Momento Crítico

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É um aventura com argumento de Grant Morrison, arte de Howard Porter e cores de Pat Garrahy que foi publicada no gibi Os Melhores do Mundo #29, em 2000.

Nesse período a Liga era formada por: Super-Homem, Caçadora, Aço, Batman, Homem-Borracha, Oráculo, Aquaman, Zauriel, Flash (Wally West), Mulher-Maravilha, Órion, Grande Barda e Lanterna Verde (Kyle Rayner).

Na trama, o General Wade Eiling preocupado com a Liga da Justiça agir protegendo o mundo todo e não apenas o território americano.

Criou a Tropa Ultramarine, uma equipe militar de elite que através de um projeto científico ganharam superpoderes.

Os soldados atravessaram um portal dimensional que lembrava muito aquele que foi mostrado no filme Stargate (1994).

A equipe dos Ultramarine era formada por: Bélico Um (Tenente-Coronel Scott Sawyer), 4-D (Capitã Lea Corbin), Fluido (Major Dan Stone) e Pulsato (Capitão John Wether).

Enquanto Weiling apresentava a nova equipe no fundo oceano o corpo de um antigo inimigo da Liga estava sendo roubado.

Tratava-se do Shaggy, um ser sintético enorme que tinha força descomunal e um fator de cura ilimitado (simplificando uma máquina de destruição implacável).

Arthur e Kyle foram enviados pra deter quem estava roubando, porém havia contra medidas prontas pra detê-los.

Logo depois do incidente, Super, Aço e Zauriel foram conversar com o presidente americano sobre os Ultramarines, no entanto devido há outros países fazerem o mesmo (criando super heróis patrióticos). O líder da Casa Branca não retrocedeu em sua decisão.

O detalhe importante é que o rosto do presidente daquela administração não é mostrado (não sei por qual motivo).

A Liga é convocada pra agir após uma “suposta” invasão alienígena estar ocorrendo em Fênix, no Arizona.

Alguns integrantes da equipe partem pro local, porém foi uma emboscada tramada por Eiling (pra testar sua tropa Ultramarine).

Isso nos leva a continuação desta história, “Terra Destruída” com arte e roteiro dos mesmos artistas citados no início do texto.

Wade ludibriou a todos forjando uma ordem presidencial pra que sua tropa medisse forças contra a Liga da Justiça.

Pulsato confronta Aço e Barda, 4-D enfrenta Diana, Fluido contra Arthur e Wally e Bélico Um ataca o Super-Homem. Aparentemente a Liga levou uma surra, mas a situação logo mudou.

Enquanto a luta estava rolando em Fênix, Batman, Caçadora e Homem-Borracha foram inspecionar a instalação do projeto militar que deu poderes aos Ultramarines.

Eles descobrem que Eiling estava morrendo e transferiu seu cérebro pro corpo do Shaggy.

Essa parte nos leva pra conclusão,”Em Pé de Guerra”, com argumento de Grant Morrison, arte de Mark Pajarillo.

Wade utiliza o corpo indestrutível de Shaggy se autointitulando o General (sua intenção é destruir a Liga para se tornar o grande salvador da pátria).

Lembrei que na série animada da Liga, Eiling fez algo surpreendente.  Foi no episódio “Ato Patriótico”, após descobrir que a equipe possuía um canhão de fusão binária, entrou pro Projeto Cadmus arranjando formas pra destruir a Liga.

O General injetou nele um soro de super soldado que lhe concedeu poderes incríveis que lembravam o Shaggy, pois sua aparência também está parecida com a desta edição.

Neste episódio, Sir Justin tem uma batalha memorável contra Wade quase morrendo, mas mesmo assim lutando com honra e bravura. Confesso que pra mim este é um dos melhores episódios da série animada da Liga.

Voltando, a Tropa Ultramarine estava notando que seus corpos não estavam bem. Na verdade a história contada por Wade era falsa.

Foram usados compostos de metagene que concedem superpoderes ao heróis pra que desenvolvessem suas habilidades (seus poderes iriam falhar e todos iriam morrer).

O Super-Homem através de um discurso dramático convence a equipe militar que estavam sendo usados pelo General.

Todos se unem pra detê-lo e como única solução, o General é mandado pro espaço pra onde não poderá ferir ninguém.

Como epílogo, a tropa militar monta uma cidade flutuando chamada de Soberba. Esse lugar servirá como sede pros heróis que quiserem agir sem jurisdição pra atuar no mundo inteiro.

O problema é que a Tropa Ultramarine Internacional irá executar terroristas, executivos corruptos e déspotas se for preciso.

Nem preciso comentar que a história ficou ótima, porque ainda deu margem pro desenho da Liga que se inspirou na atuação do Eiling. Mesmo sendo dividida em três partes a ação é bem rápida. O estilo de arte nos conecta a um desenho animado.

Só pra constar, há uma carta minha que foi publicada na seção “Ligação Direta” (lembro que fiquei pulando de alegria na época).

E pra fechar, a última aventura, “O Segredo”, com arte de Todd Nauch e argumento de Todd Dezago é com a Justiça Jovem.

Robin (Tim Drake), Impulso (Bart Allen) e Superboy (Conner Kent) estavam sendo interrogados pelo DOE (Departamento de Operações Extranormais).

Os garotos foram ajudar na prisão de uma criatura que havia sido solta, mas depois descobriram que se tratava de uma menina.

Desde de pequena ela havia sido feita refém pelo DOE e usada como cobaia em experimentos. Tanto ela, quanto outras crianças sofreram traumas terríveis nos laboratórios deles.

Os jovens heróis resolvem ajudar e mentem pros seus mentores e pra organização afim de proteger a moça.

Não é uma história sensacional, mas serve pra mostrar que os garotos são unidos e  agem como heróis auxiliando quem precisa.

Espero que tenha gostado.

 

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Coleção DC 70 Anos

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Quando a empresa atingiu a marca de sete décadas de publicações lançou gibis com seu melhores ícones.

Então foram 6 edições abordando As Maiores Histórias do Superman, Lanterna Verde, Mulher-Maravilha, Flash, Liga da Justiça e Batman.

Obviamente são aventuras dos personagens que abordam a Era de Ouro, Prata, Bronze e Moderna.

É importante notarmos que as histórias lançadas são as mais influentes de cada período citado servindo pra termos uma ideia da evolução dos heróis a cada década.

Bom, ao invés de comentar cada uma das revistas (algo que sempre faço). Desta vez vou apenas falar de uma aventura que me impressionou bastante.

As capas de todas as edições tem arte de Alex Ross dando mais destaque pra cada uma delas.

Chega de enrolação e vamos ao que interessa

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Superman – “O Exílio á Beira da Eternidade”

A primeira edição é dedicada ao Azulão mostrando momentos importantes como sua origem, funcionamento dos poderes, a versão de John Byrne, Os Últimos Dias do Superman e Olho por Olho que já fiz comentários há um tempo atrás.

Aqui temos roteiro e arte de Jim Steranko, um dos mais renomados desenhistas dos gibis de todos os tempos.

Na trama estamos no futuro, pois havia vinte mil anos que o Superman havia morrido. Seu legado foi honrado por seus descendentes e até uma constelação foi batizada com seu nome heroico.

Com o auxílio deles a humanidade desbravou o espaço colonizando milhares de planetas. Através dos séculos e milênios os descendentes de Kal evoluíram e se modificaram.

Paralelamente a tecnologia desenvolvida pelo homem atingiu seu ápice, mas nem tudo era perfeito nessa sociedade utópica (havia política, guerras, cobiça e mortes).

Pra piorar numa estação mineradora com robôs autômatos classificou de maneira errada uma chuva de meteoros como ameaça. Em retaliação detonaram armas tão poderosas que rasgaram o tecido da realidade causando um colapso que estava destruindo tudo no universo.

A explosão voraz fazia planetas e sistemas solares sumirem e a notícia se espalhou rapidamente. A Irmandade Superman foi convocada pra resolver o problema e pra solucioná-lo foi proposto algo extraordinário.

Toda a humanidade seria convertida em seres de luz, porém alguém deveria ficar pra lançar essa enrgia no vórtice devorador.

O único que se apresentou foi A’dam’ Mkent, um Superman deficiente visual. Ao realizar essa façanha monumental de salvar o universo, A’dam ficou sozinho e vagando por muito tempo, muito tempo (chegando até a enlouquecer por causa disso).

Bom, nem preciso contar que a arte psicodélica de Jim Steranko me deixou alucinado (confesso que virei fã só por causa dela).

O Exílio á Beira da Eternidade é uma aventura que vale a pena viajar em sua leitura. Principalmente, porque me surpreendeu pelos aspectos futuristas apresentados e lembrando o arrebatamento bíblico (entre outras coisas). Não vou comentar o final pra não estragar a surpresa de quem quiser ler.

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Lanterna Verde – “Vôo”

A segunda edição é dedicada ao Homem de Verde mais famoso da Tropa.

Vou deixar de fora “S.O.S Lanterna Verde” que é a história de origem , “O Mal Sucumbirá Ante Minha Presença” (introdução de John Stewart) e Velocidade da Luz, pois também já comentei.             

Antes de mais nada eu fiquei muito tentado em falar sobre “O Herói do Amanhã” que homenageia tanto Alan Scott quanto Hal Jordan.

Há vários elementos clássicos da mitologia de ambos mostrando Tom Kalmaku, Jade, Os Guardiões de Oa e até o chato do Krona.

Mais “Vôo” com arte de Darwyn Cooke e roteiro de Geoff Johns me pegou de surpresa.

Em relação a história anterior que citei posso afirmar que é bem simples, porém o fato importante é que mostra o fascínio de voar.

Algo que sinceramente é muito estranho, pois os heróis voam pra qualquer lugar com seu anel energético. O que nos conecta nessa aventura é a realidade que nós podemos voar de avião e apreciar o mundo lá de cima (algo que nunca fiz, mas sonho realizar futuramente).

Na trama, Harold Jordan é um aficcionado por aviões desde pequeno, principlamente, porque seu pai Martin é piloto de avião. Houve um período que todos os dias antes de ir pra escola Hal sumia pra ver seu pai voando.

Isso se tornou uma grave peocupação pra sua mãe e motivo de orgulho do pai é lógico. Só que transformou-se um problema quando o menino revelou pra eles que esse era o seu maior desejo.

Então, numa noite, Martin o leva pra voar escondido sendo um acontecimento inesquecível pro jovem Jordan. Marcando-o pra vida toda e a melhor parte nessa história é vermos o tempo passando e Hal levando no mesmo lugar Carol Ferris e Kyle Rayner.

Nesses anos todos que passaram a únca coisa constante é a presença de Johnny, na entrada do hangar transformando a aventura em algo pessoal (já que conhecia Jordan desde garotinho).

Essa passagem de tempo e o sentimento de vida particular tornam “Vôo” uma história singular conectando aquilo que nos faz ser nós mesmos. E nem preciso comentar sobre Darwyn Cooke e Geoff Johns, pois a carreira de ambos já fala por si só.

Espero que tenham gostado.

 

 

Os Melhores do Mundo #19

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A Liga da Justiça na fase de Grant Morisson tem uma das melhores formações da equipe nos gibis pra mim. Já vi muitos comentários da época do satélite nos anos 70, mas nunca tive a chance de ler nada deste material.

Seria um bom momento pra Panini relançar algo relevante pra termos um conhecimento dessas histórias.

Continuando, em parceria com o escritor temos a arte de Howard Porter. Foi nessa fase que o Morcegão derrotou a raça dos marcianos brancos, houve uma repaginada na formação original em Ano Um e também destaco A Pedra da Eternidade.

Em Os Melhores do Mundo #19, temos uma nova formação da equipe. Além do Super-Homem Elétrico, Batman, Aquaman, Caçador de Marte, Mulher-Maravilha, Lanterna Verde (Kyle Rayner) e Flash.

Foram incluídos: Aço, Caçadora, Homem-Borracha, Aztek e Zauriel (que era um anjo).

“Era Uma vez um Canalha…”, tem argumento de Morrison e desenhos de Arnie Jorgensen. Prometheus está contando sua história pro herói Retrô, pois seus pais eram ladrões que sempre estavam fugindo da justiça.

Até que morreram de forma violenta num cerco policial (algo que até me lembrou um pouco Bonnie and Clyde).

O Retrô era um rapaz sem poderes que havia ganho um concurso pra conhecer a Torre de Vigilância, da LJA que ficava na Lua. Só pra constar esse quartel-general da equipe é muito maneiro e era novo nesta época.

Pelo visto parece que Retrô menciona que ganhou do Wolverine e do Motoqueiro Fantasma (acho que foi uma homenagem pros personagens).

Então, Prometheus conta toda sua jornada por conhecimento entre aprender técnicas de combate, descoberta do reino místico de Shamballa e até seu nome retirado da mitologia grega.

Usando uma chave mística o vilão transporta Retrô pra um tipo de limbo, matando o rapaz e assumindo em seu lugar. A parte interessante é que através do seu capacete acabou copiando a origem e a forma de agir do rapaz.

A próxima aventura é “Camelot”, com roteiro de Grant Morrison e desenhos de Howard Porter.

Como referência ao mítico Rei Arthur a Camelot do título trata-se da equipe, pois há uma imensa mesa redonda pra reunião deles.

A Liga está aumentando sua equipe querendo uma rotatividade maior de heróis. Devido a presença do “Retrô” a Liga abre a Torre de Vigilância pra visita de vários reporteres.

Ajax está disfarçado de Clark e o verdadeiro Azulão recepciona os visitantes. Batman diante do monitor já estranha algo de diferente no herói convidado.

Durante a coletiva de imprensa, Prometheus disfarçado de Retrô começa seu plano de ataque (o primeiro a ter problemas foi Aço).

O vilão hackeia os computadores da Torre transmitindo dados pro seu capacete neural.

O segundo a cair foi o marciano, depois Zauriel e a Caçadora que lutou bravamente (afirmo que até o Homem-Morcego foi derrotado por Prometheus).

Então o restante da Liga fica sabendo que algo estranho está acontecendo.

A continuação veio na edição seguinte MM #20, “Prometheus á Solta”, novamente com argumento de Grant Morrison e desenho de Arnie Jorgensen.

Afim de destruir a LJA, o vilão continua derrubando um a um os heróis do grupo. Com o Lanterna Verde usa um inibidor de pensamentos e com o Flash espalha diversas bombas pra impedi-lo de correr.

Obviamente a LJA se recupera e providencia um contra-ataque ao vilão. Diante da derrota iminente, Prometeus se retira. E no limbo fica absorto pra tentar uma nova chance de derrotar a Liga da Justiça.

Antes da história terminar temos a chegada de Órion e Grande Barda, pois Táquion explica que a Terra se encontra num grande perigo e precisará destes heróis pra ajudá-los.

A premissa do vilão Prometheus foi realmente inteligente, pois através daquele capacete neural computadorizado. Ele é capaz de fazer praticamente qualquer coisa.

Só que a conclusão da história ficou fraquíssima servindo apenas pra mostrar os novos integrantes da LJA.

Há algum tempo atrás o Arqueiro Verde assassinou Prometheus tendo vários problemas em sua vida pessoal após esse crime.

Espero que tenham gostado.

A Pedra da Eternidade

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É uma aventura fantástica dividida em três partes que foi publicada nas edições # 16, 17 e 18 do gibi Os Melhores do Mundo, em 1998.

Neste período a Liga tinha roteiro do renomado Grant Morrison e a arte estilizada de Howard Porter.

A história já começa com um ataque do Esquadrão Vingança, um tipo de Liga da Justiça maligna. Depois ficamos sabendo que essa equipe era feita somente de energia e estavam sendo controlados mentalmente pela Gangue da Injustiça.

Uma equipe de vilões composta pelos piores inimigos da LJA que havia se formado recentemente. É óbvio que o Esquadrão Vingança foi derrotado, no entanto colheu informações táticas dos integrantes da Liga.

A equipe dos vilões era composta por: Lex Luthor, Coringa, Doutor Luz, Mestre dos Espelhos, Circe e Mestre dos Oceanos.

Enquanto nos Justiceiros estava: o Super-Homem Elétrico, Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Caçador de Marte, Flash (Wally West), Lanterna Verde (Kyle Rayner), Arqueiro Verde (Connor Hawke), Aztek, Homem-Borracha (Enguia O’Brien), Eléktron e Aztek.

Luthor lidera a equipe dos vilões e está de posse da Pedra Filosofal, um artefato que lembra muito o Cubo Cósmico, da Marvel.

Só pra constar a lendária Pedra Filosofal consistia no fato delas conter poderes incríveis, pois tinha a capacidade de trasmutar qualquer metal em ouro (e faz parte do mito da alquimia).

Também no Universo DC A Pedra da Eternidade é a morada do Mago Shazam que fica situada num lugar definido como centro do tempo e espaço.

Voltando, o careca põe em prática seu plano de dividir e conquistar atacando sistematicamente cada integrante da Liga. A situação só piora com a chegada de Metron na Torre de Vigilância.

O novo deus explica que a Pedra Filosofal é um artefato poderossíssimo que burla facilmente a estrutura do tempo e espaço. Dakseid deseja ficar com a Pedra e os heróis tem a missão de impedir que isso aconteceça.

Metron faz uma upgrade nos computadores da LJA com a tecnologia existente na caixa-materna de Nova Gênese.

Então Arthur, Wally e Kyle são enviados em missão, porém ficam perdidos entre as dimensões paralelas para encontrarem a Pedra Filosofal.

A parte mais interessante foi quando Kyle viajou a té ao Mundo das Maravilhas, um lugar com super-heróis gigantescos que protegem o espaço-tempo num nível que mal podemos compreender.

Recebendo a ajuda deles acaba encontrando os seus amigos e através da caixa-materna retornam pra Terra, mas sua viagem dá errado e acabam indo parar quinze anos no futuro.

Seus corpos são transformados em luz e suas consciências assumem o lugar de suas versões deste mundo apocalíptico comandado pelo terrível Darkseid.

Eles vislumbram um mundo caótico e a esperança do mundo consistia na resistência de alguns poucos heróis como: Diana, Eléktron, Azteka, Argenta, Arqueiro Verde e Amazo que havia sido reprogamado pra ajuda-los.

Nessa realidade o Super-Homem e Ajax estavam mortos e os heróis se unem numa impactante missão suicida pra invadir o sistema de computadores de Desaad, na fortaleza do Senhor de Apokolips.

A surpresa foi descobrir um importantíssimo alidado na fortaleza (não vou revelar o nome pra não estragar a emoção de quem pretende ainda ler essa história).

Então a versão desta realidade do Metron é enganado pra levar os heróis de volta pro passado. Enquanto Azteka, Argenta são mortos em combate.

Vemos, Diana lutando bravamente contra Darkseid numa luta dramática, pore´m o vilão é derrotado somente pela inteligência de Ray Palmer.

Essa realidade infernal é destruída graças ao Corredor Negro, um personagem que personifica a morte dos deuses no UDC.

Logo retornamos pro passado no exatamente no Satélite da Liga quando o Azulão Elétrico iria destruir a Pedra Filososal.

Sendo impedido pelo marciano que recebeu o aviso telepático de Kyle Rayner.

No final, Clark, Bruce e Arthur decidem desfazer a LJA, mas também vemos Metron conversando com o Homem-Hora com a afirmação  de que toda aquela aventura acontecia milhares e milhares de vezes através do espaço-tempo (algumas vezes os heróis venciam em outras era Darkseid).

Ao fundo da cena mesmo na escuridão deu pra notar que era o Super-Homem do futuro pertencente a Legião da Justiça.

A Pedra da Eternidade é uma história repleta de reviravoltas que acabam tornando nossa leitura inesquecível.

Lembro até de uma cena muito engraçada em que Circe tenta transforma o Homem-Borracha em porco, mas não consegue ficando irritadísssima.

Outro momento marcante é a presença de Fósforos Malone, um disfarce de Bruce pra ficar sabendo o que acontece no submundo do crime.

Afirmo quem tiver a oportunidade de ler essa aventura jamais irã se arrepender, pois trata-se de uma trma envolvente a cada página que viramos.

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