Imagens

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Superman 80 anos

Um dos maiores ícones da cultura pop reconhecido e querido ao redor do mundo todo.

“Mais rápido que uma bala!”, “Mais forte que uma locomotiva!”, “Capaz de saltar sobre os prédios mais altos com um simples pulo”, “Olhem! Lá no céu!”, “É um pássaro! É um avião!”

“Não! É o Super-Homem!”

“Sim, é o Super-Homem – estranho visitante de outro planeta, que veio á Terra, com poderes e habilidades superiores ás de qualquer mortal.

Super-Homem- pode mudar o curso do rio mais caudaloso, dobrar o aço com as mãos, ele que na vida real é Clark Kent, um discreto repórter de um grande jornal de Metrópolis, trava uma batalha sem fim pela Verdade, pela Justiça e pela América.”

Instigando a imaginação do ouvinte a primeira versão do Azulão depois dos gibis foi a série radiofônica de 1940.

Não é novidade afirmar que o gênero surgiu junto com o maior de todos os super-heróis em Action Comics #1, em 1938.

Seus criadores Jerry Siegel (1914-1996) e Joe Shuster (1914-1992) amargaram uma longa e sinuosa jornada até finalmente conseguirem lançar o Super-Homem.

Durante a Era de Ouro o Homem do Amanhã tinha uma imagem muito diferente da qual estamos acostumados. Seu short estava maior, a capa era indestrutível e principalmente não podia voar (apenas dava longos saltos).

A explicação dos poderes do Super era bem simples, pois sua força se baseava nas formigas enquanto o gafanhoto explicava seus grandes saltos.

Depois foram acrescentado outros poderes e explicando de uma forma mais científica.

Rapidamente o herói tornou-se um símbolo de justiça para as pessoas comuns numa época conturbada (Grande Depressão). Em suas páginas o Azulão lutava contra políticos corruptos, defendia os inocentes e prevenia catástrofes inspirando vários autores pro surgimento de outros personagens.

Um sucesso absoluto desde seu lançamento até os dias atuais, o Superman engloba muito mais do que poderíamos imaginar.

O “S” de seu emblema significa esperança e através de suas atitudes devemos cooperar pra que futuramente haja um mundo melhor.

Será uma ingenuidade minha num mundo cada vez mais tão violento? Afirmo que não amigo leitor. A esperança é algo que nós seres humanos devemos sempre mante-la dentro de nós.

O Superman demonstra que mesmo sendo tão poderoso quer apenas que a humanidade possa algum dia caminhar com os seus próprios passos e prosseguir sozinha.

Bom, não me recordo quando foi o meu primeiro contato com o Superman nos gibis, no entanto a edição que ele é divido em dois por um casal de feiticeiros é a mais antiga que posso lembrar.

Devo confessar que a versão de George Reeves também traz ótimas lembranças pra mim, pois foi apartir dele que comecei a conhecer o Super.

Mais sinceramente quem serviu de ponta pé inicial pra que eu me tornasse fã do herói foi Christopher Reeve. Sua atuação como Super-Homem é tão marcante que hoje tantos anos depois ainda é aplaudida como a forma definitiva de representar o herói.

Mesmo com todos os seus defeitos no roteiro como a inesquecível cena de fazer a Terra girar ao contrário pra voltar o tempo, símbolo sendo lançado e um estranho beijo amnésico. Não há como negar que é a minha versão preferida de todas que já assisti em minha vida.

O Superman ao longo das décadas possui várias versões e uma das mais famosas foi feita pelo Fleischer Studios, em 1941.

Nos gibis o herói não voava, porém isso foi remediado nesta versão animada lançada nos cinemas daquela época.

Pra mim a versão dos Fleischer é tão importante que mesmo anos depois Bruce Timm utilizou diversos de seu elementos para compor a Série Animada, na década de 90.

Porém não é só de desenhos que vimos o Azulão, pois a clássica reformulação de John Byrne trouxe um personagem inteiramente novo.

A DC Comics havia lançado a Crise nas Infinitas Terras e depois desta saga reiniciou praticamente todo o seu panteão de heróis.

John Byrne, um dos melhores contadores de história e desenhistas de todos os tempos pra esse humilde comentarista. Teve a árdua tarefa de recontar toda a origem do kriptoniano.

Nesse período o Homem de Aço não era mais um deus invencível, Clark Kent teve seu caráter moldado pela criação de seus pais adotivos, seus poderes surgiram apenas na vida adulta e havia um homem com o qual poderíamos nos identificar.

Além disso, Lex Luthor deixou de ser aquele cientista maluco da Era de Prata e Lois Lane também foi atualizada para uma mulher mais independente.

A mudança mais radical foi a perda da amizade com o Batman, pois ambos divergiam na forma de combate ao crime (e isso virou uma regra por algum tempo).

Desse vespeiro o saldo ruim foi retirar da cronologia a Supergirl e o Superboy, mas Byrne depois arranjou formas de traze-los de volta.

As mudanças promovidas nesse período foram as melhores pra mim sendo que realmente valeram a penas terem sido feitas.

Na década de 90, o Escoteiro Azul morreu combatendo Apocalypse. O embate com o monstro e sua ida pro além foi algo tão impactante que virou notícia nos jornais e na telinha também.

Depois disso acompanhei os gibis do herói até aquele momento no qual foi dominado pelo artefato kriptoniano.

E fiquei um bom tempo sem ler suas edições até que surgiu uma “nova” versão da Liga da Justiça em Os Melhores do Mundo com arte de Howard Porter e roteiros de Grant Morrison (a qual tenho todas as edições guardadas até hoje).

Ao final dessa coleção fiquei longos anos sem comprar gibis do herói, mas fico acompanhando notícias pela web.

Lembrei também do Superman que surgiu após a Saga Ponto de Ignição que estava conectado a versão original de 1938 (feito numa roupagem mais atual).

Infelizmente, ficamos sabendo da terrível notícia que Henry Cavill não fará mais o personagem pro Universo Estendido DC Comics (pra mim é inegável que ele ficou ótimo como Superman).

O problema é que teremos que esperar mais algum tempo pra ver quem erguerá o manto e a capa do Azulão. Nós sabemos que ao longo das décadas sempre mudará o ator, no entanto o Superman é eterno.

Continuando, o Superman da fase Renascimento (Rebirth, no original) veio após a Saga dos Novos 52. Devido a isso tivemos duas versões de Kal-El com experiências de vida diferentes.

Deste período o Super precisa ensinar seu filho a usar seus poderes e o anterior é o Clark que aprendemos a gostar que morreu no embate contra Apocalypse.

Como saldo pra resolver a bagunça, o Super da Nova Terra morreu e aquele mais velho ficou em seu lugar mantendo seu legado.

E pra fechar, atualmente o seriado Krypton narra as aventuras de Seg-El, avô do Azulão que luta para resgatar a honra da sua família e salvar seu amado mundo do caos.

Existem várias versões do Superman ao longo das décadas qual é a sua preferida?

Veja na galeria abaixo algumas imagens do herói que garimpei na web

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Superman: Origem Secreta

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A história saiu diluída em seis partes nas edições do Azulão do n° 90 até 95, em 2010.

O excelente roteiro de Geoff Johns e a bela arte de Gary Frank tornam nossa aventura mais empolgante.

Na edição # 90,  temos “O Menino de Aço”, uma óbvia homenagem ao Superboy pelo título da aventura. Aqui presenciamos o período da vida de Clark em Smallville.

A descoberta dos seus poderes, o medo de ser diferente do resto das pessoas, sua origem kriptoniana, o romance com Lana Lang e o uniforme costurado por Martha.

Fatos que nos conectam tanto com a versão de John Byrne quanto ao seriado televisivo com Tom Weilling.

Na edição # 91, temos “Superboy e a Legião dos Super-Heróis”, Clark usando o uniforme azul e vermelho pela primeria vez evita que um motorista bêbado morra num acidente. O homem ao relatar o acontecido é desacreditado pela polícia, justamente, por causa de suas condições.

Martha orgulhosa recorta as reportagens dos atos heroicos do misterioso Super-Boy igual na versão de Byrne. Clark pergunta a Jonathan se estamos sozinhos no universo e a resposta vem de Lex Luthor (no colégio).

Lex já demonstra ser insuportável e dono de uma ambição desmedida (pensando em formar um império em Metrópolis). Devido aos seus poderes e por se sentir diferente dos demais, Clark se afasta de todos, até de Lana que apaixonada estava disposta a tudo pra ajudá-lo.

Quando caminhava tristonho e sozinho encontra Cósmico, Satúrnia e Relâmpago, a primeira formação da LSH. Eles vieram para agradecer o quanto, Kal seria importante no futuro de onde vieram o séc. XXXI.

Clark implora pra viajar com eles conhecendo Smallville, a sede da equipe naquela época. (lembrando que nas ediçoes antigas a sede ficava em Metrópolis).

Logo  surge uma emergência e eles combatem Supremacistas Humanos, um grupo separatista que odeia aliens. Aqui a Polícia Científica não age a favor da Legião algo que nos conecta a edição Superman e a Legião dos Super-Heróis que acontece algo semelhante.

Voltando, depois da confusão Brainiac 5 reclama com os adolescentes sobre o fato catastrófico de mostrar o futuro para Kal e como isso poderia destruir a realidade na qual vivem. Éterea e Tríade ficam encantadas com Clark. Relâmpago explica que ele é a causa de sua inspiração heroica e tornou-se amigo deles.

Na volta pro passado Kal pede que se encontrem novamente mais vezes. Eles consideram a situação apenas se omitirem acontecimentos bons e ruins do seu futuro (fato que também nos conecta as aventuras antigas da LSH).

Ao revelar pros seus pais sua aventura no futuro, Clark escuta uma espaçonave chegando (vinda do seu planeta nela está Kripto que não é mostrado). A cena é cortada pra casa de Lex com o Chefe Parker contando-lhe sobre a morte de Lionel Luthor. Pela cara de Lex, pra mim fica evidente que ele assassinou o próprio pai para poder ficar rico.

Na edição # 92, temos “Pacato Repórter”, com Clark iniciando sua vida em Metrópolis. O melhor nisso tudo é constatar que Gary Frank homenageia Christopher Reeve, pois o herói tem a fisionomia dele.

Clark fica deslumbrado com a cidade. Lembrando que Metrópolis foi baseada em Nova York por isso ela é tão esplêndida.

Neste período o Planeta Diário estava muito mal de vendagens (quase fechando suas portas). Então vemos os coadjuvantes do herói na redação com Lois Lane, Jimmy Olsen, Perry White, Cat Grant entre outros. Clark demonstra ser muito atrapalhado,se veste de maneira formal com terno e gravata e encontra Rudy Jones no elevador (ele está trabalhando como auxiliar de serviços gerais no prédio).

Após ser apresentado pros seus colegas, Lois usa Clark pra entrar numa apresentação do exoesqueleto Metallo, da Lexcorp. Durante uma confusão com o robô, Lois acaba caindo do prédio. Eis outra cena que nos conecta ao filme de 1978, pois o Azulão voa pra salvá-la.

O surgimento do herói tornar-se o maior acontecimento da cidade deixando, Kal bastante assustado.

Na edição # 93, temos “Parasitas”, Lex é considerado o maior benfeitor de Metrópolis (escolhendo todas as manhãs um humilde cidadão para ser “ajudado”).

No portão da Lexcorp várias pessoas se acotovelam e brigam para serem agraciadas pelo auxílio dele. Os seguranças escolhem no computador a dedo quem será o individuo. E desta vez quem teve a sorte foi Rudy Jones apenas, porque trabalha no Planeta.

Luthor já começa a ser ofuscado pelo aparecimento do Homem de Aço e convoca a força, Lois e Clark pra uma reunião. O assunto é claro trata-se sobre o misterioso “Homem Voador”. Enquanto a discussão dos três ficava acalorada, Rudy muito glutão come uma rosquinha contaminada com um produto químico tóxico sendo transformado no Parasita (causando confusão e atacando quem estiver por perto).

O Super age resultando no primeiro confronto entre eles. Depois de conter a ameaça, o herói é interpelado por Lex sofrendo a acusação de ser alienígena e de ter vindo nos conquistar. As afirmações do careca repercutem nas pessoas deixando-as atemorizadas.

Diante dos acontecimentos, Kal fica no alto do globo do Planeta pensativo encontrando Jimmy que estava disposto a abandonar tudo. E retornar pra casa, Clark também estava pensando da mesma forma. Tem início a amizade entre eles e Jimmy tira a primeira foto do herói.

Então, Lois com a história e Jimmy levando a foto lançam uma reportagem apoiando o Azulão (quando todos os outros jornais demonstram temê-lo).

Na edição # 94, é a vez de “Estranho Visitante”, mesmo o Superman tendo salvo algumas pessoas de um incêndio a desconfiança sobre ele ainda persiste.

Lois e Jimmy tornam-se realmente seus amigos e Lex se corrói de inveja pela crescente popularidade do herói. Diante do surgimento de alguém tão poderoso o General Sam Lane pensando na segurança nacional arranja tecnologia bélica vinda da Lexcorp pra deter o alien.

Enquanto isso o Sargento John Corben visita Lois na redação que devido as reportagens do Azulão aumenta consideravelmente o número de vendas (trazendo melhorias pra estrutura do prédio).

Corben tenta impor um novo encontro com ela, mas Clark intervem no último momento. Fato que faz ser bem visto por Lois. Só que durante o almoço, Clark disfarça ser destrambelhado novamente e afasta o interesse que ela estava começando a ter nele.

Luthor mostra pro general a kriptonita sendo usada no exoesqueleto Metallo (que será pilotado por John Corben).

Clark sai pro que seria um salvamento de incêndio, mas é intimado pelo general num interrogatório sobre suas verdadeiras intenções aqui na Terra. Ao sair é atacado pelo exército e por Corben e mesmo sendo bastante alvejado, fica debilitado por causa da exposição a pedra. As balas ricocheteiam na kriptonita que alimenta o traje causando uma enorme explosão ferindo Corben gravemente.

A história termina com o Planeta sendo obrigado a fechar por ordem presidencial e o Homem do Amanhã caçado como inimigo público.

Na edição # 95, temos ‘Apenas o Início”, com o general acusando sua filha de ser a namorado de um alien e seus soldados acuando o pessoal da redação. Lane demonstra que não dá a mínima pra filha revelando que o herói foi considerado uma ameaça nacional.

E conta também que o Super é um alienígena deixando a todos boquiabertos. Enquanto isso Lex opera Corben tranformando-o definitivamente no Metallo (algo semelhante havia acontecido na série animada do Super nos anos 90).

Superman é caçado pelo exército nos esgotos tendo que reagir pra se defender.

Na redação, Sam revela possuir a kriptonita que pode realmente matar o herói, porém devido a uma distração causada por Jimmy, Lois consegue fugir.

O combate entre Metallo e o Super destrói uma parte do centro da cidade. Durante a luta vemos Corben ataca friamente seus comandados. Depois que o Super deixa Metallo insconsciente o general ordena seus homens a atacalo, mas seus comandados não executam tal ação.

Afirmando que o Azulão os salvou da ira de Corben. Quando a população partia pro confronto contra o exército pra defender o herói. Kal ameniza os ânimos afirmando que não é um salvador e que mesmo sendo diferente usa seus dons pra ajudar propondo que todos façam o mesmo (servindo como inspiração pra construir um mundo melhor).

Depois, Superman confronta Luthor afirmando que ele não é o dono das pessoas, da cidade e que estará sempre pronto pra lhe impedir. No alto do Planeta, Kal agradece a Lois por ter acreditado nele e por fazê-lo se sentir parte da humanidade. O clima estava rolando, mas Jimmy chega estragando tudo.

Ao final a edição mostra novamente, Lex  indo ver se havia pessoas no portão da Lexcorp, mas ninguém mais deu-lhe atenção. Depois temos um rapaz chegando na cidade deslumbrado com sua grandeza e dá pra notar que todas as pessoas agem com um renovado sentimento de esperança, pois o Superman está nos céus protegendo-os.

Bom, quase todos, porque Lex não está nada satisfeito com a presença dele.

Geoff Johns demonstra seu enorme conhecimento da mitologia do herói. Redefinindo a LSH como uma parte importante nas aventuras do Superboy. E também conectando de forma primorosa outras versões marcantes do Superman: o filme dos anos 70, a reformulação de Byrne e o seriado televisivo Smallville.

Só pra fechar esta aventura ficou interessante, por que demonstrou novas origens pros vilões Parasita e Metallo.

Até o próximo texto.

 

 

 

 

Viagem no Tempo

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O primeiro filme da aclamada trilogia De Volta para o Futuro fez 30 anos recentemente e aquele skate voador de Martin McFly (Michael J. Fox) se tornou o sonho de consumo de vários nerds ao redor do mundo (incluindo este comentarista que vos escreve).

Se não me falha a memória a Nike fez o tênis que aparece no segundo filme tornar-se realidade.

Na franquia temos o inesquecível De Lorean, um carro que faz a incrível proeza de viajar pelo tempo através do Capacitor de Fluxo. McFly aprendeu que viajar no tempo pode ter consequências desastrosas.

O cientista Dr. Emmet Brown (Christopher Lloyd) explica de maneira primorosa toda teoria científca sobre o assunto de maneira simples. Não vou nem enumerar  as diversas coisas que eu adoro em De Volta para o Futuro, pois o assunto aqui é mostrar outros filmes que abordam viagem no tempo.

Bom, a viagem no tempo é um dos meus assuntos preferidos e mais fascinantes que existem na ficção científica. O assunto é um dos temas mais abordados nos quadrinhos, filmes, desenhos e livros.

Só pra constar, o excelente seriado The Flash causou um impacto tremendo na cabeça de quem estava acompanhando ao sabermos que nosso adorado e inteligentíssimo vilão Dr. Harrison Wells (Tom Cavanagh) havia modificado o tempo pra que o Velocista Escarlate surgisse (querendo retornar pra sua época).

E os produtores de novo jogaram uma outra bomba atômica pra nós fãs ao mostrar Jay Garrick (Teddy Sears), o Cometa Escarlate da Era de Ouro participando da segunda temporada.

O segundo episódio é uma homenagem a clássica edição Flash de Dois Mundos que inaugurou o Multiverso da DC Comics mostrando também a cena do muro na qual ambos os heróis estão no gibi.

Veja alguns filmes sobre este tema fantástico que consegui assistir

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A Máquina do Tempo – 1960

É um dos maiores clássicos sobre o assunto que assisti na Sessão da Tarde há alguns anos atrás.

No séc. XIX, George (Rod Taylor) é um cientista que estava cansado das pessoas ignorantes que tinha a sua volta. Construiu uma máquina do tempo indo parar num futuro muito distante aonde a raça humana estava dividida em duas, uma na surfície com pessoas pacíficas enquanto no subsolo eram canibais deformados.

Só pra que pra retornar a sua época tinha que entrar no subterrâneo enfrentando as criaturas que estavam lá. Atualmente os cenários são paupérrimos, mas pra época foi uma produção caprichada.

Esse filme teve um ótimo remake, mostrando a aventura de Alexander Hartdegen (Guy Pearce), um cientista que ao perder Emma (Sienna Guillory), sua noiva num trágico acidente decide inventar uma máquina do tempo para modificar aquele acontecimento.

Ao retornar tentando salva-la infelizmente constata que o passado é imutável, então viaja pro futuro em busca de alguma resposta sendo aí que o filme fica interessante.

Gosto das diferenças entre os séculos que vão acontecendo sendo uma aventura que vale a pena ser vista pra quem gosta do assunto.

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Homens de Preto 3 – 2012

A interessante é que consegue misturar na medida certa ação com comédia. E fechando a franquia nesse filme vemos J (Will Smith) tendo que literalmente “saltar” no tempo pulando do alto do Empire State numa viagem para os anos 60.

Sua missão é salvar seu amigo K de ser apagado da existência e também evitar uma invasão alienígena nos dias atuais.

MIB 3 é um filme divertidíssimo se ainda não teve coragem de ver está perdendo seu tempo (piadinha infame essa!)

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Contra o Tempo – 2011

Colter (Jake Gyllenhaal) é um soldado que participa de um programa experimental do governo. E sua missão é viajar no tempo para evitar uma enorme tragédia durante um atentado terrorista.

Colder acorda no metrô todo dia num corpo de uma pessoa completamente estranha pra ele.

Em sua missão acaba conhecendo a belíssima Christina Warren (Michelle Monaghan) que durante o percurso ajuda-o nessa situação.

O detalhe instigante é que a história cria um paradoxo temporal, pois eles revivem incessantemente o mesmo momento várias vezes.

Contra o Tempo tem o final mais surpreendente dos diversos filmes que já pude assistir quando se trata deste tema abordadíssimo.

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Feitiço do Tempo – 1993

Phil Connors (Bill Murray) é um repórter arrogante e desprezível que trabalha prevendo o tempo. Ele e sua equipe vão cobrir uma matéria pro Dia da Marmota, uma festividade famosa no estado da Pensilvânia, Estados Unidos.

Doido pra retornar pra casa por achar tudo aquilo muito entendiante, porém quando o despertador mostra 06:00, Phil é obrigado a reviver aquele mesmo dia várias e várias vezes. Um detalhe legal é que ouvimos a música I Got You Babe (talvez seja a versão original não sei, mas eu adoro aquela feita pelo UB40).

Voltando, devido a repetição, Phil perde as estribeiras tentando se matar de diversas formas para se livrar do fardo, contudo não consegue.

Então a partir do momento que aproveita seu tempo pra aprender diversas coisas como gastronomia, tocar piano, falar outras línguas e também ajudar aos outros começa a se transformar num ser humano melhor.

Devo destacar a beleza de Andy McDowel que se torna um motivo mais do que aprazível para ajuda-lo nessa mudança.

Em Feitiço do Tempo não há nenhuma máquina para faze-lo viajar, mas o filme funciona de uma maneira tão inteligente, quanto engraçada. Divertindo-nos muito durante sua exibição.

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Em Algum Lugar do Passado – 1980

É um filme estupendo e maravilhoso estrelado por Chris Reeve, nosso eterno Super-Homem.

Na trama Richard Collier (Reeve) durante a estréia da sua primeira peça, em 1972.

Encontra uma senhora bastante idosa, que lhe entrega um antigo relógio de bolso e fala: “volte pra mim”.

Então simplesmente ela vai embora deixando-o aturdido. Alguns anos depois em Chicago, no inicio dos anos 80. Richard tentando terminar sua nova peça viaja indo parar no Grand Hotel.

Lá visita um Salão Histórico cheio de antiguidades ficando apaixonadíssimo pela fotografia de Elise McKenna (Jane Seymour), uma belíssima mulher e descobre ser ela a mesma que entregou-lhe o relógio.

Elise estava no distante ano de 1912, então Collier decide arranjar ajuda para viajar no tempo a fim de conhecer o grande amor de sua vida.

Em Algum Lugar do Passado é um filme romântico odiado por alguns críticos por causa de sua história inverossímel, mas trata-se de mostrar que o amor verdadeiro pode superar qualquer coisa (até o limite do tempo).

Destaco também a trilha sonora bem escolhida, o figurino da época e as belíssimas paisagens nele mostradas.

Bom, só pra constar no primeiro filme do Escoteiro Azul, nosso herói faz a Terra girar no sentido anti-horário para salvar Lois Lane que havia morrido num terremoto (mentira desgraçada, mas deixa pra lá).

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Efeito Borboleta – 2004

Evan Treborn (Asthon Kutcher) sofre constantemente com apagões diversas vezes, sempre em momentos de muito estresse. Durante sua juventude e também na adolescência teve graves traumas psicológicos e sexuais.

Sua mãe levava-o num psicólogo pra ser tratado que lhe recomendou escrever sempre num diário (tudo que podia se recordar).

Anos depois, quando estava na faculdade a fim de ter momentos intímos com uma garota, ela acaba encontrando seu antigo diário. Evan ao ler certo trecho escrito viaja no tempo justamente para aquele momento.

Voltando pra sua cidade, Evan encontra Kayleigh Miller (Amy Smart) o grande amor de sua vida e seu invejoso irmão Tommy.

Intrigado pelos acontecimentos de seu passado obscuro viaja algumas vezes tentando resolve-lo, mas cria diversos paradoxos temporais com situações catastróficas para si mesmo.

Ao regressar dessas viajens, Evan se encontra num futuro divergente que lhe causa terríveis hemorragias nasais e danos cerebrais graves.

Efeito Borboleta aborda um tema perigoso como pedofilia, mostrando de forma primorosa a teoria do caos e as consequências de como alterar o passado podem afetar sua vida no futuro.

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O Exterminador do Futuro – 1984

Um inesquecível clássico do gênero, a franquia teve diversas sequências ao longo dos anos, mas o primeiro e o segundo pra mim são os melhores de todos.

Na trama dirigida por James Cameron, o soldado Kyle Reese retorna no tempo pra ajudar Sarah (Linda Hamilton), mãe de seu amigo John Connor.

Arnold Schwarzenegger interpreta o implacável ciborgue T-800 que também retornou pra aquela época para assassinar Sarah. No futuro Connor seria um importante líder da resitência contra o domínio das máquinas que desejavam exterminar com a raça humana.

A coisa que deu um nó em minha mente é que Reese molhou o biscoito com Sarah tornado-se o pai de John (loucura, loucra, loucura!).

Na sequência tivemos O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final lançado, em 1991. É um filme marcante também, por causa da evolução nos efeitos especiais ao mostrar o T-1000 (Robert Patrick), um androide avançadíssimo feito de metal líquido.

Fora isso é claro que nem preciso comentar que O Eterminador do Futuro 2 é um dos melhores filmes de ação de todos os tempos.

Temos a música-tema You Could be Mine, do Guns N’ Roses e aquela cena inesquecível pra mim do T-1000 elevando-se do chão. Sinceramente, não preciso comentar mais nada (quem não assistiu deveria ver só por curiosidade).

Mesmo não sendo um dos melhores filmes da franquia, O Exterminador do Futuro 3: A Rebelião das Máquinas apresenta uma única coisa interessante a presença da T-X (interpretada pela belíssima Kristanna Loken).

Fora isso é tudo muito repetitivo com algumas cenas de ação que não conseguem empolgar muito e no final ficamos ainda mais confusos de como será o futuro apocalíptico que a humanidade terá que vivenciar.

Só pra fechar, Robert Patrick participou do seriado excelente Arquivo X interpretando o Agente John Doggert. Há boatos fortíssimos na web que durante o ano que vem X-Files retornará com apenas 6 episódios pra deixar-nos com água na boca (vamos esperar pra conferir).

E Kristanna Loken participou de Mortal Kombat: Conquest como Taja e também protagonizou uma adaptação cinematográfica do jogo Bloodrayne, um filme que foi muitíssimo mal falado pela crítica.

Fim da primeira parte.

Supergirl

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Atualmente não se fala em outro assunto a não ser a série televisiva da Moça de Aço interpretada pela atriz Melissa Benoist.

O seriado segue toda aquela premissa de origem que teve nos gibis da heroína no final do anos 50. Kara Zor-El crescerá aqui sendo adotada pela família Danvers tendo que manter segredo sobre sua herança alienígena. E sua meia irmã adotiva, Alex (Chyler Leigh) é uma das poucas pessoas que conhecem seu segredo.

A grande diferença é que teremos nossa musa trabalhando como assistente de Cat Grant (Calist Flockhart), num tipo de O Diabo Veste Prada. Teremos até Jimmy Olsen que virou afro-americano (fato que pra mim ficou ótimo).

Espero que a série televisiva da heroína consiga realmente decolar passando da primeria temporada, pois já está na hora vermos a DC tomando espaço na mídia (seus desenhos já são prova de qualidade e excelência).

Só que ela não é a primeira atriz a nos brindar com sua atuação, pois no auge da fama do Azulão interpretado pelo saudoso Chris Reeve.

Tivemos, a inesquecível Helen Slater que mesmo num filme muito fraco até pra época destacava-se por sua beleza fulgurante. Só pra lembrar no extenso seriado Smallville tivemos dua atrizes interpretando Kara Kent.

A primeira foi Adrianne Palicki, no episódio Covenant (final da terceira temporada). Em 2011, Palicki ganhou o mundo ao interpretar a Mulher-Maravilha naquele bendito seriado que não foi pra frente.

Voltando, e depois tivemos a atriz Laura Vandervoot que ficou mais conhecida na época.

Depois esbarramos nesta velha conversa fiada de que uma heroína não conseguiria segurar o interesse do grande público ou simplesmente ganhar os rios de verdinhas que Hollywood fica de olho quando lança um filme.

Essa teoria já foi jogada a baixo desde que a bela Scarlett Yohansson surgiu como Viúva Negra em Homem de Ferro 2 (e deu um show de interpretação em Vingadores 1).

Agora sabemos que haverá um filme solo da Capitã Marvel sendo inserido na fase 3 do Universo Marvel Cinematográfico (ou UCM).

Sinceramente isso só foi possível graças a Scarlett, leitoras de gibis e ao público feminino que deseja e vem cobrando por esta mudança. Mais por mim eu queria assistir um filme solo da Viúva Negra dando destaque pra espionagem e muitas cenas de ação (pena que não vai rolar).

Confira na galeria abaixo algumas imagens da Supergirl que garimpei na web

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