Bomb Queen

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Royal Flush, Rainha  no Topo: Parte Um

Bomb Queen é uma vilã que surgiu publicada pela Image Comics. Ela foi criada por Jimmie Robinson surgindo na edição Bomb Queen # 1, em 2006.

Além de ser uma psicopata bastante cruel, sádica e também muito inteligente suas habilidades incluem voo, fator de cura, experiência com explosivos e também consegue projetar bombas de energia.

Como se isso tudo não bastasse ainda possui assistência computadorizada (Visus que é o óculos em seus rosto e Occularium, um super computador em sua residência).

Quando perambula pela cidade, Queen invariavelmente está na compahia do gato preto Ashes seu adorado animal de estimação.

Há dez anos a vilã comanda com mãos de ferro New Port City. No passado, Bomb Queen era integrante do quarteto de vilãs The Four Queens.

Apartir do momento em que todos os heróis da cidade foram derrotados ou mortos.

Bomb Queen matou todas as suas colegas de equipe e assumiu o controle do governo na cidade. A vilã divulgou uma lei que proibia a presença de heróis em New Port fazendo com que os criminosos do resto do país migrassem pra lá.

Tal fato agradou os políticos de Washington, pois as taxas de criminalidade diminuíram consideravelmente nos outros estados. Mesmo com Bomb Queen agindo de maneira psicótica sua cidade prosperou.

Só pra constar a vilã é muito popular, pois mantém um reality show só com bandidos Crime Time. Sem contar sua própria rede de TV mostrando-se em filmes pornográficos entre outras coisas proibidas.

Bom, nossa aventura se inicia num talk show, pois a vilã está lançando uma autobiografia intitulada, “Minha Vida no Topo”. Kandi Kane, a entrevistadora comenta sobre o passado dela que inseri no início desta postagem.

Fato que fez, Bomb Queen se recordar que a repórter entregava seus esconderijos matando-a na frente da platéia (que fica assustada, mas precisa aplaudir).

Ela vai embora do estúdio explodindo uma parede. Robert Woods é um político que concorre a prefeito da cidade e está querendo por um fim no reinado perverso dela.

Woods faz questão que sua campanha seja difundida a restauração da ordem pros cidadãos de New Port. Seus agentes dizem que a única solução é arranjar um herói pra que destrua Bomb Queen.

É um negócio arriscado, pois o suposto “herói” é um mercenário pago pro serviço.

Essa primeira edição é muito boa, porque o roteiro foi bem planejado e Bomb Queen é psicótica pra caramba.

Infelizmente achei fraca a arte de Jimmie Robinson, pra mim poderia ter deixado com alguém mais experiente. No entanto isso não chega a estragar nossa diversão. A história é violenta, pois a vilã mata sem piedade alguma.

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Royal Flush, Rainha  no Topo: Parte Dois

Apesar dos anos sobrevivendo com várias mortes e a total decadência moral, New Port reverencia Bomb Queen. Só que o candidato a Prefeito Robert Woods cansou das chacinas e derramento de sangue causados pela vilã.

Enquanto planeja sua coletiva de imprensa, BQ foi visitar uma escola sendo elogiada por uma aluna que é sua fã.

Só que de repente entra em cena um novo herói mais a luta entre ambos é rápida, pois Queen põe uma bomba nas mãos de uma garota. A bomba era falsa dando a ela tempo de fugir.

A imprensa chega e conseguimos saber seu nome Ás Justiceiro. Logo a vilã vai atrás do prefeito atual querendo saber se foi ele quem chamou o herói e descobrindo a intenção de Woods.

Bomb Queen vai pro Centro de Convenções pra enfrentar Woods e acaba matando todos os seguranças de forma violentíssima.

Quando estava pra atacar reencontra o Ás Justiceiro, porém algumas pessoas  manifestam opondo-se e se juntando contra a vilã (mais são mortas imediatamente).

Nossa história termina com ambos preparando-se pra lutar.

A segunda parte é uma aventura feita pra adultos com muito palavrão e sangue escorrendo. A trama ficou ainda melhor do que na parte anterior e não há como negar que a terceira parte promete.

Infelizmente não consegui encontrar na web alguém que tenha disponibilizado a terceira parte da trama.

Então espero que tenham gostado.

 

 

 

 

 

 

 

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Imagine Flash

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Desta vez fazendo dupla com o artista Kevin Maguire (Liga da Justiça cômica), temos a reinterpretação do maior Velocista da DC Comics.

Na aventura temos a sensual Andrea Zakara, mais conhecida como Lady Zakara. Apesar da extrema beleza, Lady Zakara é uma mulher cruel que usa seus capangas como cobaias numa experiência de viagem temporal (detalhe quem entra na máquina morre).

Ela diz que não descansará usando todos os seus capangas naquela experiência até que o gênio seja encontrado para fazê-la funcionar.

Logo a história mostra a estudante Mary Maxwell que adoraria se tornar uma super-heroína, pois seu pai é um viciado em trabalho e seu hobby é ler gibis (não sei por qual motivo mais adorei essa menina).

Ele na verdade é o gênio que Lady Zakara estava procurando pra que sua máquina fosse um sucesso. Logo os capangas dela invadem o laboratório do gênio que neste momento estava com Mary e ambos precisam fugir rapidamente.

A  cena muda abruptamente e vemos o Reverendo Darrk dizendo que tudo irá mudar (obviamente falando da heroína desta edição).

Voltamos pros dois novamente e eles estão na Austrália, então o Gênio conta que estava trabalhando pra SEGREDO, uma sociedade secreta que desejava roubar coisas do passado e viajar no tempo. Somente pra ficar no futuro em segurança.

Como seu campo de pesquisa é com DNA, eles queriam que alterassem os capangas da SEGREDO para que pudessem suportar a viagem no tempo. Mais assim que descobriu tudo resolveu cair fora, porém anda sendo seguido desde que saiu.

Os capangas de Lady Zakara encontram o esconderijo, mas pai e filha conseguem escapar novamente. E o brutamontes do Zorgul jura que irá pegar o gênio de qualquer maneira.

Quando estavam bem distantes, Mary notou que o mar estava bastante verde e ao se debruçar pra olhar acabou caindo fora do barco. Ao sair seu corpo mudou de cor, mas como estava muito cansada dormiu.

A parte interessante é que seu poder de alguma maneira está conectado ao do Lanterna Verde.

Voltando, num outro esconderijo vemo o gênio (Philip Maxwel) preocupado com a saúde de Mary que está piorando gradativamente. A solução foi encontrada no jardim ao ver um beija-flor voando resolveu usar o DNA do pássaro em sua filha.

Ao injetar a solução nela foi alvejado nas costas pelos agentes do SEGREDO, mas os poderes de Mary são ativados levando-os pra longe. Do lado de fora da casa Lady Zakara mata seus seguidores por não terem pego a fórmula de viagem temporal.

Philip morre, mas revela pra sua filha que sua velocidade é como uma bateria precisando de tempo pra recarregar. E somente o cansaço  pode exaurir seu poder.

No QG, da SEGREDO a vigem no tempo é descoberta com sucesso devido ao uso de uma pulseira só que há um porém que a vilã não deixa seus capangas dizerem. Então Zorgul começa a viajar pro passado como teste retirando o roubo dos outros e pegando pra eles.

Depois de enterrar seu pai, Mary vai pra um estúdio de cinema abandonado pra aprender a usar seus poderes. Vemos fatos que geralmente acontecem com o Flash.

Lady Zakara se regojiza com o roubo que Zorgul havia feito chamando-o pro seu quarto. Ela usa sua sensualidade para entrete-lo, mas na verdade a vilã numa enorme explosão destrói o grandão em seu covil.

Ela sai com toda a grana e também com a pulseira que permite ao usuário viajar no tempo.

Enquanto isso, Mary pensando em vingar a morte do pai começa a fazer seu uniforme pra proteger sua identidade. A parte interessante é que ela está instalada no Motel Excelsior, uma óbvia homenagem pro Stan Lee.

No QG, do SEGREDO, Lady Zakara mata friamente seus asseclas que criaram a pulseira temporal. Ao retornar pra casa, Mary precisa trocar de roupa rapidamente pra usar seus poderes como Flash.

Então vemos que Zorgul não morreu durante a explosão e furioso ele retorna pro SEGREDO, mas Lady Zakara se aproveita pra engana-lo novamente. Mary sai a procura do quartel general da sociedade secreta e acaba sendo capturada.

Enquanto isso Lady Zakara viaja no tempo querendo determinar o que irá ser roubado. Em sua cela, Mary aproveita uma brecha pra fugir agindo como Flash.

Ela consegue derrotar vários capangas usando sua velocidade, mas se depara com Zorgul. A moça só se safa ao eletrocutá-lo e ao mesmo tempo a vilã retorna de sua viagem ao passado, mas há um problema que ela não quis saber e acaba morrendo de velhice.

Pra honrar a memória de seu pai, Mary decide utilizar seu poderes pro bem sendo vigiada por alguém quando passou na Igreja do Poder Eterno.

Apesar de todo clima instigante de filme de ação que lemos em Imagine Flash a única coisa que ficou realmente estranha foi o poder dela sendo derivado de um beija-flor.

Pra mim seria bem mais interessante se tivesse retirado de um guepardo, pois é outro animal bem veloz. Sei que a Cheetara também foi inspirada nesse felino mais beija-flor é dose pra elefante (que piada mais sem graça).

E pra finalizar, “Nas Ruas”, conta com arte do inigualável Sérgio Aragonés. Desta vez, Joe o editor de quadrinhos muda-se pra Los Angeles (obviamente fugindo do Superman e também de alguns credores).

Quando, Joe perdeu seu título mais rentável, suas vendas cairam demais e teve que abrir falência. Foi pra Califórnia tentando se reerguer, mas pra piorar sua situação a DC Comics já estava mantendo outros três heróis sob seus títulos.

Quando saiu na rua totalmente desanimado com o que estava acontecendo foi miraculosamente salvo de morrer atropelado. E descobrindo que foi a heroína Flash que o salvou.

Então, Joe fica atônito pra lançar o gibi desta personagem, mas sua secretária já avisa que “talvez” a DC já tenha licenciado a marca.

Por meio de maracutaia, Joe consegue vender a Flash Comics que torna-se um estrondoso sucesso de vendas. Durante a reunião seus associados estão preocupados quanto ao surgimento da heroína por causa do acontecimento com o Superman.

E na verdade a heroína surge rapidamente mesmo deixando uma caixa.

Todos estão receosos de seu conteúdo, mas Joe abre e vemos um agradecimento da Flash. Ela diz que adora gibis e gostou muito em saber que tem sua própria revistinha.

Então, revela um cata-piolho em sua revista e pede que Joe faça uma contribuição pra fundação que leva o nome de seu pai. Joe atônito manda sua secretária fazer a doação e Midge ainda tira onda com a cara dele dizendo que sua contribuição será num flash.

Mesmo tendo a arte de Sérgio Aragónes e um roteiro engraçado achei esse Nas Ruas muito fraquinho.

Se gostou deixe algum comentário e veja a postagem anterior aqui.

 

Feito de Madeira

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Essa aventura teve roteiro de Ed Brubacker, arte de Patrick Zircher e foi lançada nas edições Batman # 20 e 21, em 2004.

Feito de Madeira começa com o Homem-Morcego pulando pela cidade imerso em pensamentos e nós vemos como foi sua ronda noturna.

Então, Babs chama-o pra uma última emergência, no entanto a trama volta no tempo. Há exatamente uma hora. Jim Gordon está se exercitando cedíssimo e ficamos sabendo que ele não é mais o Comissário de Polícia.

Jim estava fazendo sua caminhada quando se deparou com dois homens roubando alguém, porém ao afastar os meliantes acaba constatando que a vítima estava morta.

A parte mais estranha é que sobre o peito da vítima temos a frase que nomeia a aventura.

Enquanto, Batman investiga o caso com o auxílio de Jim ficamos sabendo que o crime tem relação com Alan Scott, o Lanterna Verde original.

Scott é Lanterna Verde lançado durante a Era de Ouro dos gibis. Surgiu na edição All-American Comics #16 sendo criado por Bill Finger e Martin Nodell.

Scott era um engenheiro executivo que sofreu um acidente ferroviário (no qual foi o único sobrevivente). Ao encontrar uma lanterna estranha que estava brilhando, uma voz lhe contou que sua missão seria torna-se o Lanterna Verde.

Essa voz também o orientou pra fazer um anel com uma parte do artefato. E que esse anel só precisaria ser recarregado a cada 24 horas.

O poder que Alan Scott usa vem da magia e no passado não havia nenhuma conexão dele com a Tropa dos Lanternas Verdes.

Um detalhe importante é que a madeira é o único ponto fraco do Lanterna.

Durante aquela época todo herói que fosse inventado tinha que ter um ponto fraco (algo que vemos ser mantido até hoje).

Então apesar de todo seu incrível poder qualquer objeto desse material poderia feri-lo.

Scott foi casado com a vilã Espinho (Rose Canton) e teve com ela dois filhos Jade e Manto Negro que integraram a equipe Corporação Infinito.

Além de ser proprietário da rádio Gotham Broadcasting Company (GBC).

O Lanterna Verde original é também membro fundador da Sociedade da Justiça e antigamente suas aventuras estavam situadas na Terra-2.

Após a minissérie Crise nas Infinitas Terras esse histórico foi reescrito sendo pertencente a nossa Terra.

Houve um alarde enorme na imprensa quando reintroduziram o personagem como homossexual durante Os Novos 52. Fizeram tanto barulho por conta disso, mas foi algo que não atrapalhou em nada suas atitudes heroicas.

Continuando, ao saber do ocorrido em sua cobertura. Voltamos no tempo pra época em que a estátua do herói foi inaugurada.

Após uma luta contra Solomon Grundy, o LV estava todo arrebentado e recebeu ajuda de Dolby Dickles, seu fiel escudeiro. Só pra constar o vilão é um dos maiores arquiinimigos do herói.

Pouco tempo depois tanto o prefeito de Gotham, quanto outras vítimas tinham a inscrição “feito de madeira” no peito delas.

Os crimes assombraram as noites de Scott, porque mesmo apesar de seus esforços não conseguiu soluciona-los.

Após 50 anos novos crimes foram cometidos mantendo aquele M.O., mas desta vez o Lanterna terá ajuda do Batman e também de Jim Gordon.

Infelizmente durante a investigação, Jim é capturado pelo serial killer e o Cavaleiro das Trevas corre desesperadamente para salvar seu amigo.

A parte interessante é ver como Batman e Scott agem de forma muito diferente, mas mesmo assim surge um respeito mútuo entre ambos.

Só pra constar, o Lanterna Verde serviu como inspiração pro pequeno Bruce Wayne a como agir feito herói.

Feito de Madeira é uma história curta, mas bem escrita por Ed Brubaker que consegue mostrar dinamismo na fala e sentimentos dos personangens.

Quero destacar também a arte excelente de Patrick Zircher que consegue nos entreter com ótimos momentos de ação (em cenas simplesmente fantásticas).

Fora isso tudo gostei demais das cores sombrias de Jason Wright são um delírio aparte emoldurando cada momento da história de uma maneira impactante.

Pode até não ser uma das melhores histórias do Morcegão de todos os tempos, mas a forma como foi feita vale a pena dar uma lida.

E pra realmente fechar, a edição # 20 do Batman é marcante pra mim por causa da capa dupla com arte de Jim Lee.

Na parte da frente temos os aliados do herói: Robin, Oráculo, Superman, Asa Noturna, Caçadora e mais alguns.

E na parte de dentro sua galeria de vilões: Coringa, Hera Venenosa, Arlequina, R’as, Espantalho, Cara-de-Barro entre outros (algo relacionado a saga Silêncio).

Se gostou deixe um comentário, mas se não gostou deixe um comentário também.

 

Supermulher – Segunda Parte

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Ao longo das décadas a DC Comics nomeia vários personagens com o mesmo codinome, mas nem sempre você tem oportunidade de conhece-los.

Porém o seu amigo nerd de plantão arranjou um tempo para selecionar quais mulheres ostentaram o codinome de Superwoman (sem mais enrolação vamos a elas).

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Laurel Kent

A heroína é uma integrante da famosa Legião dos Super-Heróis que atuou no distante séc. XXX (período Pré-Crise). Criada pelo lendário roteirista Jim Shooter e pelo artista Mike Grell, em 1976.

No início, Laurel foi a primeira descendente do Superman que surgiu no século 30, mas não sei por qual motivo estapafúrdio ao longo dos anos mudaram de maneira drástica sua origem (até sumirem com ela).

Seus poderes incluíam voo, invulnerabilidade, ficando fraca somente ao ser exposta a ktriptonita e também tornou-se uma exímia combatente corpo a corpo.

Quando entrou pra Academia da Legião, Laurel teve que dividir seu quarto com Vésper (e elas se tornaram grandes amigas).

Então veio aquela confusão desgraçada, pois afirmaram que Laurel era uma Caçadora Cósmica disfarçada que esteve hibernando por mil anos e acordou naquela época.

Depois retiraram essa loucura mostrando que o robô que havia atacado a LSH não passava de uma cópia, porque a verdadeira heroína esteve presa em cativeiro.

Na última versão, Laurel atua como Superwoman também no séc. XXXI ao lado de Kent Shakespeare, um outro descendente do Azulão neste período e também Batman (Brane Taylor) e Robin (Tom Wayne).

Há uma outra versão de Laurel Kent, na Terra-11 (mostrando versões femininas dos heróis que conhecemos). Nesta realidade paralela a heroína continua usando o nome de Superwoman.

Só pra constar na excelente edição Vingança Máxima parece que temos uma homenagem pra Supermulher em dose dupla, pois se refere a história antiga de Clara Kent entre várias outras referências (e seu nome também é Laurel).

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Laurel Gand

Houve um período em que Laurel Kent foi substituída, pois haviam retirado o Superboy como vínculo de origem da LSH.

Puseram Lar Gand (Mon-El) no lugar do Garoto de Aço como maior herói do século 20 servindo de inspiração pra equipe do futuro distante.

Laurel Gand possuía todos os poderes do Homem de Aço e foi inspirada na nossa Supergirl, pois tinha cabelo loiro. Há algum tempo atrás, Gand teve seu codinome heroico mudado pra Andromeda.

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Lucy Lane

Criada pelas lendas Otto Binder e Curt Swan na edição Superman Pal Jimmy Olsen # 36, de 1959.

Lucy é a irmã mais nova de Lois e surgiu durante a Era de Prata como uma aeromoça servindo de interesse romântico pro Jimmy Olsen. Além de já ter sido namorada de Jimmy, Lucy foi casada com Ron Troupe.

Anos depois ressurgiu durante a fase de John Byrne e ficou cega sendo curada quando o Azulão enfrentou Bizarro nos céus.

Ficou mais um tempo no limbo retornando após Crise Infinita como uma oficial do Exército americano. Houve uma enorme mudança em seu status quo que sempre foi gentil e adorável, pois agora morre de inveja de sua irmã e tornou-se uma vilã.

Foi durante a saga Novo Krypton que aliada ao seu pai, General Sam Lane. Lucy passou a usar um traje que lhe confere superpoderes (iguais aos de qualquer kriptoniano).

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Superwoman – Sociedade do Crime

É uma supervilã que vive na Terra-3 e surgiu em 2007, seu mundo paralelo é bastante semelhante ao nosso. A grande diferença é que essa Superwoman integra a Sociedade do Crime uma versão deturpada da Sociedade da Justiça.

Essa equipe foi vista durante a Contagem Regressiva para a Crise Final lutando contra Donna Troy, Kyle Rayner e Jason Todd. Eles estavam procurando Ray Palmer que havia sumido desde que sua esposa havia enlouquecido e assassinado Sue Dibny.

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Cir-El

Como curiosidade também temos esta Supergirl como descendente do Homem do Amanhã. Cir-El foi criada por Steven Seagle e Scott McDaniel surgindo pela primeira vez na edição Superman. The 10 Cent Adventure # 1 (2003).

A heroína possui quase todas as habilidades de Kal-El e podia emitir rajadas óticas num tipo de sol vermelho. Fato que anulava os poderes dos kriptonianos que estava sob o sol amarelo.

A adolescente havia surgido de repente em Metrópolis dizendo ser Supergirl e afirmando ser filha de Kal com Lois, mas que tinha vindo de um futuro apocalíptico. O Azulão fez um exame de DNA comprovando que ela era kriptoniana. Só que não tinha parentesco com Lois (deixando a repórter com a pulga atrás da orelha).

Depois ficamos sabendo que Cir-El havia sido criada por Brainiac e seu corpo tinha um vírus que controlaria o Superman no futuro atacando a Terra. Então para evitar que isso acontecesse, Cir-El se sacrificou atravessando um portal indo pra outra dimensão (apagando da existência tanto ela mesma quanto aquele futuro terrível).

Cir-El chamou minha atenção pelo seu jeito meio inocente de ser amiga de todos, por manter esse aspecto heroico de fazer o bem maior e até se sacrificar por causa disso.

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Supergirl – Louise-L

E só pra fechar num tempo muito, muito, muito distante temos uma heroína do período Pré-Crise dos anos 80. Loiuse-L é a Supergirl de 500.000 anos no futuro e ela afirma que é uma descendente de nossa Kara Zor-El.

Essa versão da Supergirl possui os mesmos poderes que um kriptoniano apresenta sob o sol amarelo.

Na aventura em que surgiu, Loiuse havia viajado pro passado para capturar dois vilões de sua época e pediu pra Linda Danvers que tomasse seu lugar enquanto estava por aqui.

No futuro do qual veio, Louise obtém seus poderes de um sol alaranjado que modificou significativamente seu nível de poder e também lhe concedeu a capacidade de hipnotizar quem quiser.

Atualmente a heroína está jogado no limbo como diversos e vários outros personagens da DC Comics.

Bom, essas foram somente algumas personagens que conheci garimpando na web, mas se for pesquisar mais a fundo encontraremos vários outras versões tanto da Superwoman, Supergirl e até da Mulher-Maravilha.

Relembre aqui da primeira parte e se gostou deixe algum comentário.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

The Flash – Personagens – Segunda Parte

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A segunda temporada do seriado do Flash veio pra consolidar o sucesso que presenciamos anteriormente.

Então confira meus comentários sobre as diferenças dos personagens dos quadrinhos e da telinha.

A Dra. Caitlin Snow (Danielle Panabaker), é uma bioengenheira do Star Labs. Snow era noiva e se casou com Ronnie Raymmond que por sua vez unindo-se ao ao professor Martin Stein formam o Nuclear (Firestorm, no original).

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Nos gibis Catlin Snow é a atual vilã Nevasca (Killer Frost), mas outras mulheres já usaram esse codinome. A primeira foi Crystal Frost, uma cientista apaixonada pelo professor Martin Stein.

Após saber que o sentimento não era recíproco decidiu trabalhar num prjeto no Ártico. Infelizmente acabou se trancando numa câmara fria sendo transformada e capaz de absorver calor de seres vivos (projetando frio e gelo).

Nevasca tornou-se inimiga do Nuclear enfrentando-o diversas vezes e acabou morrendo ao tentar absorver muita energia do herói.

A segunda Nevasca foi a Dra. Louise Lincoln que era amiga de Crystal Frost. Quando sua amiga morreu decidiu fazer a mesma experiência consigo mesma.

Era um tipo de homenagem pra sua mentora, porém tornou-se cruel e fria partindo com uma vingança pessoal contra o Nuclear (culpando-o pela morte de Crystal).

A segunda Nevasca participou do Esquadrão Suicida e se eu não me engano é ela quem  estava na excelente animação Batman: Ataque ao Arkham.

Surgida durante o reboot dos Novos 52 temos a terceira Nevasca que foi Loren Fontier.

Nesta versão Jason Rusch e Ronnie Raymond são colegas de escola e ganham seus poderes ao mesmo tempo. Mais uma célula terrorista ataca a escola e nesse grupo está Loren Fontier que estava decidida a mata-los (para conseguir a Matrix do Nuclear).

Quando ela estava presters a extermina-los ambos se unem formando o herói, porém houve uma explosão. E descobrimos que Loren foi transformada em Nevasca.

Catlin Snow é a quarta mulher a usar o codinome de Nevasca. Catlin era uma cientista dos Laboratórios Star que havia sido enviada pro Ártico num posto de pesquisas. Ela estava trabalhando num motor termodinâmico, mas Agentes da C.O.L.M.E.I.A se infiltraram no laboratório tentando matar a doutora jogando-a no motor.

Só que se corpo se fundiu ao gelo transformado-a num tipo de “vampira de calor”, Snow matou todos os agentes e saiu em busca de outras fontes para se aquecer.

Nevasca acabou descobrindo que os poderes do Nuclear poderiam curar sua ansia por calor, no entanto quando ele foi dado como morto pelo Sindicato do Crime perdeu suas esperanças de ser curada.

Quero ver como irão mostrar a transformação de Catlin no seriado em Nevasca?

E pra fechar no excelente episódio da Liga Sem Limites, “Em Outras Terras”, temos a história do Príncipe Viking. Seu navio foi encontrado numa geleira e a Diana estava lá participando de uma reunião da ONU.

Destaco a participação da Nevasca e também do Caçador de Marte que tenta compreender a humanidade e deixa a Liga por algum tempo.

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Só pra constar devo comentar também que no seriado tivemos uma versão do Nuclear (Firestorm, no original). Interpretado pela fusão da dupla Ronnie Rammond (Robbie Amell) e Dr. Martin Stein (Victor Garber).

Nos gibis a primeira versão do herói de fogo também era formado por eles. Ronnie era um estudante e Stein Prêmio Nobel de Física e ambos foram pegos num acidente nuclear que lhes concedeu a capacidade de se fundirem no herói.

A parte interessante é que a personalidade de Ronnie se sobresaia sobre o professor que servia como uma voz da razão na mente do Nuclear (algo que foi mostrado na série).

Além de poder voar, o Nuclear possui força fora do comum e a incrível capacidade de controlar a matéria transformando-a em qualquer coisa que quiser.

Na última versão do clássico desenho dos Super Amigos seu nome ficou conhecido como Tempestade.

Quase no final da década de 80, o Nuclear foi reescrito como um “Elemental do Fogo” (tipo o Monstro do Pântano que é Elemental do Verde).

Ao longo dos anos houveram algumas mudanças como a fusão de Ronnie com Mikhail Denisovitch Arkadin, um russo. Porém depois mudaram novamente seus status quo pro normal.

Durante a ótima Crise de Identidade, Ronnie foi  transpassado por uma espada mágica explodindo. Então sua energia fundiu-se a Jason Rusch que transformou-se no novo Nuclear. A grande diferença é que agora pode se fundir com qualquer pessoa e Ronnie está apenas como espírito dentro do herói.

Na telinha após o sumiço de Raymond o professor estava morrendo e o pessoal do Star procurou uma outra pessoa que pudesse formar o herói.

Jay Jackson (Franz Drameh), um ex-atleta do colégio que sofreu um grave ferimento e pra sobreviver trabalha como mecânico faz parte do novo alter-ego do Nuclear.

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E realmente pra fechar nesta segunda temporada o Dr.Wells teve sua filha sequestrada pelo Zoom.

Seu nome é Jesse Quick (Violett Beane), porém nos quadrinhos Jesse Chambers é uma velocista. Filha dos heróis Johnny Quick e Liberty Belle ambos da Era de Ouro (ela tem os poderes de ambos).

Jesse Quick usa a fórmula de seu pai para ganhar super velocidade (3×2 (9yz) 4a). Se eu não me engano é uma velocista que pode voar. Durante algum tempo, Jesse adotou o codinome de sua mãe Liberte Belle II. Ela já participou das equipes Sociedade da Justiça, Novos Titãs e Liga da Justiça.

Vamos esperar pra saber se a versão da heroína no seriado irá ganhar ou não superpoderes?

Quanto a Mulher Gavião (Ciara Renée) e o Gavião Negro (Peter Francis James) foi muito empolgante ver como aproveitaram a história deles na telinha. No entanto já fiz  postagens sobre os campeões alados há algum tempo atrás.

A participação do Gavião e da Mulher Gavião no crossover entre The Flash e Arrow irá futuramente culminar na série Legends of Tomorrow.

Quero acrescentar que já promete pela presença de Rip Hunter, um viajante do tempo que nos gibis participa do grupo Homens Lineares.

Na série Hunter formará uma equipe mista entre heróis e vilões para deter Vandal Savage que almeja destruir o próprio tempo.

Relembre aqui da primeira parte.

Se gostou deixe algum comentário, mas se não gostou deixe um comentário também.