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DC Girls

Existem diversas e belíssimas pin-ups das heroínas da Distinta Concorrente espalhadas pela web.

Basta conferir na excelente galeria abaixo algumas das melhores imagens que encontrei.

Aqui você irá contemplar: Supergirl, Mary Marvel, Estelar, Ravena, Poderosa, Batgirl, Mulher-Gavião, Sideral, Linha Viva, Hera Venenosa, Safira Estrela entre várias outras

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Superman 80 anos

Um dos maiores ícones da cultura pop reconhecido e querido ao redor do mundo todo.

“Mais rápido que uma bala!”, “Mais forte que uma locomotiva!”, “Capaz de saltar sobre os prédios mais altos com um simples pulo”, “Olhem! Lá no céu!”, “É um pássaro! É um avião!”

“Não! É o Super-Homem!”

“Sim, é o Super-Homem – estranho visitante de outro planeta, que veio á Terra, com poderes e habilidades superiores ás de qualquer mortal.

Super-Homem- pode mudar o curso do rio mais caudaloso, dobrar o aço com as mãos, ele que na vida real é Clark Kent, um discreto repórter de um grande jornal de Metrópolis, trava uma batalha sem fim pela Verdade, pela Justiça e pela América.”

Instigando a imaginação do ouvinte a primeira versão do Azulão depois dos gibis foi a série radiofônica de 1940.

Não é novidade afirmar que o gênero surgiu junto com o maior de todos os super-heróis em Action Comics #1, em 1938.

Seus criadores Jerry Siegel (1914-1996) e Joe Shuster (1914-1992) amargaram uma longa e sinuosa jornada até finalmente conseguirem lançar o Super-Homem.

Durante a Era de Ouro o Homem do Amanhã tinha uma imagem muito diferente da qual estamos acostumados. Seu short estava maior, a capa era indestrutível e principalmente não podia voar (apenas dava longos saltos).

A explicação dos poderes do Super era bem simples, pois sua força se baseava nas formigas enquanto o gafanhoto explicava seus grandes saltos.

Depois foram acrescentado outros poderes e explicando de uma forma mais científica.

Rapidamente o herói tornou-se um símbolo de justiça para as pessoas comuns numa época conturbada (Grande Depressão). Em suas páginas o Azulão lutava contra políticos corruptos, defendia os inocentes e prevenia catástrofes inspirando vários autores pro surgimento de outros personagens.

Um sucesso absoluto desde seu lançamento até os dias atuais, o Superman engloba muito mais do que poderíamos imaginar.

O “S” de seu emblema significa esperança e através de suas atitudes devemos cooperar pra que futuramente haja um mundo melhor.

Será uma ingenuidade minha num mundo cada vez mais tão violento? Afirmo que não amigo leitor. A esperança é algo que nós seres humanos devemos sempre mante-la dentro de nós.

O Superman demonstra que mesmo sendo tão poderoso quer apenas que a humanidade possa algum dia caminhar com os seus próprios passos e prosseguir sozinha.

Bom, não me recordo quando foi o meu primeiro contato com o Superman nos gibis, no entanto a edição que ele é divido em dois por um casal de feiticeiros é a mais antiga que posso lembrar.

Devo confessar que a versão de George Reeves também traz ótimas lembranças pra mim, pois foi apartir dele que comecei a conhecer o Super.

Mais sinceramente quem serviu de ponta pé inicial pra que eu me tornasse fã do herói foi Christopher Reeve. Sua atuação como Super-Homem é tão marcante que hoje tantos anos depois ainda é aplaudida como a forma definitiva de representar o herói.

Mesmo com todos os seus defeitos no roteiro como a inesquecível cena de fazer a Terra girar ao contrário pra voltar o tempo, símbolo sendo lançado e um estranho beijo amnésico. Não há como negar que é a minha versão preferida de todas que já assisti em minha vida.

O Superman ao longo das décadas possui várias versões e uma das mais famosas foi feita pelo Fleischer Studios, em 1941.

Nos gibis o herói não voava, porém isso foi remediado nesta versão animada lançada nos cinemas daquela época.

Pra mim a versão dos Fleischer é tão importante que mesmo anos depois Bruce Timm utilizou diversos de seu elementos para compor a Série Animada, na década de 90.

Porém não é só de desenhos que vimos o Azulão, pois a clássica reformulação de John Byrne trouxe um personagem inteiramente novo.

A DC Comics havia lançado a Crise nas Infinitas Terras e depois desta saga reiniciou praticamente todo o seu panteão de heróis.

John Byrne, um dos melhores contadores de história e desenhistas de todos os tempos pra esse humilde comentarista. Teve a árdua tarefa de recontar toda a origem do kriptoniano.

Nesse período o Homem de Aço não era mais um deus invencível, Clark Kent teve seu caráter moldado pela criação de seus pais adotivos, seus poderes surgiram apenas na vida adulta e havia um homem com o qual poderíamos nos identificar.

Além disso, Lex Luthor deixou de ser aquele cientista maluco da Era de Prata e Lois Lane também foi atualizada para uma mulher mais independente.

A mudança mais radical foi a perda da amizade com o Batman, pois ambos divergiam na forma de combate ao crime (e isso virou uma regra por algum tempo).

Desse vespeiro o saldo ruim foi retirar da cronologia a Supergirl e o Superboy, mas Byrne depois arranjou formas de traze-los de volta.

As mudanças promovidas nesse período foram as melhores pra mim sendo que realmente valeram a penas terem sido feitas.

Na década de 90, o Escoteiro Azul morreu combatendo Apocalypse. O embate com o monstro e sua ida pro além foi algo tão impactante que virou notícia nos jornais e na telinha também.

Depois disso acompanhei os gibis do herói até aquele momento no qual foi dominado pelo artefato kriptoniano.

E fiquei um bom tempo sem ler suas edições até que surgiu uma “nova” versão da Liga da Justiça em Os Melhores do Mundo com arte de Howard Porter e roteiros de Grant Morrison (a qual tenho todas as edições guardadas até hoje).

Ao final dessa coleção fiquei longos anos sem comprar gibis do herói, mas fico acompanhando notícias pela web.

Lembrei também do Superman que surgiu após a Saga Ponto de Ignição que estava conectado a versão original de 1938 (feito numa roupagem mais atual).

Infelizmente, ficamos sabendo da terrível notícia que Henry Cavill não fará mais o personagem pro Universo Estendido DC Comics (pra mim é inegável que ele ficou ótimo como Superman).

O problema é que teremos que esperar mais algum tempo pra ver quem erguerá o manto e a capa do Azulão. Nós sabemos que ao longo das décadas sempre mudará o ator, no entanto o Superman é eterno.

Continuando, o Superman da fase Renascimento (Rebirth, no original) veio após a Saga dos Novos 52. Devido a isso tivemos duas versões de Kal-El com experiências de vida diferentes.

Deste período o Super precisa ensinar seu filho a usar seus poderes e o anterior é o Clark que aprendemos a gostar que morreu no embate contra Apocalypse.

Como saldo pra resolver a bagunça, o Super da Nova Terra morreu e aquele mais velho ficou em seu lugar mantendo seu legado.

E pra fechar, atualmente o seriado Krypton narra as aventuras de Seg-El, avô do Azulão que luta para resgatar a honra da sua família e salvar seu amado mundo do caos.

Existem várias versões do Superman ao longo das décadas qual é a sua preferida?

Veja na galeria abaixo algumas imagens do herói que garimpei na web

Imagens

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DC Girls

Existem diversas e belíssimas pin-ups das heroínas da Distinta Concorrente espalhadas pela web.

Basta conferir na excelente galeria abaixo algumas das melhores imagens que encontrei.

Aqui você irá contemplar: Mulher-Maravilha, Lois Lane, Supergirl, Zatanna, Harley Quinn, Vixen, Canário Negro entre várias outras

Artista

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TovioRogers

É um artista que nem preciso comentar muito, pois sua arte fala por si mesma.

Sua forma de desenhar é bem peculiar já que seu estilo é bem diferenciado demonstrando detalhes na apresentação dos personagens.

Na galeria abaixo temos: Ben 10, O Incrível Mundo de Gumball, Supergirl, As Meninas Super Poderosas, Dragon Ball, Pato Donald, Mickey, Moana, Charlie Brown, Futurama, Judy Hopps, Steven Universe, Os Padrinhos Mágicos entre várias outros. E veja mais no seu Deviantart

Os Cães da Ficção – Segunda Parte

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Aqui em casa já tivemos a Princesa 1 e Princesa 2 e a Diana uma Dálmata que eu gostava muito bonita.  Por último tivemos a Suzie que infelizmente já estava velhinha e morreu. Contando foram 14 anos para nós e se for verdade sua idade real era 98 anos, pois a cada um nosso dizem que são 7 anos para um cão.

Eu sempre adorei cachorro são bastante fiéis e quando gostam de seu dono é de verdade mesmo. Uma sinceridade das mais raras de encontrarmos, dizem que o cérebro canino é igual ao de uma criança de 5 anos.

Se isto é verdade eu não sei, mas este animal faz a felicidade de milhares de pessoas ao redor do mundo. Seja criança, adolescente, adulto ou idoso todos nós temos uma história pra contar.

E aqui estão  outros  cães da ficção que conheci ao longo dos anos. Tenha uma boa viajem.

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Kripto

O Supercão surgiu na época em que o Superboy era muito famoso. Criado por Curt Swan e Otto Binder sua primeira aparição foi no gibi Adventure Comics #210, em 1955.

No período Pré-Crise (láááá nos anos 80), Krypto era o cão da família El, em Krypton. Dizem as lendas que antes de enviar seu bebê, Jor-El mandou o cão numa nave como teste.

Porém um desvio na rota trouxe a espaçonave pra cá apenas quando Clrak era um adolescente. Sob os raios do nosso sol, Krypto tem os mesmos poderes que qualquer outro kriptoniano.

Obviamente seus sentidos por exemplo olfato e audição são mais aguçados pelo fato de ser um cão (dãããã, novidade!!!).

Nas primeiras aventuras o cão era muito travesso fugindo pro espaço e surgindo apenas de vez em quando.

Na passagem do artista John Byrne pelo gibi do Azulão, Krypto foi eliminado de suas aventuras. Só que no Mundo Compacto, algo que o artista fez pra zonear mais nossa mente havia uma versão do cachorro.

Infelizmente essa versão havia sido exposta a kriptonita dourada, um tipo letal pros kriptonianos, porque retira totalmente seus poderes. Ele morreu no momento em que Zod, Quex-Ul e Zaora destruíram todo Mundo Compacto.

Só pra constar nos anos 90 Bibbo Bibbowski salvou um cãozinho que iria morrer afogado e o batizou de Krypto (depois o animal ficou com Kon-El).

Houveram duas série animadas com a participação do Supercão. A primeira e mais antiga foi em meados dos anos 60. The Adventures of Superboy fazia parte do segmento New Adventures of Superman da Filmation.

Além da pequena e pacata cidade de Pequenópolis ainda havia os pais de Clark e sua amiga Lana Lang (geralmente, Krypto o ajudava durante alguma missão).

A segunda série animada é Krypto, o Supercão aonde temos toda sua origem sendo recontada. Porém ao chegar na Terra quem o adota é o menino Kevin Whitney que consegue entender a linguagem dos animais (usando um tradutor universal).

Além da Legião de Super Heróis Caninos que formam um tipo de Liga da Justiça. Temos vários animais que também participam do desenho que são: Rajado, o Supergato, Ace, o Batcão, Ignatius, a iguana do Lex Luthor entre outros.

Como não poderia deixar de ser temos o vilão Mecanicat, um gato bobão que tenta dar uma de mau. Mais o pior de todos é seu assistente que tem pinta de fofinho, porém é ruim de dar dó. É um ótimo desenho e muito divertido (e o Azulão aparece poucas vezes).

Só pra constar, no seriado Smallville homenagearam o Supercão. Foi no episódio “Krypto”, exibido na quarta temporada, Shelby (raça Golden retrevier) sofreu experimentos na LuthorCorp que lhe deram inteligência e superforça.

E na animação Superman/Batman: Apocalypse a heroína Supergirl é inserida no universo animado da editora. Kal descobre que Kara é sua parente, porém Bruce age muito desconfiado.

Lembro que na Fortaleza da Solidão há um momento no qual Krypto avança na menina e depois a situação fica ainda pior, porque Darkseid a sequestra é uma animação excelente repleta de cenas empolgantes.

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Mini Polegar e Yogui – Mighty Man and Yukk

Neste desenho tinhamos um playboy milionário como todo típico super-herói, mas havia duas coisas diferentes. A primeira era que Brandon Brewster transformava-se num Superman miniatura e a segunda era seu ajudante o desastrado cão Yogui.

Yogui tinha uma casinha na cabeça e sempre atrapalhava o Mini Polegar em suas missões. Mais toda vez que estavam em apuros ou no maior sufoco Mini Polegar pedia para Yogui retirar a casinha de sua cabeça.

Quando as pessoas viam a feição do animal ficavam atônitas, malucas, lerdas e com sérios problemas mentais. Era muito engraçado e divertido, pois o cenário sempre desmontava como prédios caindo ou a Lua quebrando.

A parte mais interessante desta feiura de Yogui é que seu rosto nunca foi revelado pra nós telespectadores e aí consiste o mistério em saber, porquê ele era tão feio assim?

Eu me divertia muito assistindo este desenho.

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Jonny Quest

É inesquecível a abertura deste desenho em clima de aventura e ficção científica. Jonny é filho do Dr. Quest um renomado cientista que cria diversas coisas e justamente por causa disso é perseguido por inimigos que querem se apoderar de seus inventos.

Mais o Dr. Quest têm um grande amigo e guarda-costas chamado Race Bannon que sempre ajuda a família quando necessário. Race pilotava aviões, dirigia carros, atirava e lutava muito bem. Além de tirar das confusões Jonny e Hadji. O que eu sempre ficava me perguntando era porque Race tinha cabelo branco e não era velho?

A série animada tinha altas doses de espionagem, aventura, ação e bom humor. Jonny Quest contava com bons cenários e um tipo mais realista totalmente diferente dos desenhos anteriores da Hanna-Barbera.

Hadji é o filho adotivo do Dr. Quest lembro que tinha um turbante na cabeça e fazia algumas mágicas como levitação e fazia até objetos desaparecer. Eu gostava do Hadji, porque era um personagem no qual eu me identificava por causa da cor.

Não posso esquecer que ainda temos o simpático cachorrinho Bandit, um pequeno buldog que pertencia a Jonny participando das aventuras aonde se metia em confusão. Bandit arranjava briga com outros animais mais nunca conseguia levar nada adiante, pois sempre saia correndo ou levava a pior.

Jonny Quest é uma desenho marcante demais em minha infância e depois houve mais duas versões em uma temos o acréscimo do personagem Petrônius, um gigante ser de pedra fortíssimo.

Petrônius era do mundo subterrâneo e juntou-se nas missões do grupo ajudando Race em diversas ocasiões. E  na terceira versão temos a inclusão de Jessie Bannon, filha de Race nesta versão temos imagens geradas por computador no QuestWorld uma terceira dimensão do ciberespaço. Tanto Jonny quanto Hadji e Jessie são adolescentes dando uma continuidade nas aventuras clássicas sob uma outra perspectiva.

Confesso que gostei mais da segunda versão do que da terceira mais vale a pena porque é Jonny Quest e isso por si só  já é muito bom.

Só pra fechar houve um boato na web que Robert Rodriguez iria dirigir um filme em live action de Jonny Quest. Como não houveram mais notícias suponho que o projeto naufragou.

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A Dama e o Vagabundo – Lady and the Tramp

Na história Lady vivia com seus donos um casal recém casado sendo muito bem tratada e cuidada. Até que a esposa ficou grávida e teve um neném, então parecia que sua vida iria mudar drasticamente dali por diante.

Nesse meio tempo a beleza de Lady era famosa entre os cães da região e o Vagabundo sempre tentava impressionar a cadelinha, mas ela não dava a mínima por ele ser da rua. O Vagabundo era um tipo de vira-lata brincalhão, alegre e de bom coração que vivia pelas ruas.

Com o nascimento do recém-nascido chega na casa a Tia Sarah com seus dois gatos Si e Ão aprontando situações terríveis que Lady acaba levando a culpa. Tia Sarah bota a cadela numa focinheira e Lady foge desesperada pela rua, mas alguns cães vadios se preparavam para ataca-la. E eis que surge o Vagabundo vindo corajosamente salva-la.

Esta bela história de amor canina é uma das minhas lembranças mais saudosas quando era criança, pois a cena inesquecível é quando a Lady e o Vagabundo comem espaguete ao som de música italiana e acabam se beijando  ao comerem ao mesmo tempo um fio de macarrão. Sempre que era dia dos namorados eram veiculados alguns clipes de casais famosos da Disney e esta cena clássica era mostrada.

Isto me lembrou também um filme com uma história ligeiramente parecida que eu gostava muito de ver A Princesa e o Pebleu (Roman Holiday).

No longa a Princesa Ann (Audrey Hepburn) ia visitar Roma e resolveu passear anonimamente para que ninguém a reconhecesse, mas nesse meio tempo acaba conhecendo um repórter que estava em sua cola.

Joe Bradley (Gregory Peck) que queria um furo jornalístico para melhorar sua carreira ao entrevistar a Princesa, porém ao conhece-la melhor acaba desistindo da ideia para preservar a privacidade de Ann. Este  filme é uma daquelas preciosidades que quem vê nunca mais esquece por ser bom demais.

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 João Grandão – The Great Grape Ape Show

É um gorila roxo gigantesco que têm como amigo um simpático cão beagle, chamado Espirro.

Espirro usa chapéu e geralmente funciona como cérebro da dupla, porque é dele que surgem as ideias para resolver as situações que ocorrem com a dupla.

Joao Grandão e Espirro se locomovem num carro que parece estar adaptado para suportar o peso do gorila. Mais se não tiver também isso não têm importância nenhuma, pois o melhor é assistir suas divertidas confusões.

Há anos não vejo este desenho e agora me recordo dele com saudade.

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101 Dálmatas – 101 Dalmatians

Disney sempre trabalhou detalhadamente em suas animações obtendo cenas maravilhosas e impressionantes através dos anos e neste desenho não poderia ser diferente, pois logo na abertura temos uma incursão temática com as pintas dos cães unida ao belíssimo som de jazz.

Bom, uma cena maravilhosa neste desenho é quando Pongo avalia uma nova namorada para seu dono Roger aonde os cães e seus donos demonstram personalidades idênticas e logo depois o esperto animal envolve em sua coleira Roger e Anita que acabam desenvolvendo um relacionamento. Anita também tem uma cadela dálmata chamada Prenda, então Pongo e Prenda também uniram-se.

Depois de algum tempo Prenda deu a luz 15 filhotinhos e Cruela Cruel surge na intenção de comprar os animais para “cuidar” deles. Acho que 101 Dálmatas ficou mais marcado na história das animações por conta de sua nefasta e terrível vilã Cruela Cruel.

Algo que não consigo esquecer é a cena aonde Pongo e Prenda passam a notícia que seus filhotes foram raptados, pois todos os cães da cidade até ao campo ficam sabendo deste acontecimento.

E se prestarmos atenção na realidade acontece o mesmo, pois quando um cão late vários outros latem também. É um fato curioso que acho que fizeram de propósito na animação. Bom, além d Prenda e Pongo há outros animais que merecem destaque  como o Coronel, Sgt. Tibbs e Capitão que desenvolvem importantes funções na trama.

Mais eu não poderia deixar de falar dos ajudantes de Cruela Gaspar e Horácio que são muito engraçados e atrapalhados causando muita confusão. A melhor parte em 101 Dálmatas é que uma daquelas animações tradicionais da Disney pré era do computador aonde tudo era feito á mão num belo e marcante trabalho.

A adaptação cinematográfica com Glenn Close no papel da vilã ficou boa lembrando demais a animação clássica.

Fim da segunda parte e relembre do texto anterior aqui.

 

 

Artista

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Mro16

Quando surfo na web consigo encontrar desenhistas que merecem destaque com seu trabalho.

Nessas viagens geralmente fico no Deviantart e acabei encontrando Matthew Orders que usa o nick de Mro16.

Seu estilo é muito simples, mas ao mesmo tempo consegue destacar nas cores uma ambientação que impressiona pelos detalhes.

A forma como os personagens se apresentam seja na expressão facial ou fazendo alguma posição heroica são o destaque de sua arte.

Na galeria abaixo você irá encontrar: Mulher-Maravilha, Capitão América, Supergirl, She-Hulk, Poderosa, Mary Jane, Grande Barda entre outros personagens

Pânico nos Céus!

Panic-In-The-Sky

Essa aventura foi lançada pela Editora Abril no gibi Super-Homem Anual n° 1, em 1994.

Infelizmente, Superman: Panic in the Sky é uma edição do Azulão que nos dias de hoje não está entre as melhores feitas pro herói. Mais pra mim com certeza vale a pena dar uma conferida.

Um detalhe bem interessante foi que essa história havia sido inspirada num episódio do seriado “Adventures of Superman”, estrelado pelo ator George Reeves.

Bom, enquanto que nas terras do Tio Sam os leitores tiveram que desembolsar uma ganinha extra pra acompanhar a história toda (que saiu dividida em alguns gibis).

Aqui no Brasil Pânico nos Céus, foi lançada em edição única com 160 páginas pra gente se divertir.

Só pra constar, nesse período eu ainda colecionava algumas revistas. Lembro quando comprei no jornaleiro o que chamou muito minha atenção foi a capa e se eu não estiver enganado sua arte foi feita por Jerry Ordway.

Nela mostra os personagens vindo em nossa direção e também temos a contracapa com versões esqueléticas deles (sinalizando que todos estavam mortos).

Houve uma quantidade significativa de desenhistas trabalhando nesse gibi como: Dan Jurgens, Jon Bogdanove, Tom Grummett, Bob Mcleod entre outros.

Outro aspecto interessante é que a saga foi mostrada em várias partes iniciando pelo prólogo, depois seis partes e temos no final um epílogo.

Se não me falha a memória essa história antecede a clássica Morte do Super-Homem.

Nossa aventura acontece após o período em que Kal-El esteve exilado no espaço e teve que lutar no Mundo Bélico contra a tirania de Mongul. Lembrando que a série animada da Liga aproveitou uma parte dessa história no Planeta Arena.

Arranjou inimizade com o feioso do Draaga e conheceu parte do seu legado kriptoniano através do Clérigo que estava de posse do Erradicador.

Bom, a Supergirl/Matriz foi reintroduzida em Super Powers # 17,depois viveu um certo tempo com os Kents absorvendo as memórias do Clark, assumindo sua forma e chegando até a lutar contra o herói.

No final a Supergirl também se exila no espaço e a encontramos nessa edição.

Só pra acrescentar Pânico nos Céus acontece após a dissolução da Liga da Justiça Internacional (a famosa fase cômica ou também LJI) e abre caminho pra uma nova formação dos Justiceiros.

Logo no inicio temos um B.O. feito pela Legião dos Super-Heróis nos informando sobre a origem de Brainiac que havia dominado a mente do paranormal Mílton Fine e também do Mundo Bélico.

Na trama a Terra está pra ser invadida pelo Mundo Bélico que ficou sob o comando de Brainiac.

Diante de tal problema, o Super-Homem soube que não conseguiria vencê-lo sozinho e convoca um enorme time de heróis pra se unirem nessa batalha.

Então temos: Exterminador, Mulher-Maravilha, Aquaman, Besouro Azul, Gladiador Dourado, Guy Gardner, Kilowog, Agente Liberdade, Capitão Marvel, Fogo e Gelo, Mon-El (ou Lar Gand), Magtron, Órion, Batman, Asa Noturna, Metamorfo, Homens Metálicos, Guardião, Povo da Eternidade entre vários outros.

Na narrativa, Brainiac estava controlando mentalmente tanto a Supergirl, quanto Draaga. E Máxima estava sendo coagida pra aproiá-lo em sua investida (ele havia destruído facilmente as defesas de seu planeta Almerac).

Lembrando que Draaga e Máxima guardavam ódio do Homem de Aço. Enquanto Draaga desejava ter sua morte honrada que lhe foi negada na batalha contra o herói.

No caso de Máxima estava morrendo de ciúme, porque o Azulão não quis desposá-la.

Vemos o inteligentíssimo Metron sendo subjugado por Brainiac, mas Dubbilex assume seu lugar na Poltrona Mobius sendo uma valorosa ajuda pro Azulão.

O roteiro também esteve sendo feito por vários autores diferentes mais nossa história ficou muito bem conduzida. E temos diversas cenas de ação com batalhas praticamente sendo mostradas do início ao fim.

Superman: Pânico nos Céus tem aquela velha pegada de bem versus mal aonde vemos nosso heróis tendo que lutar pra salvar nosso planeta. Confesso que é algo que adoro ler num gibi, pois todos mesmo agindo do seu jeito sem empenham pra acabar com o problema.

Pra mim um dos aspectos mais importantes desta edição foi a afirmação da Supergirl/Matriz como heroína e como não poderia deixar de notar a participação de Guy Gardner que ficou divertidíssima.

Realmente pra fechar temos a participação do fingido benfeitor e cabeludo, Lex Luthor Jr. afirmando ser filho do careca original. Na verdade trata-se do próprio mais com sua mente transferida num clone (depois sua história vai sendo contada nas edições de linha do Super-Homem).

Por enquanto é só pppessoal.