Alice no País das Maravilhas – Última Parte

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Houveram ao longo das décadas diversas adaptações da personagem pro teatro, televisão e cinema.

Confesso que algumas nem merecem ser mencionadas, porque não há material suficiente na web para tal. Mais se a sua versão preferida não estiver aqui comente pra mim saber.

Então, chega de enrolar e vamos ao que interessa

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Alice no País da Maravilhas – Alice in Wonderland: An X-Rated Musical Comedy – 1976

É um filme musical pornográfico inspirado no livro infantil e foi dirigido por Bud Townsend.

Na trama, após recusar as investidas de seu namorado a bibliotecária Alice (Kristine De Bell) adormece quando estava lendo o referido livro.

Logo a moça segue o coelho branco se deparando com situações fora do comum.

Como curiosidade, naquela época haviam duas versões do filme uma hardcore mostrando sexo realmente e outra soft (aonde tinha apenas insinuações do ato em si).

Pra fechar, quando Alice acorda está preparada para ter relações com seu namorado, pois teve “experiências incríveis” no País das Maravilhas.

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Alice no País da Maravilhas – Fushigi no Kuni no Alice  – 1983

É um anime que foi uma co-produção japonesa-alemã (Nippon Animation e Apollo Films).

No início a série animada é semelhante a história original depois adapta parte de Alice Através do Espelho.

A grande diferença mostrada é que Alice volta pro mundo real no final de cada desenho. E retornando ao País das Maravilhas (no início do próximo episódio).

Essas mudanças entre ambos os mundos são retratadas como sonhos, e geralmente a menina percebe que alguma coisa mudou.

Fushigi no Kuni no Alice teve 52 episódios, porém apenas 32 chegaram nas terras do Tio Sam.

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Alice no País das Maravilhas – Alice in Wonderland – 1985

É uma minissérie televisiva com alguns segmentos musicais que adaptou os dois livros de Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas e Através do Espelho.

A série foi filmada em Los Angeles no MGM Studios sendo transmitida pela Rede CBS americana.

Dizem as lendas que foi produzida por Irwin Allen que nos presenteou com Perdidos no Espaço, Terra de Gigantes, Viagem ao Fundo do Mar e outros clássicos.

Só pra constar, havia algumas celebridades nesta versão tipo: Sammy Davis Jr., Ringo Starr, Telly Savalas, Roddy McDowall, Pat Morita, Ernest Borgnine, Lloyd Bridges, Beau Bridges entre outros.

A série foi dividida em duas partes e mostrava as aventuras de Alice (Natalie Gregory) que não tinha permissão pra participar das festas de chá, pois seus pais não acreditavam que era madura o suficiente (algo que a menina tenta ser ao longo de sua jornada).

Como curiosidade, as celebridades que trabalham nessa versão surgem todas fantasiadas. E durante a primeira parte Alice sempre tenta arranjar uma maneira de voltar pra casa.

E na segunda parte a menina entra no espelho sendo recebida por um sapo depois de tocar o sino de seu novo palácio (quando ela se torna rainha). O grande inimigo a ser combatido é o Jaguadarte (ou Jabberwocky, no original).

Desta vez, Alice terá que enfrentar seus medos pra que finalmente possa voltar pra casa.

Essa versão teve cinco nomeações ao Emmy e passou na Rede Globo, em 1988. A emissora dividou a minissérie em cinco partes pra que durasse uma semana (apresentado-a de seg a sex-feira).

Em, 1989, fez mais cortes e apresentou como filme na Sessão da Tarde.

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Alice no País da Maravilhas – Alice in Wonderland – 1999

É um filme feito direto para telinha que adapta a história de ambos os livros. Alice in Wonderland foi transmitido originalmente pela rede NBC inglesa (no canal Channel 4).

Se não me falha a memória por aqui o SBT exibiu pra nós, mas não me lembro exatamente quando.

O filme narra as aventuras de Alice (Tina Majorino) que está em seu quarto nervosa devido a uma apresentação musical que terá que fazer.

Por causa disso, a menina foge pro jardim pretendendo se esconder até que a festa dos seus pais termine. De repente, uma maçã cai em sua cabeça e ela percebe um coelho seguindo-o até cair num buraco (e indo para no Páis da Maravilhas).

O aspecto mais importante para se prestar atenção é a participação de vários atores consagrados.

Entre os quais posso citar: Ben Kingsley (Lagarta), Martin Short (Chapeleiro Louco), Whoopi Goldberg (Gato de Chesire), Christopher Lloyd (Cavaleiro Branco), Gene Wilder (Tartaruga Fingida), Miranda Richardson (Rainha de Copas) entre outros.

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Alice no País das Maravilhas –  Alice in Wonderland – 2007

Grimm Fairy Tales: Return to Wonderland é uma adaptação feita para os quadrinhos da empresa Zenescope Entertainment.

Grimm Fairy Tales é uma série de sucesso que atualiza diversos contos de fadas para versões mais modernas (geralmente essas histórias são mostradas num estilo de terror).

Na trama, acompanhamos a vida de Alice Liddle que está adulta e com uma filha Calie Liddle (anagrama de Alice).

Alice tornou-se uma adulta mentalmente perturbada devido aquilo que viu nos País das Maravilhas.

A história mostra toda família Liddle, desde a infância de Alice e também Calie se aventurando no País das Maravilhas mais sombrio e assustador que sua mãe havia visitado no passado.

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Alice no País da Maravilhas – Alice in Wonderland – 2010

É um filme da Disney, foi dirigido por Tim Burton e sua narrativa acontece 13 anos após a história original, pois Alice tem 19 anos.

A trama acontece durante a era vitoriana, Alice Kingsleigh (Mia Wasikowska) perdeu seu pai recentemente, no entanto estava tendo sonhos com um lugar estranho.

Durante uma festa da nobreza ela descobriu que seria pedida em casamento. Aturdida diante daquele acontecimento inusitado, Alice sai para pensar e de repente vê o Coelho Branco que está correndo (olhando pro relógio).

Alice vai atrás do animal e acaba caindo no buraco que a leva até ao País das Maravilhas. Mais quando retorna pro mundo das maravilhas não se lembrava que esteve lá antes.

Então, o Chapeleiro Louco (Johnny Depp) a recepciona e junto a Feiticeira Branca (Anne Hattaway) vão ajudá-la, porque o maior problema é a terrível Rainha de Copas (Helena Bonham Carter).

Não há como negar que o tom sombrio e fascinante de Burton demonstrado em todas as suas produções anteriores sendo também visto nesta versão.

No entanto, como se trata da Disney há um capricho inegável nos cenários, figurinos e músicas compostas por Danny Elfman.

Alice terá que se tornar uma heroína numa cruzada por um lugar que ela nem se lembrava mais da existência e nós acompanhamos o crescimento da personagem dentro da história.

Como se trata de Tim Burton é um bom filme, principalmente na luta de Alice contra o Jaguadarte.

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Once Upon a Time in Wonderland – 2013

É um spin-off da aclamada série televisiva Once Upon a Time (acontecendo no mesmo universo).

O seriado conta a história de Alice Kingsleigh (Sophie Lowe) que na época vitoriana conta para todos a história de uma terra subterrânea estranha.

Um lugar no qual havia um coelho branco, um gato invisível, lagarta que fuma e ainda cartas que falam. Devido aos acontecimentos incríveis narrados a moça é tida como louca. E os médicos pretendem curá-la usando lobotomia (para que possa esquecer tudo).

Porém, o Valete de Copas (Michael Socha) e o Coelho Branco (John Lithgow) surgem para salvá-la e Alice está determinada a encontrar o gênio Cyrus (Peter Gadiot), o grande amor de sua vida.

Pra isso ela terá que enfrentar a Rainha Vermelha (Emma Rigby), o cruel Jafar (Naveen Andrews) e todos os perigos do País da Maravilhas, incluindo o Jaguadarte.

Seguindo o estilo de adaptações da série original, o atual País das Maravilhas surge sempre em flashbacks mostrando a pré-maldição do lugar.

Once Upon a Time in Wonderland teve uma única temporada com 13 episódios no total e terminando em 2014.

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Alice Através do Espelho – Alice Through the Looking Glass – 2016

É uma continuação direta de sua versão anterior. O primeiro foi um sucesso absoluto e faturou a enorme quantia de US$1 bilhão no mundo inteiro.

Só que desta vez, Tim Burton retorna apenas como produtor, pois quem dirigiu o filme foi James Bobin. Burton não gosta de fazer sequências, pois está traumatizado por alguns fracassos históricos.

Lembrando que há uma homenagem pro ator Alan Rickman que atuou em diversos filmes ao longo da carreira. Entre os quais cito: Duro de Matar (Hans Gruber), Robin Hood: O Princípe dos Ladrões (Xerife de Nottingham) e Harry Potter (Severo Snape).

Bom, na trama, Alice (Mia Wasikowska) retorna depois de uma longa viagem pelo mundo, reencontrando sua mãe. Durante uma festa num casarão, ela percebe um espelho mágico.

Sendo através dele que ela volta ao País das Maravilhas e acaba descobrindo que o Chapeleiro (Johnny Deep) corre risco de morte, pois descobriu algo sobre o seu passado. Sua família pode estar viva e correndo um grande perigo.

A fim de salvá-lo, Alice deverá conversar com o Senhor do Tempo (Sacha Baron Cohen) para voltar ás vésperas de um acontecimento traumático. E assim mudar o destino de seu amigo.

Nessa viagem temporal, Alice também descobre um trauma que separou as irmãs Rainha Branca (Anne Hathaway) e Rainha Vermelha (Helena Bonham Carter).

Confesso que há uma leve inspiração no livro do qual foi retirado o título deste filme e só.

Os atores estão mais convincentes em seus personagens, no entanto deixaram o humor de lado e o tom sombrio ainda persiste.

Porém não há como negar a existência de um drama familiar recorrente nesta produção (num estilo feito mesmo para pensarmos em nossos entes queridos).

É claro que os cenários, figurinos e todo resto ainda estão caprichados mais elevados num nível bem maior. Não chega a ser um filme ruim, mas muito extravagante e até cansativo em alguns momentos.

Confesso que não é um filme ruim, mas prefiro a versão anterior e teria sido bem melhor se tivessem ficado apenas nela.

Espero que tenham gostado e relembre aqui o texto anterior.

Fonte de Pesquisa: Wikipédia.

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Simbad – Última Parte

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Desta vez vou deixar de fora a versão feita pelos Trapalhões, pois já comentei num outro texto.

Vamos ao que interessa

Sinbad Contra o Olho do Tigre – Sinbad and the Eye of the Tiger – 1977

É a terceira sequência do herói em stop motion feita por Ray Harryhausen pra Columbia Pictures.

Na história, Simbad (Patrick Wayne), é Princípe de Bagdá e um corajoso marinheiro. Ele viaja até Charnak na intenção de pedir ao Princípe Kassim (Damien Thomas), a mão de sua irmã Farah (Jane Seymour).

Mas, Simbad descobre que Kassim havia sido transformado num babuíno, pois o feitiço foi lançado pela maligna madrastra Zenobia (Margareth Whiting).

Pra que a magia fosse desfeita, o herói precisa sair numa jornada pra terra da Hiperbórea algo que nunca havia sido feita antes.

Nessa perigosa viagem, Simbad terá que enfrentar o terrível Minoton (que se parece com o Minotauro), uma morsa gigante , uma vespa enorme e até um tigre dentes de sabre.

Pra piorar a situação, Zenobia junto com seu comparsa Rafi (Kurt Christian) segue o herói pra que não consiga salvar o princípe Kassim.

É o meu preferido de todos já mostrados com Simbad, pois além dos “efeitos especiais” estarem impressionantes.

Os lugares visitados pelos personagens são de uma riqueza belíssima e a parte interessante é que as cenas dos navios no mar foram gravadas em uma enorme tanque de água.

Lembro do Trog, um homem das cavernas que ajudou o herói em vários momentos perigosos (a forma dele agir e se comportar era tão simples quanto cativante).

Só pra constar, o Trog deste filme foi usado posteriormente pra ser Calibos do clássico Fúria de Titãs, de 1981.

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Sinbad e Os Sete Mares – Sinbad of the Seven Seas – 1989

Essa versão é estrelada por Lou Ferrigno que interpretou o Incrível Hulk no antigo seriado televisivo nos anos 80.

Só pra constar o ator também já interpretou o herói mitológico Hércules nos filmes: Hércules (1983) e As Aventuras de Hércules, em 1985.

O filme é narrado por uma mãe que conta pra sua filha uma história  de um grande livro pra dormir.

Num tempo antigo, houve uma cidade que o malvado vizir Jaffar (John Steiner) nublou a mente do califa e aprisionou sua filha, a princesa Alina (Alessandra Martines) para que possa se casar com a moça.

Sinbad e seus companheiros voltavam de uma viagem pra casa quando se deparam com a cidade transformada em miséria e tristeza.

O culpado é o feiticeiro Jaffar e Sinbad junto com sua tripulação terá que derrotá-lo buscando as gemas perdidas de Basra.

É uma versão italiana do herói, mas na época recebeu péssimas críticas e foi classificado como um filme B bastante fraco.

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As Aventuras de Sinbad – The Adventures of Sinbad – 1996

É um seriado televisivo que foi filmado em Ontário, no Canadá e na Cidade do Cabo, na África do Sul. Surgiu com um estilo bastante parecido com  Hércules e Xena.

Acompanhamos as histórias de Sinbad (Zen Gesner) que é capitão do navio, “Nomad” . Em sua companhia temos: Doubar (George Buza), seu irmão mais velho e muito forte, Maeve (Jacqueline Collen), uma feiticeira e par romântico, Firouz (Tim Progosh), um cientista e inventor, Rongar (Oris Erhuero), um guerreiro que não consegue falar e Dermott, um falcão.

O principal inimigo é o malévolo feiticeiro Turok (Juan Chiorian), mas durante os episódios surgem outros vilões.

As Aventuras de Sinbad teve 2 temporadas, com 44 episódios e terminou em 1998.

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Sinbad – A Lenda dos Sete Mares – Sinbad: Legend of the Seven Seas – 2003

É uma animação da DreamWorks, porém o filme muda o cenário original que é o Oriente Médio por Siracusa, na Sicília. E também, tem como inspiração mitos gregos como o de Damão e Pítias.

Na trama, Sinbad, é o aventureiro mais ousado e famoso que cruzou os sete mares, passou a vida correndo riscos e acaba se deparando com um perigo que jamais havia imaginado.

Ele foi acusado de roubar o Livro da Paz, um dos mais valiosos tesouros do mundo, pra provar sua inocência, deve então recuperá-lo ou seu melhor amigo, Proteu irás morrer em seu lugar.

O problema é que Éris, a deusa da Discórdia quer ficar com o livro pra seus interesses mesquinhos (algo do tipo dominar o universo).

Ela usa o herói enviando pro Tártaro na busca pelo artefato, porém Marina, a noiva de Proteu vai escondida na viagem e ambos acabam se apaixonando.

Os cenários são ótimos, seus efeitos especiais são convincentes, só a história destoa muito da original, no entanto afirmo que não é uma animação ruim.

Apesar de Sinbad ser o principal quem realmente chama atenção é Marina que consegue mostrar coragem e sensualidade ao mesmo tempo (os personagens secundários são engraçados tipo a tripulação do herói e seu cachorro).

Sinceramente, não é a minha versão preferida do herói, porém consegue entreter enquanto assistimos e só.

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1001 Arabian Nights: The Adventures of Sinbad – 2008

É uma versão em quadrinhos do personagem que faz parte do Grimm Fairy Tales da Zenescope Entertainment que demonstra os personagens dos contos de fadas numa abordagem mais sombria.

Nesta versão, Sinbad é o capitão do navio Al Da’rab e sua habilidade no combate corpo-a-corpo é insuperável. Infelizmente ele foi acusado falsamente de assassinato e  por causa disso banido de sua cidade natal.

O capitão soube de um artefato mágico que seria capaz de limpar seu nome e junto de sua fiel tripulação partiu numa viagem afim de provar sua inocência.

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Sinbad – 2012

É uma série televisiva mostrando o estilo fantasia, ação e aventura que foi produzido pela Impossible Pictures e transmitida pela Sky1.

Sinbad (Elliot Knight) mata acidentalmente o filho do Lorde Akbari (Naveen Andrews) em uma briga. Como recompensa pela dívida de sangue, o irmão de Sinbad é morto na sua frente.

Sinbad escapa, mas sua avó o amaldiçoa com um talismã mágico. Por causa desta maldição ele fica impedido que permaneça em terra por mais de um dia. Caso continue o talismã irá sufocá-lo até a morte.

Devido a isso, ele leva uma vida repleta de aventuras no mar. Em sua companhia temos: Gunnar, um marinheiro norueguês, Rina, uma ladra de jóias, Nala, uma aristocrata, Anwar, o médico e também o cozinheiro do navio.

Só que Sinbad não sabe que está sendo caçado por Lorde Akbari que ainda não considera a morte do irmão de Sinbad suficiente como pagamento da dívida de sangue.

Infelizmente o seriado teve vida curta com apenas 12 episódios e terminando em 2013.

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Magi: Adventure of Sinbad – Magi: Sinbad No Buken – 2016

É um spin-off e também prequel de Magi : O Labirinto da Magia (Magi: The Labyrinth of Magic), um mangá escrito e ilustrado por Shinobu Ohtaka. Essa edição foi lançada pela Weekly Shonen Sunday que teve um total de 37 edições publicadas entre 2009 a 2017.

O sucesso rendeu um anime Magi: The Kingdom of Magic (2013) e uma sequência Adventure of Sinbad: The Capture of Dungeon Baal (2015).

Neste anime temos as aventuras de Sinbad antes dele se tornar rei de Sindria. Mostrando o período que vivia com seus pais Badr, um veterano de guerra e sua mãe Esra. Infelizmente o menino perde o pai na guerra contra o Império Reim passando sua juventude ajudando os moradores e cuidando de sua mãe que estava muito doente.

Então, surgem boatos sobre as masmorras, misteriosos edifícios que foram erguido ao redor do mundo. Dizem que esses locais possuem grande poder e tesouro fato que despertou o interesse de diversos aventureiros e exércitos, mas todos que foram nessa jornada nunca ninguém voltou.

Sinbad devido a sua infância sofrida e por causa das histórias de sue pai deseja explorar o mundo além de sua aldeia. E quando abriga o misterioso viajante Yunan, o rapaz parte em busca de aventuras.

O anime conta como foi o início da lenda de Sinbad antes de se tornar o Grande Rei dos Sete Mares.

A parte interessante é que podemos acompanhar o desenho pela Netflix e por enquanto tivemos uma temporada com 13 episódios.

Comentei somente as versões mais significativas do Simbad que conheço e mais algumas que também encontrei na web.

Espero que tenham gostado e reveja aqui o texto anterior.

 

 

Robin Hood – Segunda Parte

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A história de Robin Hood antes do surgimento dos livros era contada na tradição das baladas medievais, depois vieram os poemas, passou pro teatro e ganhou o mundo com o advento do cinema.

O herói que rouba dos ricos e distribui aos pobres teve diversas adaptações ao longo dos anos (incluindo nesta lista gibis e desenhos também).

Só pra constar o Arqueiro Verde original teve como inspiração o lendário Robin Hood.

Conheça no texto abaixo mais algumas versões.

Robin Hood, O Príncipe dos Ladrões – Kevin Costner – 1991

Sem sombra de dúvidas também é uma das minhas versões preferidas de todas, pois tive a oportunidade de vê-la no cinema.

Ficou inesquecível pra mim ver aquela flecha voando e também o som da música-tema “(Everything I Do) I Do It for You”, do Bryan Adams que fez um enorme sucesso naquela época.

Kevin Costner estava em alta por causa dos filmes Silverado, Os Intocáveis e Dança com Lobos.

Sua atuação pra mim ficou marcante, pois devido a ajuda do mouro Azeem (Morgan Freeman) foi que aprendeu a manejar o arco e a flecha. A trama segue o tradicional com a morte do pai e o Xerife como seu pior arqui-inimigo.

Em Robin Hood, o Príncipe dos Ladrões há um leve contraste entre as cenas de ação com alguns momentos engraçados. Mais se destaca, principalmente, pelo inegável capricho de sua produção (tanto no vestuário quanto nos cenários).

No filme ainda podemos apreciar, Sean Connery surgindo como o Rei Ricardo e Lady Marian sendo interpretada por Mary Elizabeth Mastrantonio.

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O Jovem Robin Hood – Young Robin Hood – 1991

É uma série animada americana/canadense produzida pela Hanna-Barbera e Cinar, em 1991.

No desenho, Robin é um adolescente, Ricardo Coração de Leão viajou pra sua “primeira cruzada” e o Conde Huntington, pai de Robin se juntou a ele nessa missão.

Logo, Robin entra em desacordo com os desmandos do Xerife de Nottingham e Príncipe João criando um acampamento na floresta de Sherwood junto com outros jovens.

Além de saber manejar muito bem o arco e a flecha, Robin possui um falção de estimação chamado de Flecha (usado pra passar mensagens entre ele e Marian).

Ao longo das aventuras a juventude de Robin é questionada, mas mesmo assim consegue frustar os planos de dominação do Príncipe John.

O herói recebe ajuda de: Lady Marian a única garota no grupo, é apaixonada pelo herói e serve como espiã pro rapaz, Little John, um amigo fiel, Will Scarlett, ladrão que adora criar armadilhas, Frei Tuck, um monge que questiona suas escolhas, Haggala, uma feiticeira e Alan-a-Dale, um menestrel romântico.

Também temos os vilões Príncipe John, um jovem malcriado que deseja ser rei a qualquer custo, Xerife de Nottingham, um homem áspero e notável espadachim e Gilbert de Gisbourn, tenente do xerife demonstra gostar da Marian (ela aproveita isso pra conseguir informaçãoes).

O Jovem Robin Hood  teve 2 temporadas, distribuídas em 26 episódios e terminado em 1992.

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Robin Hood – Russell Crowe – 2010

Dirigido pelo aclamado Ridley Scott (Alien, O Oitavo Passageiro, Gladiador e Blade Runner – O Caçador de Andróides).

Esta versão pretende ser a mais verídica “possível” sobre o mito, porém nela não há nenhum Robin Hood saltitante e feliz na floresta. Aqui a origem do herói é recontada, pois Robin Longstride é um arqueiro desertor fugindo das Cruzadas na companhia de Will Scarlett, João Pequeno e Allan A’Dayle.

Diante de alguns acontecimentos como entregar a espada de Robert Loxley que está morrendo para seu pai (na Inglaterra). Robin acaba se encantando por Lady Marian (Kate Blanchet), uma mulher atual perdida na era medieval. Há um certo patriotismo no discurso eloquente de Robin e também vemos seus atos heroicos contra o Príncipe John.

A trilha sonora é marcante, os cenários são grandiosos, mas não é a minha versão preferida. E se você gosta do mito é melhor nem assistir, no entanto veja somente pela curiosidade. Já que Ridley Scott e sua trupe foram ousados ao mostrar um herói que “talvez” poderia realmente ter existido.

Bom, merecem ser comentados Robin Hood, o Trapalhão da Floresta (1973). Engraçadíssima sátira a lenda do herói inglês estrelada pelos Trapalhões (Didi Mocó e Dedé Santana).

Também temos A Louca Louca História de Robin Hood, dirigido por Mel Brooks.

Nessa versão nosso herói é interpretado por Cary Elwes, Lady Marian por Amy Yasbeck e o Rei Ricardo por Patrick “Charles Xavier” Stewart. Subverteram totalmente a lenda mais a diversão é garantida, pois o filme é muito doido como está descrito no título.

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Robyn Hood – Grimm Fairy Tales

A parte interessante é que essa versão do lendário herói da Floresta de Sherwood é uma belíssima mulher.

A heroína foi criada por Patrick Shand e Larry Watts surgindo na edição Grimm Fairy Tales Presents Robyn Hood # 1.

No reino de Myst uma criança orfã que seria deixada pra morrer é levada pra Terra. A intenção era que fosse encontrada na porta de uma família teria uma vida melhor, mas infelizmente não é isso que acontece.

Essa família tem seus próprios problemas até que um dia a mãe de Robyn é encontrada morta e a menina vai parar num lar adotivo. Robyn vai crescendo de lar em lar e mesmo conseguindo estudar luta contra a opressão do sistema.

Na escola mete-se com o valentão do pedaço roubando seu carro e sendo punida com seu olho cortado. Enquanto isso na cidade de Bree sofre com um  tirano que comanda a tudo de forma severa e invocam de maneira desesperada um salvador.

Robin desaparece da prisão e surge em Myst tendo a missão de tornar-se uma salvadora daquelas pessoas.

Nessa versão Robyn Hood além de ter uma liderança natural também é incrível combatente, ainda possui algumas habilidades mágicas e claro que não poderia faltar sua enorme destreza no manejo do arco e flecha.

Eu nunca li nada desta personagem por aqui, mas bem que chamou minha atenção.

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Robin Hood – Robin Hood no Daiboken – 1990

Este anime foi feito como uma versão adolescente do herói inglês.

Na trama a casa de Robin foi queimada a mando do Lorde Alwine. Então Robin e seus primos precisam fugir pra floresta e acabam encontrando o pequeno John que lidera um grupo de bandidos.

Robin se une ao grupo não só para revidar a tirania imposta por Alwine, mas também impedir que o bispo Herdfort adote a bela Marian Lancaster (ele deseja se apoderar da herança dela).

A mais recente versão do herói foi uma série animada feita, em 2014. Robin Hood (Robin Hood: Mischief in Sherwood), mostrando todos os personagens sendo jovens.

E pra fechar pelo visto ainda veremos várias outras histórias do mito sendo contadas, pois temos boatos de duas produções sobre o arqueiro inglês.

A primeira será Robin Hood: Origins que estará recontando sua história de uma maneira mais sombria. E a segunda que está sem previsão de estréia é Nottingham & Hood, da Disney que promete uma franquia que seguirá o mesmo estilo de Piratas do Caribe.

Eu não vou me enganar, porque os produtores estão querendo somente ganhar umas verdinhas neste processo todo.

Por mim espero realmente que consigam fazer algo interessante com o mítico herói, pois se sguir o estilo de Piratas haverá muita diversão e bastante aventura (basta apenas esperar pra podermos assistir).

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