Batman Preto e Branco

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É uma minissérie em 4 edições lançada pela Editora Abril, em 1998.

São histórias com participação de diversos desenhistas tipo: Joe Kubert, Howard Chaykin, Richard Corben, Simon Bisley, Katsuhiro Otomo, Klaus Janson, Matt Wagner entre vários outros.

Não poderia esquecer dos roteiristas: Denny O’Neill, Neil Gaiman, Archie Goodwyn, Jan Strnad, Chuck Dixon.

Bom, ao invés de comentar todas as edições (algo que normalmente faço). Vou destacar as aventuras que mais me impressionaram de cada gibi.

Todas as histórias mostram uma faceta diferente do Morcegão e a melhor parte é podermos acompanharmos isso.

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Dúbio Amor – Primeira Edição

Bruce Tim dispensa apresentações, porque obviamente sem ele nunca teríamos o universo animado da Distinta Concorrente.

Na trama, a Dra. Marilyn Crane é uma renomada cirurgiã plástica que conseguiu o incrível feito de restaurar a face do Duas Caras.

Só pra constar em Batman: O Cavaleiro das Trevas, da década de 80, Harvey também teve seu rosto reconstituído.

Continuando, Dent após se recuperar começou a ter um relacionamento com ela (sendo que até noivaram. Tudo ia muito bem até que surge Madeline, irmã gemea da doutora.

Tal acontecimento já demonstrava que haveria problemas. Num dia Madeline foi ao escritório de Dent fingindo ser sua irmã, provocando-o e conseguindo (daí então tornaram-se amantes).

Mais devido ao seu casamento marcado, Harvey queria terminar com Madeline. Só que ela não aceitou isso tão fácil e jurou se vingar.

O final é trágico tendo todo aquele jogo de dupla personalidade que é a principal característica de Dent.

Nem preciso comentar sobre a arte de BT, pois sua fama o precede. A história é tão psicológica e quanto densa (e sempre quando a releio fico pasmo e viajando na maionese).

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Lenda – Segunda Edição

Confesso que fiquei balançado pra comentar sobre “Um Mundo Preto e Branco” com roteiro de Neil Gaiman e arte de Simon Bisley.

Porque nela vemos Batman e Coringa como atores que precisam passar suas falas pra depois irem contracenar. É uma perspectiva muito perspicaz da eterna luta destes antagonistas. Algo que somente Gaiman poderia nos mostrar.

Bom, com arte de Walter Simonson, “Lenda” retrata uma sociedade futurista na qual o Homem-Morcego é um herói antigo usado como esperança de uma vida melhor.

A história de combate ao crime do herói transmite algum tipo de alento, pois no passado surgiu um homem que foi capaz de lutar contra o crime e a violência.

Descrevendo alguém praticamente imbatível, capaz de voar, respirar debaixo da água, incansável, combate o mal e seu esconderijo secreto (aspectos que conhecemos bem).

Isso é visto ao mesmo tempo em que uma mãe conta pro filho sobre o herói e no finalzinho da aventura notamos que o Morcegão retornou pra defender a quem precisar dele.

É uma história simples, curtíssima pra ser sincero, mas demonstra uma essência do herói deixando implícita a mensagem que mesmo após a morte de BW o mito irá perdurar pra sempre.

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Pais e Filhos – Terceira Edição

Escolher a mais marcante foi difícil (fora “Canção Mortal” que é a última que nunga gostei).

As outras três “Boa Noite, Meia-Noite, “Sonhos” e “O Assalto” merecem bastante atenção.

Bom, “Pais e Filhos” tem arte de Bill Sienkiewicz famoso por Elektra Assassina entre outros trabalhos.

Na trama estamos no alto de um prédio, onde um pai tenta dar uma lição de moral em Kyle seu filho.

O fato cruel é que ele joga a gata de estimação do menino lá do alto e o animal obviamente morre.

Batman estava próximo e presencia toda a maldade do homem. Chegando com muita vontade de surrá-lo, pois não teve tempo de reação pra salvar o animal.

Não há como falar de outra forma, pois é o melhor momento de debate que já li num gibi. Enquanto o pai reclama dos problemas de perder sua esposa e se lamuriar por estar criando o menino sozinho

Batman fica contradizendo-o pelo ponto de vista de quem só viu o que estava acontecendo naquele momento.

O menino estava assustado e seu pai sempre usava a figura do herói pra oprimi-lo. Quando na verdade, Kyle tinha medo do próprio pai. Isso é algo que nos conecta com toda relação de pai e filho (tipo opressor e orpimido e conflito de gerações).

A ideia foi incrível e a conclusão deixa-nos com aquela pulga atrás orelha, porque só o tempo irá responder.

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Um Sujeito Inocente – Última Edição

Brian Bolland também é outro artista que dispensa qualquer apresentação, mas só pra constar em seu currículo temos Batman: A Piada Mortal, Camelot 3000, Mulher-Maravilha, Homem-Animal e Juiz Dredd.

Na trama como já diz o título um homem comum num momento de desvairio começa a pensar em como seria um crime praticado por uma pessoa comum.

Sua intenção é cometer um crime grandioso algo que nunca será esquecido tipo o assassinato de John Lennon.

Ele está gravando seu depoimento em video, no entanto sua intenção é queimar a prova depois que cometer o ato.

Como mora em Gotham deseja matar o Homem-Morcego e meticulosamente vai contando cada detalhe de como seria tal acontecimento.

Batman sairia numa ronda noturna, iria combater alguns de seus inimigos e quando menos esperasse levaria um tiro mortal na cabeça (caindo ensanguentado e morrendo logo depois).

A história me surpreendeu, principalmente, porque morte do Batman seria algo tão grandioso pra ele.

E pra piorar pude notar a total frieza do sujeito ao afirmar que poderia sair ileso e continuaria sua vida pacata normalmente se casando e tendo filhos ao longo dos anos.

Só pra fechar, afirmo que foi uma tarefa ingrata escolher qual história merecia comentar, mas a qualidade de todas é inegável. Tanto que depois surgiram outras edições no mesmo estilo.

Espero que tenham gostado.

 

 

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Os Maiores Super-Heróis do Mundo

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Há alguns anos atrás o artista Alex Ross e o roteirista Paul Dini trabalharam juntos em edições num formato gigante.

Bom, nem preciso comentar que Alex Ross é um dos meu desenhistas preferidos, mas fiz assim mesmo. Obviamente por causa da qualidade detalhista de sua arte que exprime um tom de realidade insuperável.

Enquanto Paul Dini é reconhecido por diversos trabalhos tanto nos gibis, quanto em séries animadas que assistimos na telinha.

E só pra constar essas edições que comento abaixo foram lançadas pela Editora Abril, no ano 2000 (em diante).

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Superman: Paz na Terra – Superman: Peace on Earth

Na trama temos a introdução da origem de Kal-El. É importante salientar que a educação dada por Jonathan foi essencial pra criar a moral e bons costumes que Superman exibe como exemplo.

Estamos na época do Natal e o herói leva um árvore pra comemoração que acontece anualmente em Nova York. O sentimento marcado por este período nos faz ter uma consideração pelo próximo.

Após salvar uma moça que quase morreu por desnutrição. O herói se volta pra fome mundial e pensando em realmente ajudar um pouco. Resolve ir numa reunião da ONU pra ser mais atuante nessa questão.

É claro que sua atitude foi vista com desconfiança, mas resolveram deixá-lo ajudar.

Após reunir milhares de toneladas de alimento o Super começa sua árdua tarefa de distribuição ao redor do mundo. Pensando que estava ajudando a manter esperança pros necessitados o herói vou pelos Estados Unidos. África, Índia, Leste Europeu, Rio de Janeiro e diversos outros países.

Mais houveram problemas como uma floresta incendiada pelo calor e o Homem de Aço tendo que conter uma manada de animais desesperados fugindo, um ditador tirano que quis se aproveitar pra continuar subjugando a população. O déspota mandou atirar no povo pra intimidar o herói que conseguiu impedir um massacre.

A atitude do Superman é louvável, mas esbarra na própria mesquinharia da humanidade. Se em algumas localidades o Azulão era bem visto em outros países suas intenções são rechaçadas com mísseis e canhões.

Podemos notar que o ódio, a raiva e o medo sensações tão inerentes a nós atrapalham uma iniciativa de tornar o mundo um lugar mais aceitável pra sobreviver.

O Superman se frustra por não poder fazer aquilo que Jonathan lhe ensinou (usar seus poderes pra auxiliar a todos que necessitam dele).

Eis aqui o maior diferencial do roteiro de Paul Dini desta história, porque o Azulão apesar de todo seu imenso poder. Lá no fundo de sua alma sabe que é apenas “humano” e que sozinho nunca poderá mudar a iniquidade que presenciou ao redor do mundo.

Sinceramente levando pro lado mais realista possível dada a proposta do enredo. Mesmo não querendo admitir é impossível não pensar que os americanos se consideram os salvadores do mundo. Essa abordagem mostra que nem todos estão afim de aceitar tal possibilidade.

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Batman: Guerra ao Crime – Batman: War on Crime

Nessa história Paul Dini agradece a Alan Burnett e temos uma homenagem pra Bill Finger (co-criador do herói).

A edição do Homem-Morcego também se inicia com sua origem. A perda trágica dos pais, o juramento de vingança e seu árduo treinamento físico e mental para tornar-se um combatente do crime.

Estamos cansados de saber que Batman não tem poder nenhum, mas consegue instilar medo nos criminosos (esse é o seu grande trunfo).

O Morcegão defende Gotham City agindo pelas sombras. Geralmente as pessoas acham que o herói é uma lenda urbana (acreditando que não exista).

Além de proteger as ruas da cidade, Batman se disfarça de Bruce Wayne e no meio da alta sociedade busca informações necessárias pra sua verdadeira identidade.

Quando Randall Winters propõe um enorme investimento industrial numa área em que o herói protege. É através do empresário que Bruce pensa no homem que poderia ter se tornado (algo que o incomoda).

Naquela noite, Batman age no bairro e ouve tiros agindo rápido consegue prender o ladrão, porém o pior já havia acontecido. Os pais do garoto Marcus que eram donos de uma loja de conveniência haviam sido assassinados.

A tragédia que aconteceu com Marcus fez Bruce reviver seu passado vendo no garoto um reflexo de si mesmo.

Utilizando seus métodos furtivos, Batman age tomando conta de Marcus. Seja avaliando a situação decadente na qual o bairro de encontra. Ou se deparando com uma gangue e ao detê-los encontra Marcus novamente.

Bruce pensa como estaria se não tivesse uma herança abastada pra ajudá-lo em sua vida? E o que seria dele sem a presença protetora de Alfred?

A visão do rosto assustado de Marcus não sai de seus pensamentos. Devido a tragédia ocorrida com o menino, Batman continua protegendo a baía, principalmente por causa de Winters.

Numa de suas investidas é através de um dono de clube que Batman consegue a informação que precisa. Então noite após noite o Morcegão combate diversos crimes no bairro transformando-se num protetor infatigável.

Num outro turno de vigilância o herói vai até uma fábrica de papel abandonada que está sendo usada na produção de drogas. Como sempre agindo rápido e sorrateiramente o Cavaleiro das Trevas destrói o lugar (arrebentando os traficantes). Mais uma vez, Marcus estava no local, pegando uma arma mira na direção do Homem-Morcego.

É quando Bruce abre sua guarda confessando ao menino seu passado, mas que isso sirva de aditivo pra se tornar alguém melhor (o garoto comovido abraça-o).

Mesmo não obtendo grandes lucros com seu investimento na baía, Bruce resolve ajudar a população local trazendo trabalho. E também colocando Winters na justiça por causa de seus empreendimentos escusos.

Batman: Guerra ao Crime é uma edição que mostra a verdadeira face de Bruce Wayne, pois a tragédia que matou seus pais. Marcou-o definitivamente, mas a convivência com Alfred e Leslie Thompkins fez dele um ser humano capaz de estender a mão ao próximo.

Sabendo que todos quando realmente querem são merecedores de uma segunda chance. Essa é uma daquelas raras ocasiões que presenciamos o aspecto humano de Bruce sendo mostrado de uma forma bem sincera.

Só pra constar na aventura do Azulão vemos muitas tonalidades claras influenciando o sentimento de esperança que o kriptoniano inspira.

Com Batman as cores que visualizamos estão mais escuras e sombrias, no entanto isso não quer dizer que a luz no final do túnel não deixará de existir. Também há muita esperança nas atitudes de Bruce Wayne e  isso é o que torna essa história marcante.

Fim da primeira parte.

 

 

 

 

 

 

 

Batmóvel– Última Parte

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Década após década os carros do Cavaleiro das Trevas tem conquistado seus milhares de fãs.

O Batmóvel é um dos carros mais incríveis da ficção científica e dos gibis que já vi e tenho os meus preferidos, pois quem acompanhou a postagem sabe quais são.

Então chega de enrolação e vou finalizar o post com esses carros abaixo

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Liga da Justiça – 2001

Fazendo parte do DCU os carros mostrados nos desenhos do Morcegão tinham um design que nos conectava aos filmes da franquia de Tim Burton.

Feito por Bruce Timm esse Batmóvel que vemos aqui veio da versão animada As Novas Aventuras do Batman que teve os personagens redesenhados ficando num estilo mais leve e cartunesco.

Seu M.O. na Liga da Justiça ficou bem diferente, pois não há ajudantes com ele (e nem são mencionados).

O Homem-Morcego é um dos membros originais da equipe, sabemos que não possui poder algum (e mesmo assim é muito respeitado pelo restante do grupo).

Quanto ao carro possui os mesmos gadgets que mencionei na versão animada do Morcegão de 1992.

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The Batman – 2005

Eu não gosto dessa versão anime do Cruzado de Capa, pois foi feita exclusivamente pra agradar as crianças. Isso é um mérito respeitável já que pretendeu inicia-las no universo do herói.

Nessas aventuras Bruce Wayne está agindo como Batman há pouco tempo e temos a inclusão de personagens novos no GCPD: Ethan Bennett e Ellen Yin que discordam na açaõ do vigilante na cidade.

Não posso esquecer que houve o mérito de mostrar o Bat-Wave, um PDA de alta tecnologia conectado tanto com computador na caverna do Morcegão, quanto ao Batmóvel.

Outra coisa interessante é que essa série animada seguia o estilo do design feito pra As Aventuras de Jackie Chan (pelo artista Jeff Matsuda).

No entanto a forma como os vilões foram apresentados ficaram bizarras demais pra mim. Suas histórias geralmente não me empolgaram (devido ao nível de qualidade mostrada na versão anterior).

Só pra constar houve duas versões do carro que foram mostrados nessa série animada. O primeiro veículo caiu de um penhasco lembrando muitas as histórias do Batman da década de 40.

O segundo veículo que é o da imagem acima foi introduzido quando o herói combateu Gearhead, um vilão que usava nano-tecnologia pra controlar diversos dispositivos eletrônicos. Após a destruição do carro anterior, Bruce se vê obrigado a criar um novo e usa uma nova tecnologia EXP.

O segundo Batmóvel seguia mais a linha de seus antecessores, pois mostrava o pára-brisa dividido e as famosas barbatanas.

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Batman Begins – Trumbler – 2005

Essa versão teve influencia do tanque visto no gibi O Cavaleiro das Trevas.

No filme foi um protótipo de projeto militar engavetado, pois estava guardado na Divisão de Ciências Aplicadas comandada por Lucius Fox (Morgan Freeman).

A parte mais interesante que vemos neste Batmóvel é que consegue reposionar seu ocupante quando modifica pro modo de ataque (colocando-o mais a frente).

Quando esse módulo é acessado temos um enorme sistema de blindagem que possui várias camadas. Além disso o carro tem: lançador de foguetes, metralhadoras, sistema de impulsão destinada pra grandes saltos, modo stealth que dificulta seu posicionamento, minas explosivas entre outros dispositivos.

Como se tudo isso ainda não bastasse temos a Batpod, um tipo de moto equipada com canhões frontais duplos, metralhadoras e ganchos.

É chover no molhado comentar que a franquia de Nolan fez um sucesso estrondoso impulsionando o sucesso do herói nas telonas.

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Batman: Os Bravos e Destemidos – 2008

Eis aqui uma das melhores e mais interessantes do meu ponto de vista versões do carro, pois é uma mistura de elementos dos clássicos que vieram antes.

Neste Batmóvel temos inspiração do Studebaker, do Chrisler Imperial (rosto de morcego com cores vermelhas nas laterais). E também do Chevrolet Impala em todo seu cockpit.

Outro aspecto importante é que podia se transformar num exoesqueleto robótico e outros veículos como: Batmoto, Batplano, Batbarco, Batcóptero e Batsub.

Além de todos aqueles gadgets que facilitam o combate ao crime. Vemos que o Batman sempre utiliza um controle remoto pra chamar o carro conforme sua necessidade.

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The Bat – Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge – 2012

Além do Trumbler que comentei no início do texto e da Batpod mostrados na franquia de Nolan o último filme trouxe um aparato tecnológico muito interessante.

É claro que o Homem-Morcego já teve inúmeros Bataviões nos gibis e também aquele “Batmóvel” voador em Batman do Futuro, mas esse veículo ficou impressionante pra mim.

No momento em que Gotham mais precisou de seu herói ele reergeu-se pra demonstrar que iria fazer de tudo por sua cidade.

The Bat é uma aeronave que paira como um helicóptero equipada com vários dispositivos de alta tecnologia. A aeronave permite ao Morcegão manobrar por entre os edifícios facilitando capturar seus oponentes.

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 Beware the Batman – 2013

A série animada feita em CGI teve o azar de substituir a excelente e inesquecível Batman: Os Bravos e Destemidos.

Essa tecnologia da animação pra mim ficou realmente muito estranha. Aqui temos um BW também em início de carreira envolvido na luta contra o submundo do crime em sua cidade.

Eis aqui umas das versões mais diferentes feitas do Batmóvel, pois não lembra em nada qualquer outro visto nos desenhos ou filmes do herói.

Sinceramente não podemos negar que o design deste veículo se parece demais com um carro de Fórmula 1.

Feito pra conseguir uma sensação maior de velocidade temos aletas horinzontais apoiando seus motores a jato.

Ainda infelizmente não vi nenhum episódio deste desenho e também nem sei se tenho vontade de assisti-lo.

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Predador Apex – 2016

Em Batman vs Superman temos uma nova versão do carro que parece ter sido baseado no filme anterior.

Só pra constar pessoalmente achei essa versão do Batmóvel bastante parecida com a que foi vista no texto que comentei acima.

Voltando, desta vez Bruce desenvolveu, projetou e fabricou sozinho esse Batmóvel. Nele foi utilizado um hibrído de protótipos com tecnologia tanto civil, quanto militar secreto.

O Predador Apex tem sistema de proteção furtivo, radar, sistema pra visão noturna, blindagem, sistema de defesa, tecnologia touch-screen e alcança altas velocidades.

Infelizmente como a maioria já deve ter visto esse veículo foi destruído pelo Homem de Aço na luta contra o Morcegão. Mais eu tenho certeza que no filme da Liga teremos um outro carro pra ficarmos admirando.

Em minha pesquisa descobri esse site incrível que mostra detalhadamente a maioria dos carros que Bruce usou nos quadrinhos, filmes e desenhos.

Fico por aqui e relembre do texto anterior.

 

Batmóvel

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Nós como fãs de quadrinhos, desenhos animes e seriados sempre nos deparamos com algum carro que costuma fazer nossa imaginação viajar.

O Batmóvel (ou Batmobile, no original) é um dos carros mais queridos entre os fãs e já vi pela web algumas pessoas fazendo sua própria versão dele.

Acho que “talvez” a grande maioria não sabe é que há dezenas de versões do Batmóvel ao longo das décadas. Todo artista dos quadrinhos que passa pelas páginas do herói demonstram sua versão.

Devo acrescentar que devido ao surgimento de novas tecnologias cada versão do carro foi ganhando aparatos adicionais incríveis.

Essa ideia foi se aprimorando só pra ficar tecnologicamente mais avançada estando sempre um passo á frente de qualquer outra coisa (no mundo real).

Eu modestamente vou apenas citar algumas versões que conheci lendo e também pesquisando.

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Cord 1936

O primeiro carro do Homem-Morcego nem era chamado de Batmóvel sendo conhecido simplesmente conhecido como  “o carro” e surgiu na edição Detective Comics # 27, em 1939.

Nosso primeiro Batmóvel de verdade apareceu na edição Detective Comics # 48, em 1941.

Essa versão era apenas um conversível vermelho sem nenhuma tecnologia diferente.

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Studebaker – 1944

Esse carro é uma das versões mais clássicas do famoso carro. Desde a primeira vez que vi esse Batmóvel praticamente saindo da página e vindo em nossa direção tornou-se um dos meus preferidos.

Baseado num Studebaker apareceu pela primeira vez na edição Batman # 20.

A ilustração foi feita pelo mestre Dick Sprang esse Batmóvel possuia um rosto de morcego enorme e ameaçador na frente, listras vermelhas nas laterais e barbatanas na parte de cima.

Podemos notar que alguns carros que vieram após o Studebaker mantinham um pouco do seu design.

E só pra constar essa versão do Batmóvel aparece num episódio de Batman: Os Bravos e Destemidos. O Homem-Morcego se alia ao Coringa para derrotar o Coruja, uma versão distorcida do herói vindo de uma Terra Paralela.

O Coruja havia jogado o nome do herói na lama, pois estava usando o uniforme original do Morcegão de 1939 pra cometer crimes. Pra piorar ainda havia modificado o controle do Batmóvel.

Então o Batman usa um carro antigo pra poder limpar seu nome e precisa até combater seus amigos pra concluir seus intentos (é um ótimo episódio).

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Cadillac 1939

Esse Batmóvel surgiu no primeiro seriado cinematográfico do Morcegão exibido na década de 40.

Batman era interpretado por Lewis Wilson e Robin por Douglas Croft. O conversível não tinha nenhum apetrecho diferente sendo apenas usado como meio de transporte pra Dupla Dinâmica.

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Mercury 1949

No segundo seriado do Homem-Morcego também tivemos um outro conversível ajudando nossos heróis a combater o crime.

Desta vez Batman foi interpretado por Robert Lowery e Robin por Johnny Duncan.

A parte estranha era que tanto Bruce, quanto Batman usavam o mesmo automóvel, porém ninguém notava isso.

Como na versão anterior esse Batmóvel também não tinha nenhum apetrecho eletrônico, pois o orçamento do seriado era baixíssimo.

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Chrysler Imperial 1950

Em Detective Comics # 156 surgiu uma nova versão do carro, pois o Studebaker que havia sido o anterior foi destruído num acidente (quando caiu de um penhasco).

Só por curiosidade foi a própria Dupla Dinâmica que construiu essa versão do carro.

A parte interessante foi a afirmação que esse Batmóvel estaria dez anos a frente de seu tempo. E não foi pra menos, porque nele tínhamos vários equipamentos.

Tipo foguetes na traseira pra ajudar na aceleração de velocidade (algo que se tornou a marca registrada de vários veículos posteriores), laboratório completo na parte traseira, projetor de bat sinal no teto, uma navalha afiada no rosto do morcego á frente do carro pra cortar barreiras, televisão, radar entre outras coisas.

Lembrei que na introdução do episódio The Color of Revenge, de Batman: Os Bravos e Destemidos, há uma homenagem pro seriado televisivo dos anos 60, pois mostra o telefone vermelho com a Dupla Dinâmica descendo pra caverna.

E também vemos o Morcegão dirigindo este carro citado no texto (aliás o episódio como todos desta série animada é excelente).

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Marmom 1905

Sinceramente de todos os caros estranhos que já vi o Morcegão usar talvez este seja um dos mais bizarros de todos.

Surgido na edição Detective Comics # 219 quando houve uma corrida em Gotham City, a Dupla Dinâmica usou um Marmom 1905 pra participar da competição.

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Na edição Batman # 164 houve outra mudança significativa no design do carro quando surgiu essa versão, em 1964.

Na verdade também é creditado que foi baseado num Chevrolet Corvette 1950.

A grande novidade é que temos um cupê esportivo, sem contar que ficou batante diferente o rosto do morcego no capô ganhando um estilo minimalista e a parte traseira dos pará-lamas forma alargados.

Essa tendência retirou muito do clima arrojado que havia nos carros anteriores significando uma nova proposta pros gibis do personagem.

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Bat-Tanque – 1956

Quem pensa que o Batmóvel feito tipo um tanque surgiu apenas quando Frank Miller concebeu O Cavaleiro das Trevas está redondamente enganado.

Em Detective Comics # 236 também tivemos um tanque usado pelo Cruzado Embuçado.

O cientista Wallace Waley queria de qualquer forma arranjar invenções pro submundo destruir o Batman. A fim de combatê-lo o herói arranja um novo bat-sinal e também um novo Batmóvel.

Waley queria expor a identidade secreta do Morcegão mais no final acabou retornando pra prisão.

Fico por aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Imagine Batman

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Just Imagine Stan Lee foi o primeiro trabalho do Excelsior feito pra Distinta Concorrente.

Depois de algum tempo esses personagens foram parar no Multiverso da editora vivendo na Terra-6.

Nesta versão tivemos arte do extraordinário Joe Kubert que conseguiu demonstrar na medida certa um tom sombrio e ao mesmo tempo tristonho na história.

O rapaz humilde, Wayne Williams perdeu seu querido pai, um  policial que estava cumprindo o seu dever. O bairro onde morava era comandado pelo “Mão” Horgum, um bandido local que de tão ambicioso tornou-se o maior chefão do crime organizado da cidade.

Tendo que sobreviver, Wayne tentava levar uma vida normal trabalhando numa mercearia. Infelizmente o “Mão” sofreu uma embosca na frente do local de trabalho do rapaz.

Enquanto o pilantra pensou apenas em si mesmo se abaixando, Nita, sua namorada ficou congelada de medo (e Wayne num instinto impulsivo salvou a vida da moça).

O Mão não gostou desferindo uma surra federal no pobre rapaz. E pra piorar depois foi roubar a mercearia aonde Wayne trabalhava. Como conclusão disse que Williams havia entregado o roubo e ainda incriminou deixando a arma do crime nas mãos dele (por causa disso foi sentenciado a prisão).

Além de ter sido preso por um crime que não cometeu, Williams ficou fervendo de ódio ao saber que sua mãe havia morrido. Seu coração estava repleto de mágoa por não conseguir provar a ela sua inocência.

Então decidiu deixar de ser vítima das circunstâncias e resolveu fortalecer a mente e o corpo (lendo livros e fazendo exercícios).

Seus momentos de solidão  eram esquecidos de uma maneira inusitada, pois um morcego que entrava pela janela da prisão (tornou-se seu melhor amigo).

Algum tempo depois, após conter uma rebelião na prisão que na verdade havia sido planejada pelo Reverendo Darrk, Wayne recebeu anistia salvando a vida do diretor. Nesse meio tempo, o Mão já sabia de sua soltura, porém Williams foi mais esperto.

Através da luta livre da TV, usava um uniforme de morcego e assumiu o nome de Batman.

Quando ficou rico e famosos, Wayne não havia esquecido do principal motivo que o levou até aquela situação (sua vingança contra Horgum). E pediu ajuda pra única pessoa em quem confiava plenamente o Dr. Frederick Grant.

O inventor conferiu ao uniforme do Homem-Morcego características do verdadeiro roedor alado, no qual se inspirava como: lentes de visão noturna, sensor eletrônico pra ampliar o som, capa tipo asas e revestimento de Kevlar no uniforme pra que seja a prova de balas.

Logo, Batman desce na coberura do Mão enfrentando-o numa luta repleta de vários socos poderosos.  Até que num certo momento perto da sacada, Horgum acho que iria vencer, mas   o Morcegão se abaixa e vilão cai do prédio direto pra morte.

Nita entra em pânico, mas o herói a protege prometendo em seu íntimo conquistá-la futuramente. Ao final, o perverso Reverendo Darrk demonstra seu poder afirmando que planeja algo grandioso.

A aventura é boa, mas não é uma das minha preferidas. A parte interessante  é o sentimento de vingança que faz Williams encontrar motivação para seguir em frente com sua vida. Vemos alguns elementos da mitologia do Batman que pra mim não foram tão bem explorados assim.

Pra fechar, “Nas Ruas”, com roteiro de Michael Uslan e arte de Alex Sinclair.

Aqui vemos um jornal com uma reportagem do Batman em destaque. Não há diálogos nas cenas, apenas o jornal vai voando pela cidade passando de mão em mão.

Apenas posso supor que o Homem-Morcego se tornou bastante popular, pois no final um menino brinca  de cabeça pra baixo como se fosse um morcego.

Sinceramente conseguiu passar sua mensagem, no entanto ficou simples demais.

Espero que tenham gostado e relembre aqui o texto anterior.

 

 

 

Feito de Madeira

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Essa aventura teve roteiro de Ed Brubacker, arte de Patrick Zircher e foi lançada nas edições Batman # 20 e 21, em 2004.

Feito de Madeira começa com o Homem-Morcego pulando pela cidade imerso em pensamentos e nós vemos como foi sua ronda noturna.

Então, Babs chama-o pra uma última emergência, no entanto a trama volta no tempo. Há exatamente uma hora. Jim Gordon está se exercitando cedíssimo e ficamos sabendo que ele não é mais o Comissário de Polícia.

Jim estava fazendo sua caminhada quando se deparou com dois homens roubando alguém, porém ao afastar os meliantes acaba constatando que a vítima estava morta.

A parte mais estranha é que sobre o peito da vítima temos a frase que nomeia a aventura.

Enquanto, Batman investiga o caso com o auxílio de Jim ficamos sabendo que o crime tem relação com Alan Scott, o Lanterna Verde original.

Scott é Lanterna Verde lançado durante a Era de Ouro dos gibis. Surgiu na edição All-American Comics #16 sendo criado por Bill Finger e Martin Nodell.

Scott era um engenheiro executivo que sofreu um acidente ferroviário (no qual foi o único sobrevivente). Ao encontrar uma lanterna estranha que estava brilhando, uma voz lhe contou que sua missão seria torna-se o Lanterna Verde.

Essa voz também o orientou pra fazer um anel com uma parte do artefato. E que esse anel só precisaria ser recarregado a cada 24 horas.

O poder que Alan Scott usa vem da magia e no passado não havia nenhuma conexão dele com a Tropa dos Lanternas Verdes.

Um detalhe importante é que a madeira é o único ponto fraco do Lanterna.

Durante aquela época todo herói que fosse inventado tinha que ter um ponto fraco (algo que vemos ser mantido até hoje).

Então apesar de todo seu incrível poder qualquer objeto desse material poderia feri-lo.

Scott foi casado com a vilã Espinho (Rose Canton) e teve com ela dois filhos Jade e Manto Negro que integraram a equipe Corporação Infinito.

Além de ser proprietário da rádio Gotham Broadcasting Company (GBC).

O Lanterna Verde original é também membro fundador da Sociedade da Justiça e antigamente suas aventuras estavam situadas na Terra-2.

Após a minissérie Crise nas Infinitas Terras esse histórico foi reescrito sendo pertencente a nossa Terra.

Houve um alarde enorme na imprensa quando reintroduziram o personagem como homossexual durante Os Novos 52. Fizeram tanto barulho por conta disso, mas foi algo que não atrapalhou em nada suas atitudes heroicas.

Continuando, ao saber do ocorrido em sua cobertura. Voltamos no tempo pra época em que a estátua do herói foi inaugurada.

Após uma luta contra Solomon Grundy, o LV estava todo arrebentado e recebeu ajuda de Dolby Dickles, seu fiel escudeiro. Só pra constar o vilão é um dos maiores arquiinimigos do herói.

Pouco tempo depois tanto o prefeito de Gotham, quanto outras vítimas tinham a inscrição “feito de madeira” no peito delas.

Os crimes assombraram as noites de Scott, porque mesmo apesar de seus esforços não conseguiu soluciona-los.

Após 50 anos novos crimes foram cometidos mantendo aquele M.O., mas desta vez o Lanterna terá ajuda do Batman e também de Jim Gordon.

Infelizmente durante a investigação, Jim é capturado pelo serial killer e o Cavaleiro das Trevas corre desesperadamente para salvar seu amigo.

A parte interessante é ver como Batman e Scott agem de forma muito diferente, mas mesmo assim surge um respeito mútuo entre ambos.

Só pra constar, o Lanterna Verde serviu como inspiração pro pequeno Bruce Wayne a como agir feito herói.

Feito de Madeira é uma história curta, mas bem escrita por Ed Brubaker que consegue mostrar dinamismo na fala e sentimentos dos personangens.

Quero destacar também a arte excelente de Patrick Zircher que consegue nos entreter com ótimos momentos de ação (em cenas simplesmente fantásticas).

Fora isso tudo gostei demais das cores sombrias de Jason Wright são um delírio aparte emoldurando cada momento da história de uma maneira impactante.

Pode até não ser uma das melhores histórias do Morcegão de todos os tempos, mas a forma como foi feita vale a pena dar uma lida.

E pra realmente fechar, a edição # 20 do Batman é marcante pra mim por causa da capa dupla com arte de Jim Lee.

Na parte da frente temos os aliados do herói: Robin, Oráculo, Superman, Asa Noturna, Caçadora e mais alguns.

E na parte de dentro sua galeria de vilões: Coringa, Hera Venenosa, Arlequina, R’as, Espantalho, Cara-de-Barro entre outros (algo relacionado a saga Silêncio).

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Batman: A Espada de Azrael

Azrael_Jean-Paul_Valley

Fora o vilão Bane, Jean Paul Valley pra mim é um dos melhores personagens que surgiram nas aventuras do Morcegão durante a década de 90.

Como curiosidade Azrael é uma homenagem a um anjo da morte árabe com nome homônimo.

Batman: A Espada de Azrael foi mostrada no formato de minissérie e dividida em duas edições. Nesta aventura temos arte de Joe Quesada e roteiro de Dennis O’Neil.

Logo no início já vemos Azrael prestes a mais uma execução, mas sua pretensa vítima estava preparada (e atirou no Anjo Vingador).

Mesmo ferido ainda despende um golpe que machuca o olho de seu oponente.

Azrael foge causando tumulto e confusão nos desfile que acontecia nas ruas de Gotham.

Depois ficamos sabendo que o Azrael ferido é o pai de Jean Paul Valley que havia se tornado Batman durante A Queda do Morcego (Bruce havia sido derrotado pelo Bane que fraturou sua coluna deixando-o incapacitado de proteger sua cidade).

No período em que Jean Paul atuou como Morcegão havia adotado uma armadura de combate assustadora pra combater o crime. Essa época também foi marcada pela agressividade crescente de Jean Paul que deixou o vilão Matadouro morrer (eu gostei demais daquilo).

Valley expulsou Tim Drake da Batcaverna atuando sozinho e ainda sofria problemas psicológicos extremos com visões de São Dumas. A melhor parte foi ve-lo lutando contra BW assim que retornou pra reaver o manto de Homem-Morcego.

E pra completar Dick havia ficado chateado por Bruce não te-lo escolhido pra usar seu manto.

Voltando, o pai de Jean Paul morreu, porém antes havia lhe contado tudo que aconteceu no prédio e deixou-lhe um pacote com algumas instruções. O rapaz viaja pra Suiça com uma enorme quantia em verdinhas pras despesas.

Ao mesmo tempo, Bruce começa a investigar o incidente na rua, pois uma repórter que era um caso seu havia morrido atropelada. Um fato que o deixou intrigado foi o colete á prova de balas perfurado, mas não havia nenhum corpo pra saber quem estava usando.

O Azrael que morreu estava caçando Carleton Lehah que havia trabalhado durante anos pra Ordem de São Dumas, porém se desiludiu decidindo ganhar a vida traficando armas e munições exóticas.

batman-jean-paul

Enquanto isso, Valley já na Suiça conhece Nomoz, um anãozinho estranho que mais parece um duende. Ele é o treinador de todo aquele que usa o traje de Azrael.

A Ordem de São Dumas é uma sociedade secreta que remonta até a época das Cruzadas (é bastante semelhante com os Templários). Pelo canone, São Dumas foi o primeiro guerreiro a ser conhecido como Azrael.

A Ordem faz experiências com crianças misturando seus genes com animais para lhes conferir habilidades fora do comum.

E também esses bebês sofrem um incessante processo de lavagem cerebral que é conhecido como “O Sistema”.

Nomoz trata de trazer a tona o condicionamento de Jean Paul que havia sido imposto desde pequeno (fazendo Valley vislumbrar o amuleto da Ordem e trazendo a tona seu condicionamento). O rapaz é treinado pra se tornar o assassino perfeito.

Ser o Anjo Vingador é uma tradição passada de pai pra filho, geração após geração há várias décadas. Algo que obviamente me lembrou O Fantasma e a grande diferença é que Azrael mata a quem atraplhe os interesses da Ordem de São Dumas.

Batman continua investigando Lehah e descobre sua viagem pra Suiça. Resolve ir atrás dele e leva seu fiel mordomo a tira colo. Ambos quase morrem numa explosão que resultou numa grandiosa avalanche.

Até Lehah quase morreu, mas depois deste momento fatídico teve a revelação do Grande Biis, um perigoso inimigo da Ordem. Passando a servi-lo e virando antagonista de Azrael.

Então, Lehah tornou-se o vilão da história, pois segue na tentativa de exterminar os membros vivos remasnescentes da Ordem de São Dumas (que se resumem na quantidade de 12 pessoas).

O vilão quer se apoderar das riquezas angariadas ao longo dos séculos pela Ordem e acaba descobrindo a identidade secreta do Homem-Morcego sequestrando-o e torturando também.

Nessa tortura em que foi usado o soro da verdade, Bruce menciona Nanda Parbat, lugar místico que vemos as aventuras do Desafiador (ou Deadman).

Se não me falha a memória o herói fantasmagórico aparece na série animada da Liga. Num episódio duplo em que usa o corpo do Batman pra matar o Arraia Negra deixando, Bruce arrasado e muito puto da vida.

Bom, na Inglaterra, Lehah usa o traje do Cavaleiro das Trevas pra incrimina-lo na morte do membro da Ordem que mora lá.

Azrael e Alfred seguem em seu encalço e a pasrte interessante é a upgrade que Valley faz no traje atualizando-o pra época.

Quando Jean Paul veste o uniforme seu comportamento calmo e tranquilo muda pra assassino ágil, frio, habilidoso e cruel (vemos isso nas cenas violentas no portão da mansão em Harcourt).

Na  última parte, Lehah ainda mantém Bruce cativo numa Refinaria de Petróleo, em Houston. BW estava quase sendo morto, mas Azrael surge no momento mais propício salvando-o.

Batman: A Espada de Azrael não é uma aventura eletrizante ou sensacional, porque o roteiro simples de Dennis O’Neil acaba servindo apenas pra elucidar o mistério sobre quem é Azrael.

Mesmo sendo uma história muito trivial gostei bastante da arte de Joe Quesada que é repleta de detalhes em todas as ambientações da trama. E isso acaba tornando nossa leitura um pouco melhor.

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