Momento Crítico

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É um aventura com argumento de Grant Morrison, arte de Howard Porter e cores de Pat Garrahy que foi publicada no gibi Os Melhores do Mundo #29, em 2000.

Nesse período a Liga era formada por: Super-Homem, Caçadora, Aço, Batman, Homem-Borracha, Oráculo, Aquaman, Zauriel, Flash (Wally West), Mulher-Maravilha, Órion, Grande Barda e Lanterna Verde (Kyle Rayner).

Na trama, o General Wade Eiling preocupado com a Liga da Justiça agir protegendo o mundo todo e não apenas o território americano.

Criou a Tropa Ultramarine, uma equipe militar de elite que através de um projeto científico ganharam superpoderes.

Os soldados atravessaram um portal dimensional que lembrava muito aquele que foi mostrado no filme Stargate (1994).

A equipe dos Ultramarine era formada por: Bélico Um (Tenente-Coronel Scott Sawyer), 4-D (Capitã Lea Corbin), Fluido (Major Dan Stone) e Pulsato (Capitão John Wether).

Enquanto Weiling apresentava a nova equipe no fundo oceano o corpo de um antigo inimigo da Liga estava sendo roubado.

Tratava-se do Shaggy, um ser sintético enorme que tinha força descomunal e um fator de cura ilimitado (simplificando uma máquina de destruição implacável).

Arthur e Kyle foram enviados pra deter quem estava roubando, porém havia contra medidas prontas pra detê-los.

Logo depois do incidente, Super, Aço e Zauriel foram conversar com o presidente americano sobre os Ultramarines, no entanto devido há outros países fazerem o mesmo (criando super heróis patrióticos). O líder da Casa Branca não retrocedeu em sua decisão.

O detalhe importante é que o rosto do presidente daquela administração não é mostrado (não sei por qual motivo).

A Liga é convocada pra agir após uma “suposta” invasão alienígena estar ocorrendo em Fênix, no Arizona.

Alguns integrantes da equipe partem pro local, porém foi uma emboscada tramada por Eiling (pra testar sua tropa Ultramarine).

Isso nos leva a continuação desta história, “Terra Destruída” com arte e roteiro dos mesmos artistas citados no início do texto.

Wade ludibriou a todos forjando uma ordem presidencial pra que sua tropa medisse forças contra a Liga da Justiça.

Pulsato confronta Aço e Barda, 4-D enfrenta Diana, Fluido contra Arthur e Wally e Bélico Um ataca o Super-Homem. Aparentemente a Liga levou uma surra, mas a situação logo mudou.

Enquanto a luta estava rolando em Fênix, Batman, Caçadora e Homem-Borracha foram inspecionar a instalação do projeto militar que deu poderes aos Ultramarines.

Eles descobrem que Eiling estava morrendo e transferiu seu cérebro pro corpo do Shaggy.

Essa parte nos leva pra conclusão,”Em Pé de Guerra”, com argumento de Grant Morrison, arte de Mark Pajarillo.

Wade utiliza o corpo indestrutível de Shaggy se autointitulando o General (sua intenção é destruir a Liga para se tornar o grande salvador da pátria).

Lembrei que na série animada da Liga, Eiling fez algo surpreendente.  Foi no episódio “Ato Patriótico”, após descobrir que a equipe possuía um canhão de fusão binária, entrou pro Projeto Cadmus arranjando formas pra destruir a Liga.

O General injetou nele um soro de super soldado que lhe concedeu poderes incríveis que lembravam o Shaggy, pois sua aparência também está parecida com a desta edição.

Neste episódio, Sir Justin tem uma batalha memorável contra Wade quase morrendo, mas mesmo assim lutando com honra e bravura. Confesso que pra mim este é um dos melhores episódios da série animada da Liga.

Voltando, a Tropa Ultramarine estava notando que seus corpos não estavam bem. Na verdade a história contada por Wade era falsa.

Foram usados compostos de metagene que concedem superpoderes ao heróis pra que desenvolvessem suas habilidades (seus poderes iriam falhar e todos iriam morrer).

O Super-Homem através de um discurso dramático convence a equipe militar que estavam sendo usados pelo General.

Todos se unem pra detê-lo e como única solução, o General é mandado pro espaço pra onde não poderá ferir ninguém.

Como epílogo, a tropa militar monta uma cidade flutuando chamada de Soberba. Esse lugar servirá como sede pros heróis que quiserem agir sem jurisdição pra atuar no mundo inteiro.

O problema é que a Tropa Ultramarine Internacional irá executar terroristas, executivos corruptos e déspotas se for preciso.

Nem preciso comentar que a história ficou ótima, porque ainda deu margem pro desenho da Liga que se inspirou na atuação do Eiling. Mesmo sendo dividida em três partes a ação é bem rápida. O estilo de arte nos conecta a um desenho animado.

Só pra constar, há uma carta minha que foi publicada na seção “Ligação Direta” (lembro que fiquei pulando de alegria na época).

E pra fechar, a última aventura, “O Segredo”, com arte de Todd Nauch e argumento de Todd Dezago é com a Justiça Jovem.

Robin (Tim Drake), Impulso (Bart Allen) e Superboy (Conner Kent) estavam sendo interrogados pelo DOE (Departamento de Operações Extranormais).

Os garotos foram ajudar na prisão de uma criatura que havia sido solta, mas depois descobriram que se tratava de uma menina.

Desde de pequena ela havia sido feita refém pelo DOE e usada como cobaia em experimentos. Tanto ela, quanto outras crianças sofreram traumas terríveis nos laboratórios deles.

Os jovens heróis resolvem ajudar e mentem pros seus mentores e pra organização afim de proteger a moça.

Não é uma história sensacional, mas serve pra mostrar que os garotos são unidos e  agem como heróis auxiliando quem precisa.

Espero que tenha gostado.

 

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Superalmanaque DC # 3

Hawkworld

É uma edição com 140 páginas que veio na esteira do sucesso da Crise dos anos 80.

Então tanto o Gavião Negro que estava no Lado A, quanto o Lanterna Verde que está no Lado B eram personagens “novos”.

O gibi Superalmanaque DC # 3 foi lançado pela Editora Abril, em 1992.

Gavião Negro – Lado A

Apresentando três histórias, na parte um temos “Predadores”, na parte dois “Surge… O Gavião Negro” e “Fúria Alada”, na parte três.

Nesta versão Katar Hol vem de uma origem abastada, mas torna-se policial combatendo as injustiças contra o povo não thanagariano que é bastante oprimido.

Katar possui um senso de honra e justiça diferente do resto de seus pares que trata quem vive na cidade de baixo como seres inferiores (lixo a ser controlado).

Devido a suas opiniões ele entra em conflito com sua parceira Shayera Thal que foi colocada em sua companhia pra mantê-lo fora de problemas.

Algo muito difícil devido a personalidade complacente dele.

Paran Katar, pai de Hol era um renomado cientista que foi acusado de liderar uma conspiração. Resultando em sua morte pelas mãos do próprio filho.

Apesar de entrar em conflito com Byth o verdadeiro responsável pelo que aconteceu foge pra Terra.

Então, Katar e Shiera viajam pro nosso planeta, os policias interplanetários seguem no encalço dele.

Aqui os heróis alados precisam conviver com nossos costumes enfrentando uma gangue de Chicago. Na cidade recebem ajuda do relações públicas, Joe Tracy e ganham os codinomes de Gavião Negro e Mulher-Gavião.

As diferenças entre a cultura thanagariana e os costumes terrestres causam um conflito maior entre Shayera e Katar. E a situação piora quando os membros de uma gangue conhecida como Os Fúrias são assassinados causando uma má impressão sobre os heróis.

É uma boa reintrodução do personagem, principalmente devido ao comportamento explosivo da Mulher-Gavião que age como uma guerreira feroz e intransigente (algo que me lembrou sua personalidade no desenho da Liga).

O roteiro de John Ostrander e Timothy Truman é muito bom destacando minuciosamente o retorno do herói, seus conflitos e enfatizando seu jeito de agir.

Só que a arte de Graham Nolan está bastante fraca e pra mim que considero o desenhista um dos melhores do Homem-Morcego suponho que na época deveria estar começando.

É justamente a arte de péssima qualidade que estraga um pouco nossa leitura tornando-a cansativa.

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Lanterna Verde – Lado B

Aqui também acompanhamos três histórias com roteiro de Gerard Jones e desenhos de Pat  Broderick.

Na parte um “Pé no Chão”, “Em Busca da Felicidade”, na parte dois e “Som e Fúria” na parte três.

Só pra constar, no Pós-Crise a Tropa dos Lanternas Verdes havia deixado de existir restando apenas três patrulheiros pra monitorar o universo: Hal Jordan, John Stewart e Guy Gardner.

Cansado de voar pelo espaço, Jordan decide viajar pelo interior americano. Algo que nos conecta um pouco as aventuras feitas por Neal Adams na década de 70.

Hal vai até a sede da Liga Cômica tentando se encontrar e recebe boas vindas de todos, Batman, Gelo, Fogo, Oberon e até sendo convidado a participar da equipe.

Ao se recusar, Guy não acredita taxando-o até de boneca e bundão por não dar nenhuma importância pro grupo.

Depois, Jordan viaja pra cidade de Esperança indo direto pra fazenda de Rose Lewis e passando a trabalhar lá.

Inconformado, Guy vai atrás dele por não aceitar suas decisões. Ambos brigam e Rose expulsa Hal ao vê-lo usando seu anel energético.

Então ao cair na estrada novamente Hal encontra outro trabalho num pequeno barco pesqueiro. Enquanto isso, Gardner foi pra Nova York ainda contrariado por causa do estilo de vida que Jordan está levando.

Nisso acaba encontrando o vilão Tatuado, um inimigo de segunda categoria do Hal.

Guy enfurece o Tatuado a ponto do vilão segui-lo por vários quilômetros. Sua intenção é pra fazê-lo enfrentar Jordan, mas não consegue (e como consequência Hal perde outro emprego).

John Stewart é outro herói que participa desta edição. nesta época estava arrasado plea culpa após a destruição do planeta Ajuris-5, na edição Odisséia Cósmica (situação aproveitada no desenho da Liga).

Stewart procurava respostas que o ajudassem a compreender seu problema pessoal.

Ao viajar pra Oa acaba encontrando um anãozinho azul enlouquecido.

A participação de John é inconclusiva, pois fica preso no planeta na companhia do baixinho maluco (suponho que a conclusão saiu numa revista de linha).

Por último, Guy continua na cola de Jordan e o embate deles chega numa cidadezinha perdida e ambos decidem retirar o anel pra brigar.

Como consequência são presos pelo xerife local e seus anéis são roubados. Os ladrões caipiras causam confusão no lugar e a única solução foi soltar Gardner e Jordan pra resolver o problema.

É a melhor história desta parte com Jordan e mesmo assim não achei tão sensacional assim ao relê-la.

Serve apenas pra mostrar que Jordan estava passando por um novo momento em sua vida. Revendo quem era e decidindo qual rumo iria tomar.

O roteiro de Gerard Jones é interessante, mas não maravilhosos acho que há um momento em nossas vidas no qual devemos fazer como Jordan.

No entanto a arte de Pat Broderick é ruim, pois não consigo gostar de seu estilo em nenhum momento da narrativa.

Só pra fechar, “Som & Fúria”, consta da Coleção DC 70 Anos # 2 – As Maiores Histórias do Lanterna Verde.

Pra mim o artista da aventura  anterior “O Dia do Julgamento”, Dave Gibbons seria uma escolha bem melhor já que demonstra uma arte mais detalhada e limpa (eu não entendo as escolhas dos editores).

Fico por aqui.

Coleção DC 70 Anos

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Quando a empresa atingiu a marca de sete décadas de publicações lançou gibis com seu melhores ícones.

Então foram 6 edições abordando As Maiores Histórias do Superman, Lanterna Verde, Mulher-Maravilha, Flash, Liga da Justiça e Batman.

Obviamente são aventuras dos personagens que abordam a Era de Ouro, Prata, Bronze e Moderna.

É importante notarmos que as histórias lançadas são as mais influentes de cada período citado servindo pra termos uma ideia da evolução dos heróis a cada década.

Bom, ao invés de comentar cada uma das revistas (algo que sempre faço). Desta vez vou apenas falar de uma aventura que me impressionou bastante.

As capas de todas as edições tem arte de Alex Ross dando mais destaque pra cada uma delas.

Chega de enrolação e vamos ao que interessa

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Superman – “O Exílio á Beira da Eternidade”

A primeira edição é dedicada ao Azulão mostrando momentos importantes como sua origem, funcionamento dos poderes, a versão de John Byrne, Os Últimos Dias do Superman e Olho por Olho que já fiz comentários há um tempo atrás.

Aqui temos roteiro e arte de Jim Steranko, um dos mais renomados desenhistas dos gibis de todos os tempos.

Na trama estamos no futuro, pois havia vinte mil anos que o Superman havia morrido. Seu legado foi honrado por seus descendentes e até uma constelação foi batizada com seu nome heroico.

Com o auxílio deles a humanidade desbravou o espaço colonizando milhares de planetas. Através dos séculos e milênios os descendentes de Kal evoluíram e se modificaram.

Paralelamente a tecnologia desenvolvida pelo homem atingiu seu ápice, mas nem tudo era perfeito nessa sociedade utópica (havia política, guerras, cobiça e mortes).

Pra piorar numa estação mineradora com robôs autômatos classificou de maneira errada uma chuva de meteoros como ameaça. Em retaliação detonaram armas tão poderosas que rasgaram o tecido da realidade causando um colapso que estava destruindo tudo no universo.

A explosão voraz fazia planetas e sistemas solares sumirem e a notícia se espalhou rapidamente. A Irmandade Superman foi convocada pra resolver o problema e pra solucioná-lo foi proposto algo extraordinário.

Toda a humanidade seria convertida em seres de luz, porém alguém deveria ficar pra lançar essa enrgia no vórtice devorador.

O único que se apresentou foi A’dam’ Mkent, um Superman deficiente visual. Ao realizar essa façanha monumental de salvar o universo, A’dam ficou sozinho e vagando por muito tempo, muito tempo (chegando até a enlouquecer por causa disso).

Bom, nem preciso contar que a arte psicodélica de Jim Steranko me deixou alucinado (confesso que virei fã só por causa dela).

O Exílio á Beira da Eternidade é uma aventura que vale a pena viajar em sua leitura. Principalmente, porque me surpreendeu pelos aspectos futuristas apresentados e lembrando o arrebatamento bíblico (entre outras coisas). Não vou comentar o final pra não estragar a surpresa de quem quiser ler.

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Lanterna Verde – “Vôo”

A segunda edição é dedicada ao Homem de Verde mais famoso da Tropa.

Vou deixar de fora “S.O.S Lanterna Verde” que é a história de origem , “O Mal Sucumbirá Ante Minha Presença” (introdução de John Stewart) e Velocidade da Luz, pois também já comentei.             

Antes de mais nada eu fiquei muito tentado em falar sobre “O Herói do Amanhã” que homenageia tanto Alan Scott quanto Hal Jordan.

Há vários elementos clássicos da mitologia de ambos mostrando Tom Kalmaku, Jade, Os Guardiões de Oa e até o chato do Krona.

Mais “Vôo” com arte de Darwyn Cooke e roteiro de Geoff Johns me pegou de surpresa.

Em relação a história anterior que citei posso afirmar que é bem simples, porém o fato importante é que mostra o fascínio de voar.

Algo que sinceramente é muito estranho, pois os heróis voam pra qualquer lugar com seu anel energético. O que nos conecta nessa aventura é a realidade que nós podemos voar de avião e apreciar o mundo lá de cima (algo que nunca fiz, mas sonho realizar futuramente).

Na trama, Harold Jordan é um aficcionado por aviões desde pequeno, principlamente, porque seu pai Martin é piloto de avião. Houve um período que todos os dias antes de ir pra escola Hal sumia pra ver seu pai voando.

Isso se tornou uma grave peocupação pra sua mãe e motivo de orgulho do pai é lógico. Só que transformou-se um problema quando o menino revelou pra eles que esse era o seu maior desejo.

Então, numa noite, Martin o leva pra voar escondido sendo um acontecimento inesquecível pro jovem Jordan. Marcando-o pra vida toda e a melhor parte nessa história é vermos o tempo passando e Hal levando no mesmo lugar Carol Ferris e Kyle Rayner.

Nesses anos todos que passaram a únca coisa constante é a presença de Johnny, na entrada do hangar transformando a aventura em algo pessoal (já que conhecia Jordan desde garotinho).

Essa passagem de tempo e o sentimento de vida particular tornam “Vôo” uma história singular conectando aquilo que nos faz ser nós mesmos. E nem preciso comentar sobre Darwyn Cooke e Geoff Johns, pois a carreira de ambos já fala por si só.

Espero que tenham gostado.

 

 

Liga da Justiça: Ano Um

Essa história foi lançada originalmente no gibi Os Melhores do Mundo 21 a 25, da Editora Abril, em 1999.

Pra quem gosta da equipe eis aqui uma ótima oportunidade de conhecê-la melhor.

O aspecto mais importante de Liga da Justiça: Ano Um é recontar sua origem retirando obviamente Superman, Batman e Mulher-Maravilha como membros fundadores (algo que já havia sido feito desde a Crise dos anos 80).

No entanto a origem da LJA já havia sido mostrada em Superalmanque DC 1 – Origens Secretas.

Justice League Year One tem argumento de Mark Waid & Brian Augustyn, arte de Barry Kitson e cores de Pat Garrahy.

Na formação reeditada temos: Flash 2 (Barry Allen), Caçador de Marte (J’onn J’onzz), Canário Negro 2 (Dinah Lance), Aquaman (Arthur Curry Jr.) e Lanterna Verde 2 (Hal Jordan).

Nossa aventura começa com a equipe lutando contra sete alienígenas que escolheram nosso mundo como campo de batalha. A intenção dos aliens era lutarem entre si pra descobrir quem iria comandar o mundo deles (mais se depararam com os heróis citados).

Após esse primeiro conflito todos da equipe ficam se perguntando se haverá algo pra que se juntem novamente.

Então vemos, Barry trabalhando no DPCC, Dinah ajudando sua mãe na floricultura, Aquaman tendo problemas de convívio entre “os seres da superfície”, Hal confiante demais e o detetive John Jones agindo pelas ruas de Middleton.

O problema começa quando a caverna na qual deixaram escondidas duas criaturas alienígenas foi invadida pela organização secreta Locus. Tal fato serviu como motivo pra que a Liga se torna-se de vez uma equipe.

Depois de perderem pra Liga o Locus contatou Vandal Savage que utiliza alguns vilões pra combater a equipe recém formada.

Quando a LJA estava formalmente se apresentando foram atacados pelos vilões Solomon Grundy, Eclipso, Espinho e Cara de Barro. Essa prova de fogo serviu pra saberem se a equipe iria realmente vingar ou ser destruída.

Sinceramente o que se destaca nessa aventura é notarmos como foi surgindo a amizade entre os integrantes do grupo.

É óbvio que havia bastante divergência, pois Arthur era introvertido (pensando que ninguém o compreendia), Hal era convencido pra caçamba (confiando apenas no poder do anel), Dinah (só falava na Sociedade da Justiça) e Ajax (tinha medo das pessoas não o aceitarem). É justamente esse aspecto intimista da personalidade deles que torna a história cativante.

Há outros momentos interessantes, pois o Locus também contrata A Irmandade Negra, um grupo de vilões formado por Cérebro, Monsieur Mallah e Madame Rouge (recebendo ajuda da Patrulha do Destino).

Os integrantes da Patrulha se sentem como se fossem desajeitados e excluídos, mas são heróis que pra mim mereciam uma atenção maior da editora.

Tanto a Patrulha quanto a Irmandade participaram da versão dos Jovens Titãs, de 2005.

Continuando, também vemos a aventura contra Starro, aquela estrela do mar imbecil sendo homenageada.

Quando a Liga enfrenta o baixinho Xotar, vulgo Mestre das Armas recebe ajuda do Super. Lembrei que na edição Super-Homem # 143 (o mesmo acontecimento é relembrado).

Temos, Super-Homem: Ano Um “Herói” com argumento de Louise Simonson e desenhos de John Paul Leon.

Retornamos pra época em que Lois e Clark eram rivais nas reportagens, pois ela ainda o detestava por ter conseguido uma exclusiva com o Homem de Aço.

Após deter o sequestro de um trem, Clark retorna pra redação e através dos noticiários encontra o Morcegão e os heróis que irão formar a Liga da Justiça.

Detendo Magpie no museu de Gotham (Batman), um satélite no espaço acima de Coast City (Lanterna Verde), agindo numa nevasca provocada pelo Mago do Tempo (Flash), um furacão provocado pela fúria do deus Netuno (Aquaman) e um incêncio num prédio (Ajax).

Depois o Azulão auxilia a Liga na luta contra Xotar que criou uma ilusão fazendo-os lutarem entre si.

É uma aventura muito simples servindo apenas pra conhecermos a LJA e o Homem de Aço no período que estavam iniciando. Nessa edição há acontecimentos que nos conectam a fase de John Byrne, pois Clark descobre sobre sua origem kriptoniana.

Voltando, outro momento importante é o QG da equipe que estava sendo contruído naquela caverna em Happy Harbor. Snapper Carr era o faz tudo, mas sua função principal era instalação elétrica e dos computadores.

Lembrando que Snapper aparece no desenho da Liga como repórter e também no seriado da Supergirl. Interpretado por Ian Gomez, trabalha como editor-chefe da Catco Maganize (um baixinho chato e arrogante pra dedéu).

Continuando, só que o problema com o Locus ainda não havia terminado, porque a organização tinha seus próprios planos. Através do trabalho do Dr. Ivo e do Dr. TOMORROW ambos vilões geneticistas.

Fizeram experiências e construíram um exército enorme de criaturas usando o DNA alienígena.

A confusão só piorou, pois secretamente Ajax estava disfarçado conhecendo melhor cada integrante da equipe (e fazendo arquivos detalhados sobre os heróis da Liga).

Mais o plano de dominação mundial do Locus tornou-se mais fácil quando se apoderaram dos arquivos do Caçador tendo acesso aos nomes de todos os heróis que foram capturados.

Como se tudo isso ainda não fosse ruim havia um oitavo alien que estava planejando uma invasão pra derrotar os heróis.

A Liga consegue libertar todos os heróis cativos na Ilha dos Falcões Negros, porém a ameça é tão grande que somente a união de todos poderão salvar o mundo.

Pra mim a história em si já era boa, porém com a inclusão dos personagens: Os Combatentes da Liberdade, Guardiões Globais, Sociedade da Justiça, Homem-Animal entre vários outros foi uma diversão total.

Devido ao esforço e união da Liga conseguiram deter a invasão alienígena.

Liga da Justiça Ano Um é uma edição pra ser lida e relida quantas vezes você quiser, pois é empolgante contando em detalhes como ressurgiu a equipe mais adorada dos quadrinhos.

Só pra fechar anos depois a história foi relançada na Coleção Eaglemoss.

Espero que tenham gostado.

 

 

Os Cães da Ficção – Terceira Parte

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Desta vez vou deixar de fora o desenho do Vira-Lata, pois já fiz uma postagem sobre ele.

Sem mais enrolação vamos ao que interessa

Hong Kong Fu

Começava instigando-nos a ver o desenho: “quem é o super-herói? O sargento? Não. Rosemeire, a telefonista? Não. Penry, o humilde faxineiro? Poder ser.”

Quando o telefone da delegacia de polícia tocava e Rosemary atendia logo um pedido de socorro (ela tinha uma queda pelo herói).

Continuando, Penry deixava sua vassoura encostada e pulava dentro da última gaveta de um fichário para transformar-se em nosso amado herói.

A melhor parte era quando estavam no Fu móvel em perseguição aos bandidos, porque ao tocar um  pequeno gongo chinês o carro transformava-se assumindo a forma de qualquer outro veículo para ajudar em sua missão.

Bom, a maior parte dos casos de Hong Kong Fu quem resolvia era sua assistente a gata China enquanto o herói consultava um velho livro de artes marciais para saber qual golpe usar no caso.

Sua ajudante acaba resolvendo tudo antes que ele perceba e no final das contas quando Hong Kong Fu acha que conseguiu ainda vemos a gatinha com uma cara de decepção.

China não fala nada mais resolve todos os problemas da aventura incluindo a transformação de Penry para herói batendo no fichário.

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Muttley

É o auxiliar do vilão Dick Vigarista surgido no desenho A Corrida Maluca. Aonde Dick sabotava os outros competidores, mas perdia quando estava quase conseguindo chegar ao seu maléfico intento.

Outro desenho é  Máquinas Voadoras e neste Mutley veste um uniforme de aviador tipo da Primeira Guerra Mundial. Estando na companhia novamente de Dick na Esquadrilha Abutre atrás do pombo-correio Doodle.

Os membros da Esquadrilha tinham além de Dick e Mutley os atrapalhados Zilly e Clunk que emitia ruídos ininteligíveis que apenas Zilly conseguia entender.

As máquinas voadoras eram muito estranhas e engenhosas, porém sempre deixavam todos caindo do céu e exatamente neste momento Dick Vigarista exclamava: “Mutley faça alguma coisa.” Então o cãozinho girava sua cauda tipo helicóptero, mas exigia uma medalha de pagamento para só então salvar seu dono. Algo que raramente acontecia, porque Dick caia direto no chão dizendo: “raios, duplos, raios triplos.”

Dentro de cada desenho ainda tinha outra parte chamada Muttley, o Magnífico aonde sonhando Mutley era sempre um grande herói mais era frustrado ao acordar pelo terrível Dick Vigarista.

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Bidu

É um simpático cãozinho azul criado por Maurício de Sousa.

E historicamente foi o primeiro personagem do artista a ser publicado numa tira de jornal pela Folha de São Paulo (1959).

Seu dono é o Franjinha e como todo cachorro detesta gatos e fica correndo atrás das rodas dos carros.

Dizem as lendas que no início Bidu era cinzento, mas não sei por qual motivo mudaram sua cor pra qual conhecemos.

O que eu acho mais legal em suas aventuras é que Bidu age como astro tendo até um assistente (Manfredo). As vezes ele conversava com a Dona Pedra, mas a melhor parte era quando surgia seu maior arqui-inimigo o Bugu, um invejoso que desejava estrelar suas histórias sempre atrapalhando o herói.

Bidu é um dos personagens mais carismáticos e cativantes que já li (vale apena parar pra ler suas aventuras filosóficas).

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Floquinho

Maurício também criou outro cãozinho muito estranho chamado Floquinho.

Animal de estimação do Cebolinha (que troca a letra “R” pela “L”). Floquinho é extremamente peludo na cor verde e de maneira inusitada nunca dava pra saber aonde começava o rosto e aonde era a cauda, pois ambos os lados eram iguais.

Até o Cebolinha se confundia inúmera vezes com este fato. Ele já tentou raspar o seu pelo e não conseguiu, pois tem muito. Bizarro mesmo é alguns personagens e suas coisas ficarem  perdidos dentro do Floquinho. Sendo estas situações absurdas e impressionantes muito legais para a mente de uma criança atiçando ainda mais a fértil imaginação numa gostosa brincadeira. Pelo menos é disso que me lembro.

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 Ace, o bat-cão

Existem três versões deste animal de estimação do Homem-Morcego que conheço a primeira é a original das HQs que foi criado por Sheldon Moldoff que vivia com uma máscara e era muito feio diga-se de passagem.

A segunda foi na série animada Batman do Futuro aonde Ace fazia companhia para o velho Bruce Wayne e a terceira e mais interessante de todas está em Kripto, o Supercão.

Aonde Ace trabalha como se fosse um detetive e têm alguns apetrechos iguais aos do Morcegão e age com uma personalidade também como se fosse o Batman. Gostei mais desta versão do que as anteriores. Ela é feita para crianças mais mesmo assim serve como porta de entrada para o universo dos personagens.

Eu ia quase me esquecendo que em Batman Os Bravos e Destemidos também temos o Ace (só não lembro em qual episódio).

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Bibo Pai e Bobi Filho

O mais legal desta série animada era ver a relação paterna sendo mostrada com muito bom humor. Apesar de Bibbo Pai não ser muito esperto em contrapartida Bobi Filho era muito inteligente demonstrando ser um prodígio da ciência.

O que eu mais gostava era quando Bobi falava: “meu querido pai”, ou “meu digníssimo pai” e ainda “o melhor pai do mundo”. Eu bobo  na época queria ter o mesmo tipo de relação carinhosa com meu pai que trabalhava muito e só chegava á noite em casa.

Mesmo Bibbo Pai não sendo muito inteligente Bobi Filho o admirava demais e destacava-se pela maneira de resolver os problemas que aconteciam.

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Rabugento, O Cão Detetive

É um cão investigador muito parecido com o Mutley, pois até sua risadinha são bem parecidas. Rabugento utiliza seu ótimo faro canino para perseguir os criminosos num carango velho caindo aos pedaços.

Por mais incrível que possa parecer ele sempre encontra o suspeito seja em qualquer lugar do mundo que possa se esconder deixando-os irritados e assustados. Rabugento usa um sobretudo alaranjado, têm uma personalidade irônica e resmunga o tempo todo.

Seu chefe é o Sargento Sinuca que invariavelmente arranja algum caso que não consegue ou deseja resolver empurrando-o para o herói canino.

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O Xodó da Vovó

Nesta animação temos a  simpática Vovó Dulcina que vive diversas aventuras ao lado de seu animal de estimação o Precioso, um cão preguiçoso que adora ossos e dormir.

A parte mais engraçada é o comportamento do Precioso, pois é totalmente igual ao do Rabugento ou seja na risada ou no resmungo não difere em nada.

Mais o Precioso é um cachorro inteligente que sempre arranja confusão com o carteiro, homem da carrocinha de cachorro ou quem quer que seja.

E quando Dulcina vai notar que Precioso não está por perto. Ele aparece deitado com sua famosa risadinha sarcástica terminando assim o desenho (era muito maneiro).

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G’nort

É um atrapalhadíssimo alienígena de uma raça similiar aos cães, nascido no palneta G’Newt.

G’nort é membro da Tropa dos Lanternas Verdes e seu nome é G’nort Esplanade Gneesmacher.

Além de não ser muito inteligente é incapaz de fazer qualquer tarefa que lhe ofereçam. O herói participou da inesquecível Liga da Justiça cômica.

G’nort também esteve no desenho Batman: Os Bravos e Destemidos ao lado de Guy Gardner e Sinestro (foi uma aventura muito divertida).

Relembre aqui a segunda parte.

Os Maiores Super-Heróis do Mundo – Última Parte

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Os Maiores Super-Heróis do Mundo – Última Parte

Liga da Justiça: Origens Secretas – JLA: Secrets Origins

Nesta aventura temos relatos das pessoas contando como foram salvas pelos heróis da equipe.

Como nas introduções anteriores aqui temos origens de outros heróis que compõe a Liga da Justiça.

Vemos, Barry Allen que numa noite tempestuosa, um raio caiu em seu laboratório transformando-o no Flash. Sua história tem tonalidade vermelha (e há uma homenagem pra primeira edição do Joel Ciclone).

Com, Hal Jordan é mostrada a mitologia da Tropa, os Guardiões de Oa, o juramento e o momento em que Abin Sur lhe convocou deixando-lhe seu anel de poder pra tornar-se um Lanterna Verde. Sua história tem tonalidade verde (dããããã! Roxa é que não daria pra ser).

Já a história do Arthur mostra o enlace de seus pais, a descoberta dos poderes marinhos e a procura por sua identidade na Atlântida até tornar-se rei (sua tonalidade é azul).

Depois temos J’onn J’onzz com o Doutor Erdel transportando-o pra cá, seu aprendizado dos costumes terrestres, agindo secretamente como detetive John Jones e também como herói sempre que necessário.

Apesar de morar entre nós o Caçador de Marte se mantém sozinho apenas acompanhando a humanidade (acho isso muito triste e a tonalidade de sua história é vermelha).

Há também Oliver Queen o milionário que naufragou numa ilha, teve que manejar arco e flecha pra sobreviver e ao voltar pra cidade decidiu usar seu aprendizado na vida heroica.

Adotou Ricardito, ingressou na Liga, sua luta pessoal pelos direitos civis e sua parceria com a Canário Negro (sua tonalidade obviamente é verde).

A história de Katar Hol e Shayera Thal começa no distante planeta Thanagar, pois ambos são policiais que vem pra Terra caçando um criminoso. Depois da missão cumprida Carter e Shiera Hall decidem trabalhar num museu adotando os codinomes de Gavião Negro e Mulher-Gavião (a tonalidade da aventura é marrom).

O cientista Ray Palmer descobre uma estrela anã. Devido ao seu estudo de alteração de tamanho, Ray construiu um uniforme especial pra controlar tal efeito sempre que a necessidade lhe convier.

Eléktron decidiu tornar-se combatente do crime e também ingressou na Liga. O que gosto no herói além de sua inteligência é o fato que pode surfar pelos impulsos elétricos do telefone e os mundos subatômicos que visita.

Em várias aventuras da equipe é somente com a intervenção do Eléktron que conseguem resolver algum problema (sua tonalidade é azul).

Com Enguia O’Brien o assunto fica muito engraçado, pois essa é sua principal característica. A origem de ladrão que sofre acidente químico que lhe concede poderes elásticos foi mostrada até em Batman: Os Bravos e Destemidos.

O Homem-Borracha pode se transformar em qualquer coisa que lhe der na telha e seu senso de humor irreverente o torna um dos heróis mais legais de todos que já vi. Pena que seja pouco aproveitado, porque o Máskara é uma cópia descarada sua (a tonalidade de sua história é vermelha).

Por último temos a introdução da Liga original e com o passar do anos outros integrantes vieram pras fileiras da equipe. Sendo que Adam Strange, Zatanna, Metamorfo, Homem-Elástico, Vingador Fantasma e Tornado Vermelho são mostrados (e o Satélite dos anos 70 é homenageado).

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LJA: Liberdade e Justiça – JLA: Liberty and Justice

Logo no início há um salvamento de avião feito pelo Ajax, Flash intervem num assalto a banco e Aquaman salva baleias de serem mortas. Assim que o marciano pousa o avião, Diana pede pra convocar a Liga em caráter de urgência.

Alguns membros da equipe vão pro Pentágono sabendo que há uma doença contagiosa se propagando na África.

Dinate do problema enorme a equipe debate se deve intervir na situação. Então, Diana deixa Ajax, Jordan e Barry irem avaliar a extensão do problema. Enquanto o Caçador está pensando vemos algumas histórias antigas da Liga sendo homenageadas.

Ao chegarem na África descobrem que um vírus alienígena está infectando a população local. A doença deixa a mente das pessoas funcionando, mas seu corpo é privado das funções motoras.

Quando o Flash estava levando o vírus pro Batman achar uma cura foi infectado pela doença. Ajax estava protegendo os aldeões de serem mortos, no entanto quase sucumbiu com eles.

Na Batcaverna, Bruce mesmo sendo inteligente não conseguiu avaliar o vírus. A situação muda somente através de Eléktron que foi injetado na corrente sanguínea de Barry.

A notícia da doença se espalha e o mundo inteiro entrou em pânico. Pra piorar a Liga da Justiça leva a culpa pela propagação da doença que recebe o nome de Superpraga.

A histeria coletiva transformou-se em guerra civil, pois as pessoas assustadas estavam saqueando e quebrando lojas, supermercados entre outros tipos de violência.

Kal, Diana e Bruce decidem que a equipe precisa de reforços pra conter o caos. Então,  Metamorfo, os Gaviões, Zatanna, Homem-Elástico, Tornado Vermelho, Arqueiro, Canário e Homem-Borracha são convocados pra ajudar.

Agindo pra conter o tumulto em vários lugares dos Estados Unidos. Os noticiários sensacionalistas mostravam uma Liga vingativa, mas não era verdade.

Contra sua vontade tiveram que usar força pra conter a população (quando é normal agirem assim contra os vilões).

Depois do Lanterna Verde e o Flash mandarem o vírus pro espaço. A Liga convoca uma reunião extraordinária na ONU.

Ajax como orador explica pra todos o que aconteceu pedindo pra que as pessoas continuem mantendo a confiança na equipe. Sempre quando precisarem a LJA estará pronta pra auxiliar a humanidade.

LJA: Liberdade e Justiça é uma história ótima, pois de todas as abordagens lidas essa foi uma das mais realistas dentro do universo fantástico que geralmente vemos com a equipe.

Obviamente a aventura ainda está sob o estilo super-heróis devido a confiança na Liga ter sido abalada. E principalmente, porque tinham que lhe dar com duas ameaças graves.

Só pra constar a revista Wizard americana lançou uma notícia falsa sobre uma história com os Supergêmeos “Formulário da Água”. Na sinopse os irmão usariam seus poderes pra salvar Gleek, o animal de estimação deles acabando com uma seca.

Nesse link vocês podem encontrar todas as edições desta aventura que comentei.

Espero que tenham gostado. Revejam aqui a segunda parte.