Imagens

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Superman 80 anos

Um dos maiores ícones da cultura pop reconhecido e querido ao redor do mundo todo.

“Mais rápido que uma bala!”, “Mais forte que uma locomotiva!”, “Capaz de saltar sobre os prédios mais altos com um simples pulo”, “Olhem! Lá no céu!”, “É um pássaro! É um avião!”

“Não! É o Super-Homem!”

“Sim, é o Super-Homem – estranho visitante de outro planeta, que veio á Terra, com poderes e habilidades superiores ás de qualquer mortal.

Super-Homem- pode mudar o curso do rio mais caudaloso, dobrar o aço com as mãos, ele que na vida real é Clark Kent, um discreto repórter de um grande jornal de Metrópolis, trava uma batalha sem fim pela Verdade, pela Justiça e pela América.”

Instigando a imaginação do ouvinte a primeira versão do Azulão depois dos gibis foi a série radiofônica de 1940.

Não é novidade afirmar que o gênero surgiu junto com o maior de todos os super-heróis em Action Comics #1, em 1938.

Seus criadores Jerry Siegel (1914-1996) e Joe Shuster (1914-1992) amargaram uma longa e sinuosa jornada até finalmente conseguirem lançar o Super-Homem.

Durante a Era de Ouro o Homem do Amanhã tinha uma imagem muito diferente da qual estamos acostumados. Seu short estava maior, a capa era indestrutível e principalmente não podia voar (apenas dava longos saltos).

A explicação dos poderes do Super era bem simples, pois sua força se baseava nas formigas enquanto o gafanhoto explicava seus grandes saltos.

Depois foram acrescentado outros poderes e explicando de uma forma mais científica.

Rapidamente o herói tornou-se um símbolo de justiça para as pessoas comuns numa época conturbada (Grande Depressão). Em suas páginas o Azulão lutava contra políticos corruptos, defendia os inocentes e prevenia catástrofes inspirando vários autores pro surgimento de outros personagens.

Um sucesso absoluto desde seu lançamento até os dias atuais, o Superman engloba muito mais do que poderíamos imaginar.

O “S” de seu emblema significa esperança e através de suas atitudes devemos cooperar pra que futuramente haja um mundo melhor.

Será uma ingenuidade minha num mundo cada vez mais tão violento? Afirmo que não amigo leitor. A esperança é algo que nós seres humanos devemos sempre mante-la dentro de nós.

O Superman demonstra que mesmo sendo tão poderoso quer apenas que a humanidade possa algum dia caminhar com os seus próprios passos e prosseguir sozinha.

Bom, não me recordo quando foi o meu primeiro contato com o Superman nos gibis, no entanto a edição que ele é divido em dois por um casal de feiticeiros é a mais antiga que posso lembrar.

Devo confessar que a versão de George Reeves também traz ótimas lembranças pra mim, pois foi apartir dele que comecei a conhecer o Super.

Mais sinceramente quem serviu de ponta pé inicial pra que eu me tornasse fã do herói foi Christopher Reeve. Sua atuação como Super-Homem é tão marcante que hoje tantos anos depois ainda é aplaudida como a forma definitiva de representar o herói.

Mesmo com todos os seus defeitos no roteiro como a inesquecível cena de fazer a Terra girar ao contrário pra voltar o tempo, símbolo sendo lançado e um estranho beijo amnésico. Não há como negar que é a minha versão preferida de todas que já assisti em minha vida.

O Superman ao longo das décadas possui várias versões e uma das mais famosas foi feita pelo Fleischer Studios, em 1941.

Nos gibis o herói não voava, porém isso foi remediado nesta versão animada lançada nos cinemas daquela época.

Pra mim a versão dos Fleischer é tão importante que mesmo anos depois Bruce Timm utilizou diversos de seu elementos para compor a Série Animada, na década de 90.

Porém não é só de desenhos que vimos o Azulão, pois a clássica reformulação de John Byrne trouxe um personagem inteiramente novo.

A DC Comics havia lançado a Crise nas Infinitas Terras e depois desta saga reiniciou praticamente todo o seu panteão de heróis.

John Byrne, um dos melhores contadores de história e desenhistas de todos os tempos pra esse humilde comentarista. Teve a árdua tarefa de recontar toda a origem do kriptoniano.

Nesse período o Homem de Aço não era mais um deus invencível, Clark Kent teve seu caráter moldado pela criação de seus pais adotivos, seus poderes surgiram apenas na vida adulta e havia um homem com o qual poderíamos nos identificar.

Além disso, Lex Luthor deixou de ser aquele cientista maluco da Era de Prata e Lois Lane também foi atualizada para uma mulher mais independente.

A mudança mais radical foi a perda da amizade com o Batman, pois ambos divergiam na forma de combate ao crime (e isso virou uma regra por algum tempo).

Desse vespeiro o saldo ruim foi retirar da cronologia a Supergirl e o Superboy, mas Byrne depois arranjou formas de traze-los de volta.

As mudanças promovidas nesse período foram as melhores pra mim sendo que realmente valeram a penas terem sido feitas.

Na década de 90, o Escoteiro Azul morreu combatendo Apocalypse. O embate com o monstro e sua ida pro além foi algo tão impactante que virou notícia nos jornais e na telinha também.

Depois disso acompanhei os gibis do herói até aquele momento no qual foi dominado pelo artefato kriptoniano.

E fiquei um bom tempo sem ler suas edições até que surgiu uma “nova” versão da Liga da Justiça em Os Melhores do Mundo com arte de Howard Porter e roteiros de Grant Morrison (a qual tenho todas as edições guardadas até hoje).

Ao final dessa coleção fiquei longos anos sem comprar gibis do herói, mas fico acompanhando notícias pela web.

Lembrei também do Superman que surgiu após a Saga Ponto de Ignição que estava conectado a versão original de 1938 (feito numa roupagem mais atual).

Infelizmente, ficamos sabendo da terrível notícia que Henry Cavill não fará mais o personagem pro Universo Estendido DC Comics (pra mim é inegável que ele ficou ótimo como Superman).

O problema é que teremos que esperar mais algum tempo pra ver quem erguerá o manto e a capa do Azulão. Nós sabemos que ao longo das décadas sempre mudará o ator, no entanto o Superman é eterno.

Continuando, o Superman da fase Renascimento (Rebirth, no original) veio após a Saga dos Novos 52. Devido a isso tivemos duas versões de Kal-El com experiências de vida diferentes.

Deste período o Super precisa ensinar seu filho a usar seus poderes e o anterior é o Clark que aprendemos a gostar que morreu no embate contra Apocalypse.

Como saldo pra resolver a bagunça, o Super da Nova Terra morreu e aquele mais velho ficou em seu lugar mantendo seu legado.

E pra fechar, atualmente o seriado Krypton narra as aventuras de Seg-El, avô do Azulão que luta para resgatar a honra da sua família e salvar seu amado mundo do caos.

Existem várias versões do Superman ao longo das décadas qual é a sua preferida?

Veja na galeria abaixo algumas imagens do herói que garimpei na web

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Os Maiores Super-Heróis do Mundo

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Há alguns anos atrás o artista Alex Ross e o roteirista Paul Dini trabalharam juntos em edições num formato gigante.

Bom, nem preciso comentar que Alex Ross é um dos meu desenhistas preferidos, mas fiz assim mesmo. Obviamente por causa da qualidade detalhista de sua arte que exprime um tom de realidade insuperável.

Enquanto Paul Dini é reconhecido por diversos trabalhos tanto nos gibis, quanto em séries animadas que assistimos na telinha.

E só pra constar essas edições que comento abaixo foram lançadas pela Editora Abril, no ano 2000 (em diante).

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Superman: Paz na Terra – Superman: Peace on Earth

Na trama temos a introdução da origem de Kal-El. É importante salientar que a educação dada por Jonathan foi essencial pra criar a moral e bons costumes que Superman exibe como exemplo.

Estamos na época do Natal e o herói leva um árvore pra comemoração que acontece anualmente em Nova York. O sentimento marcado por este período nos faz ter uma consideração pelo próximo.

Após salvar uma moça que quase morreu por desnutrição. O herói se volta pra fome mundial e pensando em realmente ajudar um pouco. Resolve ir numa reunião da ONU pra ser mais atuante nessa questão.

É claro que sua atitude foi vista com desconfiança, mas resolveram deixá-lo ajudar.

Após reunir milhares de toneladas de alimento o Super começa sua árdua tarefa de distribuição ao redor do mundo. Pensando que estava ajudando a manter esperança pros necessitados o herói vou pelos Estados Unidos. África, Índia, Leste Europeu, Rio de Janeiro e diversos outros países.

Mais houveram problemas como uma floresta incendiada pelo calor e o Homem de Aço tendo que conter uma manada de animais desesperados fugindo, um ditador tirano que quis se aproveitar pra continuar subjugando a população. O déspota mandou atirar no povo pra intimidar o herói que conseguiu impedir um massacre.

A atitude do Superman é louvável, mas esbarra na própria mesquinharia da humanidade. Se em algumas localidades o Azulão era bem visto em outros países suas intenções são rechaçadas com mísseis e canhões.

Podemos notar que o ódio, a raiva e o medo sensações tão inerentes a nós atrapalham uma iniciativa de tornar o mundo um lugar mais aceitável pra sobreviver.

O Superman se frustra por não poder fazer aquilo que Jonathan lhe ensinou (usar seus poderes pra auxiliar a todos que necessitam dele).

Eis aqui o maior diferencial do roteiro de Paul Dini desta história, porque o Azulão apesar de todo seu imenso poder. Lá no fundo de sua alma sabe que é apenas “humano” e que sozinho nunca poderá mudar a iniquidade que presenciou ao redor do mundo.

Sinceramente levando pro lado mais realista possível dada a proposta do enredo. Mesmo não querendo admitir é impossível não pensar que os americanos se consideram os salvadores do mundo. Essa abordagem mostra que nem todos estão afim de aceitar tal possibilidade.

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Batman: Guerra ao Crime – Batman: War on Crime

Nessa história Paul Dini agradece a Alan Burnett e temos uma homenagem pra Bill Finger (co-criador do herói).

A edição do Homem-Morcego também se inicia com sua origem. A perda trágica dos pais, o juramento de vingança e seu árduo treinamento físico e mental para tornar-se um combatente do crime.

Estamos cansados de saber que Batman não tem poder nenhum, mas consegue instilar medo nos criminosos (esse é o seu grande trunfo).

O Morcegão defende Gotham City agindo pelas sombras. Geralmente as pessoas acham que o herói é uma lenda urbana (acreditando que não exista).

Além de proteger as ruas da cidade, Batman se disfarça de Bruce Wayne e no meio da alta sociedade busca informações necessárias pra sua verdadeira identidade.

Quando Randall Winters propõe um enorme investimento industrial numa área em que o herói protege. É através do empresário que Bruce pensa no homem que poderia ter se tornado (algo que o incomoda).

Naquela noite, Batman age no bairro e ouve tiros agindo rápido consegue prender o ladrão, porém o pior já havia acontecido. Os pais do garoto Marcus que eram donos de uma loja de conveniência haviam sido assassinados.

A tragédia que aconteceu com Marcus fez Bruce reviver seu passado vendo no garoto um reflexo de si mesmo.

Utilizando seus métodos furtivos, Batman age tomando conta de Marcus. Seja avaliando a situação decadente na qual o bairro de encontra. Ou se deparando com uma gangue e ao detê-los encontra Marcus novamente.

Bruce pensa como estaria se não tivesse uma herança abastada pra ajudá-lo em sua vida? E o que seria dele sem a presença protetora de Alfred?

A visão do rosto assustado de Marcus não sai de seus pensamentos. Devido a tragédia ocorrida com o menino, Batman continua protegendo a baía, principalmente por causa de Winters.

Numa de suas investidas é através de um dono de clube que Batman consegue a informação que precisa. Então noite após noite o Morcegão combate diversos crimes no bairro transformando-se num protetor infatigável.

Num outro turno de vigilância o herói vai até uma fábrica de papel abandonada que está sendo usada na produção de drogas. Como sempre agindo rápido e sorrateiramente o Cavaleiro das Trevas destrói o lugar (arrebentando os traficantes). Mais uma vez, Marcus estava no local, pegando uma arma mira na direção do Homem-Morcego.

É quando Bruce abre sua guarda confessando ao menino seu passado, mas que isso sirva de aditivo pra se tornar alguém melhor (o garoto comovido abraça-o).

Mesmo não obtendo grandes lucros com seu investimento na baía, Bruce resolve ajudar a população local trazendo trabalho. E também colocando Winters na justiça por causa de seus empreendimentos escusos.

Batman: Guerra ao Crime é uma edição que mostra a verdadeira face de Bruce Wayne, pois a tragédia que matou seus pais. Marcou-o definitivamente, mas a convivência com Alfred e Leslie Thompkins fez dele um ser humano capaz de estender a mão ao próximo.

Sabendo que todos quando realmente querem são merecedores de uma segunda chance. Essa é uma daquelas raras ocasiões que presenciamos o aspecto humano de Bruce sendo mostrado de uma forma bem sincera.

Só pra constar na aventura do Azulão vemos muitas tonalidades claras influenciando o sentimento de esperança que o kriptoniano inspira.

Com Batman as cores que visualizamos estão mais escuras e sombrias, no entanto isso não quer dizer que a luz no final do túnel não deixará de existir. Também há muita esperança nas atitudes de Bruce Wayne e  isso é o que torna essa história marcante.

Fim da primeira parte.

 

 

 

 

 

 

 

Sociedade da Justiça – Reino do Amanhã: Superman

Liga da Justiça #84

Na história, Um Mundo Sob Gog, com roteiro de Geoff Johns & Alex Ross com arte de Fernando Pasarin que saiu nas edições da Liga da Justiça (n° 79, 80, 82, 83, 87 e 88).

Gog, supostamente um deus, ou um alienígena de vasto poder concede poderes ilimitados para o herói Lança (David Reid). Transformando-o numa versão do Magog, o supervilão da clássica “O Reino do Amanhã” (que aqui ficou definida estar na Terra-22).

O “deus” Gog causou um grande impacto nos heróis da Sociedade, pois estavam, perplexos diante daquilo que podiam ver e naquilo que acreditavam no fundo de sua alma.

Então a SJA acaba se dividindo em duas, pois uma segue os padrões estabelecidos pelos membros originais. Enquanto a outra segue Magog que deseja mudar o mundo e acabam se confrontando numa luta de ideais heroicos.

 

Essa história que comento aqui foi lançada na edição Liga da Justiça # 84, em 2009. Justamente na época que o arco de aventuras acima estava acontecendo.

Só pra constar há algum tempo atrás fiz um post sobre uma aventura da Poderosa deste mesmo gibi.

Voltando, Sociedade da Justiça – Reino do Amanhã: Superman tem roteiro e arte de Alex Ross. Acho sensacional a capa feita pelo artista que mostra os Supermen se confrontando.

Durante aquele arco de histórias por algum motivo que não podemos simplesmente entender a versão mais velha de Kal-El veio parar em nosso mundo. E Tempestade (Maxine Hunkel) pede pra lhe contar o que aconteceu em sua realidade.

O herói veterano relembra aquilo que lemos no “Reino do Amanhã” e ficamos sabendo que a explosão detonada pela bomba nuclear que o Capitão Marvel tentou impedir jogou-o pro nosso mundo.

Então, Kal se recorda de Norman McCay pedindo pro Senhor Incrível pesquisar sobre ele.

De repente o herói ouve um problema com sua superaudição e saiu voando em disparada pro Planeta Diário que estava envolto por gás de kriptonita (podemos notar que há lembranças momentâneas do passado).

O gás de kriptonita não fez muito efeito no herói veterano deixando-o apenas cego temporariamente. No entanto o Kal-El mais velho estava agindo com truculência e isso deixou os bandidos bastante assustados.

Quando nosso Azulão chegou foi acertado com força demasiada indo parar longe. Mais o veterano avistou Lois Lane e tratou de pedir desculpas pro nosso herói e fugiu pesaroso.

Depois foi procurar Norman McCay explicando que sua maior preocupação seria presenciar novamente a mesma catástrofe que viu em seu mundo (e que ele fosse o causador desta destruição).

Mesmo diante de tantas revelações impressionantes até demais, McCay presta uma enorme ajuda ao comentar pro herói que essa possa ser uma segunda chance pra resolver problemas que não conseguiu corrigir tempos atrás.

No QG da SJA os membros da equipe demonstraram preocupação devido as atitudes extremas do velho herói no Planeta Diário, porém a situação se complica devido a uma visita de Lois.

Somente com a insistência dela é que o veterano revela como sua esposa morreu.

O Coringa havia invadido o prédio do Planeta liberando seu nefasto gás do riso e matando a todos na redação.

Lois guardava uma máscara de gás em sua escrivaninha e resolveu enfrenta-lo, mas infelizmente não conseguiu impedir o vilão.

O Superman estava há quilômetros distante dali chegando apenas pra vê-la morrer em seus braços. A nossa Lois descobre que a dor do herói é algo inexpressível e acaba chorando de emoção.

Desde aquele dia, o Kal-El veterano nunca mais voltou a se vestir como Clark Kent.

Essa é uma história emocionante, pois todos sabemos do amor que o Superman sente por Lois e vice-versa também. É um sentimento que podemos ter em nossa realidade quando encontramos aquela metade da laranja.

Só pra vocês terem uma noção a dor do velho Superman é tão imensurável que ele nem consegue olhar pra nossa Lois Lane (pra não lembrar ainda mais de seu amor perdido).

Nem preciso comentar que a arte de Alex Ross ficou ótima emoldurando todos aqueles sentimentos amargurados do velho Superman e saber como ele se sente pela sua perda é algo sem palavras.

Deixe algum comentário.

 

 

 

Supermulher

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Superwoman é a identidade heroica de várias personagens femininas do Universo DC. Só pra constar não sei explicar por qual motivo tosco a Mulher-Maravilha já foi chamada de Miss América e também de  Super-Mulher há alguns anos atrás.

A primeira Superwoman foi Lois Lane na edição Superman # 45, de 1947. A repórter sonhou que através de uma tranfusão de sangue havia ganho os superpoderes do Azulão.

Depois numa outra história, uma dupla de mágicos farçantes hipnotizaram Lois fazendo acreditar que tinha poderes. O Superman ajudou-a em supervelociade em todos os momentos que Lois agia.

Em outra aventura através de um aparato tecnológico criado por Lex Luthor, Lois ganha novamente superpoderes e atua como Super-Mulher.

No período em que eram casados na Terra-2, Lois ganhou poderes graças ao efeito de uma planta extraterrestre que Kal-L havia levado pra casa. E teve até uma vez em que Mxyzptlk transformou-a em heroína tendo direito até a uniforme.

Durante esse período com diversas histórias de realidades imaginárias Lois e Clark tiveram filhos. Numa dessas histórias a bela Laura Kent possuia os mesmos poderes do Azulão.

Em Grandes Astros: Superman, Lois toma uma fórmula criada pelo Homem do Amanhã que lhe confere poderes por apenas um dia.

Lana Lang em diversas histórias do período da Era de Prata também ganhou alguns superpoderes causando muita confusão na vida do Menino de Aço.

Na clássica edição O Que Aconteceu com o Homem de Aço?”, que homenageia esta época temos Lana novamente ganhando superpoderes para auxiliar o Azulão.

Vamos conhecer outras personagens que ao longo do tempo usaram o codinome Supermulher?

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Superwoman – Lisa Jennings

É a atual heroína a usar o manto da personagem.

Lisa ganhou seus poderes quando uma pedra kriptoniana caiu em seu quintal após a explosão de Nova Krypton.

Inicialmente surgiu como inimiga do Homem de Aço perseguindo-o quando Kal-El estava receoso se o mundo ainda precisava de sua presença, porém depois inspirada por ele resolveu seguir carreira heroica.

Lisa Jennings é uma professora que pertence ao Esquadrão Superman. Uma equipe futurista composta por diversos Supermen tanto crianças, homens, mulheres, alienígenas e animais que lutam defendendo o ideal que o Azulão ensinou.

A verdade, a justiça e o modo americano igualitário de viver e sua base de operações fica na Fortaleza da Solidariedade, um hipercubo localizado num lugar fora do tempo e do espaço.

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Sindicato do Crime da Amérika

É uma famosa equipe de supervilões baseados na Liga da Justiça.

Superwoman é a versão maligna da Mulher-Maravilha, da Terra-3. No período Pré-Crise, dos anos 80, ela era uma amazona renegada que tinha um laço mágico que podia se transformar em dragão.

No Pó-Crise, virou Lois Lane com alguns poderes que lembrava sua versão anterior.

Lois trabalha no Planeta Diário como editora-chefe. Enquanto Cat Grant a chama de “Cadela Rainha”, Ela usa Jimmy Olsen como seu escravo, pois ele a segue de maneira pervertida pra vê-la se trocando (e também servindo de seu informante).

A Superwoman parece ser “casada” com o Ultraman, versão do Super, mas mantém um caso tórido com o Coruja (versão do Morcegão).

A melhor versão destes vilões foi vista no ótimo DVD Liga da Justiça: Crise em Duas Terras.

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Clara Kent

É uma contraparte feminina do kriptoniano que surgiu na edição DC Series: Superman # 349.

Na trama assim que o Homem do Amanhã volta de uma missão no espaço constata que todos na Terra tiveram seu sexo trocado. Enquanto homens viraram mulheres: Penny White Batwoman (Batman), Super-Mulher e Jenny Olsen.  As mulheres viraram homens Wonder Warrior (Mulher Maravilha), Louis Lane (Lois), Superlad (Supergirl) e Condor Negro (Canário Negro).

A parte interessante é que não há identidade secreta da heroína, Clara Kent, uma repórter e Supermulher são duas pessoas diferentes. Tudo não passava de uma brincadeira de mal gosto do Sr. Mxyzptlk que havia trocado tudo de propósito, porém assim que falou seu nome ao contrário tudo voltou ao que era antes.

Superwoman

Kristin Wells

Criada pelo mestre Elliot S! Maggin e também por Keith Pollard, Superwoman surgiu pela primeira vez na edição Superman: Miracle Monday, em 1981.

Kristin é uma estudante de jornalismo do século 29 e também descente do chatérrimo Jimmy Olsen.

Ela convenceu as autoridades lhe darem permissão pra viajar ao passado para descobrir a identidade da Superwoman (a fim de ajudar o Superman a derrotar o vilão King Kosmos).

Como Kristin não encontrou a heroína naquele período a solução foi ela mesma transformar-se na Supermulher usando tecnologia futurista. A Supermulher possui poderes de teletransporte, precognição, telecinesia, empatia e voo.

Depois de ajudar o kriptoniano, a Superwoman retornou pro seu tempo, mas teve que retornar outras vezes ao século 20 pra garantir que tudo deveria acontecer como era em sua linha temporal.

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Dana Dearden

É uma fã tão obcecada pelo Superman que namorou Jimmy Olsen somente com a intenção de conhecer o Azulão. Dana arranjou artefatos místicos para ter superpoderes conseguindo a força de Hércules, a visão de Heimdall, os raios de Zeus e a velocidade e voo de Hermes.

Ao sequestrar Jimmy que ficou acuado usando o relógio e tentou forçar o Superman a ficar com ela. Algum tempo depois Dana morreu protegendo o herói de ser morto por demônios, pois ficou sabendo de sua vulnerabilidade a magia.

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Luma Lynai

Ela é uma das muitas heroínas que usaram o nome de Superwoman. A Supergirl vendo que seu primo estava muito solitário tentou arranjar uma namorada pra ele.

Ao usar o computador da Fortaleza da Solidão, ela encontra no distante planeta Staryl, a linda Luma Lynai. O herói logo depois voa pra lá a fim de conhece-la e ambos logo se apaixonam (vivendo um breve romance).

Mais pra sua infelicidade os poderes de Luma só funcionam sob os raios de sol laranja, pois na Terra o nosso faria nela os mesmos efeitos da kriptonita verde.

E Luma teve a triste decisão de terminar seu relacionamento, pois Superman deveria continuar na Terra como nosso protetor.

Fim da primeira parte.

 

 

Vidas Paralelas se Encontram no Infinito

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O título é grande pra caramba e chama bastante atenção, porque pra mim desde da primeira vez que li sempre me pareceu um poema.

Só pra constar, essa aventura foi lançada por aqui na clássica edição Super Powers # 17, em 1990.

Nela temos argumento e também arte feita a quatro mãos pelos mestres John Byrne e Jerry Ordway.

Era uma continuação direta da edição Super Powers # 11 que reintroduziu o Superboy nas histórias do Homem de Aço. Bom, pra quem não lembra após a Crise nas Infinitas Terras todo o passado do Azulão havia sido apagado da continuidade.

E durante a reformulação feita por Byrne veio a afirmação de que o Super-Homem nunca havia sido Superboy. Já que Clark assumiu sua cueca por sobre a calça quando adulto.

Continuando, a LSH tem sua origem atrelada ao Superboy, pois foram inspirados pelos atos do jovem herói que viajavam através de uma bolha do tempo pra se encontrar com o Garoto de Aço.

No Pós-Crise as histórias do Menino de Aço foram desconsideradas causando um grande alvoroço entre os fãs americanos, mas choveram cartas reclamando quanto a isso.

E Byrne veio com a ideia da existência do Mundo Compacto, uma realidade alternativa criada pelo Senhor do Tempo, arqui-inimigo da Legião dos Super-Heróis.

Essa aventura pra nós brasileiros foi lançada na edição citada acima. Uma história em que o Super conhece a LSH quando acabam vindo parar em nossa realidade.

É claro que surge um confronto entre eles, pois acham que Kal se esqueceu das aventuras que tiveram no passado (só que isso nunca ocorreu no Pós-Crise).

Durante a luta o Superboy aparece e o Homem de Aço atônito vai procura-lo indo parar em Pequenópolis (Smallville era chamada assim há algum tempo atrás). Pertencente ao Mundo Compacto que foi inspirado nas histórias surgidas durante a Era de Prata do Menino de Aço.

Pra encurtar, Kal descobre a tramóia do Senhor do Tempo que havia criado uma máquina que mantinha aquela realidade fora do trelele que rolava com a onda de destruição causa pela antimatéria.

E infelizmente, o Superboy se sacrificou heroicamente para salvar seu mundo.

Fato que nos leva a história deste texto, pois aqui presenciamos o surgimento da nova Supergirl, uma Lana Lang criada por Lex Luthor desta realidade alternativa que era feita de protomatéria.

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Lembrando que a minha querida Supergirl conhecida pelos fã durante a Era de Prata também havia morrido assassinada pelo vilão Antimonitor. Acontecimento trágico e marcante visto durante a Crise dos anos 80 (se sacrificando para salvar seu primo).

Voltando, essa nova Moça de Aço veio do Mundo Compacto que estava sem a proteção do Superboy seu único e maior herói.

Lex Luthor era bem diferente do careca que adoramos odiar, pois era um cientista benevolente que sem conhecimento algum acabou libertando três criminosos da Zona Fantasma: General Zod, Quex-Ul e Zaora, uma versão da vilã Faora.

Após a morte dos Kent, Lex foi pra Pequenópolis procura-lo, mas o herói já havia morrido sem eles saberem.

Junto a Lana Lang e Peter Ross estava procurando enviar uma mensagem pro Garoto de Aço no futuro. Até que encontraram Zod que havia enganado Lex afirmando ser tio do jovem herói e acaba libertando-os de sua prisão.

Durante dez anos os vilões causaram diversas destruições a humanidade do Mundo Compacto e Lex  construiu uma resistência humana contra eles.

Vemos versões de personagens que em nosso mundo se tornaram lendários heróis como: Bruce Wayne, Hal Jordan e Oliver Queen que durante as batalhas acabaram morrendo.

Uma das cenas mais impactantes da edição foi ver o trio de criminosos kriptonianos perfurando a crosta terrestre. Sua intenção era chegar ao centro da Terra fato conseguido que jorrou milhões de litros de água sobre o magma destruindo o equilíbrio atmoférico do planeta (assim como diversas espécies).

Tamanha crueldade exterminou com cinco bilhões de vidas naquele mundo e o Super-Homem teve que tomar a decisão mais difícil de toda sua vida.

Diante da afirmação de Zod que faria o mesmo em nossa Terra, Kal como único recurso agiu como Juiz, Juri e Executor.

Sendo que primeiro utilizando a Kriptonita Dourada removeu pra sempre os poderes dos kriptonianos e depois com Kriptonita Verde matou aqueles vilões.

O herói retorna do Mundo Compacto acompanhado de sua única sobrevivente a Supergirl/Matriz que havia retornado ao estado de protomatéria.

Deixando-a aos cuidados de seus pais na fazenda. Os acontecimentos daquela realidade alternativa tiveram consequências drásticas na vida do Azulão, pois ele se exilou no espaço em aventuras posteriores.

Nesta época foi quando acabou indo parar no Mundo Bélico enfrentando o vilão  Mongul e também conhecendo o artefato kriptoniano que se transformou no Erradicador.

Na série animada da Liga também tivemos uma ótima adaptação desta aventura com Kal e Ajax (mostrada no Planeta Arena).

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Voltando, pra quem se assustou ao ver Kal-El matando Zod em Superman: O Homem de Aço.

Talvez não tivesse conhecido essa aventura, mas temos outras histórias do Superman na quais aconteceram dele matar.

A mais emblemática dela foi sua própria morte quando lutou de maneira implacável contra o monstro Apocalypse e ambos caíram exaustos sem vida.

Outra edição que se não me falha a memória foi Superman & Batman # 6 da Panini Comics que foi lançada, em 2005.

Durante essas histórias tivemos o arco Poder Absoluto que mostrava os Melhores do Mundo numa realidade alternativa em que se tornavam controladores tiranos da Terra.

Nesse mundo os heróis havia sido criados pela Legião dos Super-Vilões, uma equipe inimiga da LSH vinda também do sec. XXXI.

A equipe de vilões é formada por: Rainha Satúrnia, Rei Cósmico e Lorde Relâmpago versões malignas dos principais integrantes da Legião.

Numa batalha feroz em que Batman morre, Kal luta contra a Mulher-Maravilha matando-a de forma impiedosa com seu próprio laço da verdade (cena fortíssima muito impactante).

Só pra constar na série animada da Liga da Justiça temos o episódio “No Além”, aonde vemos um grupo de supervilões conspirando pra matar o Azulão.

O Mestre dos Brinquedos atira um raio que aparentemente mata Kal, mas na verdade ele havia sido jogado 30 mil anos no futuro. Lá encontramos Vandal Savage como único sobrevivente da raça humana (todo esse holocausto foi provocado por ele).

Ambos desenvolvem uma amizade e Clark precisa lutar contra baratas geneticamente alteradas pra sobreviver. Ele consegue retornar graças a energia de um sol miniatura que energiza a máquina do tempo que Savage tinha em seu laboratório.

E aonde fica a morte nisso tudo? Quando o Super chegou nesse futuro foi perseguido por uma alcatéia de lobos e pra sobreviver teve que lutar contra o líder deles.

Após mata-lo Clark tornou-se o macho alfa e os lobos passaram a segui-lo.

Bom, quem disse que Superman não mata está redondamente enganado esses foram apenas alguns acontecimentos que lembrei fuçando minha memória, porém pesquisando mais a fundo deve se encontrar outras situações.

As edições Super Powers # 11 e 17 foram lançadas com a intenção de homenagear Kal-El que na época estava se tornando cinquentão.

E só pra fechar a edição 17 finaliza homenageando Mort Weisinger e Otto Binder que foram o editor e roteirista que ajudaram no surgimento da Moça de Aço na Era de Prata.

Temos também fichas de Jerry Siegel e Joe Shuster que todos estamos cansados de saber foram os criadores do Azulão.

Mais do meu ponto de vista ao invés de Siegel e Shuster deveria ter algo sobre Al Plastino o desenhista que fez a arte da Supergirl naquele período.

Se gostou do texto deixe algum comentário, mas se não gostou deixe também.

O Mundo de Metrópolis

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Nesta edição lançada em Super-Homem Especial # 2 também temos todas as histórias com roteiro de John Byrne, porém o destaque fica pro passado dos mais importantes coadjuvantes do Azulão Perry White, Lois Lane e Jimmy Olsen.

Na primeira parte temos, “A História de um Repórter”, com arte de Win Mortimer que imprimiu um estilo visual que parece mostrar os anos 70.

Alguns anos atrás Perry White e Lex Luthor já foram amigos e naquela época, Perry era um jornalista que dedicava a maior parte do seu tempo cobrindo matéria pro Planeta.

E numa destas suas viagens o amor de sua vida, Alice ficou vulnerável e Lex se aproveitou pra deitar com ela. Perry descobriu a traição, porém Alice declarou seu amor incondicional por ele.

Assim como na primeira edição a história fica alternando entre passado e presente, pois vemos as lembranças de Perry no período quando conheceu Lois ainda menina (seu grupo escolar fez uma visita a redação do jornal).

Perry estava tendo um problemão para retirar o Planeta das mãos de Lex que queria vendê-lo pra começar um programa na TV. Finalmente, Perry consegue com fiadores comprar o jornal, casar com Alice, porém o filho que ela espera ao anunciar sua gravidez não é dele (pelo seu semblante é óbvio sabermos de quem é).

A cena corta mais uma vez e no futuro vemos Perry, Alice e seu filho indo almoçar (ao fundo temos o Super voando pelos céus). Durante esta reunião suponho que toda verdade seja contada pro filho deles.

Na segunda parte temos, “Minhas Férias de Verão”, novamente com arte de Win Mortimer.

Lois estava salvando Wanda, o cão de estimação de Lucy, sua irmã. Infelizmente o prédio no qual ela morava  pegou fogo. Após jogar a cadela pros bombeiros, Lois é salva pelo Azulão (ela quase ia se espatifar todinha no chão devido a uma explosão).

Depois de toda aquela confusão, Lucy e Lois relembram do passado. E viajamos no tempo novamente pra época em que Lois foi procurar emprego no Planeta Diário com apenas 15 anos.  Do alto de sua adolescência, Lois relembra ao Perry daquela visita escolar que fez anos atrás.

No entanto ele não se recorda mandando-a voltar uns anos mais tarde. Então, quando Lois e Lucy estavam indo embora ouviram no corredor dois reporteres conversando sobre algum esquema sujo de Lex Luthor.

Com a ideia fixa de conseguir o emprego, Lois consegue sair da base militar a noite “sem ser notada” chegando a se arriscar várias vezes pra entrar no prédio e consegue. Sua sorte não dura muito sendo pega e revistada pelos seguranças. A parte mais vil é que Lex guarda o video da revista de Lois que estava nua pro seu deleite pessoal.

Só que Lois foi muito esperta conseguindo uma prova incriminatória contra Luthor e por causa de sua atitude proativa tal ato acabou rendendo seu tão sonhado emprego no Planeta.

Na terceira parte temos, “Um Estranho na Cidade”, mostrando os primerios dias de Clark Kent, em Metrópolis.

Nesta aventura, o Homem de Aço detem uns ladrões de banco que estavam cavando um túnel com uma furadeira a laser entregando-os aos policiais. Depois de encontrar um apartamento pra ficar, Clark sai voando pela cidade até que se depara com a Unidade de Crimes Especiais tendo problemas com uma gangue.

Então, Clark age em supervelocidade frustando os planos de destruição dos terroristas. Pegando seus torpedos e usando contra eles mesmos e depois destruindo a escada que tentavam fugir fazendo-os rolar direto na maõs da UCE.

Mesmo não estando presente, Lex é mencionado duas vezes, uma é por causa do armamento “roubado” da LexCorp e a segunda foi sua fábrica Lex Brinquedos (demonstrando que o careca era o homem mais poderoso da cidade antes do herói surgir).

Após arranjar vaga na Universidade, Clark consegue emprego numa lanchonete fazendo srviços gerais e depois ganha promoção de cozinheiro. Por sorte, Ruby uma linda garçonete demonstra seu interesse pelo caipira dando um beijo nele.

A parte interessante é que Ruby lhe ensinou a se tornar um homem de verdade. E a história se concentra em mostrar como foi a transição de Clark de Smallville pra Metrópolis.

Antes até de Lois Lane existir em sua vida apesar de tê-la salvado sem ser notado. Ela estava cobrindo uma matéria e serviu de inspiração pra ele se tornar repórter escutando Lois comentar sobre a profissão.

Na última parte temos, “Amigos do Peito”, com o chatérrimo do Jimmy Olsen que estava num navio se afogando. E ainda tinha dúvida se usaria o relógio-sninalizador pra chamar o Homem de Aço.

Jimmy estava infiltrado numa gangue de traficantes de drogas e após ser salvo lembrou como havia criado o relógio-sinalizador. Naquela época trabalhava como office boy no Planeta e também iniciando uma amizade com Clark (finalmente esqueceram daquela gravata borboleta horrível).

Na redação, Lois reclama pela centésima vez sobre a reportagem perdida pro Clark sobre o Azulão. Jimmy comenta que nas fotos o rosto do herói sempre fica borrado fato feito de propósito pra não ser reconhecido.

Depois na lanchonete, Jimmy comenta sobre uma forma de contatar o Azulão e comenta que “talvez”, Calrk seja o herói. Lois refuta esta hipótese maluca e ao voltar pra casa, Jimmy recebe a visita inesperada de sua amiga Chris.

Ela estava passando por uma crise pessoal e acaba desmaiando, pois havia tomado uma grande dose de remédios pra dar cabo da própria vida. Num momento de enorme desespero, Jimmy tem a grande ideia de criar o relógio-sinalizador chamando o Azulão.

Usando um sinal de ondas de rádio ultra-sônico, Jimmy consegue ajuda, portque Clark estava na redação e consegue salvar a menina há tempo. Chris agradece pelo esforço do herói.

A história volta pro inicio com o Super erguendo o navio pro alto e Jimmy na praia contando sua aventura como descobriu um meio de chamar o Homem de Aço. E no final Jimmy já como repóter tem um encontro pra sair com a Chris.

Pra mim esta segunda parte é bastante inferior ao Mundo de Krypton. Não é uma história sensacional ou marcante, mas cumpre bem a função de explicar como a vida dos principais coadjuvantes do Super-Homem na redação mesmo que por algum momento estava entrelaçada.

Até o próximo texto.