Coleção DC 70 Anos

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Quando a empresa atingiu a marca de sete décadas de publicações lançou gibis com seu melhores ícones.

Então foram 6 edições abordando As Maiores Histórias do Superman, Lanterna Verde, Mulher-Maravilha, Flash, Liga da Justiça e Batman.

Obviamente são aventuras dos personagens que abordam a Era de Ouro, Prata, Bronze e Moderna.

É importante notarmos que as histórias lançadas são as mais influentes de cada período citado servindo pra termos uma ideia da evolução dos heróis a cada década.

Bom, ao invés de comentar cada uma das revistas (algo que sempre faço). Desta vez vou apenas falar de uma aventura que me impressionou bastante.

As capas de todas as edições tem arte de Alex Ross dando mais destaque pra cada uma delas.

Chega de enrolação e vamos ao que interessa

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Superman – “O Exílio á Beira da Eternidade”

A primeira edição é dedicada ao Azulão mostrando momentos importantes como sua origem, funcionamento dos poderes, a versão de John Byrne, Os Últimos Dias do Superman e Olho por Olho que já fiz comentários há um tempo atrás.

Aqui temos roteiro e arte de Jim Steranko, um dos mais renomados desenhistas dos gibis de todos os tempos.

Na trama estamos no futuro, pois havia vinte mil anos que o Superman havia morrido. Seu legado foi honrado por seus descendentes e até uma constelação foi batizada com seu nome heroico.

Com o auxílio deles a humanidade desbravou o espaço colonizando milhares de planetas. Através dos séculos e milênios os descendentes de Kal evoluíram e se modificaram.

Paralelamente a tecnologia desenvolvida pelo homem atingiu seu ápice, mas nem tudo era perfeito nessa sociedade utópica (havia política, guerras, cobiça e mortes).

Pra piorar numa estação mineradora com robôs autômatos classificou de maneira errada uma chuva de meteoros como ameaça. Em retaliação detonaram armas tão poderosas que rasgaram o tecido da realidade causando um colapso que estava destruindo tudo no universo.

A explosão voraz fazia planetas e sistemas solares sumirem e a notícia se espalhou rapidamente. A Irmandade Superman foi convocada pra resolver o problema e pra solucioná-lo foi proposto algo extraordinário.

Toda a humanidade seria convertida em seres de luz, porém alguém deveria ficar pra lançar essa enrgia no vórtice devorador.

O único que se apresentou foi A’dam’ Mkent, um Superman deficiente visual. Ao realizar essa façanha monumental de salvar o universo, A’dam ficou sozinho e vagando por muito tempo, muito tempo (chegando até a enlouquecer por causa disso).

Bom, nem preciso contar que a arte psicodélica de Jim Steranko me deixou alucinado (confesso que virei fã só por causa dela).

O Exílio á Beira da Eternidade é uma aventura que vale a pena viajar em sua leitura. Principalmente, porque me surpreendeu pelos aspectos futuristas apresentados e lembrando o arrebatamento bíblico (entre outras coisas). Não vou comentar o final pra não estragar a surpresa de quem quiser ler.

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Lanterna Verde – “Vôo”

A segunda edição é dedicada ao Homem de Verde mais famoso da Tropa.

Vou deixar de fora “S.O.S Lanterna Verde” que é a história de origem , “O Mal Sucumbirá Ante Minha Presença” (introdução de John Stewart) e Velocidade da Luz, pois também já comentei.             

Antes de mais nada eu fiquei muito tentado em falar sobre “O Herói do Amanhã” que homenageia tanto Alan Scott quanto Hal Jordan.

Há vários elementos clássicos da mitologia de ambos mostrando Tom Kalmaku, Jade, Os Guardiões de Oa e até o chato do Krona.

Mais “Vôo” com arte de Darwyn Cooke e roteiro de Geoff Johns me pegou de surpresa.

Em relação a história anterior que citei posso afirmar que é bem simples, porém o fato importante é que mostra o fascínio de voar.

Algo que sinceramente é muito estranho, pois os heróis voam pra qualquer lugar com seu anel energético. O que nos conecta nessa aventura é a realidade que nós podemos voar de avião e apreciar o mundo lá de cima (algo que nunca fiz, mas sonho realizar futuramente).

Na trama, Harold Jordan é um aficcionado por aviões desde pequeno, principlamente, porque seu pai Martin é piloto de avião. Houve um período que todos os dias antes de ir pra escola Hal sumia pra ver seu pai voando.

Isso se tornou uma grave peocupação pra sua mãe e motivo de orgulho do pai é lógico. Só que transformou-se um problema quando o menino revelou pra eles que esse era o seu maior desejo.

Então, numa noite, Martin o leva pra voar escondido sendo um acontecimento inesquecível pro jovem Jordan. Marcando-o pra vida toda e a melhor parte nessa história é vermos o tempo passando e Hal levando no mesmo lugar Carol Ferris e Kyle Rayner.

Nesses anos todos que passaram a únca coisa constante é a presença de Johnny, na entrada do hangar transformando a aventura em algo pessoal (já que conhecia Jordan desde garotinho).

Essa passagem de tempo e o sentimento de vida particular tornam “Vôo” uma história singular conectando aquilo que nos faz ser nós mesmos. E nem preciso comentar sobre Darwyn Cooke e Geoff Johns, pois a carreira de ambos já fala por si só.

Espero que tenham gostado.

 

 

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Liga da Justiça: Ano Um

Essa história foi lançada originalmente no gibi Os Melhores do Mundo 21 a 25, da Editora Abril, em 1999.

Pra quem gosta da equipe eis aqui uma ótima oportunidade de conhecê-la melhor.

O aspecto mais importante de Liga da Justiça: Ano Um é recontar sua origem retirando obviamente Superman, Batman e Mulher-Maravilha como membros fundadores (algo que já havia sido feito desde a Crise dos anos 80).

No entanto a origem da LJA já havia sido mostrada em Superalmanque DC 1 – Origens Secretas.

Justice League Year One tem argumento de Mark Waid & Brian Augustyn, arte de Barry Kitson e cores de Pat Garrahy.

Na formação reeditada temos: Flash 2 (Barry Allen), Caçador de Marte (J’onn J’onzz), Canário Negro 2 (Dinah Lance), Aquaman (Arthur Curry Jr.) e Lanterna Verde 2 (Hal Jordan).

Nossa aventura começa com a equipe lutando contra sete alienígenas que escolheram nosso mundo como campo de batalha. A intenção dos aliens era lutarem entre si pra descobrir quem iria comandar o mundo deles (mais se depararam com os heróis citados).

Após esse primeiro conflito todos da equipe ficam se perguntando se haverá algo pra que se juntem novamente.

Então vemos, Barry trabalhando no DPCC, Dinah ajudando sua mãe na floricultura, Aquaman tendo problemas de convívio entre “os seres da superfície”, Hal confiante demais e o detetive John Jones agindo pelas ruas de Middleton.

O problema começa quando a caverna na qual deixaram escondidas duas criaturas alienígenas foi invadida pela organização secreta Locus. Tal fato serviu como motivo pra que a Liga se torna-se de vez uma equipe.

Depois de perderem pra Liga o Locus contatou Vandal Savage que utiliza alguns vilões pra combater a equipe recém formada.

Quando a LJA estava formalmente se apresentando foram atacados pelos vilões Solomon Grundy, Eclipso, Espinho e Cara de Barro. Essa prova de fogo serviu pra saberem se a equipe iria realmente vingar ou ser destruída.

Sinceramente o que se destaca nessa aventura é notarmos como foi surgindo a amizade entre os integrantes do grupo.

É óbvio que havia bastante divergência, pois Arthur era introvertido (pensando que ninguém o compreendia), Hal era convencido pra caçamba (confiando apenas no poder do anel), Dinah (só falava na Sociedade da Justiça) e Ajax (tinha medo das pessoas não o aceitarem). É justamente esse aspecto intimista da personalidade deles que torna a história cativante.

Há outros momentos interessantes, pois o Locus também contrata A Irmandade Negra, um grupo de vilões formado por Cérebro, Monsieur Mallah e Madame Rouge (recebendo ajuda da Patrulha do Destino).

Os integrantes da Patrulha se sentem como se fossem desajeitados e excluídos, mas são heróis que pra mim mereciam uma atenção maior da editora.

Tanto a Patrulha quanto a Irmandade participaram da versão dos Jovens Titãs, de 2005.

Continuando, também vemos a aventura contra Starro, aquela estrela do mar imbecil sendo homenageada.

Quando a Liga enfrenta o baixinho Xotar, vulgo Mestre das Armas recebe ajuda do Super. Lembrei que na edição Super-Homem # 143 (o mesmo acontecimento é relembrado).

Temos, Super-Homem: Ano Um “Herói” com argumento de Louise Simonson e desenhos de John Paul Leon.

Retornamos pra época em que Lois e Clark eram rivais nas reportagens, pois ela ainda o detestava por ter conseguido uma exclusiva com o Homem de Aço.

Após deter o sequestro de um trem, Clark retorna pra redação e através dos noticiários encontra o Morcegão e os heróis que irão formar a Liga da Justiça.

Detendo Magpie no museu de Gotham (Batman), um satélite no espaço acima de Coast City (Lanterna Verde), agindo numa nevasca provocada pelo Mago do Tempo (Flash), um furacão provocado pela fúria do deus Netuno (Aquaman) e um incêncio num prédio (Ajax).

Depois o Azulão auxilia a Liga na luta contra Xotar que criou uma ilusão fazendo-os lutarem entre si.

É uma aventura muito simples servindo apenas pra conhecermos a LJA e o Homem de Aço no período que estavam iniciando. Nessa edição há acontecimentos que nos conectam a fase de John Byrne, pois Clark descobre sobre sua origem kriptoniana.

Voltando, outro momento importante é o QG da equipe que estava sendo contruído naquela caverna em Happy Harbor. Snapper Carr era o faz tudo, mas sua função principal era instalação elétrica e dos computadores.

Lembrando que Snapper aparece no desenho da Liga como repórter e também no seriado da Supergirl. Interpretado por Ian Gomez, trabalha como editor-chefe da Catco Maganize (um baixinho chato e arrogante pra dedéu).

Continuando, só que o problema com o Locus ainda não havia terminado, porque a organização tinha seus próprios planos. Através do trabalho do Dr. Ivo e do Dr. TOMORROW ambos vilões geneticistas.

Fizeram experiências e construíram um exército enorme de criaturas usando o DNA alienígena.

A confusão só piorou, pois secretamente Ajax estava disfarçado conhecendo melhor cada integrante da equipe (e fazendo arquivos detalhados sobre os heróis da Liga).

Mais o plano de dominação mundial do Locus tornou-se mais fácil quando se apoderaram dos arquivos do Caçador tendo acesso aos nomes de todos os heróis que foram capturados.

Como se tudo isso ainda não fosse ruim havia um oitavo alien que estava planejando uma invasão pra derrotar os heróis.

A Liga consegue libertar todos os heróis cativos na Ilha dos Falcões Negros, porém a ameça é tão grande que somente a união de todos poderão salvar o mundo.

Pra mim a história em si já era boa, porém com a inclusão dos personagens: Os Combatentes da Liberdade, Guardiões Globais, Sociedade da Justiça, Homem-Animal entre vários outros foi uma diversão total.

Devido ao esforço e união da Liga conseguiram deter a invasão alienígena.

Liga da Justiça Ano Um é uma edição pra ser lida e relida quantas vezes você quiser, pois é empolgante contando em detalhes como ressurgiu a equipe mais adorada dos quadrinhos.

Só pra fechar anos depois a história foi relançada na Coleção Eaglemoss.

Espero que tenham gostado.

 

 

Os Cães da Ficção – Terceira Parte

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Desta vez vou deixar de fora o desenho do Vira-Lata, pois já fiz uma postagem sobre ele.

Sem mais enrolação vamos ao que interessa

Hong Kong Fu

Começava instigando-nos a ver o desenho: “quem é o super-herói? O sargento? Não. Rosemeire, a telefonista? Não. Penry, o humilde faxineiro? Poder ser.”

Quando o telefone da delegacia de polícia tocava e Rosemary atendia logo um pedido de socorro (ela tinha uma queda pelo herói).

Continuando, Penry deixava sua vassoura encostada e pulava dentro da última gaveta de um fichário para transformar-se em nosso amado herói.

A melhor parte era quando estavam no Fu móvel em perseguição aos bandidos, porque ao tocar um  pequeno gongo chinês o carro transformava-se assumindo a forma de qualquer outro veículo para ajudar em sua missão.

Bom, a maior parte dos casos de Hong Kong Fu quem resolvia era sua assistente a gata China enquanto o herói consultava um velho livro de artes marciais para saber qual golpe usar no caso.

Sua ajudante acaba resolvendo tudo antes que ele perceba e no final das contas quando Hong Kong Fu acha que conseguiu ainda vemos a gatinha com uma cara de decepção.

China não fala nada mais resolve todos os problemas da aventura incluindo a transformação de Penry para herói batendo no fichário.

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Muttley

É o auxiliar do vilão Dick Vigarista surgido no desenho A Corrida Maluca. Aonde Dick sabotava os outros competidores, mas perdia quando estava quase conseguindo chegar ao seu maléfico intento.

Outro desenho é  Máquinas Voadoras e neste Mutley veste um uniforme de aviador tipo da Primeira Guerra Mundial. Estando na companhia novamente de Dick na Esquadrilha Abutre atrás do pombo-correio Doodle.

Os membros da Esquadrilha tinham além de Dick e Mutley os atrapalhados Zilly e Clunk que emitia ruídos ininteligíveis que apenas Zilly conseguia entender.

As máquinas voadoras eram muito estranhas e engenhosas, porém sempre deixavam todos caindo do céu e exatamente neste momento Dick Vigarista exclamava: “Mutley faça alguma coisa.” Então o cãozinho girava sua cauda tipo helicóptero, mas exigia uma medalha de pagamento para só então salvar seu dono. Algo que raramente acontecia, porque Dick caia direto no chão dizendo: “raios, duplos, raios triplos.”

Dentro de cada desenho ainda tinha outra parte chamada Muttley, o Magnífico aonde sonhando Mutley era sempre um grande herói mais era frustrado ao acordar pelo terrível Dick Vigarista.

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Bidu

É um simpático cãozinho azul criado por Maurício de Sousa.

E historicamente foi o primeiro personagem do artista a ser publicado numa tira de jornal pela Folha de São Paulo (1959).

Seu dono é o Franjinha e como todo cachorro detesta gatos e fica correndo atrás das rodas dos carros.

Dizem as lendas que no início Bidu era cinzento, mas não sei por qual motivo mudaram sua cor pra qual conhecemos.

O que eu acho mais legal em suas aventuras é que Bidu age como astro tendo até um assistente (Manfredo). As vezes ele conversava com a Dona Pedra, mas a melhor parte era quando surgia seu maior arqui-inimigo o Bugu, um invejoso que desejava estrelar suas histórias sempre atrapalhando o herói.

Bidu é um dos personagens mais carismáticos e cativantes que já li (vale apena parar pra ler suas aventuras filosóficas).

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Floquinho

Maurício também criou outro cãozinho muito estranho chamado Floquinho.

Animal de estimação do Cebolinha (que troca a letra “R” pela “L”). Floquinho é extremamente peludo na cor verde e de maneira inusitada nunca dava pra saber aonde começava o rosto e aonde era a cauda, pois ambos os lados eram iguais.

Até o Cebolinha se confundia inúmera vezes com este fato. Ele já tentou raspar o seu pelo e não conseguiu, pois tem muito. Bizarro mesmo é alguns personagens e suas coisas ficarem  perdidos dentro do Floquinho. Sendo estas situações absurdas e impressionantes muito legais para a mente de uma criança atiçando ainda mais a fértil imaginação numa gostosa brincadeira. Pelo menos é disso que me lembro.

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 Ace, o bat-cão

Existem três versões deste animal de estimação do Homem-Morcego que conheço a primeira é a original das HQs que foi criado por Sheldon Moldoff que vivia com uma máscara e era muito feio diga-se de passagem.

A segunda foi na série animada Batman do Futuro aonde Ace fazia companhia para o velho Bruce Wayne e a terceira e mais interessante de todas está em Kripto, o Supercão.

Aonde Ace trabalha como se fosse um detetive e têm alguns apetrechos iguais aos do Morcegão e age com uma personalidade também como se fosse o Batman. Gostei mais desta versão do que as anteriores. Ela é feita para crianças mais mesmo assim serve como porta de entrada para o universo dos personagens.

Eu ia quase me esquecendo que em Batman Os Bravos e Destemidos também temos o Ace (só não lembro em qual episódio).

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Bibo Pai e Bobi Filho

O mais legal desta série animada era ver a relação paterna sendo mostrada com muito bom humor. Apesar de Bibbo Pai não ser muito esperto em contrapartida Bobi Filho era muito inteligente demonstrando ser um prodígio da ciência.

O que eu mais gostava era quando Bobi falava: “meu querido pai”, ou “meu digníssimo pai” e ainda “o melhor pai do mundo”. Eu bobo  na época queria ter o mesmo tipo de relação carinhosa com meu pai que trabalhava muito e só chegava á noite em casa.

Mesmo Bibbo Pai não sendo muito inteligente Bobi Filho o admirava demais e destacava-se pela maneira de resolver os problemas que aconteciam.

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Rabugento, O Cão Detetive

É um cão investigador muito parecido com o Mutley, pois até sua risadinha são bem parecidas. Rabugento utiliza seu ótimo faro canino para perseguir os criminosos num carango velho caindo aos pedaços.

Por mais incrível que possa parecer ele sempre encontra o suspeito seja em qualquer lugar do mundo que possa se esconder deixando-os irritados e assustados. Rabugento usa um sobretudo alaranjado, têm uma personalidade irônica e resmunga o tempo todo.

Seu chefe é o Sargento Sinuca que invariavelmente arranja algum caso que não consegue ou deseja resolver empurrando-o para o herói canino.

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O Xodó da Vovó

Nesta animação temos a  simpática Vovó Dulcina que vive diversas aventuras ao lado de seu animal de estimação o Precioso, um cão preguiçoso que adora ossos e dormir.

A parte mais engraçada é o comportamento do Precioso, pois é totalmente igual ao do Rabugento ou seja na risada ou no resmungo não difere em nada.

Mais o Precioso é um cachorro inteligente que sempre arranja confusão com o carteiro, homem da carrocinha de cachorro ou quem quer que seja.

E quando Dulcina vai notar que Precioso não está por perto. Ele aparece deitado com sua famosa risadinha sarcástica terminando assim o desenho (era muito maneiro).

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G’nort

É um atrapalhadíssimo alienígena de uma raça similiar aos cães, nascido no palneta G’Newt.

G’nort é membro da Tropa dos Lanternas Verdes e seu nome é G’nort Esplanade Gneesmacher.

Além de não ser muito inteligente é incapaz de fazer qualquer tarefa que lhe ofereçam. O herói participou da inesquecível Liga da Justiça cômica.

G’nort também esteve no desenho Batman: Os Bravos e Destemidos ao lado de Guy Gardner e Sinestro (foi uma aventura muito divertida).

Relembre aqui a segunda parte.

Os Maiores Super-Heróis do Mundo – Última Parte

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Os Maiores Super-Heróis do Mundo – Última Parte

Liga da Justiça: Origens Secretas – JLA: Secrets Origins

Nesta aventura temos relatos das pessoas contando como foram salvas pelos heróis da equipe.

Como nas introduções anteriores aqui temos origens de outros heróis que compõe a Liga da Justiça.

Vemos, Barry Allen que numa noite tempestuosa, um raio caiu em seu laboratório transformando-o no Flash. Sua história tem tonalidade vermelha (e há uma homenagem pra primeira edição do Joel Ciclone).

Com, Hal Jordan é mostrada a mitologia da Tropa, os Guardiões de Oa, o juramento e o momento em que Abin Sur lhe convocou deixando-lhe seu anel de poder pra tornar-se um Lanterna Verde. Sua história tem tonalidade verde (dããããã! Roxa é que não daria pra ser).

Já a história do Arthur mostra o enlace de seus pais, a descoberta dos poderes marinhos e a procura por sua identidade na Atlântida até tornar-se rei (sua tonalidade é azul).

Depois temos J’onn J’onzz com o Doutor Erdel transportando-o pra cá, seu aprendizado dos costumes terrestres, agindo secretamente como detetive John Jones e também como herói sempre que necessário.

Apesar de morar entre nós o Caçador de Marte se mantém sozinho apenas acompanhando a humanidade (acho isso muito triste e a tonalidade de sua história é vermelha).

Há também Oliver Queen o milionário que naufragou numa ilha, teve que manejar arco e flecha pra sobreviver e ao voltar pra cidade decidiu usar seu aprendizado na vida heroica.

Adotou Ricardito, ingressou na Liga, sua luta pessoal pelos direitos civis e sua parceria com a Canário Negro (sua tonalidade obviamente é verde).

A história de Katar Hol e Shayera Thal começa no distante planeta Thanagar, pois ambos são policiais que vem pra Terra caçando um criminoso. Depois da missão cumprida Carter e Shiera Hall decidem trabalhar num museu adotando os codinomes de Gavião Negro e Mulher-Gavião (a tonalidade da aventura é marrom).

O cientista Ray Palmer descobre uma estrela anã. Devido ao seu estudo de alteração de tamanho, Ray construiu um uniforme especial pra controlar tal efeito sempre que a necessidade lhe convier.

Eléktron decidiu tornar-se combatente do crime e também ingressou na Liga. O que gosto no herói além de sua inteligência é o fato que pode surfar pelos impulsos elétricos do telefone e os mundos subatômicos que visita.

Em várias aventuras da equipe é somente com a intervenção do Eléktron que conseguem resolver algum problema (sua tonalidade é azul).

Com Enguia O’Brien o assunto fica muito engraçado, pois essa é sua principal característica. A origem de ladrão que sofre acidente químico que lhe concede poderes elásticos foi mostrada até em Batman: Os Bravos e Destemidos.

O Homem-Borracha pode se transformar em qualquer coisa que lhe der na telha e seu senso de humor irreverente o torna um dos heróis mais legais de todos que já vi. Pena que seja pouco aproveitado, porque o Máskara é uma cópia descarada sua (a tonalidade de sua história é vermelha).

Por último temos a introdução da Liga original e com o passar do anos outros integrantes vieram pras fileiras da equipe. Sendo que Adam Strange, Zatanna, Metamorfo, Homem-Elástico, Vingador Fantasma e Tornado Vermelho são mostrados (e o Satélite dos anos 70 é homenageado).

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LJA: Liberdade e Justiça – JLA: Liberty and Justice

Logo no início há um salvamento de avião feito pelo Ajax, Flash intervem num assalto a banco e Aquaman salva baleias de serem mortas. Assim que o marciano pousa o avião, Diana pede pra convocar a Liga em caráter de urgência.

Alguns membros da equipe vão pro Pentágono sabendo que há uma doença contagiosa se propagando na África.

Dinate do problema enorme a equipe debate se deve intervir na situação. Então, Diana deixa Ajax, Jordan e Barry irem avaliar a extensão do problema. Enquanto o Caçador está pensando vemos algumas histórias antigas da Liga sendo homenageadas.

Ao chegarem na África descobrem que um vírus alienígena está infectando a população local. A doença deixa a mente das pessoas funcionando, mas seu corpo é privado das funções motoras.

Quando o Flash estava levando o vírus pro Batman achar uma cura foi infectado pela doença. Ajax estava protegendo os aldeões de serem mortos, no entanto quase sucumbiu com eles.

Na Batcaverna, Bruce mesmo sendo inteligente não conseguiu avaliar o vírus. A situação muda somente através de Eléktron que foi injetado na corrente sanguínea de Barry.

A notícia da doença se espalha e o mundo inteiro entrou em pânico. Pra piorar a Liga da Justiça leva a culpa pela propagação da doença que recebe o nome de Superpraga.

A histeria coletiva transformou-se em guerra civil, pois as pessoas assustadas estavam saqueando e quebrando lojas, supermercados entre outros tipos de violência.

Kal, Diana e Bruce decidem que a equipe precisa de reforços pra conter o caos. Então,  Metamorfo, os Gaviões, Zatanna, Homem-Elástico, Tornado Vermelho, Arqueiro, Canário e Homem-Borracha são convocados pra ajudar.

Agindo pra conter o tumulto em vários lugares dos Estados Unidos. Os noticiários sensacionalistas mostravam uma Liga vingativa, mas não era verdade.

Contra sua vontade tiveram que usar força pra conter a população (quando é normal agirem assim contra os vilões).

Depois do Lanterna Verde e o Flash mandarem o vírus pro espaço. A Liga convoca uma reunião extraordinária na ONU.

Ajax como orador explica pra todos o que aconteceu pedindo pra que as pessoas continuem mantendo a confiança na equipe. Sempre quando precisarem a LJA estará pronta pra auxiliar a humanidade.

LJA: Liberdade e Justiça é uma história ótima, pois de todas as abordagens lidas essa foi uma das mais realistas dentro do universo fantástico que geralmente vemos com a equipe.

Obviamente a aventura ainda está sob o estilo super-heróis devido a confiança na Liga ter sido abalada. E principalmente, porque tinham que lhe dar com duas ameaças graves.

Só pra constar a revista Wizard americana lançou uma notícia falsa sobre uma história com os Supergêmeos “Formulário da Água”. Na sinopse os irmão usariam seus poderes pra salvar Gleek, o animal de estimação deles acabando com uma seca.

Nesse link vocês podem encontrar todas as edições desta aventura que comentei.

Espero que tenham gostado. Revejam aqui a segunda parte.

 

A Era de Ouro

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Essa clássica edição tem roteiro de James Robinson, arte de Paul Smith e cores de Richard Ory.

Só pra constar, A Era de Ouro (ou The Golden Age, no original) foi uma minissérie dividida em quatro edições, sendo lançada pela Editora Metal Pesado, em 1998.

Não sei explicar por qual motivo, mas essa aventura faz parte do Túnel do Tempo (Elseworlds).

A trama acontece durante os anos 40 quando surgiram várias das lendas do quadrinhos que estão perambulando até hoje (e outros heróis que ficaram perdidos no tempo).

Aliás o principal foco desta narrativa é se concentrar em personagens do segundo e terceiro escalão que estão praticamente esquecidos atualmente ou apenas são mostrados de vez em quando em alguma grande saga.

Deixaram de fora a Trindade da DC Comics, mas confesso até que não fizeram falta alguma.

Quando lemos que o advento do Homem do Amanhã influenciou o surgimento de vários heróis não é a toa, pois aqui temos uma prova consistente da extensa quantidade desses personagens.

Infelizmente A Era de Ouro nunca foi relançada num encadernado, pois sua trama merece ser lida numa tacada só.

A trama acontece logo após a Segunda Guerra Mundial e somos introduzidos no clima de desconfiança que havia durante aquele período. Os heróis haviam retornado pra suas vidas normais, porém havia uma caça as bruxas promovida pelo Marcatismo.

Aqueles que escondiam sua identidade sob uma máscara eram vistos como comunistas e perseguidos como inimigos da América.

Nesse medo surgiu Tex Thompson (Mr. América), um herói que ao retornar da guerra na Europa tornou-se senador. Através da aclamação do povo criou um novo super-herói com os avanços tecnológicos de seu tempo o Homem-Dínamo (Daniel Dunbar).

Daniel era Dan, O Dinamite e se eu não me engano T.N.T, era o parceiro-mirim do herói. Dunbar recebeu poderes através de uma explosão nuclear que possibilitaram se “igualar” ao Azulão.

A situação era tão estranha que até  Johnny Trovoada e o Átomo (Al Pratt) estavam apoioando Thompson (somente o Homem Robô tinha um aspecto assustador).

No entanto o que ninguém desconfiava era que havia um plano sinistro de dominição orquestrado por Thompson e Paul Kirk, O Caçador iria contar (ele havia sofrido torturas terríveis durante a guerra).

Essa aventura é envolvente por mostrar que a vida de super-herói não era tão glamourosa como a maioria pensa.

Johnny Chambers (Johnny Quick) tinha problemas com sua ex-esposa Jesse Chambers (Liberty Belle). Ela estava morando com o Tarântula.

O Homem-Hora (Rex Tyler) tornou-se um viciado em suas pílulas Miraclo que possiblitavam torná-lo um super-herói por apenas uma hora.

Continuando, os pesos pesados na história também tinham seus problemas, tanto Alan Scott (Lanterna Verde) que está reticente quanto ao uso de seus poderes, quanto Ted Knigth (Starman) internado num sanatório, pois ficou mentalmente instável por causa de seus estudos terem sidos usados na criação da bomba atômica.

Gostaria de acrescentar que no mundo real aconteceu algo semelhante, pois Santos Dumont ficou decepcionado quando o avião foi usado na Primeira Guerra. Outro assunto pertinente foi quanto ao uso da Bomba Atômica, pois Albert Einstein também ficara chateado quando isso aconteceu.

Continuando, somente a revelação que Tex Thompson era o principal inimigo fez a Sociedade da Justiça, Os Combatentes da Liberdade e outros heróis se unirem pra enfrenta-lo.

Um detalhe muito importante foi revelado nesta edição. É que antigamente eu sempre afirmava que os super-heróis não entraram na guerra, por causa da Lança do Destino, um artefato místico usado por Hitler que anulava poderes.

Na verdade quem deixava os heróis sem força era Percival (Otto Frenz), um herói alemão que podia cancelar qualquer superpoder.

Acho que nem preciso comentar que A Era de Ouro é uma história fantástica seja por causa dos acontecimentos vistos ou pela enorme quantidade de heróis envolvidos.

Quero destacar também a arte de Paul Smith que ficou ainda melhor com as cores de Richard Ory que devido aos tons escuros aliada ao roteiro deixou a trama bastante sombria.

O roteiro de James Robinson pegou uma história real conectando-a ao universo dos super-heróis. Isso tudo nos traz uma trama repleta de conflitos emocionais que suponho tenham realmente acontecido durante aquele período de Guerra Fria.

Nossa aventura chega ao final homenageando alguns heróis queridos nossos que surgiram durante a Era de Prata como: Aquaman, Flash 2, Lanterna Verde, Caçador de Marte, Eléktron e Homem-Elástico.

Temos heróis menos conhecidos como: Capitão Cometa (que age de maneira importante na aventura), Adam Strange, Doutor Oculto, Patrulha do Destino, Desafiadores do Desconhecido entre outros.

Fico por aqui.

 

Mudanças nos Quadrinhos

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Ou a representatividade nos dias atuais

Desde seus primórdios os quadrinhos de super-heróis sempre privilegiaram o estilo homem caucasiano.

Ao longo das décadas aprendemos a gostar de vários personagens que se tornaram mitos e hoje estão nas produções cinematográficas (rendendo milhões).

Como alterar um mercado tão consolidado durante tanto tempo? Os leitores de quadrinhos são ávidos por mudanças desde que não alterem seus personagens preferidos (partindo deste ponto de vista é algo muito complicado de ser feito).

Mais momentos assim sempre estiveram acontecendo nos gibis.

Infelizmente na assim chamada Era de Ouro negros, asiáticos, latinos e mulheres estavam condicionados ao segundo escalão.

Geralmente servindo como alívio cômico, parceiros atrapalhados e mocinhas em apuros nas aventuras.

Tudo começou a ficar diferente durante os anos 70. Época em que o panorama social mundial teve diversos aspectos culturais influentes e importantes.

Seja na música, filmes, moda, seriados, desenhos entre várias outras coisas.

E com os quadrinhos também foi desta maneira, pois sempre demonstra estar acompanhando a atualidade na sociedade do período no qual representa.

A introdução de heróis negros foi algo que promoveu uma certa notoriedade pra minoria que sempre estava sendo posta pra escanteio.

Tanto a Marvel Comics, quanto a DC Comics nos presentearam com alguns personagens. Posso citar: Vykin, o negro, Pantera Negra, Raio Negro, Blade, Falcão, John Stewart, Luke Cage que foram predecessores importantes de alguns heróis que chegaram “recentemente”.

Só pra constar: Senhor Incrível 2, Aço, Superman Val-Zod, Vixen, Tempestade, Super Shock entre outros.

Fui retirar a poeira do passado, pois estamos presenciando mudanças significativas no status quo dos quadrinhos atuais.

Os empresários americanos notaram que as mulheres tornaram-se um ótimo público consumidor (e resolveram reverter isso em verdinhas).

Não posso esqueçer que houve uma mudança significativa na sociedade pra que algo assim viesse acontecer, pois as mulheres estão ocupando cargos importantes em diversos setores públicos.

Um fato evidente é que essa evolução migrou pra cultura pop. Seja pelo estrondoso sucesso de O Despertar da Força que teve como protagonista Daisy Ridley e John Boyega.

Seja por termos uma nova versão dos Caça-Fantasmas, formado por um quarteto feminino. Não tenho nada contra as atrizes, mas prefiro a franquia clássica.

Antes que venham me tacar pedra é somente, por que cresci vendo o grupo original. Eles fazem parte da minha memória afetiva e de um momento importante da minha vida quando estava começando a me reconhecer como pessoa (só isso).

Desejo que essa franquia decole e que haja mais destaque feminino nas telonas. Logo teremos o longa da Mulher-Maravilha e também da Miss Marvel (provando que essa tendência do mercado veio pra realmente ficar).

Pra mim já estava na hora disso deslanchar, pois a influência feminina tem se mostrado mais forte desde que Scarlett Yohansson vestiu o traje de Viúva Negra.

Assim como temos milhares de mulheres e adolescentes que estão sempre demonstrando suas ideias nos blogs comentando sobre os mais variados assuntos tipo: moda, relacionamento, filmes, livros, quadrinhos, viajens etc e tal (e indo assistir as adaptações pra cinema).

Além disso há leitores de várias etnias ao redo do mundo que no mínimo devia chover dezenas de reclamações quanto a representatividade nos gibis.

Vivemos num mundo globalizado e não há mais como negar essa realidade.

Então, comprovando que sempre está determinada a ter mudanças que reflitam a sociedade na qual vivemos a Marvel Comics ousou mais uma vez.

A ótima iniciativa foi retirar mais um dos grandes ícones masculinos da editora o Homem de Ferro.

Tony Stark irá se aposentar deixando sua armadura blindada pra Riri Williams, uma afro-americana que também é dona de uma inteligência fora do comum.

A pesonagem é uma adolescente que está estudando no Massachusetts Institute of Technology, uma universidade de nível altíssimo que ensina ciência aplicada e engenharia.

A genialidade da moça irá chamar a atenção de TS quando descobrir que um aluno do MIT fez engenharia reversa de suas velhas armaduras sozinha no seu quarto do dormitório.

A ideia que vai dar uma modernizada na mitologia do herói veio do escritor Brian Michael Bendis (a introdução da personagem vestindo o traje será pós Civil War 2).

Além desse acontecimento podemos notar que a Casa de Ideias atualmente está demonstrando uma diversidade maior na etnia de seus personagens em suas revistas.

Digo até que está priorizando pra que haja mais heróis que são considerados minorias sociais sendo mostrados na indústria dos comics. Como citei antes não foi algo que aconteceu de uma hora pra outra, mas só que agora isso está mais evidente.

Seja pela introdução de Kamala Khan, uma adolescente de origem paquistanesa e religião muçulmana que se tornou Miss Marvel.

Numa noite, a menina foi exposta a Névoa Terrígena que foi liberada pelo Raio Negro, rei dos Inumanos (ela ficou inconsciente devido a exposição).

Kamala é fã de Carol Danvers que havia adotado o nome de Capitã Marvel e resolveu pegar o antigo título da heroína. Além de ser transmorfa seus poderes incluem alongamento, bioluminescência, fator de cura e alteração de tamanho.

Vale lembrar também que houve um rebuliço danado na web quando foi anunciado que Thor seria uma mulher (confira aqui).

Algo que também gostei foi termos Sam Wilson ostentando o escudo de Capitão América. Provando mais uma vez que aquele velho esquema de hegemonia com apenas heróis caucasianos está indo pelo ralo.

Não caros, amigos sei que eles ainda vendem bastante e sem sombra de dúvida foram os heróis que aprendemos a gostar, mas a intenção básica dos super-heróis é inspirar a todos nós.

No entanto, pra mim se mostrarem mais heróis que tenham a mesma cor de pele que a minha será um motivo melhor pra continuar acompanhando os gibis (creio que milhares de leitores pensam da mesma forma).

Voltando, outro herói que deram destaque foi Miles Morales que surgiu atrelado ao Universo Ultimate. Fiquei muito feliz ao descobrir que Morales agora está no universo regular da editora e principalmente atuando como Homem-Aranha.

Miles ganhou relevância no Universo Ultimate após a morte de Peter Parker (de sua linha temporal). Havia diversos comentários ruins quando surgiu por causa de sua cor, mas ao longo do tempo suas histórias provaram serem ótimas.

Vale a pena notar que Miles age sob a tutela de Nick Fury (tendo até ajuda dos Supremos em algumas missões).

Bom, na editora temos uma equipe de Vingadores formada somente por mulheres (Secret Wars – A-Force).

Nela temos as heroínas: Mulher-Hulk, Capitã Marvel, Irmã Grimm, Thor, Cristal e Singularidade.

A parte interessante é que Singularidade era uma entidade cósmica disforme e ao assumir um gênero (escolhe ser uma mulher).

Seus poderes incluem inteligência fora do comum, controle de gravidade, manipulação dimensional, teleporte, explosão de energia, voo entre outros.

Não vou entrar a fundo no assunto, porque eu não conheço tanto assim. Mais é importante notar que a Casa de Ideias está firme em demonstrar um apoderamento feminino.

E logicamente eu estou adorando que haja um pensamento destes atualizando pro século XXI.

Na Marvel o Hulk também mudou de alter ego, pois temos Amadeus Cho amigo de Banner tranformando-se no herói.

Amadeus é um coreano que foi considerado por Reed Richards como a sétima pessoa mais inteligente do mundo. Seu meio de transporte é uma lambreta e tem um coiote como animal de estimação.

Cho ajudou a Mulher-Hulk revelando-lhe algumas verdades sobre os Iluminati. Quando, Jen foi retirada da SHIELD, ambos foram atacados pelo Dr. Samson que havia sido enviado por Reed pra capturar a dupla.

Pouco tempo depois, quando estava fugindo o rapaz havia se unido ao Hércules e Arcanjo. E havia entrado também pros Renegados equipe que se formou para auxiliar o Hulk em sua Guerra.

Na Distinta Concorrente houve um grande rebuliço ao sumirem com Wally West que era ruivo (e depois introduziram um afro-americano em seu lugar).

Durante a segunda temporada do seriado do velocista Keiynan Lonsdale interpretou muito bem Wally e todos ficaram se perguntando quando assumiria um uniforme.

Na web está rolando a notícia que já será nesta terceira temporada que veremos tal fato.

Posso citar ainda na DC, Jessica Cruz que era a heroína latino america Anel Energético que se tornou há pouco tempo atrás membro da Tropa dos Lanterna Verdes.

Quando estava agindo com Ciborgue, Anel Energético foi atacada por Volthoom que assumiu seu corpo. Ao mesmo tempo, o Corredor Negro iria matar o Flash, porém Jessica salta pra salvar o velocista.

Isso faz com que o Corredor sacrifique Volthoom e devido ao que fez ela demonstra estar apta pra agir como Lanterna Verde. O negócio interessante é que Jessica Cruz tornou-se historicamente a primeira Lanterna Verde feminina da Terra (um feito e tanto).

Pra fechar, nessa equipe também temos Simon Baz, um libanês que conseguiu seu anel de poder de uma forma pejorativa. Ao entrar em desepero, pois estava desempregado acabou roubando um carro. Esse automóvel estava cheio de explosivos e Simon foi preso como terrorista (seu ato de extrema coragem lhe rendeu um posto como LV).

Esses foram alguns personagens que conheço que estão mudando o panorama dos gibis que lemos, mas se houver algum outro deixem algum comentário.

Fico por aqui.