King Kong – Última Parte

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Nem preciso comentar que ao longo das décadas por causa de sua enorme influência no imaginário coletivo surgiram diversas cópias de Kong, mas nunca obtiveram tanto sucesso quanto o filme original.

Entre os quais posso citar: Mighty Joe Young (1949), Konga (1961), The Mighty Gorga (1970), Queen Kong (1976), The Mighty Peking Man (1977) e The Mighty Kong (1998).

Chega de enrolação e vamos ao que interessa

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Kong: The Animated Series – 2000

É uma produção americana-canadense que foi lançada pela Rede BKN.

Como curiosidade esse desenho foi criado para competir com Godzilla: A Série Animada que passou nos programas Xuxa Park e Xuxa no Mundo da Imaginação.

A história de Kong: The Animated Series se desenvolve no mesmo universo do filme clássico de 1933, porque após a morte de King Kong. A cientista, Dra. Lorna Jenkins pegou amostras do DNA usando-a pra recria-lo tendo ajuda de seu neto, Jason.

Alguns anos depois, a Dra. Jenkins manda um e-mail pro seu neto convidando ele e seu amigo Eric Tannenbaum pra visita-la na Ilha Kong.

O que eles não sabiam é que seu professor Ramone De La Porta tinha adulterado o e-mail pra que também pudesse ser convidado.

Quando conheceram a garota Lua, o grupo foi levado até o laboratório da Dra., sendo que Ramone revela suas verdadeiras intenções. Obter acesso a tecnologia do local pra roubar as Pedras Primordiais para conquistar o mundo.

Então, Jason e seus amigos enfrentam Ramone afim de recuperar as pedras e também pra que não consiga cumprir seu objetivo maléfico.

Kong: The Animated Series teve duas temporadas com 40 episódios e finalizando em 2001.

Depois foram feitas duas animações pra DVD: Kong: King of Atlantis (2005), onde Kong luta para salvar a ilha mítica de uma feiticeira perigosa e Kong: Return to the Jungle (2007), no qual caçadores capturam Kong e outros animais de sua ilha para vender a um zoológico.

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King Kong – 2005

Devido a enorme sucesso da trilogia O Senhor dos Anéis, Peter Jackson conseguiu levar pras telonas seu personagem preferido de infância King Kong.

É o segundo remake feito sobre o gorila gigante, uma superprodução caprichada e a minha versão preferida de todas.

Na trama, estamos na década de 30 durante a Grande Depressão, Ann Darrow (Naomi Watts) é uma atriz de vaudeville que está passando por dificuldades pra se sustentar. Quando estava caminhando por Manhattan (roubou uma maça, pois estava com fome).

Ela foi salva por Carl Denham (Jack Black), um cineasta que lhe oferece o papel principal de sua próxima produção. Na verdade, Carl teve seu patrocínio cancelado por seu filme que não terminou (e pra piorar sua atriz principal havia ido embora).

Ann ficou muito indecisa mais decidiu aceitar a oferta quando descobriu que Jack Driscoll (Adrien Brody), um dramaturgo famoso seria o roteirista.

Carl embarca com sua equipe e elenco no cargueiro S.S. Venture rumando pra Ilha da Caveira, local que tem a  fama de abrigar diversas criaturas perdidas e uma raça perdida.

Bom, eu sou suspeito pra comentar sobre esse filme, pois pra mim apresenta cenários belíssimos. Além disso iluminação e ambientação impecável, trilha sonora envolvente (marcando cada cena de maneira ímpar), temos atuações convincentes e um final dramático.

Só pra constar, minhas cenas preferidas são: Kong lutando contra três dinossauros pra salvar Darrow, a sequência do grupo quase morrendo no ataque dos insetos gigantes, Kong se libertando no teatro e causando o maior caos, Kong e Darrow brincando num lago congelado (momento poético e inocente) e a última no alto do Empire State que é simplesmente apoteótica.

Lembrando que o gorila foi interpretado por Andy Serkis que estudou o movimento dos símios pra ser mais realista possível (sua performance intimista e expressiva é o motivo pra que nos afeiçoemos ao personagem).

E pra fechar, King Kong foi indicado a quatro estatuetas do Oscar no ano seguinte, vencendo nas categorias de Melhores Efeitos Especiais, Melhor Edição de Som e Melhor Mixagem de Som.

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Kong: Rei dos Macacos – Kong: King of the Apes – 2016

É uma série animada americana-canadense-japonesa exclusiva da Netflix. Foi co-criada entre os estúdios Arad Animation, Oriental Light and Magic, Sprite Animation Studios e 41 Entertainment.

Na trama, o garoto Lukas Remy, filho do renomado cientista Dr. Leo Remy, salva um bebê gorila de dois caçadores na floresta. Ao adotar o bebê batiza-o de Kong, mas seu irmão Richard desgostoso passa a ter ciúmes do animal.

Com o passar do tempo, Kong fica gigante, forçando o Dr. e seus filhos a abandonar a cidade pra morarem na floresta. Depois, Richard desenvolve projetos criando dinossauros robóticos e invade po laboratório de seu pai pra testar suas invenções.

E por conta disso sofre um acidente que o força a ter partes biônicas em seu  corpo.

Sua inveja piora e Richard precisa viver com sua mãe, afastando-se de seu pai e irmão e jurando vingança contra Kong.

Após dez anos, Lukas faz missões de resgate salvando tanto pessoas, quanto animais.

Devido a problemas envolvendo o Governo, Kong foi transferido pra Ilha de Alcatraz (tornado-se a atração principal). Richard retorna acompanhado por seus “bionobôs” (dinossauros biônicos) e propõe a seu pai que a ilha seja transformada numa reserva natural e marinha. No entanto, após a morte de seu pai força Kong a usar uma coleira manipulando-o pra perder o controle e a atacar as pessoas.

Mais Lukas unido de sua equipe resgatam Kong levando-o pra um esconderijo secreto na floresta. Depois disso, Kong passa a lutar contra os bionobôs salvando a humanidade quando necessário.

Kong: Rei dos Macacos apresentou sua primeira temporada com 13 episódios. E a Netflix disponibilizou vídeos extras contendo batalhas de Kong contra seus inimigos destravando-os ao fim de cada episódio.

Existe um boato que haverá a segunda temporada vamos esperar pra que seja confirmada.

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Kong: A Ilha da Caveira – Kong: Skull Island – 2017

Dirigido por Jordan Vogt-Roberts é a mais recente versão do personagem.

O filme se inicia, em 1944 durante a Segunda Guerra Mundial, pois dois aviadores inimigos, o americano Hank Marlow e o japonês Gunpei Ikari  (são abatidos em pleno combate aéreo).

Ambos sobrevivem e continuam sua batalha numa ilha desconhecida do Pacífico Sul, mas de repente são surpreendidos por um enorme gorila gigante.

Depois temos uma passagem de tempo pra 1973, quando Bill Randa (John Goodman) que é visto com descrédito no meio político por acreditar em lendas misteriosas (num tipo que lembra o agente Mulder, de Arquivo X).

Então a muito custo consegue obter dinheiro pra uma expedição pra essa ilha perdida. Através de suas pesquisas ele acredita que haja monstros naquele lugar, porém necessita de provas  concretas.

Sua expedição é coordenada por militares sendo que o coronel Preston Packard (Samuel L. Jackson) é o líder do esquadrão de helicópteros Sky Devils. Além deles também estão na expedição o rastreador e James Conrad (Tom Hiddleston) e a fotógrafa Mason Weaver (Brie Larson).

Bom, saiba que esta é uma adaptação diferente, pois não há aquela paixonite entre a bela e a fera que já foi mostrada outras vezes.

Como sempre Samuel L. Jackson demonstra competência com seu militar sedento por vingança (após perder vários de seus comandados).

Em contraponto, Tom Hiddleston é um ex-militar que esteve na guerra do Vietnã e por causa de seu jeito de anti-herói destaca-se no filme. Brie Larson não é a musa indefesa de Kong, porém é a única que consegue interagir com o gigante.

Obviamente, há os conflitos de interesses entre os personagens principais por causa de suas convicções e experiências de vida.

Mais a grande estrela é King Kong que está maior e tão realista quanto possível (há momentos que apenas sua aparição impressiona). As cenas de ação estão impactantes e temos um rock anos 70 que deixa na lembrança alguns filmes no quais foram inspirados (tipo Apocalypse Now e Platoon).

Kong: A Ilha da Caveira é um filme de entretenimento, pois não espere um roteiro complicado ou mirabolante pra pensar muito. Basta apenas sentar e se divertir com momentos de bons efeitos especiais, várias explosões e adrenalina da melhor qualidade (tudo que um filme blockbuster precisa oferecer).

Li boatos na web que haverá uma série televisiva chamada de “King Kong Skull Island“, inspirada nos quadrinhos de mesmo nome da DeVito ArtWorks e também no primeiro filme clássico, em 1933.

Só pra fechar, a Legendary Pictures e a Warner. Bros  criaram um universo compartilhado, pois Gozdilla irá enfrentar King Kong, em 2020 nas telonas.

Devido aos efeitos especiais que evoluíram bastante nestes últimos anos, vamos esperar que o crossover dos maiores monstros da história do cinema seja épico.

Seja influenciando o surgimento de diversos tipos de monstros, com fantásticos efeitos em stop motion, homens trajando roupas de gorilas ou tecnologia totalmente digitalizada a lenda de King Kong ainda persiste nessas décadas e pelo jeito ainda o veremos por um longo tempo.

Espero que tenham gostado e reveja aqui o texto anterior.

Fonte de Pesquisa: Wikipédia, Omelete, Cinema com Rapadura e Fourgeeks.

 

 

 

 

 

 

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King Kong

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É um dos personagens mais clássicos da história do cinema e ao longo das décadas surgiram várias versões, pois a cena no alto do Empire State Building que é antológica (já foi reproduzida diversas vezes).

Só pra constar, King Kong foi um dos primeiros filmes da história do cinema que utilizou efeitos especiais.

Na trama, o gorila apresentava 20 metros de altura, mas na verdade foram usados bonecos de 50 centímetros de altura durante sua apresentação.

Além disso é o caso mais famoso de a bela e a fera que conheço, mas chega de enrolação e vamos ao que interessa

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King Kong – 1933

O filme foi produzido pela RKO Radio Pictures que antigamente distribuía os filmes de Walt Disney (curtas e longas-metragens).

King Kong foi dirigido e produzido por Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack.

O filme é reconhecido por sua animação feita no estilo stop motion por Willis O’Brien e trilha sonora inovadora de Max Steiner.

Na trama, Carl Denham (Robert Armstrong), um cinegrafista fracassado, em sua tentativa desesperada de conseguir um best-seller, contrata Ann Darrow (Fay Wray), uma atriz novata e embarcam num navio rumando pra Ilha da Caveira (da qual acreditavam tratar-se apenas de uma lenda).

Chegando lá, encontram uma tribo de nativos que veneram um gorila gigante chamado de Kong, porém Ann é sequestrada e oferecida como sacrífico ao gorila.

Mais o intrépido Jack Driscoll (Bruce Cabot)  e uma equipe de marinheiros correm ao seu resgate. Durante o caminho eles enfrentam diversos perigos tais como dinossauros e também insetos gigantes. Nesse meio tempo, o gorila acabou se apaixonando pela moça.

Quando retornam em segurança, Denham captura o gorila afim de levá-lo pra Nova York pra ser exibido na Broadway (querendo lucrar com isso).

Sua atração será conhecida como: “Kong, a Oitava Maravilha do Mundo”.

Só que o gorila escapa e furioso causa o terror na cidade, recapturando a moça e subindo pelo Empire State (cena que tornou-se ícone pop). Então, aviões metralham Kong que desaba do alto da torre, morrendo e Ann assiste sua morte.

Temos também a famosa frase dita por Denham: “Foi a bela que matou a fera”.

Não há nem o que comentar sobre o clássico, pois inspirou várias sequências, remakes, spin-offs, imitadores, paródias, desenhos animados, livros, quadrinhos, videogames, passeios em parques temáticos e uma peça de teatro.

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O Filho de Kong – The Son of Kong – 1933

É uma sequência direta do filme anterior, também foi produzido pela RKO Radio Pictures, teve direção de Ernest B. Schoedsack e foi lançado apenas nove meses depois da versão clássica.

Sua história, acontece um mês após a morte do gorila gigante. Carl Denham (Robert Armstrong) está com sérios problemas judiciais por causa da destruição causada por Kong.

Então, decide escapar dos problemas saindo escondido de Nova York viajando no navio Venture, do Capitão Englehorn (Frank Reicher).

Ambos movidos por ganância conseguem dinheiro através das cargas que transportam mundo afora.

Mais um marinheiro vendeu pra Denham um mapa com a localização da Ilha da Caveira (onde achavam que havia um tesouro escondido).

Depois descobrem que a cantora Hilda Petersen (Helen Mack), uma jovem treinadora de macacos num show de circo (estava escondida no navio deles).

O problema é que houve um motim na embarcação e alguns dos tripulantes vão de bote pra Ilha.

E ao retornarem descobrem Kiko, um filhote albino de Kong que torna-se amigo da tripulação.

Obviamente é uma sequência fraquíssima, pois se aproveitou do sucesso de seu predecessor. Contando até com alguns dos atores que também trabalharam no clássico, no entanto não conseguiu alcançar o êxito do mesmo.

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King Kong vs. Godzilla – Kingukongu tai Gojira – 1962

Essa versão foi uma parceria feita entre americanos (Universal Internacional) e japonês (Toho).

Só pra constar esse foi o primeiro filme colorido estrelado pelo Godzilla, pois a sua versão anterior havia sido feito há sete anos.

King Kong vs Godzilla foi dirigido por Ishiro Honda e teve participação nos efeitos especiais do mestre Eiji Tsuburaya (criador da consagrada franquia Ultraman).

Na trama, o Sr. Tako é o presidente de uma empresa farmacêutica que convoca seus funcionários Sakurai e Kinsaburo pra viajar e capturar King Kong. Sua intenção era usa-lo como seu patrocinador pra melhorar venda de seus produtos (é muito louco, mas ainda piora).

Enquanto isso, Godzilla que estava num iceberg se liberta e ataca uma base militar. Só pra piorar Oodako, um polvo gigante ataca algumas pessoas em Faro Island e Kong impede a criatura.

Kinsaburo e Sakurai conseguem dar uma bebida pro Kong que adormece sendo levado pro Japão. Mais ao chegar no país um raio cai no gorila que enfurecido ataca a terra do sol nascente.

Então, num floresta, King Kong encontra Godzilla e eles começam a lutar várias vezes. No final ambos caem no mar, porém somente Kong é mostrado e não sabemos do paradeiro de Godzilla.

O que foi um sucesso tremendo na época, atualmente não há como negar que é um filme fraquíssimo. Não desmereço a todos que estiveram envolvidos no projeto, pois a grana envolvida para tal não deveria ser das melhores.

Eiji Tsuburaya quis que o filme fisgasse um público mais jovem retirando todo peso dramático que havia da obra original.

É reconhecido como um clássico filme B e recomendo apenas pros mais nostálgicos.

Após o reboot de Godzila, de 2014 a produtora Legendary pretende continuar lançado uma franquia com monstros na telona. Em 2017 foi a vez de Kong: A Ilha da Caveira (que comentarei num outro post).

Já está na web que em 2020 será lançado Godzilla Vs. Kong é um retorno dos monstros gigantes que fascinaram gerações de fãs ao longo das décadas.

Fim da primeira parte.

 

 

Simbad – Última Parte

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Desta vez vou deixar de fora a versão feita pelos Trapalhões, pois já comentei num outro texto.

Vamos ao que interessa

Sinbad Contra o Olho do Tigre – Sinbad and the Eye of the Tiger – 1977

É a terceira sequência do herói em stop motion feita por Ray Harryhausen pra Columbia Pictures.

Na história, Simbad (Patrick Wayne), é Princípe de Bagdá e um corajoso marinheiro. Ele viaja até Charnak na intenção de pedir ao Princípe Kassim (Damien Thomas), a mão de sua irmã Farah (Jane Seymour).

Mas, Simbad descobre que Kassim havia sido transformado num babuíno, pois o feitiço foi lançado pela maligna madrastra Zenobia (Margareth Whiting).

Pra que a magia fosse desfeita, o herói precisa sair numa jornada pra terra da Hiperbórea algo que nunca havia sido feita antes.

Nessa perigosa viagem, Simbad terá que enfrentar o terrível Minoton (que se parece com o Minotauro), uma morsa gigante , uma vespa enorme e até um tigre dentes de sabre.

Pra piorar a situação, Zenobia junto com seu comparsa Rafi (Kurt Christian) segue o herói pra que não consiga salvar o princípe Kassim.

É o meu preferido de todos já mostrados com Simbad, pois além dos “efeitos especiais” estarem impressionantes.

Os lugares visitados pelos personagens são de uma riqueza belíssima e a parte interessante é que as cenas dos navios no mar foram gravadas em uma enorme tanque de água.

Lembro do Trog, um homem das cavernas que ajudou o herói em vários momentos perigosos (a forma dele agir e se comportar era tão simples quanto cativante).

Só pra constar, o Trog deste filme foi usado posteriormente pra ser Calibos do clássico Fúria de Titãs, de 1981.

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Sinbad e Os Sete Mares – Sinbad of the Seven Seas – 1989

Essa versão é estrelada por Lou Ferrigno que interpretou o Incrível Hulk no antigo seriado televisivo nos anos 80.

Só pra constar o ator também já interpretou o herói mitológico Hércules nos filmes: Hércules (1983) e As Aventuras de Hércules, em 1985.

O filme é narrado por uma mãe que conta pra sua filha uma história  de um grande livro pra dormir.

Num tempo antigo, houve uma cidade que o malvado vizir Jaffar (John Steiner) nublou a mente do califa e aprisionou sua filha, a princesa Alina (Alessandra Martines) para que possa se casar com a moça.

Sinbad e seus companheiros voltavam de uma viagem pra casa quando se deparam com a cidade transformada em miséria e tristeza.

O culpado é o feiticeiro Jaffar e Sinbad junto com sua tripulação terá que derrotá-lo buscando as gemas perdidas de Basra.

É uma versão italiana do herói, mas na época recebeu péssimas críticas e foi classificado como um filme B bastante fraco.

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As Aventuras de Sinbad – The Adventures of Sinbad – 1996

É um seriado televisivo que foi filmado em Ontário, no Canadá e na Cidade do Cabo, na África do Sul. Surgiu com um estilo bastante parecido com  Hércules e Xena.

Acompanhamos as histórias de Sinbad (Zen Gesner) que é capitão do navio, “Nomad” . Em sua companhia temos: Doubar (George Buza), seu irmão mais velho e muito forte, Maeve (Jacqueline Collen), uma feiticeira e par romântico, Firouz (Tim Progosh), um cientista e inventor, Rongar (Oris Erhuero), um guerreiro que não consegue falar e Dermott, um falcão.

O principal inimigo é o malévolo feiticeiro Turok (Juan Chiorian), mas durante os episódios surgem outros vilões.

As Aventuras de Sinbad teve 2 temporadas, com 44 episódios e terminou em 1998.

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Sinbad – A Lenda dos Sete Mares – Sinbad: Legend of the Seven Seas – 2003

É uma animação da DreamWorks, porém o filme muda o cenário original que é o Oriente Médio por Siracusa, na Sicília. E também, tem como inspiração mitos gregos como o de Damão e Pítias.

Na trama, Sinbad, é o aventureiro mais ousado e famoso que cruzou os sete mares, passou a vida correndo riscos e acaba se deparando com um perigo que jamais havia imaginado.

Ele foi acusado de roubar o Livro da Paz, um dos mais valiosos tesouros do mundo, pra provar sua inocência, deve então recuperá-lo ou seu melhor amigo, Proteu irás morrer em seu lugar.

O problema é que Éris, a deusa da Discórdia quer ficar com o livro pra seus interesses mesquinhos (algo do tipo dominar o universo).

Ela usa o herói enviando pro Tártaro na busca pelo artefato, porém Marina, a noiva de Proteu vai escondida na viagem e ambos acabam se apaixonando.

Os cenários são ótimos, seus efeitos especiais são convincentes, só a história destoa muito da original, no entanto afirmo que não é uma animação ruim.

Apesar de Sinbad ser o principal quem realmente chama atenção é Marina que consegue mostrar coragem e sensualidade ao mesmo tempo (os personagens secundários são engraçados tipo a tripulação do herói e seu cachorro).

Sinceramente, não é a minha versão preferida do herói, porém consegue entreter enquanto assistimos e só.

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1001 Arabian Nights: The Adventures of Sinbad – 2008

É uma versão em quadrinhos do personagem que faz parte do Grimm Fairy Tales da Zenescope Entertainment que demonstra os personagens dos contos de fadas numa abordagem mais sombria.

Nesta versão, Sinbad é o capitão do navio Al Da’rab e sua habilidade no combate corpo-a-corpo é insuperável. Infelizmente ele foi acusado falsamente de assassinato e  por causa disso banido de sua cidade natal.

O capitão soube de um artefato mágico que seria capaz de limpar seu nome e junto de sua fiel tripulação partiu numa viagem afim de provar sua inocência.

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Sinbad – 2012

É uma série televisiva mostrando o estilo fantasia, ação e aventura que foi produzido pela Impossible Pictures e transmitida pela Sky1.

Sinbad (Elliot Knight) mata acidentalmente o filho do Lorde Akbari (Naveen Andrews) em uma briga. Como recompensa pela dívida de sangue, o irmão de Sinbad é morto na sua frente.

Sinbad escapa, mas sua avó o amaldiçoa com um talismã mágico. Por causa desta maldição ele fica impedido que permaneça em terra por mais de um dia. Caso continue o talismã irá sufocá-lo até a morte.

Devido a isso, ele leva uma vida repleta de aventuras no mar. Em sua companhia temos: Gunnar, um marinheiro norueguês, Rina, uma ladra de jóias, Nala, uma aristocrata, Anwar, o médico e também o cozinheiro do navio.

Só que Sinbad não sabe que está sendo caçado por Lorde Akbari que ainda não considera a morte do irmão de Sinbad suficiente como pagamento da dívida de sangue.

Infelizmente o seriado teve vida curta com apenas 12 episódios e terminando em 2013.

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Magi: Adventure of Sinbad – Magi: Sinbad No Buken – 2016

É um spin-off e também prequel de Magi : O Labirinto da Magia (Magi: The Labyrinth of Magic), um mangá escrito e ilustrado por Shinobu Ohtaka. Essa edição foi lançada pela Weekly Shonen Sunday que teve um total de 37 edições publicadas entre 2009 a 2017.

O sucesso rendeu um anime Magi: The Kingdom of Magic (2013) e uma sequência Adventure of Sinbad: The Capture of Dungeon Baal (2015).

Neste anime temos as aventuras de Sinbad antes dele se tornar rei de Sindria. Mostrando o período que vivia com seus pais Badr, um veterano de guerra e sua mãe Esra. Infelizmente o menino perde o pai na guerra contra o Império Reim passando sua juventude ajudando os moradores e cuidando de sua mãe que estava muito doente.

Então, surgem boatos sobre as masmorras, misteriosos edifícios que foram erguido ao redor do mundo. Dizem que esses locais possuem grande poder e tesouro fato que despertou o interesse de diversos aventureiros e exércitos, mas todos que foram nessa jornada nunca ninguém voltou.

Sinbad devido a sua infância sofrida e por causa das histórias de sue pai deseja explorar o mundo além de sua aldeia. E quando abriga o misterioso viajante Yunan, o rapaz parte em busca de aventuras.

O anime conta como foi o início da lenda de Sinbad antes de se tornar o Grande Rei dos Sete Mares.

A parte interessante é que podemos acompanhar o desenho pela Netflix e por enquanto tivemos uma temporada com 13 episódios.

Comentei somente as versões mais significativas do Simbad que conheço e mais algumas que também encontrei na web.

Espero que tenham gostado e reveja aqui o texto anterior.

 

 

Simbad

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Simbá, o Marujo (também grafado Sinbad ou Sindbad) é um marinheiro que surgiu nos contos tendo origem no antigo Oriente Médio.

O herói é da cidade de Bagdá e viveu durante o califado abássida. Suas sete viagens pelos mares a leste da África e sul da Ásia o fizeram passar por inúmeras aventuras fantásticas.

Enfrentando seres monstruosos, fenômenos sobrenaturais e encontrando povos estranhos.

Suas histórias foram lidas no livro As Mil e uma Noites, que reúne diversos contos árabes e que foi traduzida pelo escritor e orientalista francês Antoine Galland (1646-1715), um especialista em manuscritos antigos, línguas orientais e moedas.

O clássico livro foi publicado na França entre 1704 e 1717.

Dizem as lendas que Galland tomou várias liberdades artísticas quando reescreveu o livro, pois incluiu As Viagens de Simbad. Sendo que na verdade o conto era avulso e foi incluído nas Noites.

A mesma situação ocorreu com Aladim e a Lâmpada Maravilhosa e Ali Babá e os Quarenta Ladrões, porque essas histórias ele escutou do contista sírio Hanna Diab. E ambas foram incluídas também nas Noites.

O escritor adaptou grande parte do estilo da narrativa, falas dos personagens e outros aspectos pra que o público europeu ficasse mais a vontade na leitura.

Apesar das críticas recebidas de escritores e estudiosos posteriores, sua versão das Mil e uma Noites é a mais célebre e tornou-se um dos fundamentos da literatura ocidental.

Na história Simbad vivia nos dias de Harune Arraxide, califa de Bagdá, nesta cidade tinha um carregador pobre. Certo dia, o carregador fez uma pausa em seu trabalho pra descansar perto da casa de um homem comerciante e rico.

Então pragueja quanto a injustiça e sua sorte miserável no mundo, pois ele é tão pobre e o dono da casa tão rico. O comerciante escutou seus lamentos e pediu que o rapaz fosse trazido pra dentro.

Descobriram que compartilhavam o mesmo nome, Simbad e o comerciante disse que já havia sido pobre. Tornou-se rico por fortuna e destino e se oferece pra contar sobre suas histórias das sete viagens fantásticas que teve.

Ao longo das décadas suas narrativas são um dos contos mais populares de As Mil e uma Noites. Sendo adaptada pra música, cinema, teatro, desenhos animados e quadrinhos.

Vou deixar de fora a versão do marinheiro Popeye, porque já fiz um comentário sobre o assunto.

Então, vamos conhecer algumas dessas versões?

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Sinbad the sailor – 1935

É um curta-metragem animado produzido e dirigido pela Ub Iwerks.

No desenho, o lendário Sinbad viaja pelos mares num navio acompanhado de um papagaio. Então, de repente um grupo de piratas causa problemas, pois estão planejando roubar seu tesouro.

Sinbad precisa usar sua inteligência pra poder salvar o que conquistou.

É um desenho muito simples tendo toda aquela inocência, nostalgia e canções que haviam na época.

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Simbad, o Marujo – Sinbad, The Sailor – 1947

Numa época muito distante nos tempos do califa Harun-Al-Rashid (na antiga Pérsia).

Simbad (Douglas Fairbanks Jr.) conta suas aventuras, porém ninguém sabe se talvez seja mentira ou está dizendo a verdade.

Em sua oitava viagem, na companhia de seu amigo Abbu (George Tobias) descobriu um navio aonde estava o mapa do tesouro que mostra a localização das riquezas de Alexandre, O Grande.

Durante o leilão da embarcação, Shireen (Maureen O’Hara) também queria compra-lo a mando de seu mestre. Sinbad querendo obter o navio acaba arranjando uma dívida enorme por causa dele.

Mais na procura por esse tesouro, o herói terá que enfrentar, Emir (Anthony Quinn) e Melik (Walter Slezak) que farão de tudo pra se apossar dessas riquezas.

Juntos todos irão numa perigosa viagem querendo encontrar uma enorme riqueza escondida deixada pelo maior general da antiguidade.

Confesso que sou suspeito pra comentar sobre essa produção, pois faz parte de minha memória afetiva. Já que assisti na Sessão da Tarde na década de 1980.

É um filme de fantasia feito numa época na qual Hollywood caprichava nos figurinos, canções e interpretações.

Maurren O’Hara impressiona por sua beleza, Douglas Fairbanks Jr. faz todas as suas acrobacias legais e Anthony Quinn nos entrega um excelente vilão.

Mesmo sendo um filme tão antigo é óbvio que gosto dessa versão.

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Simbad e a Princesa – The 7th Voyage of Sinbad – 1958

Vai entender tradutor se o título original era A Sétima Viagem de Sinbad, porque mudaram?

Bom, foi o primeiro filme de uma trilogia da Columbia Pictures tendo como protagonista o herói Sinbad. Lembrando que todo conceito e animação em stop motion foi realizado pelo mestre Ray Harryhausen.

Esse filme teve como sequência A Nova Viagem de Sinbad e Simbad Contra o Olho do Tigre.

Na trama, Simbad (Kerwin Matthews) embarca numa perigosa jornada para a misteriosa Ilha de Colossus, mas se envolve com diversos problemas quando um diabólico feiticeiro Sokurah (Torin Thatcher) joga um feitiço em sua amada a princesa de Chandra (Kathryn Grant).

A fim de salvá-la, o herói terá que enfrentar diversos monstros místicos como o terrível Ciclope, o enorme pássaro Roc, um exército de esqueletos entre outros desafios.

Também sou suspeito pra comentar sobre esse filme, pois vi na Sessão da Tarde (mais confesso que não é o meu preferido da trilogia).

Seria chover no molhado dizer que os efeitos especiais estão bem toscos atualmente, mas eu adorava ver esse filme quando era moleque.

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As Aventuras do Capitão Sindbad – Captain Sindbad – 1963

Essa versão do herói foi protagonizada por Guy Williams que no seu currículo foi o inesquecível Zorro da Disney e também o Professor John Robinson de Perdidos no Espaço.

Na trama, o reino de Baristan é comandado pelo tirano El-Carim (Pedro Armendáriz). Ele planeja capturar seu rival, Simbad que logo retornará do mar, pois pretende se casar com a Princesa Jana (Heidi Brüh).

A princesa resolve pedir ajuda do mago Galgo (Abraham Sofaer) para transformá-la num pássaro a fim de avisar seu amado da armadilha que lhe espera.

Infelizmente a princesa não consegue chegar a tempo, porque o vilão consegue transformar seus soldados em gaviões que destroem o navio do herói.

Só que Simbad continua vivo e descobre que a única forma de destruir seu inimigo é roubando seu coração que está escondido numa distante torre de marfim.

Então, Simbad parte nessa viagem não só pra ajudar sua amada, mas também pra salvar o povo deste terrível tirano.

Esse é outro clássico da antiga Sessão da Tarde, lembro que o mago era bastante atrapalhado e por causa de suas mágicas que sempre davam errado eu me divertia muito quando via o filme.

Feito numa época mais inocente é um filme que retrata a jornada do herói e isso é o há de melhor nele.

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Sinbad Jr. –  Sinbad Jr. and his magic belt – 1965

É uma produção da Hanna-Barbera que surgiu baseado no famoso marinheiro dos livros. No desenho acompanhamos as aventuras de Sinbad Jr. na companhia do papagaio Calado.

Sinbad Jr. utiliza um cinto dourado que lhe concede poderes como grande força.

Só pra constar, suponho que “talvez” não tenha sido exibido em terras tupiniquins.

O desenho teve 102 episódios, dividido em 3 temporadas e terminando no mesmo ano que começou.

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A Nova Viagem de Simbad – The Golden Voyage of Sinbad – 1974

É o segundo filme com o herói distribuído pela Columbia Pictures e com “efeitos especiais” em stop motion feitos por Ray Harryhausen.

Desta vez, Simbad (John Philip Law) encontra um mapa e viaja em busca da Ilha de Lemuria. Além de seus tripulantes temos a bela Margiana (Caroline Munro), uma misteriosa mulher que possui um olho em sua mão.

O problema é quando o grão-vizir, herdeiro do sultão sofre com uma maldição lançada por Koura (Tom Baker) e o herói terá que levá-lo á fonte da vida pra que seja desfeita  a magia negra.

A viagem não será fácil, pois além de enfrentar Koura, Simbad precisa vencer diversos desafios como uma estátua com seis espadas, um grifo assustador, um centauro entre outros.

Mesmo pra época os efeitos especiais são ótimos e o clima de fantasia e aventura foi um dos melhores vistos das sequências.

Caroline Munro já era musa nesse período e Tom Baker que interpreta o vilão Koura depois ficou mundialmente famoso e imortalizado ao interpretar o Quarto Doutor de Doctor Who.

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The Arabian Nights: Sinbad’s Adventures – 1975

Arabian Nights: Sindbad no Bōken é um anime  dirigido por Fumio Kurokawa e produzido pela Nippon Animation.

No desenho, Sinbad é um menino e filho de um famoso comercinate de Bagdá. O garoto gosta de ouvir as histórias de seu tio Ali que narra muitas aventuras.

Ele trouxe pro garoto Shera, um estranho pássaro falante e Sinbad une-se ao tio na esperança de partir em outra de suas viagens. Após uma baleia gigante atacar o navio, Sinbad fica numa ilha deserta.

Separado de Ali e apenas acompanhado por Shera começa suas próprias aventuras.

Ao retornar pra casa fica desesperado ao saber que seus pais haviam desaparecido (e parte novamente pra encontra-los).

Ao longo dos episódios o menino via pra diversos lugares diferentes e acaba fazendo amizade com Ali Baba e Aladdin. Nos episódios eles encontram criaturas estranhas, incluindo um pássaro gigante, sereias, gÊnios, liliputianos, cobras enormes e mágicos hostis.

Sinbad também conhece outros personagens apresentados nas Mil e Uma Noites, incluindo os Quarenta Ladrões, também da história O Gênio e o Mercador ou o Cavalo Voador.

No final após derrotar os mágicos malvados que estavam atrapalhando sua jornada, Sinbad reencontra todos os seus amigos, seus pais e seu tio que haviam sido capturados por uma feiticeira malévola.

A série animada apresentou um total de 52 episódios, terminando em 1976.

Espero que tenham gostado e fim da primeira parte.

 

Revista Chiclete com Banana

Piratas do Tietê-Laerte

Foi uma saudosa edição que lançou alguns desenhistas representando udigrudi nacional láááá na década de 80. O termo “udigrudi” foi uma maneira inteligente de abrasileirar o underground dos americanos.

Publicada pela Circo Editora do editor Toninho Mendes junto com Arlindo Mungioli (que saiu antes da segunda publicação). Reuniu alguns dos melhores desenhistas brasileiros da época como Glauco, Laerte, Angeli e Luiz Gê.

Foi na Chiclete com Banana que conheci Os Skrotinhos, Rê Bordosa, Piratas do Tietê e Geraldão que se tornaram um enorme sucesso nessa época.

A única revista que rivalizava com a Chiclete na época foi a Mad que também continha um humor tresloucado. Graças ao sucesso da Chiclete tivemos a publicação da revista Circo que durou até 1995.

Na época do auge a Chiclete com Banana tinha uma incrível tiragem de mais de 100 mil edições vendidas por mês.

Um feito e tanto, pois manter uma revista com produto nacional era uma inicativa herculea ainda mais pela forte concorrência dos super-heróis e pelo conturbado período econômico do nosso país.

Conheça os personagens da da Chiclete com Banana

Piratas do Tietê

É uma tira de jornal que mostra as aventuras de um grupo de piratas saqueadores que foram criados pelo Laerte, em 1983. Liderados pelo Capitão da tripulação navegam pelo famoso rio Tietê, de São Paulo.

Os Piratas estão sempre atrás de alguma vítima pra saquear ou até torturar só por pura diversão. A tira é divertida por causa desta forma de humor anárquica, sem vergonha, sem pudores, debochada e demonstrando violência, sexo entre outras coisas malucas.

Além de serem publicados na Chiclete, Os Piratas fizeram um sucesso enorme. E logo também tinham histórias na Revista Circo, foram lançados em revista própria Piratas do Tietê, nos anos 90 (tiveram 14 edições). E o jornal Folha de São Paulo publica suas tiras diárias.

Lembro que havia uma época em que eu colecionava as tiras recortando do jornal e guardando-as comigo. Depois Laerte criou mais personagens que foram publicados como: Overman, Hugo, Os Gatos entre outros os quais vocês podem conferir no site do desenhista.

Só pra constar em 2003 houve a peça de teatro Piratas do Tietê , o filme. Na peça, os piratas estão tentando lançar um filme com a intenção de ganhar o prêmio “Minhocão de Ouro”.

Em 2007 a Devir lançou uma coleção com três albuns de luxo reunindo todas as histórias dos Piratas do Tietê.

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Rê Bordosa

É uma mulher independente aparentando ter 40 anos que foi criada pelo Angeli. Dizem as lendas que Rê Bordosa surgiu inspirada na juventude de Rita Lee (que tinha muitos problemas com álcool).

Rê Bordosa é uma doida varrida total. Bebe pra caramba, adora sexo, não tem papas na língua e nem senso de ridículo algum.

Só pra constar, Rê Bordosa fez tanto sucesso que Angeli sentiu-se tão diminuído que decidiu mata-la (brincadeiras a parte Rê sempre reaparece de vez em quando).

Rê Bordosa participa da animação Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock’n’Roll, no qual foi dublada por Rita Lee, em 2006.

E por último temos o Dossiê Rê Bordosa, um curta-metragem feito em stop motion, lançado em 2008. A trama mistura depoimentos e fatos procurando investigar as causas pro assassinato da personagem.

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Os Skrotinhos

Dizem as lendas que a inspiração pro seu surgimento veio da antiga tira Os Sobrinhos do Capitão. Os Skrotinhos foram criados pelo Angeli.

Os Skrotinhos são dois irmãos gêmeos baixinhos, totalmente sem noção e que usam óculos. Geralmente suas aventuras consistem em sacanear qualquer um que esteja em seu caminho.

O sucesso resultou numa versão feminina conhecida como As Skrotinhas que obviamente agem da mesma forma que os rapazes.

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Geraldão

Foi criado pelo saudoso desenhista Glauco (1957-2010) sendo um solteirão de trinta anos que ainda mora com a mãe.

Além de se desentederem bastante, Geraldão fuma, bebe e toma muitos remédios quando tem vontade.

Suas tiras atualmente são publicadas na Folha de São Paulo.

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Los Três Amigos

Os personagens surgiram inspirados na comédia Os Três Amigos, estrelado por Steve Martin, Chevy Chaise e Martin Short, em 1986.

Na versão dos quadrinhos temos os cartunistas Angeli, Laerte e Glauco que foram transformados em Angel VillaLaerton e Glauquito (surgiram em 1991).

A trama acontece em Gran Marisales, Gran Piso e Deserto de Plegas Ardientes no Viejo México (ou Velho México) satirizando o Velho Oeste americano.

Sempre tendo como tema sexo, violência, drogas, política, perversões entre outras doideiras. Os inimigos do grupo são os Miguelitos, garotos de sombrero que servem apenas pra irrita-los.

Tempos depois, em 1994 foi introduzido outro personagem baseado no cartunista Adão Iturrusgarai (criador de Aline).

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Mara Tara

É uma assassina ninfomaníaca e pervertida que foi criada pelo Angeli.

A Dra. Mara era uma cientista que afirmava a tese de que as bactérias se reproduziam sexualmente. Devido a sua pesquisa polêmica foi desacreditada por seus iguais.

A doutora sempre foi uma mulher reprimida, mas contraiu o vírus Ninfus Maniacus que em momentos de tensão causava-lhe mutações estranhas. Além de causar atribuições fisícas deixando-a mais voluptuosa.

A mutação também acaba transformando-a numa devoradora de homens repetindo a frase: “Mara Tara quer sexo!!!” seu M.O. é fazer sexo oral nos homens até que morram (loucura, loucura, loucura!!!).

Mara Tara surge com roupas no estilo dominatrix usando espartilho com chicote e a polícia sempre encontra suas vítimas mortas, mas com o membro ereto.

A personagem foi interpretada pela atriz Christiane Tricerri no teatro e também nas fotonovelas da Chiclete com Banana.

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Bob Cuspe

Outra criação do Angeli é o personagem mais anárquico que já conheci. Defensor dos fracos e oprimidos não havia nada de heroico em suas ações.

Bob Cuspe usa cabelo no estilo moicano, se veste como punk, tem a pele esverdeada e demonstra ter firmes convicções contra hipocrisia que há ao nosso redor.

Sem papas na língua responde o que lhe vier na telha com uma cusparada no rosto da iniquidade mundial imposta pelas regras da sociedade.

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Níquel Náusea

Satirizando o famoso Mickey Mouse foi criado pelo cartunista Fernando Gonsales, em 1985. Níquel Náusea é um rato que mora no esgoto.

Seu melhor amigo é a barata macho Fliti que é viciada em inseticida que o deixa doidão (seu nome foi retirado do inseticida Flit).

Há outros personagens nas tirinhas como o Rato Ruter, um rato gordo que persegue  níquel Náusea. Seu nome é uma homenagem a famosa desentupidora Roto-Rooter.

A gatinha, uma rata que recebe este tipo de elogio estranho do Náusea. Ela tem uma capacidade incrível de gerar vários filhotes. Sempre educando-os na maneira carinhosa de “tapão na oreia”.

E por último temos o Sábio do Buraco é o mais velho dos ratos. Geralmente oscilando entre momentos de esclerose entre outros de sabedoria.

Espero que tenham gostado.

 

Rankin/Bass –Segunda Parte

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Ao longo de minha pesquisa descobri que a empresa tem diversos trabalhos tanto feitos em stop motion, quanto em animação tradicional.

Afirmo que não me recordo de muitas produções da Rankin/Bass, mas nos Estados Unidos houveram várias que fizeram a felicidade das crianças ao longo dos anos.

Segue uma lista delas: Festival of Family ClassicsHere Comes Peter Cottontail, Willy McBean and his Magic Machine, The Day Dreamer, The Return of the King, The Last Unicorn, Marco, King Kong Escapes, The Ballad of Smokey Bear, The Year Without a Santa Claus, The Osmond entre diversas outras.

Parte do acervo da Rankin/Bass atualmente está com as empresas: Warner Bros., Dreamworks, Classic Media, NBCUniversal sendo reprisadas em episódios muitas vezes editados na telinha americana.

Infelizmente vou comentar apenas alguns que creio tenham sido veiculados aqui no Brasil.

Vou deixar de fora o desenho dos Thundercats, porque já fiz uma postagem dos felinos de Thundera.

Vamos aos desenhos?

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King Kong – The King Kong Show – 1966

Tendo inspiração do clássico filme King Kong a empresa produziu essa série animada.

Eu lembro que esse é um daqueles desenhos mais antigos que comecei a assistir quando era mais novo.

Aqui vemos Kong agindo como amigo do menino Bobby e sempre protegendo a família dele de alguns problemas.

Junto com seus amigos King Kong enfrenta diversas ameaças como: monstros, robôs e alienígenas protegendo nosso mundo.

Durante as aventuras também vemos o vilão Doutor Who querendo capturar o gorila pra seus intentos mesquinhos.

Se não me falha a memória no excelente Patolino, O Mago no momento em que liga a TV mostra uma cena desse desenho.

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Jackson Five – The Jackson Five Show (1971)

Os irmãos Jackson eram Jackie, Marlon, Tito, Randy, Jermaine e Michael que se destacaram na gravadora Motown.

É chover no molhado comentar que a  banda é reconhecida mundialmente pelos sucessos: ABC, I’ll be there, I want you back (só pra constar Groot dança essa música em Guardiões da Galáxia), The love you save, Can’t you felling entre outros.

Mais pra quem como eu cresceu na década de 80 deve se lembrar com aquele sentimento de nostalgia da série animada do grupo.

Diante do estrondoso sucesso deles a gravadora encomendou o desenho que foi feito nos estúdios Halas and Batchelor Animation, em Londres. Também houveram outras cenas feitas pelo estúdio espanhol Moro.

Eu lembro que Michael sempre se metia em confusão e o resto dos irmãos davam um jeito de ajudá-lo. A única figura adulta era Berry Gordy, empresário da banda que existia no mundo real (dono da gravadora).

Michael tinha animais de estimação: Ray e Charles, um casal de ratinhos e a cobra cor-de-rosa Rosie. Como curiosidade a cantora Diana Ross participou de alguns episódios.

Dizem as lendas que na dublagem original o desenho tem a voz dos próprios cantores (fato que deve ter sido o máximo).

Havia um tom de comédia durante as aventuras dos Jackson Five e sempre ouvíamos duas músicas nos episódios. Eu adoro o clima psicodélico visto nos desenhos cheios de cores e formas.

Só pra constar a série animada dos Beatles também foi feita pela mesma produtora.

Durante as aventuras dos Jackson Five tínhamos uma rotina da vida do grupo, mas infelizmente ao todo foram produzidos apenas 23 episódios.

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A Roupa Nova do Imperador – 1972

É uma adaptação da história clássica de Hans Christian Andersen. Na trama um falso alfaiate prometeu que ao ganhar ouros e outras pedras preciosas faria uma vestimenta especial pra sua majestade.

O rei que era vaidoso demais adorou a ideia, no entanto o espertalhou guardou toda a riqueza e fingiu que estava confecionando a tal roupa especial.

Após bastante tempo e cansado de tanto esperar o rei vai a procura de sua roupa.

O tecido era mágico, mas somente aqueles que eram muito inteligentes poderiam ver.

Então diante de toda população o rei desfilou na cidade e obviamente estava sem roupa alguma.

Andersen é mundialmente conhecido como criador de vários outros clássicos infantis como: A Pequena Sereia, O Soldadinho de Chumbo, O Patinho Feio, A Polegarzinha entre vários outros.

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Silverhawks – 1986

Essa série animada surgiu na esteira do sucesso dos Thundercats.

Outra coisa muito similar é a transformação do Monstro Estelar que lembrava demais a do Mumm-Ra (até o falecido dublador Silvio Navas era o mesmo).

Lembro que eu já ficava viajando naquela abertura ao som de muito rock n’ roll.

 Silverhawks eram ciborgues biônicos com asas de metal. Eles tiveram que sacrificar seus corpos humanos pra poder suportar as viagens no espaço sideral.

Suas aventuras aconteciam na Galáxia Limbo onde esperam qualquer pedido de socorro no Ninho dos Falcões.

A equipe era formada por Quicksilver, líder que tinha companhia do Falcão Biônico, Tenente Jonathan Quick, Comandante Stargazer,  os irmãos Steelhart e Steelwill, Coronel Bluegrass e CopperKid que não podia falar, mas assobiava pra se comunicar.

Como não poderia faltar tínhamos um monte de vilões comandados pelo Monstro Estelar: Lagartão, Minotauro, Tornado, Da Pesada, Serrível, Madame Melodia entre outros.

Gostava muito quando chegava no final de cada episódio, porque aprendíamos algo sobre o espaço com o CopperKid.

Só pra constar neste remake de 2011 dos Thundercats houve participação do Monstro Estelar, no episódio O Legado (Legacy, no original).

Na trama, finalmente, Lion-O consegue abrir o livro, mas é sua alma que está dentro dele. A resposta que procura está no passado distante com Leo, seu tetraavô que provoca uma rebelião contra Mumm-ra.

Foi Leo quem criou a Espada Justiceira incrustando nela o místico olho de Thundera.

A batalha entre Leo e Mumm-ra foi incrível e somente com a união de todos os animais foi suficiente pra derrota-lo. Infelizmente a nave caiu no Terceiro Mundo e os mutantes haviam se esquecido da tecnologia e de sua origem.

Continuando, Silverhawks fizeram um enorme sucesso por aqui quando foi exibido pelo SBT, mas mesmo assim infelizmente foram produzidos 65 episódios (distribuídos numa única temporada).

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Tigersharks – 1987

Infelizmente é a última produção da empresa e também foi uma tentativa de emplacar outro grupo de super-heróis.

Sinceramente não lembro se essa série animada foi exibida em terras tupiniquins.

Seguindo o estilo de seus predecessores Tigersharks eram seres humanos geneticamentes modificados que podiam se tranformar em animais marinhos.

Na equipe tínhamos: Mako (tubarão), Walro (morsa) , Dolph (golfinho), Lorca (orca), Octavia (polvo), Angel (angelfish), Bronc (cavalo marinho) e Gupp.

Seus inimigos eram: T-Ray, Mantannas, Wall-Eye, Shad, Dredge, Weakfish entre outros.

As aventuras aconteciam no mundo fictício de Water-O que era praticamente todo feito de água. Sendo habitado pelos Waterians, uma raça de homens-peixe. Os Tigersharks fazem uma visita de investigação no planeta e acabam ficando pra impedir a ameaça do T-Ray.

Só pra constar tanto Os Silverhawks, quanto Tigersharks foram homenageados no episódio Legacy na versão de 2011 dos Thundercats (fazendo-os participarem de um único universo compartilhado).

Foram produzidos apenas 26 episódios de Tigersharks com 22 minutos de duração.

 

Relembre da primeira parte aqui.

Se gostou deixe algum comentário, mas se não gostou deixe um comentário também.

Rankin/Bass

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Eu sou um fã ardoroso de stop motion primeiro devido a essa empresa e também por causa de Ray Harryhaussen. Quando eu era moleque essas produções eram mostradas direto pra gente na telinha.

Quem cresceu na década de 80 deve se lembrar do que estou comentando e não é átoa que sou tão nostálgico.

A Rankin/Bass Entertainment foi uma empresa australiana reconhecidíssima no passado por causa de suas produções na telinha feitas em stop-motion.

Atualmente o acervo dos especiais televisivos estão divididos, pois uma parte ficou com a Warner Bros. enquanto a outra com a Classic Media.

A empresa surgiu nos anos 60 sendo fundada por Arthur Rankin Jr. e Jules Bass, porém seu nome era Videocraft Internacional.

A grande maioria da produções “Animagic” da empresa foram feitas no Japão e o grupo de animadores era chefiado por Tadahito Mochinaga.

As animações eram produzidas pela Toei Animation, Films Crawley e Mushi Productions. Nos anos 70 tiveram a participação da Top Craft que foi um desdobramento da Toei Animation.

Toru Hara que foi funcionário da Top Craft teve seu nome incluído em diversas produções da Rankin/Bass. Algum tempo depois uniu-se Hayao Miyazaki trabalhando no Studio Ghibli em animes que se tornaram clássicos como A Viagem de Chihiro, O Castelo Animado,Ponyo, Princesa Mononoke, Meu Vizinho Totoro, Nausicaä do Vale do Vento e vários outros.

Chega de enrolar e vamos ao que interessa.

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Rodolfo, A Rena do Nariz Vermelho (Rudolph the Red-Nosed Reindeer) – 1964

Há alguns anos atrás esta animação tornou-se um sucesso infantil sendo exibida diversas vezes durante a época do natal.

Se compararmos com as produções atuais podemos notar nitidamente que é bem fraquinha, mas fez a alegria de muitas crianças.

Um simpático boneco de neve conta a história de Rodolfo, uma rena que nasceu com um nariz vermelho e reluzente (sofrendo preconceito por ser diferente).

Papai Noel não é um velhinho bonzinho como estamos acostumados a ver, pois está tão ocupado com o Natal que tornou-se um tanto ranzinza. Tratando mal a pequena rena e a todos ao seu redor (“talvez” naquela época não tivessem a intenção de ser politicamente corretos).

Aqui temos também uma característica que lembra os desenhos da Disney, porque há várias canções dos personagens.

Após fugir Rodolfo conhece um duende de Papai Noel que também sofre por ser tachado de diferente, pois seu sonho é tornar-se um dentista.

Enquanto todos ficam preocupados com o sumiço dos dois eles estão se divertindo á beça. Sem saberem estão correndo um perigo enorme podendo se deparar com o terrível Monstro da Neve.

Ambos tornam-se amigos e durante sua fuga encontram Cornélio do Alasca que leva a dupla pra Ilha dos Brinquedos Desajustados, um lugar aonde moram os brinquedos que ninguém mais quer.

Depois de ter sumido os pais de Rodolfo saem á sua procura e são capturados pelo Monstro da Neve. E somente com a ajuda de Cornélio é que Rodolfo consegue salvá-los.

Então uma grande tempestade caiu e Papai Noel ia desistindo de entregar os presentes, descobrindo que a luz do nariz de Rodolfo, resolveria seu problema (guiando-o pelo caminho).

E assim Rodolfo conseguiu seu lugar de destaque no trenó sendo respeitado por todos. A intenção da animação é mostrar pra crianças que precisamos ser aceitos pelo que nós somos e a conviver com estas diferenças (um belo clássico de natal).

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A Festa do Monstro Maluco – 1967

Pra quem acha que Hotel Transilvânia é alguma grande novidade realmente não conhece essa raridade.

Saibam queridos leitores que foi por causa desta animação que surgiu inspiração para Drácula, Johnny, Mavis e cia nos divertirem.

Na animação quando o Dr. Frankenstein decide se aposentar convoca uma reunião com todos os monstros do mundo (sua intenção é eleger seu sucessor).

Então vemos o Conde Drácula, a Múmia, Dr. Jekyll e Mr. Hide, Homem Invisível, Lobisomem entre outros.

A história acontece numa ilha e o Doutor esconde a fórmula da destruição total que obviamente não pode ficar em posse das mãos erradas.

Quando Frankenstein decide entregar seu cargo pro Felix, seu sobrinho que é humano causa uma enorme revolta entre os demais.

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A Verdadeira História do Papai Noel (Santa Claus is Coming to Town) – 1970

É feita também no estilo stop motion que eu adoro, justamente, por causa desta clássica animação entre outras que tive o prazer de assistir .

Um simpático carteiro com a imagem de Fred Astaire revela a origem de Papai Noel. Ele também é o narrador da nossa história e decide responder a algumas das perguntas mais comuns sobre o Bom Velhinho.

E nos fala de um pequeno bebê chamado Kris que foi deixado na porta da família Kringle.

Com o passar dos anos eles ensinam ao garoto, agora batizado de Kris Kringle (voz de Mickey Rooney), todo ofício de fabricar brinquedo. Certa vez em suas andanças  Kris pára numa cidade só pra descobrir que lá os brinquedos foram proibidos pelo “Mestre Burgo, Burgomestre” o líder local.

Kris insiste em entregar presentes e acaba virando uma espécie de rebelde tendo toda guarda em seu encalço. Pra continuar entregando presentes, ele se une á professora da escola, Jéssica.

O interessante é que o roteiro se importa em dar um porque á várias características do Papai Noel: o fato dele entregar presentes á noite pela chaminé, como as renas passaram a voar, porque ele passou a usar a barba, dentre outras coisas.

Vemos também o casamento entre Kris (que adota o nome Noel para não ser perseguido) e Jessica, que se torna a Mamãe Noel. O casamento adquire aspectos pagãos, já que eles não podem ir em igrejas e cidades, pois são perseguidos, eles ficam embaixo de uma árvore enfeitada na floresta (a explicação para a árvore de natal) e se casam numa cerimônia sem vínculo algum com qualquer religião.

Interessante é que Papai Noel sempre é mostrado como um rebelde, que tem que usar certos mecanismos para entregar presentes sem ser pego.

E para piorar as coisas, há um malvado feiticeiro chamado Inverno que vive entre os Kingles e Sombertown para atrapalhar a vida do nosso Papai Noel.

É um dos maiores clássicos sobre o Papai Noel que vale a pena ser visto (conhecer ou se recordar).

Fico por aqui.