidos e outros que foram retirados do limbo. É notar que Paul tinha uma vida normal, pois se casou com Peggy, irmã do seu amigo Jimmy Mahooney que escolheu a vida do crime (e teve que pagar por isso).

Paul estudou e tornou-se policial por inspiração de Jim Harper e agiu ao lado de John Jones, o Caçador de Marte em sua identidade secreta. Eles eram amigos pessoais e presenciamos a promoção de Jones para detetive. Pra mim são estas peculiaridades postas nas entrelinhas que tornam nossa leitura mais atraente e acabamos aprendendo mais da história do Universo DC.

Depois pulamos pra uma aparição do Superman salvando Lois de cair do helicóptero numa bela homenagem ao filme de 1978 (o que nos traz pro surgimento da Liga nos anos 60).

Aqui temos algumas diferenças já que os fatos mostrados nos conectam com o Batman enfrentando vilões na indústria química e a primeira aparição do Coringa quando cai no tanque (cenas do filme de 1989).

E a reformulação da Mulher Maravilha por George Pérez quando enfrenta Ares, o deus da guerra tudo misturado com a primeira aventura da Liga da Justiça lutando contra os 7 alienígenas que queriam dominar a Terra. Alguns destes fatos aconteceram cronologicamente nos anos 60 e outros na década de 80 no pós-crise (saiba apenas que misturaram tudo).

Presenciamos a Turma Titã em sua primeira aventura enfrentando o Senhor Ciclone, o Dr. Will Magnus fazendo uma apresentação pública dos Homens Metálicos.

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O primeiro encontro do Flash (Barry Allen) com Joel Ciclone e por consequência a história conjunta da Liga com a SJA são momentos fantásticos dos quadrinhos costurados numa narrativa inteligente.

A saga ainda descreve o retorno dos Novos Titãs enfrentando a raça alienígena dos gordanianos, a mudança de uniforme do Oliver que ficou mais sombrio, o surgimento do Nuclear, a fase de Jason Todd como Robin e até mostra a catastrófica Crise dos anos 80.

Depois seguindo adiante chega a vez das histórias que aconteceram na década de 90. É quando alguns aspectos da morte do Superman (funeral e retorno), Batman retornando como guardião de Gotham (após derrotar Azrael). E o pior de tudo, Hal Jordan tranformando-se no vilão Parallax, sua redenção quando destruiu o Devorador de Sóis e o momento que tornou-se o novo Espectro.

E por último os fatos que aconteceram durante a Crise de Indentidade como a morte de Sue Dibny, a caçada enlouquecida dos heróis pra descobrir o culpado terminando pouco antes da entediante Crise Infinita.

Outro fato importante que lemos nas edições é a parte intitulada “Fotografia” todas com roteiro do consagrado Len Wein, mas também com a participação de vários artistas como: Bill Sienkiewicz, Joe Kubert, Brian Bolland, Keith Giffen, Walt Simonson entre outros.

Geralmente com apenas 4 páginas aprendemos a história ou tem alguma aventura de personagens como: Desafiadores do Desconhecido, Os Sete Soldados da Vitória, Demônios do Mar, Adam Strange, Tommy Futuro e mais alguns.

É uma daquelas raríssimas chances em que a editora retira do limbo vários de seus heróis mostrando como sua mitologia é rica, extensa e variada.

Pra finalizar a melhor parte de Universo DC: Legados é que Paul está conversando conosco tipo contando tudo aquilo que sabe, viu e conviveu quando presenciou os acontecimentos heroicos.

Como eu já disse antes merecia ter saído numa edição encadernada, pois é um material tão bom que vale a pena se lançado desta forma (assim como também ler, reler e guardar em sua coleção).

Os Caça-Fantasmas – Ghostbusters

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Há algum tempo atrás estava rolando na web que teríamos o lançamento de Os Caça-Fantasmas 3 (lembro até que houve outro boato que o filme seria estrelado apenas por mulheres).

Infelizmente após o falecimento do ator Harold Hamis “parece” que o filme realmente naufragou.

Então vou aproveitar lembrando das produções que marcaram época pra minha geração.

O primeriro filme foi dirigido pelo diretor Ivan Reitman, em 1984.

É sem sombra de dúvidas um dos maiores clássicos da Sessão da Tarde dos anos 80 que conseguiu misturar bastante comédia no pretendia ser um filme de terror.

Os Caça-Fantasmas é um ótimo filme, porque além de usar Nova York como locação, havia o tema paranormalidade como fundo. A equipe usava aquelas mochilas de próton para prender os fantasmas.

Sem contar que também conseguiu mostras cenas fantásticas como Stay Puff, o enorme monstro de marshmallow, aliar  uma trilha sonora dançante com efeitos especias convincentes pra época.

Eu não poderia esquecer das atuações do quarteto impecáveis e divertidíssimas: Bill Murray (Peter Venkman), Ernie Hudson (Winston Zeddemore), Dan Aykroyd (Ray Stantz) e Harold Hamis (Egon Spengler).

Sem contar que ainda temos nossa eterna musa Sigourney Weaver (Dana Barrett), o engraçado Rick Moranis (Louis Tully) e a  sarcástica Janine Melnitz (Annie Potts).

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Os Caça-Fantasmas – The Real Ghostbusters – 1986

A canção-tema do filme que também foi usada nesta versão era interpretada por Ray Parker Jr. (que ganhou um Oscar de melhor canção original).

Na época havia uma confusão enorme por causa de Os Fantasmas, da Filmation. Por causa do nome em inglês que era muito parecido (rolou até processo na Justiça).

A série animada teve inspiração direta no primeiro filme mostrando as aventuras do quarteto: Egon, Ray, Winston e Pete. Agindo sempre na companhia do esquisito e glutão Geléia e também de nossa querida Janine.

A parte mais interessante era a personalidade de cada um sendo mostrada. Enquanto Egon era o inteligente destacando-se por entender ciência, Ray era o inventor do grupo, porém no quesito inteligência não ficava muito atrás do Egon (sendo que fazia na práticas as teorias do amigo).

Apesar do Pete posar de líder do grupo era muito atrapalhado, mas tomava a maioria das decisões e não era levado a sério pelos demais. Enquanto Winston é o mais corajoso de todos, tinha uma mira perfeita usando o feixe de próton e tratava com um imenso carinho o Ecto-1 (como fã confesso que adorava esse carro).

Na série animada a sede deles também fica em Nova York, num prédio que inicialmente estava caindo aos pedaços. Quando Janine atendia ao telefone convocava os garotos para alguma missão.

Assim que os fantasmas eram atingidos pelo raio de prótons eram guardados numa armadilha portátil para serem confinados na prisão interdimensional no QG da equipe.

Devido ao inevitável sucesso desta versão acabou migrando pros gibis. Uma lançada pela NOW Comics, nos Estados Unidos. Enquanto outra no Reino Unido pela Marvel Comics.

Teve até uma linha de brinquedos lançados pela Kenner.

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Os Caça-Fantasmas 2 – Ghostbusters II – 1989

Graças ao merecido sucesso do primeiro filme e também da série animada citada acima. Foi lançado Os Caça-Fantasmas 2 nesta continuação, porém a diferença é cinco anos haviam se passado.

Aquele outrora glorioso surgimento da equipe foi desfeito por causa da total ausência de atividades paranormais. A credibilidade do grupo havia acavado.

E a solução foi se virar da maneira que podiam, enquanto Pete tinha um programa de TV, Ray era dono de uma livraria, mas também trabalhava com Winston animando festas infantis. Somente, Egon continuava pesquisando atividades paranormais.

De repente, começa a acontecer coisas estranhas pelas ruas de Nova York, mas ao mesmo que isto acontece, a população está contra a equipe, porque nossos heróis são julgados pelo Juiz Wexler como charlatões sendo sentenciados a prisão.

Quando a situação piora eles são soltos para salvar o bebê de Dana e também destruir Vigo, um terrível criatura milenar que tenta dominar a Terra.

Mesmo este comentarista sendo um nostálgico de carteirinha assinada prefiro o primeiro filme a esta continuação.

Confesso que há até alguns momentos interessantes como o retorno do Titanic e os condenados pelo juiz que fazem uma tremenda bagunça no tribunal.

É óbvio que os efeitos especiais está datados, mas continua sendo uma diversão garantida pros fãs que como eu adoram assistir filmes antigos.

Só pra fechar, após alguns anos afastados da telinha tivemos, Os Novos Caça-Fantasmas (Extreme Ghostbusters), em 1997.

A equipe de jovens universitários era liderada pelo velho Dr. Egon que tinha ajuda da Janine e também do Geléia.

O novo grupo era formado por: Kyllie Griffin, uma garota especialista em ocultismo, Roland Jackson, um rapaz muito inteligente, Garrett Miller, um jovem cadeirante e Eduardo Rivera, um rapaz muito sarcástico.

Os Caça-Fantasmas vão ficar marcados pra sempre no coração daqueles que assitiram seus filmes e séries animadas, mas podemos matar saudade assistindo algo no santo Youtube.

Fico até por aqui e até o próximo texto.