Artista

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Pin-ups

Há algum tempo atrás, numa galáxia não muito distante. Fiz uma postagem de pin-ups com artistas clássicos.

Pesquisando pela web encontrei outros desenhistas com trabalhos mais recentes.

Na galeria abaixo você pode contemplar a arte de: Atomic kirby, Gelipe, Jfsouzatoons, Kondaspeter1, Jhonny-manic e Promethean-arts.

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Gelipe

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Druuna – Última Parte

Druuna

As aventuras de nossa heroína duraram de 1985 até 2003, mas Serpieri lançou Druuna em diversas ilustrações como: Obsession, Druuna X, Druuna X 2, Croquis, Serpieri Sketchbook, Serpieri Sketchbook 2 e The Sweet Smell of Woman.

A saga da heroína não é algo assim tão fácil de digerir, pois podemos notar que obviamente em várias cenas Druuna serve apenas como objeto sexual dentro da trama.

Mais não devo negar que os conceitos mostrados por Serpieri são bastante complexos. Suponho que talvez quem goste de filosofia seja um prato cheio ficar divagando sobre o que lemos em sua obra.

Pra finalizar vou comentar sobre mais duas edições de nossa  musa que li

Forbidden-planet

Druuna – O Planeta Esquecido

Nesta aventura nossa musa estava na nave em animação suspensa e acorda sentindo todo seu corpo dolorido (descobre ser a única que conseguiu sair ilesa). Na verdade parece que passou muito, muito tempo mesmo desde sua última história.

Druuna caminha por uma cidade estranha que “parece” estar vazia se deparando com uma aberração. Foi salva por criaturas hominideas encapuzadas e pelo que podemos constatar nunca viram um corpo feminino (ainda mais tão belo).

Sendo presa e levada por vielas sujas, ela se recorda de Shastar, porém não se lembra do nome dele. Logo o grupo é atacado e nossa musa precisa se proteger pra não ser atingida.

Máquinas e seres estranhos estão travando uma guerra e Druuna está sendo levada refém pela cidade (o calor demasiado a faz desmaiar).

Depois que acorda descobre que está numa sala tipo big brother com câmeras por todos os lados. E vê num vídeo quando foi possuída até se dar conta que estava tendo relações com um monstro.

Isso foi algo que a deixou bastante horrizada e pensando numa maneira de fugir daquele lugar. Então surgiu de repente um conselho daqueles hominídeos indagando o porque da existência de Druuna.

Ela ficou descobriu que a humanidade havia sumido há bastante tempo, porém não sabia por qual motivo havia ido para lá. Druuna é levada pra fora por um deles e descobre que é Will ou pelo menos era.

Um ser estranho estava controlando Will a fim que houvesse um renascimento da raça humana. Mais com que propósito não sei explicar.

Aquele que foi Will agoniza dando chace de nossa heroíana fugir. Druuna sai em disparada pelos corredores mais vai para na sala da Grande Mãe (uma monstruosidade que controla a todos os hominídeos).

Quando caiu em seu controle mental, Druuna acorda numa sala se assustando com todo ocorrido. E pensou será que aquilo foi somente um pesadelo ou aquela alucinação era de verdade?

Naquela sala, nossa heroína encontra Will novamente e ambos se entregam a volúpia do sexo. Então a cena muda e Druuna está presa vendo os momentos com seu amante enquanto está presa para que coloquem uma criatura estranha preso em suas costas.

Pra sua sorte um robozinho a liberta, levando-a até ao velho que sempre lhe ajuda, mas agora trata-se de uma versão robô.

Eles caminham por lugares que lembram um esgoto por algumas horas e decidem parar pra descansar. Druuna sonha com Shastar fazendo com que sua mente fique ainda amais confusa.

Só que de repente surgem hominídeos e máquinas deflagrando um combate. Nossa musa e seu robô guardião conseguem fugir indo até uma estrutura complexa.

O velho robô explica diversas coisa pra nossa heroína que até eu fiquei confuso ao ler. Shastar se comunica telepaticamente com Druuna, porém as cenas mudam novamente e por instantes vemos Druuna presa as vários tubos.

E quando ela “acorda” toda aquela imensa cidade havia desaparecido, Shastar explica que tratava-se de uma ilusão. E que suas lembranças podem ser encontradas somente no planeta esquecido.

A história termina com nossa musa sendo transformada em máquina e totalmente perdida em sensações e pensamentos.

Druuna – O Planeta Esquecido é a edição mais complexa de todas, pois há momentos que eu não consegui entender nada da narrativa (pra mim ficou bastante confusa). E sinceramente, eu não gostei da mudança tão radical que fizeram com Druuna.

Druuna - 08 - Clone

Druuna – Clone

Essa história começa aonde a anterior terminou, mas a Druuna robótica está velha (notamos que bastante tempo se passou). Seus circuitos estão falhando e ela deseja retornar pra sua forma humana.

Shastar conta que havia resolvido o problema dela produzindo um novo corpo pra nossa heroína (como conseguiu essa grande proeza não foi explicado).

A Druuna robótica mergulha num tipo de piscina e retorna pra sua bela forma humana. Mesmo estando eufórica por ser humana novamente, Druuna corre perigo fugindo daquela cidade só de máquinas.

Ela acaba esbarrando em Thingamajig, uma versão robótica daquele velhinho que sempre ajuda nossa musa nos momentos de maior necessidade. Enquanto estavam conversando, Druuna que andava num tipo de rio foi arrastada por um turbilhão de água e foi parar bem longe dali.

Quando estava quase se afogando viu que seu protetor ainda a seguia e praguejou bastante por ele não ter lhe ajudado. Depois, Druuna pensa em sua situação e como irá prosseguir sem Shastar estar ao seu lado.

A parte estranha é que Thingamajig carregava em sua bolsa a mesma roupa que Druuna usava lá em Morbus Gravis I. Pela conversa deles deu pra notar que o velhinho sempre curtiu uma paixão por nossa musa.

O velhinho construiu uma jangada e ambos partem dali conversando coisas que não fazem sentido algum. Até serem atacados por monstros marinhos criados pelos robôs.

Então a correnteza fica mais forte e o robô se molha tendo que ficar imóvel pra seu auto reparo. Sem saber pra onde relamente está indo, Druuna começa a divagar sobre tudo que viu naquela cidade desolada.

E também se lembrou de como era sua vida antes de toda essa loucura acontecer. A principal pergunta que estava em sua mente é o que havia acontecido com os seres humanos? Pricipalmente por que somente ela havia restado?

Imersa nessa confusão acaba adormecendo pra descansar e quando acorda encontra-se naquela mesma praia paradisíaca que vimos em Morbus Gravis II. Thingamajig diz que ali é um lugar horroroso e já viu melhores (duvido muito).

Eufórica por estar ali, Druuna mergulha pra aproveitar e se recorda de Lewis, mas quando retorna nota que o velhinho sumiu deixando-a sozinha. Caminhando por uma floresta enorme ela nota que prevalece um silêncio total e que não nenhum sinal de vida.

Quando estava se sentindo perdida surgem de repente vários andróides estranhos que mesmo sem falar nada inteligível suplicam ajuda a nossa heroína. Eles estavam sendo caçados, no entanto Druuna consegue se esconder. Mais infelizmente acaba indo parar no covil destes caçadores (sendo levada junto com os outros).

Desesperada, nossa musa passa um certo entendimento de destino e dor para as máquinas que estão presas pra morrer. Ela adormece devido ao cansaço e quando acorda Thingamajig está ao seu lado, mas todos os andróides sumiram.

Ao fugir dali, Druuna vê quadros grotescos que parecem estar vivos, porém gosta somente da pintura da Monalisa. Caminhando encontra um laboratório no qual uma experiência grotesca é feita com um andróide.

Ambos saem dali com nossa heroína praguejando o velho robô até entrarem numa vasta biblioteca. Aonde um ser andrógino conversa com Druuna sobre as experiências humanas como dor e prazer. Mesmo querendo manter a conversa, Druuna adormece e acaba sonhando com este ser que para lhe dar prazer se transforma tanto em mulher, quanto num homem.

De repente, nossa musa está presa e o mesmo ser quer desvendar os mistérios de seu cérebro causando lhe dor. Druuna se desespera e conta que não é uma máquina que pode ser delsligada (e que o sentimento é algo que não se pode medir).

Druuna acorda deste sonho procurando por aquele que a estava acompanhando, mas encontra somente aquela lata velha. Saindo daquela biblioteca encontra o andróide que lhe explicou que só passou a entender o sentido de ser humano quando esteve com ela. A compreensão dos sentmentos humanos é exatamente o que as máquinas não querem que volte a existir.

Pelo que entendi as máquinas querem um homem que entenda sobre a humanidade, mas que tenha sentimento algum. Druuna vê quando andróide é exterminado justamente por compreender o sentido de morte.

No final, Druuna descobre que ela é apenas um clone que sua jornada ficou ainda mais confusa. Por causa de seus sentimentos que declaradamente são humanos e verdadeiros. Ela e Thingamajig retornam pra onde vieram terminando assim essa aventura.

Sinceramente, Druuna – Clone é a pior edição de todas da saga de nossa musa (é a que eu mais detestei). Obviamente sua trama percorre o sentido do que realmente nos torna humanos exemplificando, dor, prazer como citei acima e realmente não explica porcaria nenhuma da longa história que víamos acompanhando.

Sem sombra de dúvidas arte de Serpiere continua magnífica, mas o roteiro é incompreensível demais dizendo nada e chegando a lugar nenhum.

Relembre da edição anterior aqui e não se esqueça de deixar um comentário.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Viagem no Tempo – Segunda Parte

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É chover no molhado que esse tema da ficção científica é um dos mais abordados que já assistimos.

Como eu gosto demais do assunto posso comentar que dependendo da forma como é mostrada torna nosso passeio muito interessante ou até catastrófico.

Conheça mais alguns filmes que tive o prazer de assitir que tinha viagens no tempo

No Limite do Amanhã – 2014

A humanidade está travando uma extensa batalha contra uma raça alienígena conhecida como “mimetizadores”. Os millitares da OTAN criaram as Forças de Defesas Unidas, uma federação em conjunto de todos os países do mundo.

Há uma chance possível de vitória em Verdun, na França, porém isso não impediu que o inimigo dominasse boa parte da Europa.

William Cage (Tom Cruise), é um major que serve como assessor de imprensa da FDU promovendo a imagem de Rita Vrataski (Emily Blunt), uma oficial que matou diversos aliens no campo de batalha.

Os combatentes usam “Jackets” que são exoesqueletos mecânicos para auxilía-los durante essas batalhas. Cage havia sido enviado a Londres e após um desentendimento com o General Brigham é enviado pra guerra.

O grande problema é que ele não tinha nehuma experiência em combate (morrendo em sua primeira missão).

Então, Cage descobre que estranhamente está revivendo o mesmo dia diversas vezes e isso acaba virando um trunfo para encontrar Rita, a única pessoa que pode lhe ajudar pra vencer esta guerra.

A parte interessante são as mudanças sutis no dia-a-dia de Cage a cada período que se repete. No Limite do Amanhã é um filme instigante repleto de cenas de ação no momento certo e que te deixa empolgadíssimo com seu desfecho.

Só pra constar devido a esse longa, Emily Blunt estava sendo sondada pela mídia pra interpretar a Miss Marvel, porém ela disse que não estava a fim (preferindo interpretar outros tipos de filmes).

Sinceramente sua atuação ficou ótima e ela ficaria bem legal pro papel. Outra que os fãs estão implorando pra ser nossa heroína é a belíssima Ronda Rousey (vamos esperar pra saber o que o futuro nos reserva).

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Um Século em 43 Minutos –  1979

Aqui a trama se inicia em Londres que anda num clima de pânico por causa dos crimes perpetrados por Jack, o Estripador (David Werner). Mais o escritor H.G. Wells (Malcolm McDowell) estava empolgadíssimo, pois queria mostrar pra comunidade científica sua última invenção uma máquina do tempo.

No entanto se o viajante não possuir uma chave a máquina retorna pro lugar de onde partiu. Em poucos instantes a polícia chega procurando o Estripador descobrindo que John Lesley Stevenson, um dos convidados que estavam lá era o tão cruel criminoso.

Só que Jack havia desaparecido feito mágica e Wells descobre que o vilão havia ido para no futuro, em 1979. Tomando coragem, o escritor parte para captura-lo e a parte interessante é ver como Wells fica deslocado neste mundo avançado totalmente dispare da época da que estava acostumado a viver.

Pra sua sorte acaba encontrando a bancária Amy Robbins (Mary Steenburgen), então ambos se apaixonam (e sua ajuda é fundamental pra conseguir deter o vilão).

Um Século em 43 Minutos mesmo com alguns furos no roteiro também é um outro clássico sobre esse assunto.

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Interestelar – 2014

Esse filme impactante é comandado por Chris Nolan, o diretor que deu um novo status quo pra franquia do Morcegão na telona.

Nesta história, infelizmente temos um futuro em que a humanidade consumiu boa parte de suas reservas naturais e o planeta está se acabando. Então um grupo de astronautas tem a incumbência de encontrar planetas que possam receber o que restou da população mundial.

Cooper (Matthew McConaughey) mesmo sabendo que “talvez” nunca mais veja seus filhos aceita tornar-se o líder desta importantíssima missão. Em sua tripulação temos Brand ( a belíssima Anne Hathaway), Jenkins (Marlon Sanders) e Doyle (Wes Bentley) que ao longo dos anos procuram salvar a humanidade.

Durante esse tempo que vai passando Murph, sua filha  (Mackenzie Foy quando pequena). E depois por Jessica Chastain na fase adulta num misto de ódio por seu pai e redenção também vira pesquisadora pra ajudar o mundo.

Interestelar é bastante emocionante pelo conflito demonstrado pelo crescimento de Murph e seu irmão com ausência de seu pai e pela ótima atuação de Michael Caine (Professor Brand) que também havia enviado sua filha nesta missão.

A melhor parte nessa história é como vemos a viagem no tempo sendo abordada (não vou explicar pra não estragar a surpresa de quem quiser ver).

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Os Doze Macacos – 1996

Aqui temos um delirante clima apocalíptico, pois um vírus mortal acabou com praticamente toda humanidade, em 1996. Seus poucos sobreviventes precisam sobreviver no subsolo.

No ano de 2027, James Cole (Bruce Willis) é um prisioneiro que serve como cobaia numa missão de voltar no tempo para que possa recolher informações sobre esse vírus.

Sua missão é encontrar uma cura, mas sempre quando retorna sua mente fica confusa com sonhos repetitivos no qual morre num aeroporto.

A parte ruim é que Cole vai para em 1990 ao invés de 96 como era planejado. Sendo preso e internato como louco pela Drª. Kathryn Railly (Madeleine Stowe).

Infelizmente é neste lugar que conhece Jeffrey Goines (Brad Pitt), um fanático que ajuda Cole em alguns momentos.

Os cientistas do futuro são muito estranhos e fazem até uma mensagem de voz para que Cole encontre o Exército dos Doze Macacos.

Os Doze Macacos não é um filme muito fácil de se compreender, principalmente, por causa de sua abordagem sombria do presente e também do futuro caótica no qual a humanidade vive. Mais a forma instigante que sua história vai sendo conduzida e mostrada pra nós é o que deixa qualquer um perplexo.

Recentemente o Canal Syfy transformou o filme em seriado, porém eu ainda não vi nenhum episódio da 1° temporada (e já estão indo pra segunda).

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Os Viajantes do Tempo – 2001

Depois de um filme mentalmente pesado comento sobre uma viagem no tempo muito divertida.

Jean Reno é mais conhecido por causa de seus filmes de ação como: O Profissional, Rios Vermelhos, Wasabi, Nikita entre vários outros. No entanto sua atuação em comédias também são divertidíssimas destaco: A Pantera Cor-de-Rosa no qual interpreta o inteligentíssimo, Detetive Gilbert Ponton (2006 e 2009).

Nossa aventura começa na Idade Média, quando temos os preparativos do casamento do Senhor Thibault (Jean Reno) com a princesa Rosalind, filha do rei. Infelizmente durante o banquete, Thibault é envenenado com uma poção que lhe causa alucinações. E assim matando sua futura esposa, pois acreditava tratar-se de um monstro.

Desesperado ele pede ajuda do mago para que lhe de outra poção a fim de voltar no tempo e salvar sua noiva.

Só que algo dá errado neste feitiço e vemos Thibault junto com Andre (Christian Clavier), seu fiel escudeiro indo pro futuro. E ambos surgem na Chicago, do séc. XXI tendo que conviver com as situações deste choque cultural com a vida moderna.

Para sua surpresa ambos vão para num museu e acabam presos. Porém conseguem encontrar a bela Julia Malfete (Christina Applegate) que se assemelha com a princesa Rosalind. Então, Thibault ajuda sua descendente dos perigos que Hunter (Matt Ross) estava preparando pra ficar com sua herança.

Os Viajantes do Tempo é um filme leve, divertido e com situações engraçadas que beiram o non-sense. Eu gosto demais do mago que demonstra ser atrapalhado pra caramba.

Só pra constar, Christian Clavier é um conhecido nosso das adaptações Astérix e Obélix contra César e também Missão Cleópatra.

E pra fechar, Os Viajantes do Tempos trata-se de um remake do filme Les Visiteurs, uma produção francesa que fez muito sucesso na década de 90.

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Déjà Vu – 2006

Na trama, Doug Carlin (Denzel Washington) é um Agente Especial que trabalha pra ATF (divisão de Álcool, Tabaco, Armas de Fogo e Explosivos ). Quando é convocado pra recuperar provas depois da explosão de uma bomba em Nova Orleans.

Ao mesmo tempo que descobriu tratar-se de um atentado criminoso, foi encontrado o corpo carbonizado de Claire Kuchever (Paula Patton), uma mulher que morreu antes da explosão.

Então, Carlin conhece uma equipe do FBI  que testa um equipamento que consegue a façanha de ver o passado (pedindo que investigue o passado da moça).

Ao se apaixonar por Claire, Doug terá ajuda pra poder solucionar o caso.

Déjà Vu demonstra ser um filme intrigante por brincar de maneira primorosa com o assunto espaço-tempo. Além é claro de mostrar aquela incrível sensação que todos nós tivemos pelo menos uma vez na vida.

Seja ao passar por um lugar ou conhecer uma pessoa inteiramente estranha de já conhecer, mas não se lembrar de onde ou quando (tudo isso salpicado com boas doses de ação na medida certa).

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Duas Vidas – Disney – 2000

Russ Duritz (Bruce Willis) é um conselheiro de imagem que tem uma vida profissional controladíssima e bem sucedida. Deixando que tudo seja resolvido por Janet (Lily Tomlin), sua atarefada secretária.

Até que inesperadamente qunado estava pra completar 40 anos, Rusty (Spencer Breslin), um garoto gordinho de 8 anos surge do nada em sua vida.

Russ encontra a si mesmo com uma passado traumatizante que havia feito questão de esquecer, mas isso o tornou um adulto frio e também mesquinho.

É claro que a convivência com Rusty foi uma grande confusão, porém devido ao tempo (ele acaba conseguindo ajudar o menino com seus traumas).

No entanto, vemos Rusty, influenciando seu casamento com Amy (Emily Mortimer) e também fazendo Russ se tornar uma pessoa melhor.

 Duas Vidas é divertido, emocionante e inesquecível trazendo uma importante lição do que é realmente importante em nosso viver, uma carreira bem sucedida, uma família que te ama ou vivenciar seus sonhos infantis?

Nesses filmes que fiz questão de citar a viagem no tempo se dá maneira diferente seja de forma psicológica ou por máquinas, porém sempre de uma maneira interessante.

Só pra fechar existem diversos filmes que discorrem sobre o tema, mas que eu não vou comentar (porque se não a lista ficaria extensa demais).

Aqui estão alguns que também já vi: O Click, Kate & Leopold, Timecop, De Repente 30 e Jornada nas Estrelas 4: A Volta pra Casa.

Enquanto outros, obviamente, eu não assisti, no entanto também deixo uma lista: Donnie Darko, Questão de Tempo, Meia Noite em Paris, Linha do Tempo, Te Amarei para Sempre entre outros.

Aproveite e veja este documentário muito bom sobre viagem no tempo que encontrei quando estava pesquisando sobre o tema.

E só pra variar deixe algum comentário.