Coleção DC 70 Anos – Segunda Parte

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A terceira edição é dedicada a Guerreira Amazona. Bom, temos aquela história de origem com arte de H. G. Peter e roteiro de William M. Marston (criador da personagem).

Há outras aventuras da Era de Prata que não gostei muito e por isso nem vou  comentar.

Só pra constar, a introdução de Lynda Carter contando como foi interpretar a heroína é sensacional.

Mais confesso que a história “Quem Matou Mindy Mayer?” tem uma narrativa ótima.

Gostei demais quando li na primeira vez, porém a minha escolhida foi essa abaixo.

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Mulher-Maravilha – “Seja a Mulher-Maravilha… e Morra!”

Apresentando roteiro de Robert Kanigher e arte de Jose Delbo temos uma homenagem pra Jenette Khan e Len Wein que na época eram os editores da revista da personagem.

Aqui, conhecemos Amy Kelley uma atriz que desejava atuar no papel principal num filme sobre a Mulher-Maravilha.

Infelizmente, Amy havia descoberto que estava  com uma doença terminal restando-lhe apenas seis meses de vida.

Mesmo não tendo muita sorte em sua audiência ela continua usando a imagem da heroína pra tentar salvar o pessoal do estúdio que estava pegando fogo.

Enquanto isso, Diana havia visto o noticiário na telinha ficando perplexa ao saber de sua cópia fajuta. A heroína decide ir pro local salvando a todos. E ao descobrir a história da farsante decide deixar Amy levar a diante sua vontade.

Após ser descoberta e aclamada por sua coragem Kelley consegueo papel que tanto queria. Durante as filmagens a atriz fez praticamente quase todas as suas cenas, mas Amy passa mal e Diana assume em seu lugar.

Conseguindo frustar os planos do terrorista Konrad Kardion que havia guardado seus planos secretos no estúdio. Depois, Diana leva Amy pra ser tratada na Ilha Paraíso mais já era tarde demais (a atriz morre sendo enterrada lá).

Seu esforço não foi em vão, pois recebeu o Oscar de Melhor Atriz. A história me ganhou pelo aspecto humano, porque assim como Amy Kelley os heróis nos inspiram a sermos melhores como pessoas.

Seja ajudando ao próximo com trabalho voluntário, quando necessário ou servindo de exemplo de bondade, solidariedade e companheirismo.

Amy era uma mulher simples sabia que iria morrer, no entanto escolheu deixar sua marca no mundo servindo como exemplo pra outros.

Após notar esse detalhe mínimo detalhe importantíssimo afirmo que o roteiro de Robert Kanigher ficou sensacional.

Eu nunca havia visto o trabalho de Jose Delbo e apesar de não ter um nível excelente (achei melhor do que muito desenhista atual).

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Flash – “Deslocado no Tempo”

A quarta edição é dedicada ao Homem Mais Rápido do Mundo.

É impossível comentar sobre o velocista e deixar de constatar que o herói marcou a história dos quadrinhos pra sempre.

Primeiro com o surgimento de Jay Garrick, depois com o acréscimo de Barry Allen e finalmente concretizando com o Multiverso.

Podemos afirmar que o Multiverso surgiu e morreu com o Flash 2 (durante a crise oitentista), mas a Distinta Concorrente resolveu trazer a bagunça de volta.

O seriado com Grant Grustin trouxe vários elementos dos gibis como: universos paralelos, homenagem pro Flash 1, vilões clássicos (Flash Reverso, Grood, Capitão Frio entre outros), e até heróis secundários (Cigana, Vibro, Doutora Luz e etc, etc…). É muito detalhe pra prestarmos atenção.

Apesar de gostar muito do seriado, sua popularidade atinge até quem não é fã de gibis.

Pra mim parece que nessa terceira temporada os roteiros cairam muito. A trama está se arrastando. E podemos notar a enorme diferença mostrada no estilo Marvel/Netflix de temporadas curtas que deram uma guinada na forma de manter nosso interesse.

Continuando, fiquei pensando em qual aventura abordar principalmente, porque “Flash: Fato ou Ficção” homenageando Julius Schwartz me deixou muito intrigado.

Barry vem pro mundo real encontrando o mítico editor de suas histórias foi sensacional. Quem não gostaria de encontrar seu herói favorito pessoalmente?

Na minha época de moleque era doido pra conhecer Christopher Reeve, mas infelizmente o sonho acabou.

Voltando, a melhor situação foi Barry ter descoberto outra Terra no caso a nossa , passando a saber que em algum lugar sua vida não passa de ficção (isso foi o máximo).

Bom, chega de enrolação “Deslocado no Tempo” tem roteiro de Mark Waid e arte de  Mike Wieringo.

Nessa aventrura, o Flash 3 (Wally West) impede um roubo de carga numa ponte. Apesar de sua velocidade usou a fórmula de super poderes de Johnny Quick (velocista pai da Jesse Quick).

Afinal estava pensando que sua velocidade não era suficiente pro salvamento que iria fazer (desejando velocidade extra usou a tal fórmula).

Algo que o tornou tão veloz que tudo ao seu redor parecia que estava parado.

Isso me lembrou um desenho da Liga no qual a equipe enfrentou o Doutor Destino. O Flash tinha um pesadelo no qual só ele podia se mover enquanto todo mundo estava do mesmo jeito dessa história.

O episódio é sensacional, porque Batman tira onda com John Dee cantarolando uma musiquinha mentalmente (pra não cair no sono).

Continuando, perdido em reflexões, Wally recebe ajuda  de Max Mercúrio tendo uma conversa importantíssima sobre decisões e escolhas.

“Deslocado no Tempo” não é minha história preferida do Wally, mas justamente por ser veloz aprendeu a difícil lição que não pode estar em todos os lugares com pensava.

Outra coisa importante é que o roteiro de Mark Waid conta sobre a força de aceleração, fonte dos poderes de um velocista.

E arte de Mike Wieringo é estilizada e bem simples fazendo nossa atenção fluir pela história facilmente.

Fim da segunda parte e relembre aqui o texto anterior.

 

 

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